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sexta-feira, 10 de maio de 2019

EXPORTAÇÕES DE CAFÉ DO BRASIL ATINGEM 34 MILHÕES DE SACAS NO ANO-SAFRA E SINALIZAM RECORDE HISTÓRICO - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

O Brasil exportou em abril deste ano um total de 2,9 milhões de sacas de café, considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído, com receita cambial de US$ 370,43 milhões. O volume representa um crescimento de 25 em relação ao mesmo mês de abril do ano passado, enquanto que a receita apresentou aumento de 1 . Na mesma comparação, o preço médio da saca de café em abril, que foi de US$ 124,47/saca, apresentou queda de 19 . Os dados são do Cecafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil.

  Em relação às variedades embarcadas no mês, o café arábica correspondeu a 84,7 do volume total das exportações, equivalente a 2,5 milhões de sacas. O café solúvel representou 8,7 das exportações, com 258 mil sacas exportadas, enquanto que o café conilon (robusta) atingiu a participação de 6,6 , com o embarque de 197 mil sacas. As exportações de café arábica e conilon registraram, respectivamente, crescimento de 24,3 e 238,6 em relação a abril do ano passado. Já as exportações do café solúvel apresentaram queda de 15 na mesma base comparativa.   “A performance das exportações do café brasileiro continua firme, mantendo os bons resultados para abril. O destaque do mês fica para o aumento das exportações para os cinco maiores países importadores, ampliando o market share do Brasil. Conforme temos acompanhado desde o início do ano, tudo indica que esse ano-safra seja histórico, confirmando a eficiência com que o país atende à demanda e exigências de seus consumidores tanto no que se refere à qualidade quanto à sustentabilidade”, destaca Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé.   Ano-civil   Levando em consideração os quatro primeiros meses deste ano (janeiro a abril), as exportações de café brasileiro foram de 13 milhões de sacas, crescimento de 26,8 em relação ao mesmo período do ano passado. A receita cambial, neste caso, foi de US$ 1,7 bilhão, apresentando também aumento, de 3,5 em relação ao ano passado.   Ano-safra 2018/2019   Com relação as exportações de café brasileiro no ano-safra 2018/2019 (jul/18 a abr/19), o Brasil exportou até agora 34 milhões de sacas no período acumulado, aumento de 30,4 em relação à mesma base comparativa do ano anterior, quando o país embarcou 26,1 milhões de sacas.    Ainda no período safra 2018/2019, destaca-se o melhor desempenho nos embarques de café arábica dos últimos 5 anos, que alcançou 28,2 milhões de sacas e registrou um crescimento de 23,4 em relação a base comparativa anterior.   Principais destinos   Entre os dez principais destinos de café brasileiro no ano-civil (jan-abr) estão os Estados Unidos, que importaram 2,4 milhões de sacas de café (18,4 do total embarcado no mês pelo Brasil). O segundo principal destino é a Alemanha, com 2,2 milhões de sacas importadas (16,8 da participação total no período). Já a Itália ficou em terceiro lugar, com 1,3 milhão de sacas (10 ).   Os demais principais destinos foram, respectivamente: Japão, com 1 milhão de sacas (7,7 ); Bélgica, com 730 mil sacas (5,6 ); Turquia, com 435 mil sacas (3,3 ); Reino Unido, com 395 mil sacas (3 ); Federação Russa, com 329 mil sacas (2,5 ); França, com 307 mil sacas (2,3 ); e Canadá, com 300 mil sacas (2,3 ).    Outro ponto importante a ser observado foi que as exportações de café brasileiro para todos os principais destinos registraram crescimento, comparando-se o volume exportado de janeiro abril deste ano com o volume exportado no mesmo período do ano passado. Os quatro dos dez listados que registram maior aumento na importação de café brasileiro foram, na ordem: Reino Unido (crescimento de 54 ); Turquia (45 ); Japão (37 ) e EUA (36 ). 

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BOM DIA PRODUTOR – 10/05/2019 - Vídeos, Canal do Boi

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TECNOLOGIA VERDE E MÉTODOS DE RECOMPOSIÇÃO VEGETATIVA DO CERRADO SERÃO DESTAQUES NA AGROBRASÍLIA 2019 - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

A partir da próxima terça-feira (14) até o dia 18 de maio o público que visitar a AgroBrasília – Feira Internacional dos Cerrados vai conhecer as últimas novidades em tecnologias sustentáveis da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das unidades de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa. Serão expostas durante a feira uma tecnologia verde para o controle de pragas que associa um extrato vegetal nematotóxico com um biofertilizante natural. Além disso, os visitantes poderão conferir in loco os resultados do método de recomposição da vegetação nativa do Cerrado desenvolvido pela Embrapa e aprender mais sobre técnicas de manejo para promover a regeneração natural da vegetação nativa

No dia 17 de maio, às 11h, o Chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia José Manuel Cabral irá proferir palestra sobre o tema “O papel das parcerias nas inovações da Embrapa”.

A palestra acontecerá no estande do Sebrae.

