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segunda-feira, 20 de maio de 2019

PRÊMIO BNDES É LANÇADO PARA VALORIZAR EXPERIÊNCIAS EM SISTEMAS AGRÍCOLAS TRADICIONAIS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Confirmado para o dia 23 de maio (quinta-feira) o lançamento da segunda edição do Prêmio BNDES de Boas Práticas para Sistemas Agrícolas Tradicionais (SATs). A iniciativa tem o objetivo de reconhecer e divulgar boas práticas de salvaguarda e conservação de bens culturais imateriais associados à agrobiodiversidade e à sociobiodiversidade. O lançamento faz parte da programação da 8ª edição do Green Rio, um dos mais importantes eventos de bioeconomia do Brasil, realizado até o dia 25, na Marina da Glória, Rio de Janeiro (RJ).




 

Na oportunidade, também será lançado o terceiro volume da Coleção Povos e Comunidades Tradicionais – Sistemas Agrícolas Tradicionais do Brasil, editado pela Embrapa, sobre as quinze experiências premiadas na primeira edição do prêmio e outras iniciativas em SATs no Brasil. Entre as autoridades presentes, o evento terá a participação da secretária de Inteligência e Relações Estratégicas da Embrapa, Rita Milagres.

O Prêmio BNDES é uma realização do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). As inscrições estarão abertas no período de 10 de junho a 31 de outubro. Serão premiadas até dez experiências consideradas boas práticas de SATs já realizadas ou com etapas já concluídas, tendo como base a data de publicação do edital.  Os três primeiros colocados receberão o valor bruto de R$ 70 mil, e os demais o valor de R$ 50 mil. Ações que foram premiadas na primeira edição do Prêmio BNDES não poderão participar da seleção.

“Desde 2015, quando foi concebido o Prêmio BNDES, a Embrapa participa da iniciativa e, em setembro de 2017, quando foi assinado o acordo de parceria, passamos a integrar os comitês gestor e de seleção e avaliação”, conta a pesquisadora Jane Simoni, da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire), da Embrapa. Sede da cerimônia de premiação em 2018, a Embrapa também promoveu um seminário de capacitação especial para os premiados, com presença de autoridades governamentais, gestores, sociedade civil, pesquisadores e estudantes.

Segundo ela, o prêmio representa uma oportunidade de mostrar a riqueza das experiências que representam a diversidade dos modos de vida de povos indígenas e comunidades tradicionais, que atravessaram gerações com seus saberes ancestrais. “Essas ações tem como pressuposto a participação, o apoio à construção da autonomia e o envolvimento dessas comunidades”, concluiu.
Na primeira edição do Prêmio BNDES SAT, a Associação de Mulheres Trabalhadoras Rurais (AMTR), do Lago do Junco (MA) foi a vencedora. Em segundo lugar, ficou a Associação dos Produtores Rurais de Vereda, de Matias Cardoso (MG); em terceiro, a Associação dos Remanescentes de Quilombo de São Pedro, de Eldorado (SP), na quarta colocação, a Associação Comunitária Rural de Imbituba, de Imbituba (SC) e em quinto lugar, foi premiado o Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA). Ao todo, 15 iniciativas receberam a premiação. Foram inscritas 58 instituições representando experiências de diversas regiões brasileiros.

O que são Sistemas Agrícolas Tradicionais

Um Sistema Agrícola Tradicional é definido pelo edital como um conjunto de elementos, desde os saberes, mitos, formas de organização social, práticas, produtos, técnicas e artefatos e outras manifestações associadas, formando sistemas culturais que envolvem espaços, práticas alimentares e agroecossistemas manejados por agricultores familiares  pertencentes a povos e comunidades tradicionais.

Quem pode se candidatar ao Prêmio BNDES
Instituições de direito privado, sem fins lucrativos, com existência mínima de dois anos, contados a partir da data de publicação do Edital, a ser comprovada por meio do registro dos seus atos constitutivos no órgão competente. As instituições deverão, ainda, comprovar composição ou parceria com comunidades de agricultores tradicionais.

Como se candidatar
O formulário de inscrição, anexos e demais documentos deverão ser encaminhados todos juntos em um único envelope para o Comitê Gestor no endereço do BNDES, pessoalmente, mediante protocolo, conforme prazos e locais estabelecidos no edital. Há ainda a opção de enviar a documentação exigida via Sedex nos Correios com Aviso de Recebimento (AR). A comprovação da data será o carimbo da agência de correios.

As regras e o formulário para a inscrição da segunda edição do Prêmio BNDES SAT estão disponíveis no site da instituição organizadora.
Dúvidas e questões podem ser enviadas para o e-mail premiosatbndes@embrapa.br.

Serviço

Lançamento do Segundo Prêmio BNDES SAT
Dia: 23 de maio de 2019, às 16h
Local: Marina da Glória, Rio de Janeiro (RJ)
Programação: http://www.greenrio.com.br/index.php/programacao/  
Prêmio BNDES SAT
Edital disponível a partir de 10 junho na página do BNDES www.bndes.gov.br/premiosat2
Dúvidas: premiosatbndes2@embrapa.br  



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DIA DE CAMPO MOSTRA RESULTADOS DA MANDIOCA BIOFORTIFICADA BRS JARI - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Nesta terça-feira, dia 21 de maio, das 8h às 12h, a Embrapa Cocais vai participar de dia de campo no Povoado Vertente, em Urbano Santos. Realizado pela Secretaria Municipal de Agricultura de Urbano Santos, o evento conta com a parceria da Embrapa Cocais e Sistema SAF (Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão – Agerp, Instituto e Colonização de Terras do Maranhão – Iterma e Secretaria de Agricultura Familiar – SAF).

O dia de campo vai ocorrer em quatro estações e é direcionado a assistentes técnicos, professores, estudantes, extensionistas e agricultores.




Na Estação 01, o pesquisador José de Ribamar Costa Veloso, da Embrapa Cocais, vai ministrar palestra sobre “A cultivar de mandioca biofortificada BRS Jari”. Na Estação 2, o tema é “A experiência da comunidade sobre importância  dos cultivos biofortificados”, pela produtora  Maria Lúcia dos Santos Brito; na estação 3, “A importância de políticas públicas na aquisição de alimentos”, pela secretária de agricultura, Priscila Faustina; e, na última estação “Projeto BioFORT visando segurança alimentar e nutricional para o estado do Maranhão”, pela superintendente da Secretaria de Agricultura Familiar – SAF, Adelana Maria dos Santos.

