Aprenda tudo que se é necessário saber para criar búfalo.
Créditos: Revista do Campo
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
Tudo o que Você Precisa Saber para Começar a Criar Búfalos
Como Fazer Poda Mecanizada de Manga
Conheça a Poda Mecanizada de Manga no Estado de São Paulo. Essa Prática Está Revolucionando o Sistema de Cultivo desta Fruta.
Crédito: Revista do Campo
Conheça a Colheita Mecanizada de Mandioca
Colhedeira de Mandioca, da MIAC, modelo Maniva 2LR. Pesquisa e desenvolvimento para auxiliar o homem do campo.
Clique aqui para ler mais...Colher Amendoim Ficou Fácil com a Nova Colhedeira Twin Master II
Nova colheitadeira de tração tipo 8, Twin Master II, da Colombo. Tecnologia a Serviço do Homem do Campo. Créditos: Colombo
Clique aqui para ler mais...Agricultura Digital Está Revolucionando a Cultura da CanaAçúcar
O uso de tecnologias digitais são indispensáveis para atingir a alta produtividade da cana-de-açúcar. Conheça como essas tecnologias vem revolucionando o setor.
Crédito: Revista do Campo
Clique aqui para ler mais...Novo Simulador de Colhedora de Cana Capacita os Operadores
Simulador de colhedora de cana da Case IH. O equipamento tem o objetivo de treinar os operadores da usina, devido ao aumento na demanda de mão de obra especializada para o setor.
O equipamento é composto por uma cabine da colhedora A8000 e simula o cenário encontrado em campo.
Créditos do Vídeo: CANAONLINE
Clique aqui para ler mais...Aprenda a Fazer Enxertia em Mudas de Citrus
Excelente reportagem da Revista do Campo, que mostra como fazer enxerto em mudas de citrus.
Clique aqui para ler mais...Como Manejar sua Pastagem Corretamente
Confira Estratégias para Aproveitar Melhor Sua Pastagem e Impulsionar a Engorda do seu Rebanho. (Créditos : Canal Rural).
Clique aqui para ler mais...Como controlar Percevejo na Soja Corretamente
Esse vídeo demostra de forma prática, como os prejuízos provocados pelos percevejos são elevados e algumas dicas de como maneja-los durante a condução da lavoura de soja.
Clique aqui para ler mais...Carambola, amadurece no pé e passarinho não come. Estudo Revela Cuidados na alimentação Humana
A natureza é Sábia: Carambola, uma das únicas frutas que passarinho não come. Amadurece no pé mas nenhum passarinho se aproxima. Essa excelente reportagem exibida pela EPTV de Ribeirão Preto, SP mostra alguns resultados obtidos por pesquisadores da USP a respeito dos esfeitos da alimentação por Carambola na saúde humana.
Clique aqui para ler mais...Nova Colhedora de Amendoim Promete Revolucionar o Sistema Produtivo
Conheça o mais novo lançamento da MIAC, a AVANTI C 360. Assista o vídeo e compartilhe.
Clique aqui para ler mais...Resposta de Plantas a Deficiência Especifica de Cada Nutrientes
Yara Fertilizantes e GESSO (Grupo de estudos em solos – UEM) realizaram um excelente vídeo demostrando a resposta da planta em função da deficiência de alguns dos mais importantes elementos químicos responsáveis pelo crescimento esperado das plantas.
Clique aqui para ler mais...Ex ministro da Agricultura Roberto Rodrigues fala sobre a tecnologias na Agricultura
Ex ministro da Agricultura Roberto Rodrigues fala sobre a tecnologia aplicada nas lavouras e o crescimento do setor
Clique aqui para ler mais...RRNEWS 005 – Notícias do Agronegócio direto da Redação da Revista Rural
O RRNews, boletim semanal da Revista Rural, traz para você assuntos que foram notícia no campo. Apresentação: Bruno Zanholo / Imagens e Edição: Davi Canto / Direção geral: Flávio Albim
Clique aqui para ler mais...RR NEGÓCIOS – Bayer apresenta novo produto: FOX XPRO
Bayer apresentou durante o Show Rural Coopavel uma evolução do já consagrado Fox, produto voltado para a lavoura de soja. Trata-se do FOX XPRO (por Bruno Zanholo / Imagens Davi Canto)
Clique aqui para ler mais...RR NEGÓCIOS – Bradesco conta seus projetos para o agronegócio
Em entrevista a Revista Rural, banco confirma a importância do agro para a instituição e traça planos ambiciosos para o setor (por Bruno Zanholo / Imagens Davi Canto)
Clique aqui para ler mais...RRNEWS 004 – Especial “SHOW RURAL COOPAVEL 2019”
RRNEWS 004 – ESPECIAL “SHOW RURAL COOPAVEL 2019” – Notícias do agro direto da redação da Revista Rural
Clique aqui para ler mais...RRNEWS 003 – Notícias do agronegócio direto da redação da Revista Rural
O RRNews, boletim semanal da Revista Rural, traz para você assuntos que foram notícia no campo. Apresentação: Bruno Zanholo / Imagens: Leandro Maciel / Edição: Davi Canto / Direção geral: Flávio Albim
Clique aqui para ler mais...RRNEWS 002 – Notícias do agronegócio direto da redação da Revista Rural
O RRNews, boletim semanal da Revista Rural, traz para você assuntos que foram notícia no campo. Apresentação: Bruno Zanholo / Imagens: Leandro Maciel / Edição: Davi Canto / Direção geral: Flávio Albim
Clique aqui para ler mais...Produza mais, ajustando o espaço entre as plantas na lavoura
Ajustar o espaçamento entre as plantas da lavoura ajuda a garantir um manejo eficiente e maior produtividade. Os técnicos da Fundação MT explicam como adequar a plantação às características de cada tipo de planta e solo.
Clique aqui para ler mais...Acelere o ganho genético do seu rebanho Nelore
Referência na raça Nelore, o Grupo Cometa vem usando a genômica para produzir animais cada vez melhores geneticamente, com destaque no PMGZ. A tecnologia do CLARIFIDE tem sido uma importante parceira nesse trabalho.
Clique aqui para ler mais...RRNEWS 001 – Notícias semanais do agronegócio direto da redação da Revista Rural
O RRNews, boletim semanal da Revista Rural, traz para você assuntos que foram notícia no campo. Apresentação: Bruno Zanholo / Imagens: Leandro Maciel / Edição: Davi Canto / Direção geral: Flávio Albim
Clique aqui para ler mais...Conte com a GENÔMICA para acelerar o ganho genético do rebanho
Técnica permite maior acurácia nas informações e maior acertividade nos cruzamentos, permitindo maior rapidez na evolução genética do rebanho. (Reportagem: Bruno Zanholo / Imagens: Leandro Maciel)
Clique aqui para ler mais...Abate Técnico confirma qualidade de carcaça do Nelore
Com o respaldo da ACNB – Associação dos Criadores de Nelore do Brasil, a Agro JEM realizou em outubro um abate técnico que apresentou expressivo rendimento de carcaça para a raça Nelore: 57,5%.
Clique aqui para ler mais...TV UC – Cavalo leve na cavalgada
O que é um cavalo leve? É aquele que responde a comandos suaves! Como conseguir isto? Com treinamento, é claro!
*** O “Momentos da Marcha” é uma parceira da UC com o Haras da Marcha ***
Clique aqui para ler mais...TV UC – Tem lado certo para marcar o cavalo?