Tecnologia verde baseada na associação de extrato vegetal nematotóxico e biofertilizante

Baseada na associação de extrato vegetal nematotóxico e biofertilizante a tecnologia Embrapa-Carbom Brasil apresenta atividade nematicida superior a 97 contra o fitonematóide Meloidogyne incognita, também conhecido como Nematóide-das-galhas.  Este fitopatógeno provoca alterações na raiz da planta prejudicando significativamente a produção e acarretando prejuízos anuais estimados em milhões de dólares.

Essa tecnologia, de autoria dos  pesquisadores Thales Lima Rocha, Vera Lúcia Perussi Peloz, Dilson da Cunha Costa, João Batista Teixeira e do empresário Leandro Gai Anversa, foi testada em bioensaios conduzidos em casa de vegetação e diminuiu em 98 o número de ovos de M.incognita. Ela também foi validada a campo em duas diferentes áreas de cultivo de soja localizadas no Paraná e em Goiás, onde foi verificada a redução da densidade populacional de Meloidogyne incognita e Pratylenchus brachyurus. As culturas mais afetadas pelo Nematóide-das-galhas são o algodão, o café, o feijão, o milho, a cana-de-açúcar, entre outros.

Métodos de recomposição da vegetação nativa no Cerrado

Os métodos de recomposição da vegetação nativa são um assunto de grande interesse para proprietários rurais que desejam fazer uso produtivo de Área de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal (RL). Pela legislação vigente, o produtor rural é obrigado a comprovar junto ao órgão ambiental que mantém o percentual exigido de vegetação nativa, a fim de que possa plantar sistemas agroflorestais com até 50 de espécies exóticas.

A Embrapa desenvolveu métodos de recomposição da vegetação nativa que vão desde o simples manejo da regeneração natural até o preparo da terra e plantio em alta densidade. Um dos métodos que será exposto é a Semeadura Direta, utilizada quando a área a ser restaurada tem baixo potencial de regeneração natural. A técnica pode ser empregada tanto para a restauração de florestas estacionais quanto para a recuperação de estratos arbóreos e rasteiros. Também serão apresentadas na exposição técnicas de monitoramento e manejo adaptativo e planejamento da paisagem rural.

Saiba mais sobre a AgroBrasília

A AgroBrasília integra o calendário dos grandes eventos do agronegócio brasileiro. Há 12 anos, a Feira Internacional dos Cerrados contribui para a aquisição de conhecimentos e para o aprendizado dos produtores e profissionais do setor, bem como para a economia da região, por meio da geração de negócios. A expectativa para esta edição é de uma movimentação de R$ 1,5 bilhão em negócios, superando o volume alcançado em 2018, que foi de R$ 1,1 bilhão.

Neste ano são esperados cerca de 120 mil visitantes no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, localizado a 60 Km de Brasília. A Embrapa estará presente com estande e vitrine de tecnologias, além de palestras de pesquisadores em espaços de parceiros e dia de campo. Informações detalhadas sobre o evento (mapa de acesso, localização dos estandes, etc.) podem ser encontradas no site da feira, no link a seguir: http://www.agrobrasilia.com.br/

Serviço

O que: AgroBrasília 2019

Data: 14 a 18 de maio de 2019

Horário: 8h às 18h

Onde: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, localizado na BR 251 km 05, sentido Brasília – Unaí (MG)

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LABHORO FALA SOBRE SOJA PARA O CANAL DO BOI - Vídeos, Bolsa Brasileira de Mercadorias - BBM

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No dia 5 de abril, a diretora Comercial do Grupo Labhoro, Andrea Cordeiro, conversou com o jornalista Valter Puga Júnior em uma entrevista ao Canal do Boi nos estúdios da BBM, sobre a guerra comercial entre China x EUA e os impactos da disputa para a soja.

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MT FORTEDE OLHO NO AGRO – TV FIGUEIRA - Vídeos, Aprosoja Mato Grosso

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Entrevista realizada pela TV Fiqueira com o Fernando Cadore (Vice Presidente da Aprosoja) e Antônio Galvan no 14º Circuito Aprosoja em Lucas do Rio Verde.

Data: 27/04/2019

Veiculo: TV Figueira

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MINISTRA NA UCC CAFETERIA NO JAPÃO - Vídeos, Ministério da Agricultura

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RIO GRANDE RURAL CHAMADA EDIÇÃO NÚMERO 1065 - Vídeos, Rio Grande Rural

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I N F O R M A Ç Õ E S : Entre em contato com o Plantão Técnico pelo site www.emater.tche.br ou procure o Escritório da Emater/RS-Ascar de seu município

V E I C U L A Ç Õ E S : https://goo.gl/ZFT6yK

* Para consultar o canal NET da sua região, acesse tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar

– A produção de pitaya no Rio Grande do Sul

– Fenamilho é realizada em Santo Ângelo

– As novidades do setor do agronegócio na Expofeira de Três de Maio

– Tecnologia de secagem e armazenagem de grãos são temas destaques na FEISA

– Produção orgânica em larga escala na Chapada Diamantina

– Receita: Bolinho de Batata com Linguiça

Programa #1065

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MINAS RURAL- 1171- 11/05/2019 - Vídeos, Minas Rural

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— NO PROGRAMA DE HOJE VAMOS FALAR

SOBRE A CRIAÇÃO DE GALINHAS NO SISTEMA DE PIQUETE.