Melhoramento genético – O processo de biofortificação é feito a partir do cruzamento de plantas da mesma espécie, conhecido como melhoramento genético convencional, gerando cultivares mais nutritivas. Além da qualidade nutricional, são também incorporadas boas características agronômicas, como: produtividade, resistência à seca e a pragas, o que, por sua vez, gera boa aceitação pelo mercado, consumidores e produtores. Para ouvir o programa, acesse aqui. 
A essência do programa de biofortificação é enriquecer alimentos que já fazem parte da dieta da população mais carente, como arroz, feijão-caupi, mandioca (macaxeiras), batata-doce, milho, abóbora e trigo, a partir do aumento dos teores de ferro, zinco e vitamina A, introduzindo alimentos mais nutritivos na dieta dessas pessoas. O objetivo é diminuir a desnutrição e garantir maior segurança alimentar, além de combater fortemente a chamada “fome oculta”, que é a carência específica de micronutrientes. Para isso, busca também a promoção do aumento da produção e do consumo de alimentos biofortificados nas diversas regiões do Brasil, por intermédio do fortalecimento de uma rede para a transferência de tecnologias com abrangência nacional.

Biofortificados no Maranhão – Os cultivos biofortificados no Maranhão foram implantados desde 2006, inicialmente pela Embrapa Meio-Norte. Atualmente, a atuação da Embrapa Cocais abrange duas frentes: as ações advindas do Acordo de Cooperação Técnica entre a Embrapa e o Governo do Estado do Maranhão, assinado em abril de 2017,  para transferência de tecnologia em cultivos biofortificados, visando à segurança alimentar e nutricional, especialmente para as comunidades e regiões mais carentes; e do projeto de transferência de tecnologia e de comunicação empresarial aprovado no âmbito do Macroprograma 4 da Embrapa, que engloba 38 Escolas Casas Familiares Rurais – CFRs, oito projetos sobre os sistemas agrícolas consorciados e 15 sobre Sistemas Integrados Alternativos para Produção de Alimentos, conhecido como “Sisteminha Embrapa”.

Atuação nacional e internacional – A Rede BioFORT consiste em um conjunto de projetos responsáveis pela biofortificação de alimentos no Brasil. É coordenada pela Embrapa Agroindústria de Alimentos, sendo que várias Unidades da Embrapa são participantes, a exemplo da Embrapa Cocais. No Brasil, o programa BioFORT, congrega mais de 150 pessoas em diferentes áreas do conhecimento e em 14 Estados brasileiros. Essa rede interage com universidades, centros de pesquisa nacionais e internacionais, associações de produtores, governo, prefeituras e organizações não-governamentais. A Rede foi iniciada pelo projeto HarvestPlus, financiado pela fundação Bill & Melinda Gates e pelo Banco Mundial, entre outros, e também inclui o projeto AgroSalud, financiado pela Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CIDA), ambos coordenados pela Embrapa Agroindústria de Alimentos.



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DIA DE CAMPO MOSTRA TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL EM BRASNORTE - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Na próxima sexta-feira, dia 24, a parceria entre Embrapa e Senar-MT promoverá na Fazenda São Paulo, município de Brasnorte (MT), o 2º Dia de Campo sobre Tecnologias de Produção Agropecuária Sustentável. As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas antecipadamente.

De propriedade de Vitório Herklotz, a Fazenda São Paulo é uma das Unidades de Referência Tecnológica de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) acompanhadas pela Embrapa Agrossilvipastoril.




Durante o dia de campo será possível conhecer a estratégia produtiva adotada no local, acompanhar o desenvolvimento do sistema e seus resultados.

O dia de campo tem como público prioritário produtores rurais, técnicos, extensionistas e consultores, profissionais ligados ao setor agropecuário e estudantes de ciências agrárias. As inscrições podem ser feitas antecipadamente no site www.embrapa.br/agrossilvipastoril. Também será possível se inscrever no dia e local do evento, a partir das 8h.

A Fazenda São Paulo fica na BR 364, Km 944, entre Campo Novo do Parecis e Brasnorte.

Programação

A programação do dia de campo terá início às 8h30. Após a abertura, serão feitas duas apresentações para todos os participantes. Primeiramente o proprietário, Vitório Herklotz falará sobre a integração lavoura-pecuária na Fazenda são Paulo, com foco no manejo em solos arenosos. Na sequência, a professora da UFMT Fernanda Macitelli abordará a importância do bem-estar na produção e na qualidade da carne bovina.

O circuito de estações de campo terá início logo em seguida, com o público sendo dividido em três grupos. Todos passarão por três estações temáticas.

Em uma delas, o pesquisador da Embrapa Maurel Behling abordará a condução e os principais resultados dos sistemas IPF da Fazenda São Paulo no ano agrícola 2018-19. Ele dividirá a estação com o professor Márcio Magalhães, da Unemat, que falará sobre atributos químicos e aptidão do solo em ILPF.

Em outra estação, Artur Faria, da UFMT, apresentará os princípios básicos da implantação e manejo das pastagens em sistemas integrados e Júlia Raquel de Sá, da The Nature Conservancy (TNC) falará sobre a valoração dos serviços ecossistêmicos.

Na terceira estação o tema será os microrganismos. Daniela Campos, da UFMT, falará sobre sua utilização em sistemas sustentáveis e Renato Cândido Alves, do Laboratório Solos & Planta abordará a importância das análises microbiológicas do solo nos sistemas ILPF.



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AGRO NACIONAL FALA SOBRE AS PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS - Amanhã, Vídeos, TV Brasil

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As plantas alimentícias não convencionais (Pancs) são destaque no Agro Nacional desta semana. Apesar de incomuns na nossa mesa, elas podem ser consumidas e trazem benefícios à saúde.