Tem lado certo? Na paleta ou na garupa? A marcação de cavalos causa muitas dúvidas!
Não perca o segundo TVUC Festival, dia 25 de maio de 2019!!
Para mais informações
www.uccavalo.com.br
secretaria – 15 3202-7866
whatsapp – 15 98119-3777
TV UC – Dicas de saúde para seu cavalo de cavalgada
Acompanhe esta lista básica de 5 dicas para cuidar da saúde de seu cavalo de cavalgada!
*** O “Momentos da Marcha” é uma parceira da UC com o Haras da Marcha ***
Clique aqui para ler mais...TV UC – Técnica de uso da grosa
A grosa é a ferramenta própria para o acabamento do casco, por isto precisa ser utilizada com bastante critério! Acompanhe!
Clique aqui para ler mais...Chamada Vale Agrícola 22/02/2019!
Amanhã tem Vale Agrícola e você já pode saber quais serão nossos destaques. Vamos falar sobre o mercado do tabaco: apesar da indefinição no reajuste anual, não há grandes reclamações na classificação. Tem o curso do movimento a la rienda, em Pouso Redondo. Vamos mostrar como os biofertilizantes estão auxiliando na produção de banana e tem a nova variedade de arroz da Epagri, a SCS Sardo.
Clique aqui para ler mais...Desafios da agricultura catarinense!
Em palestra a técnicos e estudantes, Secretário Adjunto de Agricultura do Estado fala sobre as primeiras ações na pasta e da revisão dos programas de governo.
Clique aqui para ler mais...Drone para pulverização
O drone para pulverização foi a grande novidade no Dia de Campo Da Cravil. O equipamento, da empresa Agrize de Joinville (SC) tem uma capacidade de pulverizar seis hectares em uma hora!
Clique aqui para ler mais...Será que a cebola chega aos 2 reais/quilo?
Produtores de cebola aguardam ansiosos a chegada da cebola à casa do R$2,00 o quilo. mas será que isso vai acontecer? Nós conversamos com o presidente da Câmara Setorial da Cebola, que fez uma análise de mercado. Safra catarinense deve ter mais uma quebra por causa de viroses na hora da armazenagem!
Clique aqui para ler mais...Bauernmalerei: o artesanato rústico alemão!
O Bauermalerei é uma técnica antiga de artesanato, criada para dar cor à móveis e objetos na Alemanha, no pós-guerra. A técnica veio para o Brasil junto com os imigrantes e, por aqui, transforma peças com uma mistura de flores, folhas, paisagens e animais!
Clique aqui para ler mais...Cuca de banana caramelizada!
Quem aí gosta de cuca? A receita de hoje é de sabor banana caramelizada! Uma delícia!
Anote os ingredientes:
Massa:
600 mls de leite
4 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de fermento biológico
1/2 xícara de óleo de soja
1/2 colher de chá de sal
trigo até dar o ponto
Cobertura
6 bananas 2 xícaras de açúcar
1/2 xícara de água
Dia de Campo Cravil: tecnologia mais perto do agricultor!
Cascata de milho simbolizando a colheita, espiga da cor das vacas holandesas para falar de silagem… Não faltou criatividade para chamar a atenção dos agricultores no Dia de Campo da Cravil. Nossa equipe deu uma volta pelo Polo Tecnológico para mostrar as novidades. Espia só!
Clique aqui para ler mais...Previsão Sudeste – Ar seco ganha força em MG
Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.
Clique aqui para ler mais...Previsão Brasil – Pancadas de chuva
Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.
Clique aqui para ler mais...Previsão Grande São Paulo – Chuva a partir da tarde
Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.
Clique aqui para ler mais...Previsão Grande Vitória – Dia de praia
Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.
Clique aqui para ler mais...Previsão Norte – Pancadas de chuva
Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.
Clique aqui para ler mais...Previsão Sul – Volta a chover no RS
Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.
Clique aqui para ler mais...Previsão Grande Rio – Instabilidade continua ativa
Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.
Clique aqui para ler mais...Previsão Centro-Oeste – Instabilidade continua ativa
Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.
Clique aqui para ler mais...Previsão Nordeste – Alerta para temporais
Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.
Clique aqui para ler mais...Estação Café – SafraTec 2019: tecnologias a serviço da produtividade
O segundo vídeo da web série “SafraTec 2019: tecnologias a serviço da produtividade”, traz um resumo sobre a Estação Técnica Café. O principal assunto abordado na estação foi sobre boas práticas de condução das lavouras do café, desde tratamento de pragas e doenças até a nutrição dos plantares. Assista o vídeo e compartilhe tecnologias no campo!
#SafraTec #Produtividade #Cocamar
Brasil – maior produtor mundial de café – exporta 35,15 milhões de sacas com média mensal de 2,92 milhões de sacas em 2018
Vietnã, segundo produtor, exporta 29,48 milhões de sacas e média mensal de 2,45 milhões de sacas de 60kg
O Brasil, maior produtor e exportador de café, em nível mundial, apenas no mês de dezembro de 2018, exportou o equivalente a 3,83 milhões de sacas, volume que representa um acréscimo de 26,7%, se comparado com o mesmo mês do ano anterior. E, nos últimos três meses desse ano, as exportações brasileiras atingiram um total de 11,44 milhões de sacas, o que confere uma média mensal de 3,81 milhões de sacas no período.
Projeto inaugura sistema de capacitação por videoaulas para técnicos e professores do Maranhão e do Piauí
Com a assinatura da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF), a experiência piloto teve o seu primeiro teste em escolas do Maranhão, dentro do projeto sobre hortas pedagógicas em duas escolas em São Luís, nos dias 21 e 22 de fevereiro de 2019. Nesses dias, a comunidade escolar – diretores, professores, coordenadores, alunos, – receberam aulas de capacitação sobre produção de hortaliças por meio de videoaulas, que associam práticas de produção de hortaliças aos métodos pedagógicos aplicados nas escolas.
Como adubar o coqueiro
Para produzir coco com qualidade e quantidade é preciso seguir a regra básica: adubação correta.
O pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros Lafayette Franco Sobral mostra desde o básico como também um aplicativo, o FertOnline, para o cultivo de coco em larga escala.
Acesse o FertOnline em https://www.embrapa.br/tabuleiros-costeiros
Assista também:
FertOnline mostra como adubar plantio de coqueiro
https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/33614069/dia-de-campo-na-tv—fertonline-mostra-como-adubar-plantio-de-coqueiro
Quer mais informações? Entre em contato com o nosso SAC em:https://www.embrapa.br/fale-conosco
Consulte o serviço de Informação Tecnológica em Agricultura (Infoteca-e).
Clique aqui para ler mais...Manhã de Campo Convênio Embrapa-Irga acontece dia 26/02
Evento apresentará informações técnicas sobre sistemas integrados em terras baixas, manejo sobre plantas daninhas da cultura do arroz e manejo das forrageiras no sistema Lavoura-Pecuária.
Na próxima terça-feira (26/02), a Embrapa Pecuária Sul e o Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga) realizarão, das 8 às 12 horas, a Manhã de Campo do Convênio Embrapa-Irga. Esta parceria entre as instituições já possui seis anos e visa incrementar as pesquisas sobre o cultivo de arroz, integrado a outros sistemas produtivos.