–TEM AINDA DICA TÉCNICA COM ORIENTAÇÕES PARA RESOLVER UM PROBLEMA COMUM ENTRE AS AVES: QUANDO ELAS ARRANCAM AS PRÓPRIAS PENAS.

–E NA RECEITA TEM COMIDA DE VÓ.

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EMBRAPA RETOMA PESQUISA SOBRE USO DE BEZERRAS PRÉ-PÚBERES COMO DOADORAS DE ÓVULOS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

No dia 31 de janeiro de 2019 nasceu no Campo Experimental Sucupira da Embrapa, a termo e em perfeito estado de saúde, um zebuíno macho filho de bezerras Nelore de apenas dois meses de idade. A intervenção humana e o uso de biotécnicas de reprodução animal tornou possível um fato que jamais aconteceria naturalmente, visto que bezerras com apenas dois meses sequer estão em idade reprodutiva. Os óvulos das bezerras pré-púberes foram obtidos por aspiração folicular, fecundados em laboratório, e parte dos embriões resultantes foi transferida para vacas receptoras.

A pesquisa começou a ser desenvolvida pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia no final da década de 1990.

Contudo, uma série de limitações técnicas limitavam a viabilidade econômica e, consequentemente, a adoção de animais pré-púberes como doadoras para a produção in vitro de embriões (PIVE). Este cenário, contudo, vem mudando rapidamente, em função não apenas do aumento na eficiência da PIVE, mas principalmente pelos avanços nos equipamentos para aspiração folicular orientada por ultrassonografia e também no campo da genômica. Hoje já é possível estabelecer o valor genômico de bezerras, ou seja, identificar animais melhoradores antes mesmo que estas atinjam a vida adulta e entrem em fase reprodutiva.

Para incluir fêmeas bovinas pré-púberes como doadoras de ovócitos, a equipe do Laboratório de Reprodução Animal (LRA) selecionou bezerras Nelore (zebuínas ou Bos taurus indicus) de 2 a 4 meses de idade. Elas tiveram seus folículos ovarianos aspirados e os ovócitos obtidos por meio de laparoscopia ou com o auxílio de ultrassonografia, em ambos os casos sem o uso de hormônios. Os ovócitos foram encaminhados ao laboratório e submetidos ao processo de produção in vitro de embriões, utilizando-se o sêmen de um touro da própria fazenda da Embrapa. Dos embriões obtidos de oito bezerras entre 2 e 4 meses de idade, 15 foram transferidos para vacas receptoras. Das seis prenhezes confirmadas, 4 chegaram a termo, com o nascimento de dois bezerros machos e de duas fêmeas (foto).

A produção de embriões de bezerras identificadas precocemente como animais geneticamente superiores tem um enorme potencial para os programas de melhoramento, tanto em raças leiteiras como de corte. A técnica reduz ainda mais o intervalo entre as gerações e acelera o ganho genético dos rebanhos, contribuindo para aumentar a eficiência e sustentabilidade dos sistemas de produção de leite e carne. “O impacto é ainda mais significativo se pensarmos que os zebuínos, maior parte do rebanho brasileiro, tem puberdade mais tardia, ao redor dos 24 meses de idade, em relação aos taurinos, mais comuns em países de clima frio, que entram em idade reprodutiva aos 14 meses”, explica o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Ricardo Alamino Figueiredo.

Os benefícios potenciais desta estratégia não passaram desapercebidos pelo setor produtivo, que reconheceu os ganhos potenciais e vem sendo demandado o desenvolvimento da técnica. Até agora, contudo, a maioria dos trabalhos nesta linha havia sido realizada com animais taurinos ou seus cruzamentos (taurinos x zebuínos). Este foi um dos motivos que levou a equipe da Embrapa e a estudante Taynan S. Kawamoto, da Pós-Graduação (Doutorado) em Ciências Veterinárias da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a proporem o projeto de pesquisa “Folículos ovarianos antrais e alterações endócrinas em fêmeas bovinas Nelore, de dois a sete meses de idade”. A pesquisa recebeu apoio financeiro da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e está avaliando comparativamente os animais obtidos por fêmeas pré-púberes com os de fêmeas adultas.

Além da produção dos embriões, o projeto prevê o estudo de vários parâmetros da fisiologia e endocrinologia reprodutiva das bezerras (como dinâmica folicular e concentrações dos hormônios FSH, LH e AMH), além de aspectos relacionados à biologia molecular e epigenética de ovócitos e embriões (como eles se relacionam com as alterações promovidas pelo meio ambiente).

Brasil é referência mundial no uso da produção in vitro de embriões – O Brasil possui o maior rebanho bovino comercial do mundo, com mais de 200 milhões de cabeças (IBGE, 2011), sendo 80 milhões de raças zebuínas. O País é também o maior exportador de carne bovina, segundo maior produtor de carne e sexto maior produtor de leite (USDA, 2014).