Assista ao programa completo: http://tvbrasil.ebc.com.br/agro-nacional/2019/05/agro-nacional-fala-sobre-plantas-alimenticias-nao-convencionais

Conheça a programação da sua TV Brasil: http://tvbrasil.ebc.com.br/

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PRODUTORES DE SÃO DOMINGOS DAS DORES APRENDEM O MANEJO COM DERRIÇADORA - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

Eventos voltados para as necessidades do mercado de trabalho e para as necessidades da população rural é apenas uma das diretrizes do Sistema Faemg/Senar Minas na promoção de cursos de capacitação e qualificação. Um desses eventos é o curso de Derriçadora que visa justamente suprir as necessidades de um mercado cada vez mais competitivo.

Para investir na qualificação dos trabalhadores e produtores rurais de São Domingos das Dores, no Vale do rio Doce, um curso de Derriçadora foi promovido entre os dias 16 e 18 de maio.




A realização foi do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Domingos das Dores em parceria com o Sistema Faemg/Senar Minas.

“Este é um curso muito importante para a nossa região, especialmente na colheita do café. Todos os participantes acharam o curso superinteressante, especialmente por abordar a questão da operação, manutenção do equipamento e da segurança que cada um deve ter ao utilizar a derriçadora, por meio dos EPI’s [Equipamentos de Proteção Individual]. Agora eles garantem que têm conhecimento necessário para obter o melhor desempenho na atividade”, garantiu o mobilizador, João Paulo Neves.

Foto de arquivo

O conteúdo do curso traz informações de como utilizar corretamente os EPI’s, as formas de trabalhar com a derriçadora na lavoura, como identificar as peças da máquina, entender seu funcionamento, como lubrificar e dar manutenção correta; e também foi ressaltada a questão da segurança no trabalho para evitar acidentes. O treinamento contou com aulas teóricas e práticas.

“O principal objetivo desse curso é capacitar o produtor rural para que ele mesmo faça a manutenção no equipamento de forma correta, fazendo com que ele ganhe tempo e, consequentemente, dinheiro durante. Às vezes, pequenos defeitos fazem com que o produtor pare por um ou dois dias com a colheita, porque não tem conhecimento da manutenção do equipamento”, destacou o instrutor, Marcelo Lucca Silva.

O instrutor lembrou ainda da importância da qualificação e da obtenção do certificado do Senar Minas, que é de grande utilidade no mercado de trabalho. “Muitos produtores buscam por emprego, mas uma exigência que vem sendo feita pelos empregadores é ter o certificado do Senar Minas que tem ISSO 9001 de certificação e é reconhecido pelo MEC [Ministério da Educação]. Automaticamente esse certificado é reconhecido em qualquer parte do Brasil e do mundo. Então, a pessoa que é qualificada em um curso do Senar está apta para trabalhar nas mais diversas funções que o Senar oferece em mais de 300 cursos, entre eles, o de Derriçadora”.



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BOM DIA PRODUTOR – 20/05/2019 - Vídeos, Canal do Boi

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MERCADO E COMPANHIA POCKET – 20/05/2019 - Vídeos, Canal Rural

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No Mercado&Companhia de hoje (20/05), acompanhe:

Clima chuvoso para cinturão agrícola norte-americano eleva tensão sobre plantio nos EUA e preços sobem na bolsa de Chicago.

Mercado reduz previsão de crescimento do PIB brasileiro para 1,24% em 2019 e economistas mencionam risco de recessão.

Apesar de alta do dólar, consultoria INTL FCStone recomenda compra de fertilizantes devido a queda de preço no mercado internacional.

Em plena colheita, excesso de chuva prejudica qualidade do café e afeta trabalhos de campo em Minas Gerais.

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EXPORTAÇÕES DE SÊMEN BOVINO CONTINUAM EM FORTE EXPANSÃO EM 2019 - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

Depois de um aumento de 22,5 nas exportações de sêmen bovino em 2018, o mercado de genética brasileiro segue com forte demanda em 2019.  Representantes do Ministério da Agricultura da Guatemala estiveram neste mês no Brasil para habilitar centrais de sêmen e de embriões para a exportação de material genético. O presidente da Associação dos Criadores de Gir e Girolando da Guatemala, Daniel Zuniga, que integrou a comitiva, informou que já existe protocolo sanitário entre os dois países, mas com essa habilitação será possível ampliar o comércio bilateral.




  Entre as empresas que foram certificadas pelos representantes do Ministério da Agricultura da Guatemala estão o Cenatte Embriões, com sede em Pedro Leopoldo/MG, e a Semex Brasil, com sede em Blumenau/SCU. Segundo o gerente de Exportações do Grupo Semex, Mário Karpinskas, a maior demanda da Guatemala é pelas raças leiteiras tropicais, como Girolando e Gir Leiteiro, e as raças zebuínas de corte, como o Nelore. “Vários pedidos para envio de sêmen e embriões foram feitos e devem seguir em breve para lá e, também, para outros países. No ano passado, triplicamos as exportações. E nos primeiros meses de 2019, já superamos todo o volume exportado em 2018”, informa Karpinskas.   Não só os países da América Latina têm demonstrado interesse na genética bovina do Brasil. A Ásia é outro mercado que vem crescendo. “Nas raças de corte, por exemplo, há uma grande procura pela raça Nelore. Ela puxou as exportações de sêmen no ano passado e a tendência é que continue na liderança neste ano, pois é uma raça com grande capacidade de produzir carne, mesmo em países de clima adverso ou com pouca infraestrutura”, explica o gerente de Exportações do Grupo Semex.   Em junho, comitivas de mais de 10 países devem desembarcar no Brasil para participar da Megaleite, considerada uma das mais importantes exposições leiteiras da América Latina. Acompanhados da equipe técnica da Semex, os visitantes estrangeiros vão visitar, além da feira, fazendas produtoras de genética, já visando a futuras importações.   Para o presidente da Associação dos Criadores de Gir e Girolando da Guatemala, a genética brasileira está ajudando a melhorar o desempenho da pecuária leiteira de seu país. “Temos um convênio técnico com a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando que está nos permitindo ampliar nosso rebanho de animais registrados e, assim, dar um salto de produtividade e qualidade. Sabemos que estamos no caminho certo, que o Girolando é a raça para produzir leite nos Trópicos”, assegura Zuniga. Segundo ele, a Guatemala caminha para ser autossuficiente na produção de leite, o que deve ocorrer em breve graças aos investimentos na melhoria genética do rebanho.