21 02 ENTREVISTA DINAPEC MAURO DE LIMA 03’24”
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Dinapec discute Dinâmica Agropecuária
Cícero Costa, da IFMS Naviraí, concedeu uma entrevista durante a Dinapec 2019, Campo Grade-MS. Ele abordou as soluções para o agro sustentável, e também falou a respeito do aplicativo para monitoramento climático. Confira!
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Tutorial 03 – Acesso ao Sistema de Informações Gerenciais do SIF – SIGSIF
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Programa Agricultura BR – 21/02/2019
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Programa Mais Pecuária – 21/02/2019
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Institucional Epagri – legendado (2018)
Tutorial 02 – Emissão da Declaração de Conformidade de Produto de Origem Animal – DCPOA
Tutorial 01 – Acesso ao Sistema para emissão da Declaração de Produtos de Origem Animal – DCPOA
Pesquisador da Embrapa Clima Temperado recebe prêmio Pá do Arroz
Em solenidade realizada na tarde de quinta-feira (21), durante 29ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, o pesquisador da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) Júlio José Centeno da Silva foi homenageado com a Pá do Arroz, na categoria Técnico Federal. O evento é uma promoção da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que anualmente reconhece pessoas e instituições que se destacaram e tiveram papel relevante para o desenvolvimento da atividade no Rio Grande do Sul.
O pesquisador recebeu a homenagem das mãos do presidente do Sindicato Rural de Pelotas, Fernando Rechsteiner. “Eu já passei por diversas avaliações, mas nenhuma se equipara a essa que eu recebo hoje!”, disse Centeno emocionado. O pesquisador possui graduação e mestrado em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas, Ph.D. em Agroecologia pela Wageningen Agricultural University, na Holanda, e pós-Ph.D. em extensão rural pelo Yanco Agricultural Institute, NSW, na Austrália.
Na cerimônia, a Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, da Universidade Federal de Pelotas (FAEM/UFPel), também foi homenageada pelas contribuições ao setor, na categoria Pioneirismo. A instituição abriga o curso de agronomia mais antigo em funcionamento do país, tendo formado 7.012 agrônomos até o momento – cerca de 700 trabalhando direta ou indiretamente com a cultura do arroz, segundo dados da própria FAEM. Quem fez a entrega do prêmio ao diretor da FAEM, o professor Dirceu Agostineto, foi o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon.
Confira todos os homenageados:
Lavoura Nota 10 – Carlos Alberto Prestes Iribarrem
Lavoura Pioneira – Werner Arns
Homenagem Especial – João Antônio Rosa da Luz
Homenagem Especial – Miguel Guedes
Homenagem Especial – Eder Leomar dos Santos
Técnico Estadual – André Barros Matos
Técnico Federal – Júlio José Centeno da Silva
Inovação – Indústria Bastiani
Competitividade – Frederico Bergamaschi Costa
Mercado Externo – Pércio Machado Greco
Amigo da Lavoura – João Alberto Dutra Silveira
Pioneirismo – Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (UFPel)
Homenagem Especial – Covatti Filho
Soja pode ser alternativa para melhoria de ambientes restritivos
Com o propósito de apresentar sistemas de produção que visam a inserção da soja e melhoria do ambiente de produção de cana-de-açúcar foi realizado, na fazenda SOEBE (Caarapó/MS), em 14 de fevereiro, um Dia de Campo. O evento que teve como tema “Tecnologia para produção de soja na renovação dos canaviais em ambientes restritivos” foi realizado por meio de parceria entre a Embrapa Agropecuária Oeste, Agrícola NovAmérica e Total Biotecnologia.
Produtores de soja e de cana-de-açúcar, técnicos da NovAmérica, empresas parceiras e profissionais da área puderam verificar in loco a lavoura de soja, que foi instalada em uma área que historicamente era utilizada para a produção pecuária.
[more]
“A soja contribui com a construção do perfil químico e estruturação do solo, que beneficia o cultivo de cana-de-açúcar na região Sul do Mato Grosso do Sul”, explica o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Cesar José da Silva.
“Um dos objetivos da pesquisa realizada pela Embrapa nesse local, é encontrar formas de contribuir com a melhoria dos ambientes de produção de cana-de-açúcar no Mato Grosso do Sul, por meio da avaliação de doses de corretivos e fertilizantes, bem como suas formas de incorporação ao solo, aliado ao manejo adequado do preparo do solo e uso da rotação de culturas com grãos, adubos verdes, entre outros”, informa Cesar.
O engenheiro agrônomo responsável pela coordenação da produção de soja da NovAmérica Agrícola, Jayme W. Eich, explica que a produção de soja para a renovação dos canaviais é uma prática que vem sendo utilizada pela empresa e que tem dado bons resultados. Ele destaca os inúmeros benefícios dessa rotação de culturas, tais como: quebra do ciclo de pragas e doenças, fixação biológica de nitrogênio, melhoria das propriedades químicas, físicas e biológicas do solo, aumento da produtividade da cana-de-açúcar, maior longevidade do canavial e possibilidade de realizar o plantio direto da cana-de-açúcar na palhada de soja, evitando a necessidade de revolver o solo. “Sem dúvida, a soja é uma nova fonte de renda para o setor e que alia práticas sustentáveis”, acrescenta Eich.
Programação – No evento, por meio de visitas a campo e de cinco palestras foram demonstrados o potencial de cultivares de soja, formas e doses de inoculação e estratégias de manejo que minimizam os riscos. Os participantes também conheceram o programa de produção de grãos da agrícola NovAmérica, por meio de palestra apresentada por Jayme W. Eich.
Os outros temas que fizeram parte da programação do evento foram: Sistema de produção integrados para ambientes restritivos, por meio de palestra ministrada por Cesar José da Silva; Estratégias no uso de corretivos da acidez do solo em ambientes restritivos, sendo esse tema apresentado pelo pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Carlos Hissao Kurihara e Estratégias de inoculação para maximizar a FBN na soja em áreas de renovação dos canaviais, apresentado por André S. Nakatani, da Total Bioteconologia.
Para encerrar a manhã, o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Rodrigo Arroyo Garcia, também falou sobre Escolha e posicionamento de cultivares de soja em ambientes restritivos.
Com o propósito de apresentar sistemas de produção que visam a inserção da soja e melhoria do ambiente de produção de cana-de-açúcar foi realizado, na fazenda SOEBE (Caarapó/MS), em 14 de fevereiro, um Dia de Campo. O evento que teve como tema “Tecnologia para produção de soja na renovação dos canaviais em ambientes restritivos” foi realizado por meio de parceria entre a Embrapa Agropecuária Oeste, Agrícola NovAmérica e Total Biotecnologia.
Produtores de soja e de cana-de-açúcar, técnicos da NovAmérica, empresas parceiras e profissionais da área puderam verificar in loco a lavoura de soja, que foi instalada em uma área que historicamente era utilizada para a produção pecuária. “A soja contribui com a construção do perfil químico e estruturação do solo, que beneficia o cultivo de cana-de-açúcar na região Sul do Mato Grosso do Sul”, explica o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Cesar José da Silva.
“Um dos objetivos da pesquisa realizada pela Embrapa nesse local, é encontrar formas de contribuir com a melhoria dos ambientes de produção de cana-de-açúcar no Mato Grosso do Sul, por meio da avaliação de doses de corretivos e fertilizantes, bem como suas formas de incorporação ao solo, aliado ao manejo adequado do preparo do solo e uso da rotação de culturas com grãos, adubos verdes, entre outros”, informa Cesar.