A importância econômica deste segmento alavancou o mercado de genética e, consequentemente, o desenvolvimento e uso comercial das tecnologias de reprodução assistida, da inseminação artificial à clonagem. No caso da PIVE, o Brasil tornou-se líder mundial no uso da tecnologia e chegou a responder, em 2011, por mais de 75 de todos os embriões bovinos produzidos por fertilização in vitro no mundo.
A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia teve um papel decisivo no desenvolvimento da PIVE no Brasil, sendo responsável por um dos primeiros bezerros zebuínos puros nascidos pela técnica, ainda no início da década de 1990.

Para o pesquisador Ricardo Alamino, a progressiva adoção da (PIVE) no setor produtivo, a partir de 1999-2000, contribuiu decisivamente para os ganhos de produção e produtividade alcançados pela pecuária nacional nas últimas duas décadas. Isso porque, se em condições ideais uma vaca pode produzir uma única cria por ano (por um período de 8 a 10 anos durante a vida), com o uso da PIVE é possível produzir um bezerro/vaca/semana.

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ÁREA DE TRIGO NO BRASIL CENTRAL DEVERÁ ATINGIR NOVO RECORDE - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

A região central do Brasil responde pelas primeiras semeaduras com o cereal no País, iniciadas ainda no mês de fevereiro com o trigo de sequeiro e com previsão de encerrar no mês de maio com o trigo irrigado. Os cultivos estão concentrados em Minas Gerais e Goiás, onde a alta demanda por sementes surpreendeu os produtores.  

Após o crescimento acelerado da triticultura em Minas Gerais, quando passou de 20 mil para 80 mil hectares (de 2012 a 2015), a área de trigo estabilizou nos últimos três anos.

Porém, nesta safra, a expectativa é atingir entre 90 a 100 mil hectares (ha), com volume de produção que poderá alcançar 250 mil toneladas. “Apesar da seca que afetou o rendimento na safra passada, a qualidade foi excelente garantindo um bom retorno econômico ao produtor. A temida brusone, também não se manifestou na última safra, o que motivou novos produtores a investirem no trigo. Faltou semente”, avalia o vice-presidente da Associação dos Triticultores do Estado de Minas Gerais (Atriemg), Eduardo Elias Abrahim. 

A maior parte dos cultivos em Minas Gerais será com trigo de sequeiro (cerca de 85 da área), com semeaduras concentradas no mês de março. “O arranque inicial das plantas contou com bom volume de chuvas. O início da época seca começa agora em maio, possibilitando o escape da brusone no espigamento, fase que está começando agora nas lavouras instaladas na primeira quinzena de março”, avalia o pesquisador Vanoli Fronza, da Embrapa Trigo. 

O aumento da demanda em Goiás também foi percebida pelos pesquisadores que atuam na Embrapa Cerrados que apontam para um significativo aumento da área plantada com trigo sequeiro no Distrito Federal e em municípios do entorno, como Cristalina, Água Fria, São João D’Aliança e Formosa (GO), além de Unaí (MG). A estimativa é de que a área plantada na região alcance 30 mil ha. A safra, que é colhida em junho/julho, representa a primeira oferta de trigo do ano no Brasil, o que possibilita bons negócios para o triticultor.

Já para o trigo irrigado, a perspectiva é de recuperação da área de plantio, que foi reduzida na safra passada na região do DF em virtude da falta de água para irrigação. “Neste ano, de modo geral, as chuvas foram mais abundantes, dentro da média normal, e há uma maior quantidade de água disponível para irrigação das lavouras. É possível que haja aumento da área plantada”, projeta o pesquisador Júlio Albrecht, da Embrapa Cerrados.

Vantagens do sequeiro

Entre as vantagens do plantio do trigo sequeiro nos sistemas agrícolas da região estão a quebra de ciclos de pragas e doenças de solo, como as provocadas pelos fungos Fusarium spp., o aumento na produtividade da cultura de verão posterior, o fornecimento de palhada para cobertura do solo e a supressão de plantas daninhas, incluindo as resistentes ao herbicida glifosato.

“Com o trigo sequeiro inserido no sistema com a soja, há vários benefícios, como a rotação de culturas, a proteção do solo durante o inverno e uma palhada de qualidade. Além disso, existe a possibilidade de renda para o produtor. No ano passado, a chuva ajudou e a média de produtividade na região ficou em 35 sc/ha, sendo que alguns produtores da região obtiveram 50 sc/ha”, comenta o pesquisador Jorge Chagas, da Embrapa Trigo.

Segundo o pesquisador, o surgimento de cultivares mais tolerantes à seca e à brusone, como a BRS 404, material desenvolvido pela Embrapa para a região, também tem favorecido o aumento da área de trigo sequeiro no Planalto Central. A cultivar, por sinal, tem tido boa aceitação por parte dos moinhos, visto que um dos seus atributos é a boa qualidade de farinha para a panificação. “A procura por sementes da nova cultivar teve um aumento significativo em relação à última safra, tanto que as sementes estão praticamente esgotadas”, aponta Júlio Albrecht, pesquisador da Embrapa Cerrados.