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JOVEM NO CAMPO SERÁ REALIZADO EM BONFINÓPOLIS DE MINAS E NATALÂNDIA - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

Estudantes de Bonfinópolis de Minas e Natalândia, no noroeste mineiro, participaram neste mês das primeiras reuniões de sensibilização do programa Jovem no Campo, que será realizado nos dois municípios através da parceria do Sistema Faemg/Senar Minas com a CAAFBOM (Central das Associações da Agricultura Familiar de Bonfinópolis de Minas).

O Jovem no Campo tem objetivo de contribuir para a inserção dos jovens no mercado de trabalho rural, dando a eles noções de empreendedorismo com foco nas demandas locais e regionais.




Nas duas cidades, serão quatro turmas: 2 de bovinocultura de leite, 1 de fruticultura e 1 de olericultura.

O programa é desenvolvido em módulos e tem carga horária mínima de 100 horas/aula. O início das atividades já será nos próximos dias. No primeiro e último módulos, todos os participantes têm aulas de empreendedorismo e, entre esses módulos, eles têm aulas específicas de acordo com a área escolhida, seja a bovinocultura de leite, a fruticultura ou a olericultura.

“O Jovem no Campo é um dos nossos programas de incentivo aos jovens. Temos vários outros que também visam estimulá-los a serem empreendedores no meio rural e fazerem a diferença no setor agropecuário. As turmas de Bonfinópolis e Natalândia demonstraram muito interesse durante as primeiras reuniões, temos certeza de que vão aproveitar as oportunidades”, conclui o gerente regional do Senar Minas em Patos de Minas, Sérgio de Carvalho Coelho.



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EMBRAPA COCAIS, UEMA E SENAR REALIZAM DIA DE CAMPO SOBRE CULTURA DO ARROZ - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Amanhã, dia 21 de maio, das 8h às 12h, representantes da Embrapa Cocais, Universidade Estadual do Maranhão – UEMA e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar estarão reunidos na Fazenda Escola da UEMA, Campus São Luís, para discutir alternativas de manejo da cultura do arroz com técnicos, professores, estudantes e extensionistas. Espera-se ainda que o dia de campo contribua para a formação de estudantes de agronomia e para a popularização da ciência no meio urbano e rural.

“Neste evento, a ênfase vai ser o manejo integrado de doenças, pragas, ervas daninhas, cultivares e produção de sementes, sem excluir questões agronômicas como fertilidade do solo, adubação, ciclo da cultura, densidade de semeadura, espaçamento, entre outros”, adiantou o analista da Embrapa Cocais, Carlos Santiago, que, no evento, vai ministrar palestra sobre “Manejo para a obtenção de altas produtividades”.




Segundo ele, a universidade é ambiente que propicia a transferência de tecnologia, formando agrônomos líderes, prontos para repassar, no futuro, o conhecimento adquirido a produtores, comunidades e atores ligados à cadeia produtiva deste cereal.

Também como representante da Embrapa Cocais, o pesquisador Guilherme Barbosa Abreu vai falar sobre “As cultivares de arroz para o sistema de Terras Altas e a produção de sementes no Maranhão”. Para o pesquisador, “é importante os estudantes de agronomia saberem como ocorre o desenvolvimento de cultivares. Durante o dia de campo, vamos apresentar diferentes cultivares de arroz adaptadas para o Maranhão e as características de cada uma delas”.

Os demais temas constantes programação, trazidos por representantes da UEMA complementam o objetivo do evento: “Manejo de pragas e preservação de inimigos naturais” e “Identificação e manejo de doenças do arroz”, respectivamente pelas professoras Joseane Rodrigues de Souza e Antonia Alice Rodrigues.

Arroz no Maranhão – O Maranhão é o 1º estado produtor de arroz da Região Nordeste e o 5º produtor nacional, porém não é autossuficiente na produção deste cereal. O arroz tem grande potencial de desenvolvimento, áreas, solo, clima, além de ser um alimento tradicional no Estado. Nas últimas seis safras, houve uma grande evolução em produtividade no estado.

A Embrapa Cocais, em parceria com outras Unidades da Embrapa: Embrapa Arroz e Feijão, Meio-Norte e Secretaria de Inovação e Negócios – SIN, juntamente com o Governo do Estado, universidades e a Camil Alimentos vêm, desde 2014, desenvolvendo grande esforço para alavancar a cadeia produtiva do arroz neste Estado. A Embrapa e universidades buscam, por meio de pesquisa e transferência de tecnologias, alavancar o desenvolvimento regional com inclusão produtiva, melhoria da renda e redução das diferenças de eficiência produtiva em relação a outras regiões brasileiras.

No Maranhão, o cultivo do arroz é realizado em três grandes sistemas: terras altas, sequeiro favorecido e irrigado. O sequeiro favorecido é considerado um sistema emergente, tem ganhado muitos adeptos nos últimos anos e consiste no uso de cultivares indicadas para o sistema irrigado, semeadas em áreas que posteriormente formam lâminas d’água naturalmente ou ficam encharcadas com as chuvas. A pesquisa sobre as técnicas de manejo desses sistemas adaptados para a realidade do Estado do Maranhão vem promovendo a gradativa elevação da produtividade dessa cultura nesses diferentes sistemas.



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MANEJO DO PALHIÇO NO SUL DO MATO GROSSO DO SUL PREJUDICA CANAVIAL - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Pesquisa realizada pela Embrapa Agropecuária Oeste, no Sul do Mato Grosso do Sul comprovou que nessa região quanto menos manejo for feito com o palhiço menor será a infestação de plantas daninhas e maior a produtividade do canavial. Desta forma, a Embrapa recomenda que o palhiço seja mantido distribuído em área total, não necessitando de manejo. 

Palhiço é o nome dado a cobertura de resíduo vegetal presente nos canaviais após a colheita. “A colheita mecanizada da cana-de-açúcar está cada vez mais presente nos sistemas de produção nacional.




No sistema de colheita mecanizada, sem queima, as folhas, ponteiros e perfilhos mortos são cortados, triturados e lançados sobre a superfície do solo, forma-se essa, denominada palhiço”, explica o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, José Rubens Almeida Leme Filho. 