O engenheiro agrônomo responsável pela coordenação da produção de soja da NovAmérica Agrícola, Jayme W. Eich, explica que a produção de soja para a renovação dos canaviais é uma prática que vem sendo utilizada pela empresa e que tem dado bons resultados. Ele destaca os inúmeros benefícios dessa rotação de culturas, tais como: quebra do ciclo de pragas e doenças, fixação biológica de nitrogênio, melhoria das propriedades químicas, físicas e biológicas do solo, aumento da produtividade da cana-de-açúcar, maior longevidade do canavial e possibilidade de realizar o plantio direto da cana-de-açúcar na palhada de soja, evitando a necessidade de revolver o solo. “Sem dúvida, a soja é uma nova fonte de renda para o setor e que alia práticas sustentáveis”, acrescenta Eich.
Programação – No evento, por meio de visitas a campo e de cinco palestras foram demonstrados o potencial de cultivares de soja, formas e doses de inoculação e estratégias de manejo que minimizam os riscos. Os participantes também conheceram o programa de produção de grãos da agrícola NovAmérica, por meio de palestra apresentada por Jayme W. Eich.
Os outros temas que fizeram parte da programação do evento foram: Sistema de produção integrados para ambientes restritivos, por meio de palestra ministrada por Cesar José da Silva; Estratégias no uso de corretivos da acidez do solo em ambientes restritivos, sendo esse tema apresentado pelo pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Carlos Hissao Kurihara e Estratégias de inoculação para maximizar a FBN na soja em áreas de renovação dos canaviais, apresentado por André S. Nakatani, da Total Bioteconologia.
Para encerrar a manhã, o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Rodrigo Arroyo Garcia, também falou sobre Escolha e posicionamento de cultivares de soja em ambientes restritivos.
Pesquisa consolida sistema de alerta para monitorar pragas da soja na região
Em reunião realizada no início da tarde de hoje (21), durante a 29ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, pesquisadores da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) se reuniram com técnicos da iniciativa privada, técnicos da Emater/RS-Ascar e produtores para ampliar e consolidar um sistema de alerta de pragas da soja, como lagartas e percevejos. Na sequência, os participantes também visitaram a área de Manejo Integrado de Pragas (MIP), no espaço de integração Lavoura-Pecuária da Embrapa no evento.
Segundo a pesquisadora da Embrapa responsável pela iniciativa, Ana Paula Afonso, o trabalho teve início em meados de 2018 por demanda da Emater/RS-Ascar. Como primeiro passo, foram realizados módulos de um curso com foco no manejo integrado da soja, abordando assuntos como solo, plantas daninhas, controle de insetos e colheita. A partir desses módulos, as instituições se organizaram para implementar o monitoramento junto a técnicos selecionados de 14 Unidades de Observação.
Cada profissional recebeu um caderno de campo, publicações orientadoras, uma lupa para celular e um pano de batida. O monitoramento é realizado semanalmente pelos técnicos e produtores, principalmente nos meses de janeiro e fevereiro, e as informações coletadas enviadas em grupo de WhatsApp. A intenção, segundo Ana Paula, é prestar suporte em caso de infestações e registrar a ocorrência das pragas nas lavouras da região. “A ideia é o técnico estimular o produtor a usar essa metodologia” explica a pesquisadora.
Para Ana Paula, o monitoramento ainda é pouco utilizado na região, embora seja importante para evitar o uso indiscriminado de inseticidas sem necessidade. “Observamos muito produtor fazendo aplicação desnecessária. E isso preocupa a todos nós”, comentou o extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Evair Ehlert, durante a reunião.
Uma amostragem a partir de 20 lagartas no monitoramento, por exemplo, indica nível de controle. Mas, os produtores aplicam produtos de forma preventiva, sem esse nível de controle. O que gera problemas secundários e aumenta os custos das lavouras. “Esse é o cenário do produtor de soja hoje”, complementa a pesquisadora.
O trabalho de monitoramento também prevê um boletim informativo, indicando a situação das pragas e as possíveis estratégias de manejo. “O que a gente espera é que produtores e técnicos tenham a consciência de fazer ou não aplicações. E, caso seja necessário, que procurem produtos seletivos, que não eliminem os inimigos naturais das pragas”, completa.
Outra preocupação é com a identificação correta dos insetos, já que determinados produtos são específicos para controle de algumas espécies, mas de outras não. Atualmente, existem 30 formas diferentes de atuação dos inseticidas, conforme o Comitê Brasileiro de Ação à Resistência a Inseticidas (IRAC).
A identificação correta, conforme Ana Paula, é a base do Manejo Integrado de Pragas (MIP), para que então o produtor possa escolher de forma consciente um produto mais seletivo e, assim, manter uma boa sanidade da lavoura. “Mas isso depende muito do produtor. Ele tem que estar aberto e deve querer monitorar”, finaliza.
Arroz – Armazenagem de água – Nova Veneza
Água no campo. Veja como um jovem produtor de arroz investe em armazenamento de água e tem safras garantidas.
É hora de vedar a pastagem e reservar alimento para época seca
O principal benefício do diferimento da pastagem é aumentar a capacidade de suporte na fazenda. No caso de falta alimento, os animais perdem peso e, por conta do super pastejo, o pasto entra em processo de degradação.
Em um sistema de produção, o número de bovinos deve ser ajustado de acordo com a disponibilidade de alimento.
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Muitos vendem o gado no início do inverno. Dessa forma, as taxas de lotação passam a ser muito baixas no período.
Uma das primeiras tecnologias para começar o processo de intensificação do sistema de produção é realizar a vedação de parte da área. Assim, acumula-se uma boa quantidade de capim para ser consumida na estação seca, aumentando a capacidade de suporte da fazenda no período seco.
No entanto, a qualidade desse alimento é considerada baixa. Para resolver esse inconveniente, o produtor deverá fornecer suplementação aos animais para corrigir dietas desbalanceadas.
Uma dica da pesquisadora é vedar os pastos em duas etapas. A parte que for vedada primeiro deve ser utilizada antes. “Por exemplo, o produtor pode vedar parte do pasto em fevereiro para usar em junho e julho, e outra em março para ser usada em agosto e setembro”, explica Patrícia. Mas, ela alerta, que para fazer o escalonamento, é necessário que o produtor saiba gerenciar esse processo na fazenda, planejar e executar.
Outra preocupação do pecuarista deve ser em relação à espécie forrageira para a vedação. O capim precisa apresentar bom potencial de crescimento e manter o valor nutritivo no período de vedação. “As braquiárias são as mais indicadas. As forrageiras que florescem em maio e formam muitos talos não são recomendadas”, diz a pesquisadora.
Para quem está pensando em usar esta alternativa para ter comida para os animais no inverno, o primeiro passo é definir quanto de área é preciso vedar. Esse cálculo pode ser feito com base na projeção do número de animais que será mantido na área e nas características das pastagens (tamanho de cada pasto, tipo de capim, condição do pasto e se há possibilidade de utilizar adubação). Ainda, é preciso definir as épocas de vedação e utilização de cada pasto.
O principal benefício do diferimento da pastagem é aumentar a capacidade de suporte na fazenda. No caso de falta alimento, os animais perdem peso e, por conta do super pastejo, o pasto entra em processo de degradação.
Em um sistema de produção, o número de bovinos deve ser ajustado de acordo com a disponibilidade de alimento. Muitos vendem o gado no início do inverno. Dessa forma, as taxas de lotação passam a ser muito baixas no período.