“No ano passado, os produtores de trigo na safrinha ficaram satisfeitos com a produtividade e a qualidade dos grãos. Este ano, até o momento, as lavouras de trigo estão tendo um bom desenvolvimento das plantas, muito em função da distribuição adequada das chuvas durante o ciclo da cultura”, observa Albrecht. “A janela de plantio do milho safrinha não é a mesma do trigo e os produtores estão buscando novas alternativas de diversificação em vez do plantio tardio do milho safrinha”, completa Jorge Chagas.

“O problema aqui é a cigarrinha do milho, o que limita um pouco o plantio, e a janela de plantio vai até o fim de fevereiro. O sorgo é viável até certo ponto, mas não traz as melhorias que o trigo dá. Além disso, o sorgo concorre com plantas daninhas e não há um herbicida para folha estreita para essa cultura. No caso do trigo, existe produto específico, então temos essa facilidade de manejo”, diz o produtor José Guilherme Brenner, do PAD-DF.

Ele incluiu o trigo sequeiro no sistema da propriedade na safra de 2016, quando plantou 15 ha. Desde então, a área plantada em rotação com feijão em sequeiro tem aumentado a cada safra – neste ano são 180 ha. No ano passado, a produtividade alcançou teto de cerca de 50 sc/ha, quando foram plantados 120 ha, e o trigo foi vendido a um bom preço para um moinho da região.

Mas o principal benefício observado por Brenner não está na cultura isolada, e sim, no sistema de rotação de culturas. “A rotação melhora o ambiente do solo, que fica protegido por uma palhada muito boa. Tivemos aumento da produtividade no feijão que é rotacionado com o trigo. O plantio da cultura de verão no ano seguinte, após o trigo, não só tem um resultado agronômico interessante, como também a  operação de plantio sobre a palhada do trigo é muito mais fácil”, observa.

Alto potencial produtivo no irrigado

O pesquisador Júlio Albrecht observa que os produtores estão mais preparados para o controle preventivo da brusone, principal doença que afeta o trigo irrigado no Brasil Central. A janela de plantio do trigo irrigado plantado na região corresponde ao período entre 10 de abril e 31 de maio, sendo que a maioria dos produtores tem realizado o plantio na primeira quinzena de maio. “Eles têm obtido maior produtividade em função das temperaturas mais baixas, que favorecem o desenvolvimento das plantas, principalmente na fase do perfilhamento, além de minimizar a ocorrência da brusone”, observa.

A principal cultivar utilizada na região continua sendo a BRS 264, da Embrapa. Ela está sendo usada nos sistemas irrigado e sequeiro.  “A cultivar é a mais plantada das áreas de trigo do Cerrado do Brasil Central por ser mais produtiva, precoce e de excelente qualidade industrial para panificação”, diz Albrecht, acrescentando que a BRS 394, lançada em 2016, vem conquistando espaço nas lavouras gradativamente, em função do alto potencial produtivo e da qualidade dos grãos para a panificação.

No ano passado, a produtividade média do trigo irrigado na região ficou em torno de 100 sc/ha, com produtores alcançando 130 sc/ha, principalmente com o plantio da cultivar BRS 264. As expectativas para 2019 são de uma produtividade ainda maior, principalmente devido à maior quantidade de água disponível para a irrigação. “Os produtores poderão irrigar as lavouras normalmente, sem necessidade de racionamento, como ocorreu na última safra”, aponta Albrecht.

Mercado

Responsável técnico da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (COOPA-DF), Cláudio Malinski informa que os cerca de 30 produtores cooperados que normalmente entregam trigo no moinho da entidade plantaram 8 mil ha de trigo safrinha em 2018, com produtividade média de 35 sc/ha. Neste ano, a área plantada é de 10 mil ha. Já o trigo irrigado foi plantado em 4 mil ha no ano passado pelos cooperados, que obtiveram produtividade média de 105 sc/ha. Para 2019, a expectativa é de aumento dessa área para 4,5 mil ha, que se somará a outros cerca de 8 mil ha cultivados por produtores não cooperados da região.

“No ano passado, como em 2017, a produção excedeu nosso consumo e vendemos o excedente para outras empresas. A tendência é sobrar mais trigo”, diz, comentando sobre o expressivo aumento da área plantada com trigo sequeiro na região. No trigo irrigado, a área plantada também deve aumentar, substituindo parte das áreas antes cultivadas com feijão, em função do elevado custo dessa cultura e da diminuição dos preços nos últimos dias.

Em 2018, os valores da tonelada do trigo negociados pela COOPA-DF ficaram entre R$ 800,00 e R$ 940,00. Para este ano, os valores também não devem ficar inferiores a R$ 800,00 a tonelada. “Por menos que isso, ficaria mais barato que o trigo do Sul do Brasil. E sabemos que o nosso trigo é de alta qualidade”, afirma.