A palhada remanescente, ou seja, o palhiço serve como cobertura do solo, maximizando os benefícios proporcionados pelo aumento do teor de matéria orgânica. Além disso, ele contribui com a redução de perdas d´água por evapotranspiração, supressão de plantas daninhas, reciclagem de nutrientes e melhorias da qualidade microbiológica do solo. “Agronomicamente é desejável que haja a manutenção de pelo menos uma parte dos resíduos da colheita no solo”, explica José Rubens. 

“A ideia de que o aleiramento contribui para acelerar o processo de brotação da cana-soca não é adequada, pois essa prática não repercute em maior produtividade das lavouras, apesar da aparência mais vigorosa dos experimentos, a pesquisa comprovou que houve, inclusive, um relativo prejuízo na produtividade”, saliente Rubens.

Tradição do aleiramento

Uma prática cultural muito comum nos canaviais do Sul do Mato Grosso do Sul é o aleiramento do palhiço, que consiste na remoção de uma parte do palhiço das linhas de cana, mantendo-se a cobertura de palhada apenas nas entrelinhas do canavial. Essa prática tem como objetivo aumentar a luminosidade na soqueira e evitar a proliferação de cigarrinhas.

Outra prática de manejo comumente utilizada na região é o enleiramento, ou seja, uma operação que reúne o palhiço de duas ou mais entrelinhas formando um leira, que será, então alternada com um ou mais entrelinhas descobertas. Essa estratégia de manejo é utilizada quando uma parte do palhiço ou sua totalidade demanda enfardamento e recolhimento.

Leme Filho explica que existe uma crença empírica de que quando se retira a palhada dos brotos iniciais de cana, durante o processo de brotação/perfilhamento da cana soca, ou seja, quando se realiza o aleiramento, haverá maior produtividade do canavial e acrescenta que “a prática do aleiramento é amplamente usada durante o processo de perfilhamento da cana soca, porém a pesquisa revelou que essa prática não contribui com aumento de produtividade e ainda prejudica, pois contribui com aumento da presença de plantas daninhas nos canaviais”.
 

Metodologia – Esses resultados são frutos de duas pesquisas realizada na Embrapa Agropecuária Oeste, em períodos distintos, em que um projeto visou a complementação dos resultados do outro.  As pesquisas foi realizada em experimento conduzido em Dourados (MS), em solo com 76 argila, onde foram avaliados o perfilhamento inicial, a população final de colmos e de açúcares em toneladas por hectare, de 14 variedades de cana, com e sem aleiramento do palhiço para aceleração do perfilhamento inicial, em duas épocas de colheita (maio e agosto) e em duas safras (ciclo da primeira soca de 2012 a 2013, e da segunda soca de 2013 a 2014). Leme Filho explica que a pesquisa conduzida pela Embrapa Agropecuária Oeste foi realizada em lavoura experimental localizada em Dourados, Mato Grosso do Sul, sem aplicação de herbicidas. Segundo ele, os resultados demonstraram que tanto o enleiramento quanto o aleiramento alteram o ambiente de desenvolvimento das plantas daninhas.

Plantas daninhas – O pesquisador da Embrapa Clima Temperado (Pelotas/RS), Germani Concenco explica que o controle de plantas daninhas é um dos desafios enfrentado pelo setor sucroalcooleiro e acrescenta “que quando não realizado adequadamente pode gerar perdas de produtividade comprometendo até 80 da produção”. Dados da Embrapa, revelam ainda que as operações para controle de plantas daninhas comprometem cerca de 8,4 dos custos de produção para a cana-planta e 6,1 para a cana-soca.

Na pesquisa conduzida por Concenco, a ocorrência de plantas daninhas foi quantificada por meio da densidade, ou seja, o número de plantas e do acúmulo de massa seca das plantas daninhas. Também foram considerados o valor de importância da espécie daninha em relação às demais presentes na área, esse cálculo é obtido como média ponderada das habilidades da espécie em se perpetuar, se distribuir na área e dominar as demais espécies. Desta forma, o valor de importância, descreve o grau de impacto de determinada espécie daninha sobre a cultura quando comparado com as demais plantas daninhas presentes na área. 

Em função da ausência do controle químico no experimento, que é importante ferramenta para o manejo das invasoras em áreas de cana, a ocorrência de plantas daninhas aumentou muito de um ano para outro, o que era esperado. Porém, no segundo ano de cultivo, houve maior infestação de plantas daninhas nas áreas aleiradas (onde a palhada da cana foi retirada das linhas da cultura e acumulada nas entrelinhas) quando compradas com áreas não aleiradas.

“O leiteiro foi a espécie de planta daninha mais importante e presente nas duas lavouras Porém, a composição de espécies de plantas daninhas mudou na área aleirada e na área não aleirada (em que não foi feito nenhum tipo de manejo com o palhiço). Comprovamos que o aleiramento propiciou o surgimento das seguintes plantas daninhas: trapoeraba, capim marmelada, capim-amargoso, braquiarinha, capim colchão e corda-de-viola. Todas essas plantas daninhas estavam ausentes nas lavouras não manejadas, em que o palhiço não foi manejado. Assim, a pesquisa concluiu que o aleiramento não reduz a ocorrência absoluta de leiteiro e ainda ocasiona o aumento da infestação pelo aparecimento de outras plantas daninhas”, acrescenta ele.

O consultor especialista em adubação biológica, Herbert Del Petri, explica que o manejo da palha é muito importante para o desenvolvimento do canavial, especialmente quando se busca aumento de produtividade. “A vida biológica do solo, com presença de flora microbiana equilibrada é fundamental para que a mineralização da palha ocorra de forma adequada”, acrescenta Herbert.

De acordo com a experiência de 25 anos trabalhando em Usinas, em diversas regiões do Brasil, Herbert explica que o recolhimento de palhiço não é recomendado para todas as regiões e exemplifica que “em Goiás, por exemplo, a palha inibe a infestação da lagarta elasmo, gerando benefícios para os canaviais”.

O consultor Hebert concorda que a manutenção do palhiço nos canaviais contribui com o controle de plantas daninhas e acrescenta que a decisão de manter ou não o palhiço nos canaviais, após a colheita mecanizada, demanda cálculos específicos e avaliações que variam de acordo com o perfil da região. “No caso de uso de herbicidas, para o controle das plantas daninhas, é preciso levar em consideração a quantia presente de palhiço, afinal existem produtos que ultrapassam a palha e, acertar a dosagem necessária é muito importante”, acrescenta Hebert. 