Uma das primeiras tecnologias para começar o processo de intensificação do sistema de produção é realizar a vedação de parte da área. Assim, acumula-se uma boa quantidade de capim para ser consumida na estação seca, aumentando a capacidade de suporte da fazenda no período seco.
No entanto, a qualidade desse alimento é considerada baixa. Para resolver esse inconveniente, o produtor deverá fornecer suplementação aos animais para corrigir dietas desbalanceadas.
Uma dica da pesquisadora é vedar os pastos em duas etapas. A parte que for vedada primeiro deve ser utilizada antes. “Por exemplo, o produtor pode vedar parte do pasto em fevereiro para usar em junho e julho, e outra em março para ser usada em agosto e setembro”, explica Patrícia. Mas, ela alerta, que para fazer o escalonamento, é necessário que o produtor saiba gerenciar esse processo na fazenda, planejar e executar.
Outra preocupação do pecuarista deve ser em relação à espécie forrageira para a vedação. O capim precisa apresentar bom potencial de crescimento e manter o valor nutritivo no período de vedação. “As braquiárias são as mais indicadas. As forrageiras que florescem em maio e formam muitos talos não são recomendadas”, diz a pesquisadora.
Para quem está pensando em usar esta alternativa para ter comida para os animais no inverno, o primeiro passo é definir quanto de área é preciso vedar. Esse cálculo pode ser feito com base na projeção do número de animais que será mantido na área e nas características das pastagens (tamanho de cada pasto, tipo de capim, condição do pasto e se há possibilidade de utilizar adubação). Ainda, é preciso definir as épocas de vedação e utilização de cada pasto.
Pesquisador da Embrapa Clima Temperado recebe prêmio Pá do Arroz
Em solenidade realizada na tarde de quinta-feira (21), durante 29ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, o pesquisador da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) Júlio José Centeno da Silva foi homenageado com a Pá do Arroz, na categoria Técnico Federal. O evento é uma promoção da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que anualmente reconhece pessoas e instituições que se destacaram e tiveram papel relevante para o desenvolvimento da atividade no Rio Grande do Sul.
O pesquisador recebeu a homenagem das mãos do presidente do Sindicato Rural de Pelotas, Fernando Rechsteiner.
[more]
“Eu já passei por diversas avaliações, mas nenhuma se equipara a essa que eu recebo hoje!”, disse Centeno emocionado. O pesquisador possui graduação e mestrado em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas, Ph.D. em Agroecologia pela Wageningen Agricultural University, na Holanda, e pós-Ph.D. em extensão rural pelo Yanco Agricultural Institute, NSW, na Austrália.
Na cerimônia, a Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, da Universidade Federal de Pelotas (FAEM/UFPel), também foi homenageada pelas contribuições ao setor, na categoria Pioneirismo. A instituição abriga o curso de agronomia mais antigo em funcionamento do país, tendo formado sete mil agrônomos até o momento – cerca de 700 trabalhando direta ou indiretamente com a cultura do arroz, segundo dados da própria FAEM. Quem fez a entrega do prêmio ao diretor da FAEM, o professor Dirceu Agostineto, foi o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon.
Confira todos os homenageados:
Lavoura Nota 10 – Carlos Alberto Prestes Iribarrem
Lavoura Pioneira – Werner Arns
Homenagem Especial – João Antônio Rosa da Luz
Homenagem Especial – Miguel Guedes
Homenagem Especial – Eder Leomar dos Santos
Técnico Estadual – André Barros Matos
Técnico Federal – Júlio José Centeno da Silva
Inovação – Indústria Bastiani
Competitividade – Frederico Bergamaschi Costa
Mercado Externo – Pércio Machado Greco
Amigo da Lavoura – João Alberto Dutra Silveira
Pioneirismo – Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (UFPel)
Homenagem Especial – Covatti Filho
Em solenidade realizada na tarde de quinta-feira (21), durante 29ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, o pesquisador da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) Júlio José Centeno da Silva foi homenageado com a Pá do Arroz, na categoria Técnico Federal. O evento é uma promoção da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que anualmente reconhece pessoas e instituições que se destacaram e tiveram papel relevante para o desenvolvimento da atividade no Rio Grande do Sul.
O pesquisador recebeu a homenagem das mãos do presidente do Sindicato Rural de Pelotas, Fernando Rechsteiner. “Eu já passei por diversas avaliações, mas nenhuma se equipara a essa que eu recebo hoje!”, disse Centeno emocionado. O pesquisador possui graduação e mestrado em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas, Ph.D. em Agroecologia pela Wageningen Agricultural University, na Holanda, e pós-Ph.D. em extensão rural pelo Yanco Agricultural Institute, NSW, na Austrália.
Na cerimônia, a Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, da Universidade Federal de Pelotas (FAEM/UFPel), também foi homenageada pelas contribuições ao setor, na categoria Pioneirismo. A instituição abriga o curso de agronomia mais antigo em funcionamento do país, tendo formado sete mil agrônomos até o momento – cerca de 700 trabalhando direta ou indiretamente com a cultura do arroz, segundo dados da própria FAEM. Quem fez a entrega do prêmio ao diretor da FAEM, o professor Dirceu Agostineto, foi o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon.
Confira todos os homenageados:
Lavoura Nota 10 – Carlos Alberto Prestes Iribarrem
Lavoura Pioneira – Werner Arns
Homenagem Especial – João Antônio Rosa da Luz
Homenagem Especial – Miguel Guedes
Homenagem Especial – Eder Leomar dos Santos
Técnico Estadual – André Barros Matos
Técnico Federal – Júlio José Centeno da Silva
Inovação – Indústria Bastiani
Competitividade – Frederico Bergamaschi Costa
Mercado Externo – Pércio Machado Greco
Amigo da Lavoura – João Alberto Dutra Silveira
Pioneirismo – Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (UFPel)
Homenagem Especial – Covatti Filho
Pitaia – Como produzir
Aprenda a produzir a pitaia, um negócio que tem atraído muitos produtores em Santa Catarina.
Tipos especiais de arroz
Conheça a pesquisa da Epagri que oferece variedades de arroz para quem busca agregar mais valor ao produto.
MINAS RURAL – 1160 – 23/02/2019
–o Pnae, programa de de alimentação escolar em Unaí
— na dica técnica vamos falar de práticas agroecologicas
– e na Receita um Brownie que é um bolo de chocolate
Programa Giro do Boi – Sexta-feira – 22/02/19
O Programa Giro do Boi traz notícias, curiosidades e entrevistas especiais sobre a pecuária brasileira. Confira também os números da cotação e o gado de qualidade que foi produzido em diferentes regiões do país.
Participe do programa enviando mensagem para o whatsapp: 11 95637-6922
Programa Giro do Boi – Sexta-feira – 22/02/19
O Programa Giro do Boi traz notícias, curiosidades e entrevistas especiais sobre a pecuária brasileira. Confira também os números da cotação e o gado de qualidade que foi produzido em diferentes regiões do país.
Participe do programa enviando mensagem para o whatsapp: 11 95637-6922
Brasil busca o controle da febre aftosa sem vacinação
Nesta quinta-feira, as medidas adotadas para o controle da febre aftosa sem vacinação no Brasil com foco na sua execução em MS foram o assunto discutido no painel “Novos Rumos para o controle da febre aftosa”, mediada pela pesquisadora da Gado de Corte Vanessa Felipe de Souza na 14ª Dinapec – Dinâmica Agropecuária realizada pela Embrapa e Sistema Famasul. O chefe de saúde animal da Superintendência Federal da Agricultura de MS (SFA/MS), Elvio Cazola, abriu o diálogo descrevendo o Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (PNEFA) 2017-2026, elaborado pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para eliminar a doença no país.