Segundo Malinski, a grande preocupação para a atual safra é quanto ao controle da brusone e de outras doenças de espiga e de folhas. A cooperativa tem feito uma série de recomendações aos produtores, como aplicações preventivas (de fungicida) aos 30 dias para evitar fontes de inóculo e adubação com silício. “Queremos que o produtor invista nas melhores tecnologias para controlar as doenças. Se conseguirmos, o trigo vai estourar na região”, prevê, apostando, em caso de sucesso, em produtividades de 40 sc/ha para o sequeiro e de 105 a 110 sc/ha para o irrigado.

Cuidados com o clima

Segundo o pesquisador Vanoli Fronza, da Embrapa Trigo, a definição da época de semeadura do trigo de sequeiro é um processo complicado: “O produtor precisa plantar cedo para aproveitar o período de chuvas, mas se antecipar muito a semeadura aumenta o risco de brusone”. Ele explica que a Embrapa, além de buscar maior nível de resistência à brusone, tem trabalhado no desenvolvimento de cultivares que apresentem ciclo vegetativo mais longo até o espigamento, mas que o ciclo total da cultivar seja semelhante às cultivares de ciclo médio. Assim, estas cultivares seriam plantadas no final de fevereiro/início de março, aproveitando melhor as chuvas do final da estação chuvosa, e iriam espigar apenas no mês de maio, quando o risco de ocorrência de brusone é bem menor. 

O produtor Eduardo Abrahim, que acompanha lavouras em MG e GO, avalia que o período chuvoso em março e abril colaborou com as operações de semeadura e desenvolvimento inicial das plantas, porém aumentou muito as condições favoráveis ao inóculo da brusone: “estamos investindo em aplicações preventivas de fungicida. Para escape da doença, dependemos da chegada do frio na região, no mínimo duas semanas de temperaturas mais amenas para evitar a brusone”. 

 Além disso, conforme o pesquisador Joaquim Soares Sobrinho, da Embrapa Trigo, as intensas chuvas nos meses de março e abril deste ano, associadas às temperaturas mínimas mais elevadas, causaram alta incidência de manchas foliares, abrindo lesões nas folhas que permitiram também a entrada de bactérias, o que está sendo o motivo da perda de muitas lavouras de trigo em Goiás, nas quais o fungicida não foi aplicado no início do aparecimento dos sintomas. 

De acordo com o pesquisador João Leodato Nunes Maciel, da Embrapa Trigo, as bactérias podem ser favorecidas por uma série de condições do ambiente, como clima ou, até mesmo, cultivar. Ele explica que, como cada cultivar responde diferentemente à infecção, não é possível especificar ainda qual o potencial de dano que a bacteriose pode causar no rendimento das lavouras da região. “O importante é o produtor saber que, ao contrário das manchas foliares, os fungicidas não servem para o controle das bactérias, que podem continuar no ambiente mesmo após a aplicação do defensivo. No Brasil, ainda não existem bactericidas indicados para cereais de inverno”, afirma Maciel. No entanto, lembra o pesquisador, nesta época o produtor deve fazer uma aplicação para controlar fungos e prevenir doenças de espiga: “em algumas lavouras com cultivares suscetíveis a manchas, a infecção por outros patógenos, incluindo bactérias, pode ser favorecida devido à maior debilidade da planta, sendo então necessário continuar o controle para as demais doenças e não superestimar o potencial de dano causado pela bactéria”. 

Lançamentos

O pesquisador Júlio Albrecht informa que duas novas cultivares adaptadas à região, em desenvolvimento há cerca de sete anos, devem ser lançadas nos próximos anos. Em 2020, a Embrapa deve disponibilizar uma cultivar de trigo sequeiro mais tolerante ao calor e à seca, de alta adaptação, com boa tolerância à brusone e ao complexo de manchas foliares, além de elevada produtividade. 
Para o ano seguinte, está previsto o lançamento de uma cultivar de trigo irrigado com elevado potencial produtivo, tendo alcançado produtividades de até 9t/ha (ou 150 sc/ha) em ensaios, assim como elevada força de glúten (W acima de 300), sendo, portanto, um trigo melhorador, em atendimento à demanda dos moinhos.

Saiba mais sobre o cultivo do trigo em Minas Gerais na entrevista com o pesquisador Vanoli Fronza.

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MERCADO DA SOJA POR MERCADO MERCANTIL CORRETORA - Vídeos, Bolsa Brasileira de Mercadorias - BBM

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Quando a China compra menos soja, toda cadeia é impactada. Confira a análise do atual cenário da oleaginosa em entrevista concedida por Ovídio Ferronato, da Mercado Mercantil Corretora, uma das mais de 130 corretoras associadas à Bolsa Brasileira de Mercadorias. A entrevista foi exibida em abril no programa Bom Dia Produtor, do Canal do Boi, uma emissora da rede SBA.