Dados da União dos Produtores de Bioenergia (UDOP) revelam que a quantidade de palhada de canaviais colhidos sem queima varia de 10 a 30 Mg ha-1. Ainda segundo a UDOP, a palhada da cana-de-açúcar possui aproximadamente 140 kg de matéria seca por tonelada de colmo, o que corresponde a quase 1/3 do potencial energético da cana-de-açúcar. Diante desse amplo potencial energético, o palhiço serve como uma fonte de renda extra para as usinas, pois pode ser queimado em caldeiras para aumentar a geração de energia e pode ainda servir como matéria-prima para a produção de etanol de segunda geração. 

Características regionais – O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar e Mato Grosso do Sul é responsável por cerca de 7 da produção canavieira nacional. Em 2018, a área cultivada com canaviais no Estado foi de 670 mil ha, com uma produtividade de 49,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Dados da Conab, revelam que na safra 2017/2018, a produção de cana no País foi de 633 milhões de toneladas, o que gerou 37 milhões de toneladas de açúcar e 27 bilhões de litros de etanol. Esses números fizeram com que o Estado ocupasse o quarto lugar em área cultivada com cana-de-açúcar, quando foram cultivados 8,7 milhões de hectares em todo país. 

A ampla área territorial cultivada com cana-de-açúcar no Brasil, justifica a busca de tecnologias e inovações que possam contribuir com a redução dos custos operacionais nas lavouras. “Estamos constantemente pesquisando novas estratégias de manejo que sejam eficientes e que contribuam com aumento da produtividade nos canaviais. E identificamos que o aleiramento do palhiço, durante período de rebrota dos canaviais, prejudica a produtividade das lavouras e pode interferir no desenvolvimento das plantas daninhas”, saliente José Rubens.

Para a tomada de decisão sobre o recolhimento ou não do palhiço, a União dos Produtores de Bioenergia (UDOP) em seu Manual de Custos e Indicadores do Setor da Bioenergia esclarece que é fundamental uma avaliação técnica prévia, levando em consideração inúmeras informações, tais como: localização da unidade produtiva, raio médio, tipo de solo, clima, sistematização do solo, técnicas de plantio, impurezas minerais e instalações industriais disponíveis, entre outros. Assim, a tomada de decisão em relação ao manejo do palhiço deve ser feita com base no planejamento do canavial, respeitando as características regionais de cada lavoura.

O gerente executivo da Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul), Érico Paredes destaca a relevância de não restringir a prática do aleiramento a um único cenário, levando em consideração as necessidades específicas de cada propriedade e salienta ainda que para outras finalidades o método de aleiramento do palhiço se mostra eficaz ao combate de cigarrinhas. “No Mato Grosso do Sul são praticadas as duas forma de manejo do palhiço. Algumas usinas, por exemplo, trabalham o aleiramento parcial para controle de pragas e o enleiramento também parcial para cogeração de energia, garantindo assim tanto a cobertura de solo quanto a utilização do palhiço para outras finalidades”, explica Paredes.

Publicação – Confira mais detalhes sobre esse assunto em duas publicações. A mais recente delas é intitulada “Aleiramento da palhada afeta a produtividade?”, de autoria dos pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste, José Rubens Almeida Leme Filho e Cesar José da Silva. A publicação apresenta os resultados do trabalho que avaliou as respostas de variedades de cana-de-açúcar, em termos de população final de colmos industrializáveis e de produtividade, ao aleiramento da palhada realizado após colheita em início e meio de safra, com fins de aceleração do perfilhamento inicial. Acesse: https://bit.ly/2HSZBOv

A outra publicação, intitulada “O Aleiramento do Palhiço de Cana-de-Açúcar Agrava a Infestação de Plantas Daninhas”, de autoria de Germani Concenço (Embrapa Clima Temperado), José Rubens Almeida Leme Filho e Cesar José da Silva (Embrapa Agropecuária Oeste). Esse Comunicado Técnico apresenta resultados da pesquisa que buscou encontrar soluções para reduzir a quantia de plantas daninhas nos canaviais. Acesse: https://bit.ly/2Uqr240



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CARGA TRIBUTÁRIA E BEM ESTAR SOCIAL – ACERTE O PASSO - Vídeos, Canal Futura

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Antônio quer saber que tipo de informações um empreendedor deve saber em relação à carga tributária ideal para gerar bem estar social. A Patrícia Liz, consultora de negócios do Sebrae, deu dicas de como orientá-lo. Confira e #AcerteoPasso

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35% DOS BRASILEIROS EM IDADE DE TRABALHAR NÃO CONCLUÍRAM O ENSINO FUNDAMENTAL - Vídeos, Canal Futura

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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE revela que os moradores das regiões Norte e Nordeste estão entre os que tem a mais baixa escolaridade nessa fase.

Apresentação: Raphaela Ramos

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MILHO: PRODUTORES SE RETRAEM E PREÇOS VOLTAM A SUBIR NO BR - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 20/5/2019 – Após acumular quedas consecutivas entre a primeira quinzena de março e as primeiras semanas de maio, o preço do milho voltou a subir no mercado brasileiro, principalmente em regiões consumidoras, como São Paulo e Santa Catarina. O movimento de recuperação, que vem sendo verificado mesmo diante da perspectiva de disponibilidade elevada na atual safra, está atrelado à retração de produtores, que passaram a ofertar apenas pequenos lotes no spot. No geral, contudo, o ritmo de comercialização está lento, tendo em vista que muitos compradores consultados pelo Cepea adquirem volumes pontuais, ainda na expectativa de boa disponibilidade interna do cereal no segundo semestre.