Segundo o Mapa, o Plano Estratégico busca consolidar a condição sanitária conquistada no Brasil em relação à enfermidade ao fortalecer medidas de prevenção.
[more]
Um dos principais objetivos é avançar com a zona livre de febre aftosa sem vacinação em todo o território nacional. “O Brasil, no ano passado, conquistou a condição de livre de febre aftosa”, diz Elvio. “Nós temos hoje uma zona livre sem vacinação, que é Santa Catarina, e o restante do país livre com vacinação”. Ele esclarece que a retirada da vacina não é uma ação isolada no Brasil: “esse plano foi apresentado em 2017 na Comissão Sul-Americana de Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa), que reúne 13 países”.
Luciano Chiocheta, diretor-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro MS), afirma que, no âmbito da execução local do plano, a previsão é que a vacinação possa ser suspensa no estado em 2021, atingindo o status internacional de livre de febre aftosa sem vacinação em 2023. “Associada à vigilância, precisamos ter uma metodologia eficiente para controlar o trânsito de animais (tanto interno quanto interestadual), que pode levar à disseminação da doença. Para isso, buscamos estabelecer rotas compulsórias dentro do estado, pré-estabelecidas para que os veículos transportadores possam transitar. Também redirecionamos os postos de fiscalização: hoje temos 24, mas somente 7 estão ativos. Estamos aumentando esse número para 29”, descreve.
O estado de Mato Grosso do Sul está há 13 anos sem a ocorrência da enfermidade, segundo a Iagro. O estado está dividido em três regiões sanitárias: Planalto, Pantanal e Zona de Fronteira, que possuem etapas de vacinação específicas. O Pantanal vacina uma vez ao ano, de maio a novembro; as demais regiões, duas vezes ao ano. O rebanho bovino está em torno de 21 milhões de animais, com 59 mil propriedades com espécies suscetíveis à aftosa – bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos. João Vieira Neto, presidente da Câmara Técnica de Medicina Veterinária (CFMV), que discutiu no painel a estrutura técnica profissional dos médicos veterinários, reforça: “há que se buscar alternativas para que não fique somente a cargo do serviço oficial esse trabalho de defesa”.
O produtor rural Luis Alberto Moraes, vice-presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), ressaltou que 30% do valor bruto de produção da agropecuária do estado vêm da pecuária. Desses 30%, 88% têm relação com animais suscetíveis à enfermidade. “Existem grandes mercados que ainda não conseguimos atingir justamente porque não temos o status de livres de aftosa sem vacinação. São países que só aceitam nosso produto in natura se tivermos esse status”, comenta. “Exportamos para mais de 130 países, mas a grande maioria do nosso mercado hoje ainda é interno. Vamos precisar crescer principalmente no mercado externo, em locais como Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Indonésia”, finaliza.
Nesta quinta-feira, as medidas adotadas para o controle da febre aftosa sem vacinação no Brasil com foco na sua execução em MS foram o assunto discutido no painel “Novos Rumos para o controle da febre aftosa”, mediada pela pesquisadora da Gado de Corte Vanessa Felipe de Souza na 14ª Dinapec – Dinâmica Agropecuária realizada pela Embrapa e Sistema Famasul. O chefe de saúde animal da Superintendência Federal da Agricultura de MS (SFA/MS), Elvio Cazola, abriu o diálogo descrevendo o Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (PNEFA) 2017-2026, elaborado pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para eliminar a doença no país.
Segundo o Mapa, o Plano Estratégico busca consolidar a condição sanitária conquistada no Brasil em relação à enfermidade ao fortalecer medidas de prevenção. Um dos principais objetivos é avançar com a zona livre de febre aftosa sem vacinação em todo o território nacional. “O Brasil, no ano passado, conquistou a condição de livre de febre aftosa”, diz Elvio. “Nós temos hoje uma zona livre sem vacinação, que é Santa Catarina, e o restante do país livre com vacinação”. Ele esclarece que a retirada da vacina não é uma ação isolada no Brasil: “esse plano foi apresentado em 2017 na Comissão Sul-Americana de Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa), que reúne 13 países”.
Luciano Chiocheta, diretor-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro MS), afirma que, no âmbito da execução local do plano, a previsão é que a vacinação possa ser suspensa no estado em 2021, atingindo o status internacional de livre de febre aftosa sem vacinação em 2023. “Associada à vigilância, precisamos ter uma metodologia eficiente para controlar o trânsito de animais (tanto interno quanto interestadual), que pode levar à disseminação da doença. Para isso, buscamos estabelecer rotas compulsórias dentro do estado, pré-estabelecidas para que os veículos transportadores possam transitar. Também redirecionamos os postos de fiscalização: hoje temos 24, mas somente 7 estão ativos. Estamos aumentando esse número para 29”, descreve.
O estado de Mato Grosso do Sul está há 13 anos sem a ocorrência da enfermidade, segundo a Iagro. O estado está dividido em três regiões sanitárias: Planalto, Pantanal e Zona de Fronteira, que possuem etapas de vacinação específicas. O Pantanal vacina uma vez ao ano, de maio a novembro; as demais regiões, duas vezes ao ano. O rebanho bovino está em torno de 21 milhões de animais, com 59 mil propriedades com espécies suscetíveis à aftosa – bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos. João Vieira Neto, presidente da Câmara Técnica de Medicina Veterinária (CFMV), que discutiu no painel a estrutura técnica profissional dos médicos veterinários, reforça: “há que se buscar alternativas para que não fique somente a cargo do serviço oficial esse trabalho de defesa”.
O produtor rural Luis Alberto Moraes, vice-presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), ressaltou que 30% do valor bruto de produção da agropecuária do estado vêm da pecuária. Desses 30%, 88% têm relação com animais suscetíveis à enfermidade. “Existem grandes mercados que ainda não conseguimos atingir justamente porque não temos o status de livres de aftosa sem vacinação. São países que só aceitam nosso produto in natura se tivermos esse status”, comenta. “Exportamos para mais de 130 países, mas a grande maioria do nosso mercado hoje ainda é interno. Vamos precisar crescer principalmente no mercado externo, em locais como Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Indonésia”, finaliza.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Polêmicas do leite voltam à tona em Brasília
Tomou posse ontem em Brasília o novo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Alceu Moreira. Além da cerimônia de posse, o que tomou conta do evento foram as polêmicas em torno das taxações do leite. Quem comentou sobre o assunto, foi o analista de agronegócio do SBA, João Pedro Cuthi Dias. Acompanhe.
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Cuidados e manejo do bonsai de frutíferas
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Diversidade de plantas valoriza a propriedade rural
Agricultores do Sudeste Paraense mostram que proteger e recuperar capoeiras (áreas de vegetação secundária) é um bom negócio para a família e para o meio ambiente. Prova disso é o certificado que vão receber da Embrapa, indicando a variedade de espécies nas suas áreas e os usos mais comuns. A ação acontecerá neste sábado, dia 23, no assentamento Piquiá, em Marabá.
O dia de campo “Valorização ambiental da propriedade rural” é resultado do trabalho da Rede Amazônia Sustentável (RAS), que desde 2014 faz o monitoramento de capoeiras em 10 propriedades rurais no município Marabá e Parauapebas.