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AGRICULTURA APROVA PROPOSTA QUE CRIA DELEGACIA DE CRIMES RURAIS EM CIDADES COM MAIS DE 95 MIL HABITANTES - Textos, Câmara dos Deputados

Fonte: Câmara dos Deputados

Agricultura aprova proposta que cria delegacia de crimes rurais em cidades com mais de 95 mil habitantes

Lucio Mosquini: precisamos agir com rapidez e eficiência para mitigarmos esse problema que aflige as famílias que residem no campo

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou o Projeto de Lei 365/19, que obriga a criação de delegacias especializadas em crimes rurais em cidades com mais de 95 mil habitantes.

Conforme o texto, 333 municípios deverão ser atendidos, em regiões mais afastadas das capitais e das aglomerações urbanas.

O relator na comissão, deputado Lucio Mosquini (MDB-RO), recomendou a aprovação. “Tenho certeza de que em Rondônia os indicadores de crimes cometidos na área rural são também aterrorizantes”, afirmou. “Precisamos agir com rapidez e eficiência para mitigarmos esse problema que aflige as famílias que residem no campo e trabalham para produzir alimentos”.

A proposta em análise na Câmara dos Deputados é de iniciativa do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), que reapresentou projeto com teor semelhante arquivado ao final da legislatura passada (PL 10149/08). “A insegurança no campo atingiu níveis inaceitáveis”, disse o parlamentar.

Segundo dados da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), com informações obtidas junto às secretarias estaduais de Segurança Pública, apenas nos estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso foram registrados 70.966 furtos e roubos em 2017 e 2018.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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PROGRAMA TERRA SUL- 05/05/2019 - Vídeos, Terra Sul

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No Terra Sul de hoje conheça verdades e mitos sobre a Macela, saiba as ações do setor leiteiro para a produção de um leite mais seguro. Também aprenda a preparar uma receita deliciosa de Ovelha Grega e assista um vídeo da Emater tirando dúvidas sobre os Morcegos, além da nossa tradicional Agenda de eventos, trazendo o que acontece na região sul do Rio Grande do Sul.

Direção/produção: Francisco Lima.

Apresentação: Francisco Lima.

Edição: Laryssa Yasmin.

Imagens: Ana Tailise Estevão, Felipe Rosa, Fernando da Silva, Gabriel de Bem, Manuela Bergamin.

Reportagens: Francisco Lima, Catarine Thiel, Felipe Rosa, Laryssa Yasmin, Jaqueline Lamego.

Exibição: 05/05/2019.

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EMATER RESPONDE: MORCEGOS – PROGRAMAS TERRA SUL - Vídeos, Terra Sul

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No quadro Emater responde dessa edição, saiba como afastar os morcegos da propriedade. Confira!

Reportagem: Marta Tejera

Edição: Wesley Andriel

Imagens: Paulo Carneiro

Exibição: 05/05/2019.

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RECEITA: OVELHA GREGA – PROGRAMA TERRA SUL - Vídeos, Terra Sul

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A receita de hoje é em parceria com a Embrapa Pecuária Sul! Aprenda a preparar o prato Ovelha Grega!

Reportagem: José Carlos Ferrugem (Pesquisador Embrapa)

Edição: Felipe Rosa, Gabriel de Bem

Imagens: Ana Tailise Estevão, Felipe Rosa, Gabriel de Bem, Manuela Bergamin

Exibição: 05/05/2019.

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PUBLICAÇÃO DA SEMANA: BIOSSEGURIDADE NA BOVINOCULTURA LEITEIRA – PROGRAMA TERRA SUL - Vídeos, Terra Sul

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Ainda falando sobre segurança do leite, no quadro publicação da semana dessa edição nós trazemos o livro “Biosseguridade na Bovinocultura Leiteira”. Esse material é voltado a técnicos e produtores. E traz informações e um conjunto de práticas de manejo para diminuir as chances de transmissão de doenças que podem comprometer a segurança do leite e derivados.

Acesse a publicação da Embrapa: http://bit.ly/2VsN9fw

Texto: Francisco Lima

Imagens: Fernando da Silva

Exibição: 05/05/2019.

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CURIOSIDADES: MACELA – PORGRAMA TERRA SUL - Vídeos, Terra Sul

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Hoje nós trazemos curiosidades de uma planta muito usada para chá aqui no Rio Grande do Sul. Conheça agora os costumes que envolvem a macela e algumas dicas de cuidados com essa planta.

Reportagem: Catarine Tlhie

Edição: Catarine Tlhie

Imagens: Catarine Thiel, Fernando da Silva

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PARTICIPE DO LEILÃO GENÉTICA JATOBÁ PECUÁRIA - Vídeos, ABCZ

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Venha garantir genética melhoradora para o seu rebanho com a Feira Pró-Genética de Salinas/MG que ocorrerá no dia 10/05. Muita genética melhoradora espera por você!Não perca!