Entre 10 e 17 de maio, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, na região de Campinas (SP), subiu 5,3 , fechando a R$ 34,69/sc de 60 kg na sexta-feira, 17. As altas dos preços nos portos também influenciaram os valores regionais. Muitos vendedores consultados pelo Cepea têm aproveitado para fechar negócios próximos a R$ 37,00/saca de 60 kg para embarque no segundo semestre. Neste caso, a valorização do dólar frente ao Real e as quedas dos preços domésticos nas últimas semanas têm mantido em alta a competitividade internacional do milho brasileiro e, consequentemente, estimulado novos negócios para exportação. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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SOJA: PREÇOS VOLTAM A SUBIR COM FORÇA NO BRASIL E NOS EUA - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 20/5/2019 – De acordo com pesquisas do Cepea, os preços internos da soja voltaram a subir com certa força, impulsionados pelas altas nos prêmios de exportação do grão e derivados (sinal de maior demanda externa), pela valorização do dólar e pela elevação nos valores externos. Essa reação nos valores da soja atraiu o vendedor e elevou a liquidez, especialmente para exportação – que só não foi mais intensa devido à falta de cota nos portos. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) subiu expressivos 6,4 entre 10 e 17 de maio, indo para R$ 78,38/saca de 60 kg na sexta-feira, 17.




No mesmo comparativo, o Indicador CEPEA/ESALQ Paraná registrou forte alta de 6,5 , a R$ 73,93/sc de 60 kg na sexta. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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MANDIOCA: BAIXA RENTABILIDADE MANTÉM PRODUTORES AFASTADOS DO MERCADO - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 20/5/2019 – A menor rentabilidade das raízes de 1 ciclo, devido, principalmente, aos preços e produtividade agrícola mais baixos, manteve a maioria dos produtores sem interesse pela comercialização nesta semana, pressionando a oferta de mandioca. Além disso, em grande parte das regiões consultadas pelo Cepea, as chuvas foram irregulares e mal distribuídas, dificultando os trabalhos de campo no Centro-Sul. Vale ressaltar, também, que o preparo de solo para o novo plantio foi prioridade de alguns agricultores.




Porém, aqueles poucos produtores que ainda dispõem de lavouras de raízes de segundo ciclo intensificaram a colheita nos últimos dias, visando liberar áreas de arrendamento. Com a demanda mais aquecida, houve disputa pelo produto entre as empresas. Como resultado da menor oferta, os preços seguiram em alta na maioria das regiões consultadas pelo Cepea nesta semana. De 13 a 17 de maio, a média nominal a prazo para a tonelada posta fecularia foi de R$ 319,07 (R$ 0,5549 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), aumento de 0,9 frente à semana anterior. Desde a segunda semana de abril, as cotações acumulam elevações de 8 . Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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MANGA: PREÇOS DA TOMMY REAGEM, ENQUANTO OS DA PALMER SE MANTÊM EM QUEDA - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 20/5/2019 – Na região de Livramento de Nossa Senhora (BA), o volume disponível de manga tommy caiu entre 13 e 17 de maio. Diante da menor oferta, normal para o mês de maio, o preço médio ficou em R$ 0,91/kg, aumento de 26 em relação à semana passada. No Vale do São Francisco (BA/PE), após três semanas consecutivas de queda, o aumento nas cotações da variedade também foi de 26 – reflexo da redução da oferta em Livramento. A tommy, a nível nacional, deve contar com maior volume somente em agosto, o que sugere cotações melhores até lá, caso a demanda se mantenha firme.




Já a palmer deve começar a melhorar somente nas próximas semanas, por conta das exportações. A expectativa é de que, com a menor oferta da Costa do Marfim, os envios brasileiros de palmer à União Europeia recuperem seu ritmo, ajudando no escoamento da volumosa produção nordestina. A oferta consistente da variedade deve se manter até junho, quando começa a dar sinais de redução, retomando o ritmo intenso em agosto. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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EADSENARGO – QUEM FAZ, INDICA – FERNANDO BARBOSA – CURSO PÓS-COLHEITA DE GRÃOS - Vídeos, Faeg

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#QuemFazIndica | Inspire-se com o depoimento do Fernando, estudante de Agronomia e aluno do EAD Senar Goiás. Ele já concluiu o novo curso Pós-Colheita de Grãos – além de outros 10 cursos – e recomenda que você também se matricule! Garanta sua vaga na próxima turma: http://bit.ly/2vNWb7k.

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MINISTRA FAZ BALANÇO DA VIAGEM AO VIETNÃ E FALA DA ABERTURA DE MERCADO PARA CARNE BRASILEIRA - Vídeos, Ministério da Agricultura

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PIB-AGRO: PIB DO AGRONEGÓCIO APRESENTA LEVE ALTA EM FEVEREIRO - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

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Cepea, 20/05/2019 – O PIB do Agronegócio brasileiro, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), registrou leve alta de 0,07 em fevereiro de 2019. Apesar disso, ainda acumula queda de 0,46 no primeiro bimestre deste ano. 

Entre os ramos, o agrícola teve elevação de 0,19 em fevereiro, mas acumula baixa de 0,32 de no ano.




Já o pecuário teve queda tanto no resultado mensal (-0,27 ) quanto no acumulado de 2019 (-0,87 ). Pesquisadores do Cepea ressaltam que estes resultados ainda não contemplam dados relativos ao volume de produção de atividades importantes do ramo pecuário, indisponíveis até o fechamento do relatório.  

INSUMOS – O segmento de insumos agrícolas registrou alta tanto no mês quanto no ano, impulsionado por indústrias de fertilizantes e de defensivos. No primeiro caso, os maiores preços de janeiro a fevereiro de 2019 favoreceram a estimativa de faturamento para o ano e, no segundo, a produção esperada significativamente maior levou ao resultado estimado. No caso dos insumos pecuários, o aumento do PIB em janeiro refletiu principalmente o comportamento da indústria de rações. 

PRIMÁRIO – No segmento primário, ainda se verifica pressão relacionada ao crescimento dos custos de produção, porém, tanto no primário agrícola quanto no pecuário observam-se elevações médias de preços e de quantidade produzida. Entre os produtos agropecuários, destacaram-se com maiores preços neste primeiro bimestre de 2019: batata, arroz, cacau, feijão, laranja, milho, soja, algodão, trigo, uva, frango e leite.

AGROINDÚSTRIA – Para a de base agrícola, a menor produção esperada para o ano pressionou os resultados de fevereiro. Já no caso da indústria de base pecuária, a renda do segmento esperada para o ano tem sido pressionada pelo aumento previsto dos custos de produção, embora os preços dos produtos pecuários industriais tenham, em média, se elevado no primeiro bimestre deste ano (em comparação com o mesmo período do ano passado).