[pmore]
“Os pesquisadores monitoram as áreas em regeneração natural a cada dois anos e medem a quantidade de carbono e a riqueza de espécies de plantas e animais, comparando-as às florestas primárias”, explica a pesquisadora Joice Ferreira, da Embrapa Amazônia Oriental.
O trabalho é realizado em parceria com os agricultores proprietários dessas áreas. Um deles é o Sebastião Filizardo de Souza, conhecido como “Tião do Cupuaçu”, onde será realizado o dia de campo. O local, segundo a pesquisadora, tem sistemas agroflorestais multidiversos, com variadas espécies madeireiras e alta produção de frutíferas, como o cupuaçu.
Nos locais de estudos, os pesquisadores mediram o aumento de carbono (em toneladas por hectare) e da riqueza de espécies de plantas no período de 2014 a 2017. Entre os resultados do trabalho, está um levantamento com a diversidade de espécies presentes nas capoeiras e os principais usos dessas espécies, como o madeireiro, medicinal, uso para alimentação, celulose, artesanato, construção rural, entre outros. Esse levantamento deu origem ao Certificado das Plantas da Propriedade Rural que será entregue aos agricultores parceiros. “O certificado mostra o que cada agricultor tem em sua área em termos de espécie e como essa diversidade valoriza a propriedade e gera benefícios às famílias”, destaca a pesquisadora.
O próximo passo do trabalho é atuar na recuperação produtiva de Áreas de Preservação Permanente e Áreas de Reserva Legal. Isso significa recuperar essas áreas com o plantio de espécies que gerem benefícios – segurança alimentar e renda – ao produtor e valorizem sua área. A continuidade do trabalho será realizada pelo Projeto Inovaflora, no âmbito do Fundo Amazônia, que prevê a redução do desmatamento no território Sudeste Paraense.
Sobre a RAS – A Rede Amazônia Sustentável é um consórcio de instituições brasileiras e internacionais de pesquisa, que atua na avaliação da sustentabilidade dos usos da terra no leste da Amazônia desde 2010. A iniciativa reúne mais de 30 instituições parceiras, entre elas Embrapa Amazônia Oriental e Embrapa Territorial (SP), contando com quase 100 pesquisadores e estudantes de diversos países.
Serviço:
Dia de campo “Valorização ambiental da propriedade rural”
Local: Projeto de Assentamento Piquiá 1 (Vila Sororó – lote do Tião do Cupuaçu), a 40 minutos de Marabá.
Hora: 8h30 às 15h
Agricultores do Sudeste Paraense mostram que proteger e recuperar capoeiras (áreas de vegetação secundária) é um bom negócio para a família e para o meio ambiente. Prova disso é o certificado que vão receber da Embrapa, indicando a variedade de espécies nas suas áreas e os usos mais comuns. A ação acontecerá neste sábado, dia 23, no assentamento Piquiá, em Marabá.
O dia de campo “Valorização ambiental da propriedade rural” é resultado do trabalho da Rede Amazônia Sustentável (RAS), que desde 2014 faz o monitoramento de capoeiras em 10 propriedades rurais no município Marabá e Parauapebas. “Os pesquisadores monitoram as áreas em regeneração natural a cada dois anos e medem a quantidade de carbono e a riqueza de espécies de plantas e animais, comparando-as às florestas primárias”, explica a pesquisadora Joice Ferreira, da Embrapa Amazônia Oriental.
O trabalho é realizado em parceria com os agricultores proprietários dessas áreas. Um deles é o Sebastião Filizardo de Souza, conhecido como “Tião do Cupuaçu”, onde será realizado o dia de campo. O local, segundo a pesquisadora, tem sistemas agroflorestais multidiversos, com variadas espécies madeireiras e alta produção de frutíferas, como o cupuaçu.
Nos locais de estudos, os pesquisadores mediram o aumento de carbono (em toneladas por hectare) e da riqueza de espécies de plantas no período de 2014 a 2017. Entre os resultados do trabalho, está um levantamento com a diversidade de espécies presentes nas capoeiras e os principais usos dessas espécies, como o madeireiro, medicinal, uso para alimentação, celulose, artesanato, construção rural, entre outros. Esse levantamento deu origem ao Certificado das Plantas da Propriedade Rural que será entregue aos agricultores parceiros. “O certificado mostra o que cada agricultor tem em sua área em termos de espécie e como essa diversidade valoriza a propriedade e gera benefícios às famílias”, destaca a pesquisadora.
O próximo passo do trabalho é atuar na recuperação produtiva de Áreas de Preservação Permanente e Áreas de Reserva Legal. Isso significa recuperar essas áreas com o plantio de espécies que gerem benefícios – segurança alimentar e renda – ao produtor e valorizem sua área. A continuidade do trabalho será realizada pelo Projeto Inovaflora, no âmbito do Fundo Amazônia, que prevê a redução do desmatamento no território Sudeste Paraense.
Sobre a RAS – A Rede Amazônia Sustentável é um consórcio de instituições brasileiras e internacionais de pesquisa, que atua na avaliação da sustentabilidade dos usos da terra no leste da Amazônia desde 2010. A iniciativa reúne mais de 30 instituições parceiras, entre elas Embrapa Amazônia Oriental e Embrapa Territorial (SP), contando com quase 100 pesquisadores e estudantes de diversos países.
Serviço:
Dia de campo “Valorização ambiental da propriedade rural”
Local: Projeto de Assentamento Piquiá 1 (Vila Sororó – lote do Tião do Cupuaçu), a 40 minutos de Marabá.
Hora: 8h30 às 15h
https://www.agrosoft.com/2019/02/diversidade-de-plantas-valoriza-a-propriedade-rural/A primeira bicicleta feita com plástico reciclado no mundo
O Foco Ambiental foi conhecer a bicicleta feita com plástico reciclado, criada pelo artista Juan Muzzi! Além de ecológica, ela traz varios benefícios para o ciclista!
Inovação social e cooperativismo
As diferenças entre os públicos aptos à adoção de tecnologias agrícolas inovadoras no Brasil, foi o ponto alto da fala da pesquisadora Cristhiane Amâncio, da Embrapa Agrobiologia, no painel Inovação Social na agricultura: perspectivas do tema na Embrapa. Segundo ela, existem três subcategorias estratificadas em superespecializada, muito integrada ao mercado e pouco integrada. “É necessária a compreensão das diferenças existentes dos públicos, desde o superespecializado até o que não tem como produzir em escala e não atinge o mercado”.
Ela entende que quanto ao portfólio de inovação social, “é preciso identificar com quem está falando; entender a interação social e os atores envolvidos no processo; os temas em potenciais; e os projetos de inovação e não mais projetos de pesquisa”.
[more]
Ou seja: cada ator com o seu papel. Segundo Amâncio, em algumas situações o especialista “leva a lógica limitada do tema que trabalha e não tem conhecimento do restante da cadeia”. Para a cientista, é necessário “pensar outras formas de trabalhar e conceituar a inovação”, como por exemplo, envolver no processo os consumidores, e não só as instituições.
Agnaldo Linhares, gerente-geral da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), no Piauí, segundo palestrante do painel, traçou, nos mínimos detalhes, a estrutura e o funcionamento das cooperativas nacionais. Explicando que o cooperativismo tem foco no mercado e em resultado financeiro, ele disse que o sistema atual permite montar uma cooperativa com apenas 20 pessoas.
Lembrando que o modelo usado hoje no Brasil não dá lucro, mas “sobra a ser dividida entre os associados, Linhares revelou que o cooperativismo é responsável por 50% da produção agrícola e 11% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. São 180 mil produtores cooperados em 1.597 instituições e mais de um milhão de pessoas envolvidas.
Segundo ele, os melhores exemplos de cooperativismo sustentável estão nos estados das regiões Sul e Sudeste do País. No Nordeste, o técnico destacou as cooperativas de mel instaladas na região de Picos, no Piauí. O cooperativismo no Estado movimenta por ano, de acordo com Linhares, mais de R$ 600 milhões, com dez mil cooperados e envolvendo diretamente 12 mil famílias, em mais de 200 cooperativas em operação.
A extensão rural no Meio Norte
O último painel do workshop foi praticamente uma prestação de contas das ações da extensão rural no Piauí e Maranhão e uma mostra da infraestrutura dos órgãos estatais que eles afirmam ter nos municípios. O primeiro a falar foi Clebio José Coutinho Bento, diretor-técnico do Emater-PI. Ele destacou a importância da assistência técnica aos pequenos agricultores e da relação destes com os programas governamentais, como, por exemplo, o Piauí Produtivo e o Viva Semiárido.
Segundo Bento, o Programa Piauí Produtivo tem apoiado os produtores na elaboração de projetos que dão acesso ao crédito rural, bem como ao cadastro dos agricultores no seguro garantia-safra. Ele citou também a participação efetiva do órgão no Programa Água Doce, que constrói cisternas; e no Dom Helder Câmara, de fomento e extensão rural nos assentamentos. O diretor do Emater-PI lembrou ainda das ações de distribuição de sementes e mudas nos municípios e da assistência técnica no cinturão verde da Grande Teresina.
Destacando a importância da parceria com a Embrapa, Alessandra Lima Araújo, diretora da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP), disse que o órgão vem atuando em 19 escritórios regionais e beneficiando centenas de famílias. Ela apontou como destaque o Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, que “já fez a inclusão de 2.100 famílias” que estavam em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Os beneficiados, de acordo com a diretora, são assentados, quebradeiras de coco babaçu, quilombolas e povos indígenas. Em pesquisa e desenvolvimento, Alessandra destacou os sistemas integrados de base sustentável com feijão-caupi inoculado e roça agroecológica e de informação em apoio à agricultura familiar, com a participação da Embrapa e das redes de estações meteorológicas.
Degustação atrai o público
No primeiro dia do evento, que aconteceu no hotel Arrey, pela manhã e à tarde, nos intervalos, os participantes conheceram e degustaram produtos elaborados à base de feijão-caupi. Os produtos apresentados que atraíram muita gente ao espaço da degustação foram biscoitos, brigadeiros, mini quiche, pizza, escondidinho de carneiro, coquetes e pão com recheio de carne de caprino.
As diferenças entre os públicos aptos à adoção de tecnologias agrícolas inovadoras no Brasil, foi o ponto alto da fala da pesquisadora Cristhiane Amâncio, da Embrapa Agrobiologia, no painel Inovação Social na agricultura: perspectivas do tema na Embrapa. Segundo ela, existem três subcategorias estratificadas em superespecializada, muito integrada ao mercado e pouco integrada. “É necessária a compreensão das diferenças existentes dos públicos, desde o superespecializado até o que não tem como produzir em escala e não atinge o mercado”.
Ela entende que quanto ao portfólio de inovação social, “é preciso identificar com quem está falando; entender a interação social e os atores envolvidos no processo; os temas em potenciais; e os projetos de inovação e não mais projetos de pesquisa”. Ou seja: cada ator com o seu papel. Segundo Amâncio, em algumas situações o especialista “leva a lógica limitada do tema que trabalha e não tem conhecimento do restante da cadeia”. Para a cientista, é necessário “pensar outras formas de trabalhar e conceituar a inovação”, como por exemplo, envolver no processo os consumidores, e não só as instituições.
Agnaldo Linhares, gerente-geral da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), no Piauí, segundo palestrante do painel, traçou, nos mínimos detalhes, a estrutura e o funcionamento das cooperativas nacionais. Explicando que o cooperativismo tem foco no mercado e em resultado financeiro, ele disse que o sistema atual permite montar uma cooperativa com apenas 20 pessoas.
Lembrando que o modelo usado hoje no Brasil não dá lucro, mas “sobra a ser dividida entre os associados, Linhares revelou que o cooperativismo é responsável por 50% da produção agrícola e 11% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. São 180 mil produtores cooperados em 1.597 instituições e mais de um milhão de pessoas envolvidas.
Segundo ele, os melhores exemplos de cooperativismo sustentável estão nos estados das regiões Sul e Sudeste do País. No Nordeste, o técnico destacou as cooperativas de mel instaladas na região de Picos, no Piauí. O cooperativismo no Estado movimenta por ano, de acordo com Linhares, mais de R$ 600 milhões, com dez mil cooperados e envolvendo diretamente 12 mil famílias, em mais de 200 cooperativas em operação.
A extensão rural no Meio Norte
O último painel do workshop foi praticamente uma prestação de contas das ações da extensão rural no Piauí e Maranhão e uma mostra da infraestrutura dos órgãos estatais que eles afirmam ter nos municípios. O primeiro a falar foi Clebio José Coutinho Bento, diretor-técnico do Emater-PI. Ele destacou a importância da assistência técnica aos pequenos agricultores e da relação destes com os programas governamentais, como, por exemplo, o Piauí Produtivo e o Viva Semiárido.
Segundo Bento, o Programa Piauí Produtivo tem apoiado os produtores na elaboração de projetos que dão acesso ao crédito rural, bem como ao cadastro dos agricultores no seguro garantia-safra. Ele citou também a participação efetiva do órgão no Programa Água Doce, que constrói cisternas; e no Dom Helder Câmara, de fomento e extensão rural nos assentamentos. O diretor do Emater-PI lembrou ainda das ações de distribuição de sementes e mudas nos municípios e da assistência técnica no cinturão verde da Grande Teresina.
Destacando a importância da parceria com a Embrapa, Alessandra Lima Araújo, diretora da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (AGERP), disse que o órgão vem atuando em 19 escritórios regionais e beneficiando centenas de famílias. Ela apontou como destaque o Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, que “já fez a inclusão de 2.100 famílias” que estavam em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Os beneficiados, de acordo com a diretora, são assentados, quebradeiras de coco babaçu, quilombolas e povos indígenas. Em pesquisa e desenvolvimento, Alessandra destacou os sistemas integrados de base sustentável com feijão-caupi inoculado e roça agroecológica e de informação em apoio à agricultura familiar, com a participação da Embrapa e das redes de estações meteorológicas.
Degustação atrai o público
No primeiro dia do evento, que aconteceu no hotel Arrey, pela manhã e à tarde, nos intervalos, os participantes conheceram e degustaram produtos elaborados à base de feijão-caupi. Os produtos apresentados que atraíram muita gente ao espaço da degustação foram biscoitos, brigadeiros, mini quiche, pizza, escondidinho de carneiro, coquetes e pão com recheio de carne de caprino.
Lavoura familiar com café robusta em Rondônia é castigada pela insolação
Triste situação passada por uma família em Rondônia, que teve sua pequena lavoura de café queimada pelo excesso de sol