SERVIÇOS – Verificam-se baixas no mês e no acumulado do ano. Porém, a alta registrada em fevereiro para serviços do ramo agrícola e indicadores de mercado mostrando crescimento de vendas do grupo de produtos alimentícios e bebidas, além da elevação das exportações do agronegócio relativamente ao mesmo período do ano passado, devem impactar em uma reação no segmento para os próximos meses.



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VEM AÍ: FEIRA PRÓ-GENÉTICA EM TRÊS LAGOAS/MS - Vídeos, ABCZ

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A Feira Pró-Genética de Três Lagoas/MS acontece no dia 30/05 e trazendo o melhor da genética zebuína!

A partir das 08h, no Pq. de Exposições Joaquim Marques de Souza, durante a Expotrês 2019!

#ABCZ #PMGZ #MelhoramentoGenético #zebu #RaçasZebuínas #ABCZNoticia #ProGenetica

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A VIDA E O SUINGUE DE DJANGO REINHARDT - Vídeos, Nexo

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Jazzista cigano sobreviveu a um incêndio e à ocupação nazista de Paris e tornou-se uma lenda da música mundial

#Jazz #Biografia #Django

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HTTPS://WWW.EMBRAPA.BR/NOTICIAS-RSS/-/ASSET_PUBLISHER/HA73UEMVROGS/CONTENT/ID/43403180 - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa



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HTTPS://WWW.EMBRAPA.BR/NOTICIAS-RSS/-/ASSET_PUBLISHER/HA73UEMVROGS/CONTENT/ID/42903306 - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa



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PSICOLOGIA NO AMBIENTE EMPRESARIAL – ACERTE O PASSO - Vídeos, Canal Futura

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Maria Eduarda quer entender como a psicologia pode atuar no ambiente empresarial. A Patrícia Liz, consultora de negócios do Sebrae, deu dicas de como orientá-la. Confira e #AcerteoPasso

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AS NOVAS REGRAS PARA PRODUÇÃO DE LEITE - Vídeos, Rio Grande Rural

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* Para consultar o canal NET da sua região, acesse tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar

As novas instruções normativas para produção de leite vigoram a partir de 30 de maio de 2019. As regras aumentam grau de exigência das áreas produtiva e industrial do setor lácteo. Para discutir esse assunto, uma série de reuniões estão sendo realizadas em diversas regiões do Estado. Porto Alegre, Passo Fundo e Lajeado sediaram a primeira rodada de eventos promovidos pelo Sindilat – O Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul.

No dia 09 de maio foi realizada uma reunião da Câmara Setorial do Leite em Brasília, onde foi solicitada a prorrogação da entrada em vigor da lei que exige que o leite armazenado nos silos das indústrias apresente limite máximo para Contagem Padrão em Placas (CPP) de até 900.000 UFC/ml (unidades formadoras de colônia por mililitro) . E sobre a temperatura do leite que antes poderia chegar a 10 graus, agora não poderá passar dos 7 graus celsius antes do processamento. O Ministério da Agricultura deve dar a resposta até o dia 30 de maio. (Ellen Bonow/Paulo Carneiro)

Programa #1066

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COMO LEGALIZAR O VINHO COLONIAL 1 - Vídeos, Rio Grande Rural

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Através de um trabalho interinstitucional foi aprovada a Lei do vinho colonial, que tipifica o vinho elaborado pelo agricultor familiar e estabelece os requisitos para a elaboração e fiscalização da bebida. Conheça as etapas para se fazer o registro do vinho colonial no quadro Janela Rural.

Programa #1066

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RECEITA: ROSCA DE MILHO - Vídeos, Rio Grande Rural

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O milho, pela sua versatilidade, é protagonista na mesa de muitas famílias na região das Missões. Em Santo Ângelo, além de receber evidência durante a Fenamilho Internacional, o milho faz parte de receitas cotidianas. Fomos até a Linha Independência para descobrir os segredos de uma receita centenária. (Deise Froelich/José Schafer)

Programa #1066

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PROGRAMA GIRO DO BOI- 20/05/2019 - Vídeos, Canal Rural

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O Programa Giro do Boi, há 5 anos, traz notícias, curiosidades e entrevistas especiais sobre a pecuária brasileira. Confira também os números da cotação e o gado de qualidade que foi produzido em diferentes regiões do país.

Veja mais acessando: www.girodoboi.com.br

Participe do programa enviando mensagens no whats: 11 956376922

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I WORKSHOP SOBRE CULTIVO DE MACIEIRAS SOB TELA ANTIGRANIZO NO BRASIL - Vídeos, Embrapa

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A Embrapa Uva e Vinho, com o apoio da Têxtil Kopruch – Malhas Antigranizo, promove no dia 23 de maio de 2019, em Vacaria, o I Workshop sobre Cultivo de Macieiras sob Tela Antigranizo no Brasil. O evento visa a capacitação do público alvo sobre manejo de pomares de macieira sob tela antigranizo. As inscrições são gratuítas e podem ser feitas no site do evento. https://www.embrapa.br/uva-e-vinho/i-workshop-sobre-cultivo-de-macieiras-sob-tela-antigranizo-no-brasil

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NOSEUA, VEJA COMO É FEITO O ABASTECIMENTO DE SEMENTES E ADUBO EM UMA SEMEADORA DE 74 LINHAS - Vídeos, Revista Cafeicultura

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TOUR DA PECUÁRIA DO AGRESTE - Vídeos, Alagoas Rural

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Cobertura do 1o Tour da Pecuária do Agreste, realizado na Fazenda Novo Horizonte, em São Sebastião-AL, no dia 11 de maio de 2019

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domingo, 19 de maio de 2019

ALÉM DO ALIMENTO – EP 2: TOMATE - Vídeos, Canal Rural

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Falou em tomate, a gente lembra de molho, pizza, macarronada, salada… O fruto vai bem com tudo, e está presente no nosso cotidiano de mil e uma maneiras e preparações. Ele surgiu na América do Sul, mas se tornou uma das hortaliças mais consumidas do planeta. Por conta de tanta importância, o tomate é o protagonista do segundo episódio da série Além do Alimento.

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R$ 62,00 POR @ À PASTO E GANHO DE 1 KG/DIA DE CARCAÇA - Vídeos, TV Agro AP

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Antonio Pereira – canal tvagro

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