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EMBARÉ LANÇA LINHA DE QUEIJOS CAMPONESA E NOVAS EMBALAGENS PARA A LINHA DE LATICÍNIOS - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

A Embaré, sexta maior empresa de lácteos do país e detentora da marca Camponesa, acaba de lançar vários produtos durante a Apas Show 2019, maior feira supermercadista do Brasil. Uma das novidades é o lançamento de uma linha de queijos composta pelos tipos: queijo minas meia cura, queijo minas padrão, queijo muçarela em barra, queijo parmesão (inteiro,fracionado e ralado 50g); e queijos processado nos sabores bacon, cheddar e cebola caramelizada.   “Com a produção da nova linha de queijos, a Embaré realizou uma expansão fabril com investimentos de aproximadamente 15 milhões de reais e agora conta com nova unidade em Santo Antônio do Monte, em Minas Gerais”, comenta o diretor Industrial, Vinícius Rezende.

A empresa já possui fábrica em Lagoa da Prata, na região Centro-Oeste de MG, com cerca de 37,5 mil m² de área construída e capacidade de processamento de 2,4 milhões de litros de leite por dia.   Além dos lançamentos na linha de queijos, a Camponesa também apresenta sua linha de produtos lácteos com uma nova identidade visual, mais moderna e atual. “Essa mudança se fez necessária para acompanhar tendências de mercado. As novas embalagens possuem cores vibrantes, traços modernos e ilustrações realistas, o que certamente trará mais destaque para nossos produtos no ponto de venda”, comenta o diretor- presidente da Embaré, Romero Marinho.   Na linha de caramelos, a Embaré, que atualmente já exporta seus produtos para mais de 45 países, apresenta novos sabores e formatos. As novas caixas displays e sticks, os saborosos caramelos de leite, chocolate laranja e ainda outros sabores, prometem encantar os visitantes que forem ao estande da Embaré. Os novos formatos foram desenvolvidos pensando na ampliação dos canais de vendas, como lojas de conveniência, restaurantes, padarias etc.   O gerente de inovação, Cássio Castro, comemora o lançamento do e-commerce para venda de caramelos e produtos da marca Camponesa. “Os apaixonados pelos caramelos Embaré agora podem adquirir os produtos pela internet e receber em casa, com comodidade e conforto, o sabor irresistível que todos já conhecem há mais de 80 anos. Essa também é uma novidade que estamos divulgando na APAS”. No site loja.embare.com.br estão à venda as linhas tradicional, premium, recheados, iogurte, toffees, balas, além de embalagens e kits especiais para presente. Também é possível realizar, através do site, seu orçamento para compra de embalagens personalizadas. Além disso, a nova loja oferece alguns produtos da Camponesa, como o doce de leite e o EmbareKids.   Oito décadas de história   Sexta maior empresa de lácteos do país, a Embaré Indústrias Alimentícias S.A. atua no mercado há quase 84 anos e hoje possui aproximadamente 1.600 funcionários. Detentora da marca Camponesa, possui fábrica em Lagoa da Prata, na região Centro-Oeste de MG, com cerca de 37,5 mil m² de área construída e capacidade de processamento de 2,4 milhões de litros de leite por dia. Na área de confeitaria, possui capacidade produtiva de 2 mil toneladas por mês. Além da ampla linha de produtos lácteos, a empresa produz os tradicionais caramelos, que são hoje exportados para 45 países nos cinco continentes.   Tradicional na comercialização de leite em pó no Nordeste do Brasil, a Camponesa ocupa hoje o terceiro lugar neste mercado com 22,0 de Market Share (Fonte Nielsen – Market Share YTD, Março 2019). No Estado de Pernambuco, o destaque é ainda maior, com 61,9 de participação de mercado. Em Minas Gerais, a empresa está entre as três marcas mais vendidas de leite UHT e é líder de mercado na região metropolitana de Belo Horizonte. 

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EMBRAPA PROMOVE CURSO DE ULTRASSONOGRAFIA EM REPRODUÇÃO BOVINA - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Entre os dias 14 e 16 de maio acontece na Embrapa em Campo Grande (MS), o Curso de Ultrassonografia na Reprodução Bovina, ministrado pelos médicos-veterinários Ériklis Nogueira e Alesssandra Nicácio, pesquisadores da Empresa e especialistas em reprodução bovina. Com vagas limitadas, as inscrições estão abertas pela internet e o treinamento é voltado para acadêmicos e veterinários.

A programação está dividida em teoria e prática.

Na teórica, conceitos de anatomia, fisiologia, princípios de funcionamento e ajustes dos equipamentos serão relembrados. Já na prática, os alunos terão a oportunidade de praticar os exames e diagnósticos. “A teoria serve para oferecer uma base de nivelamento e a prática, desenvolver as habilidades”, definem os organizadores Nogueira e Nicácio. Entretanto, é possível o participante realizar somente a parte teórica, dependendo da sua necessidade.

Já o objetivo dos pesquisadores é capacitar os profissionais para o uso da técnica de ultrassonografia na reprodução, em especial, o trato genital feminino. Eles ressaltam que a ultrassonografia é uma importante ferramenta para diagnósticos precisos. Na reprodução animal ela permite diagnósticos precoces, ao redor de 30 dias, além da viabilidade do feto e da possibilidade de sexagem fetal ao redor de 60 dias de gestação.

Um dos avanços recentes da tecnologia é o doppler. “Essa metodologia permite avaliar a qualidade de irrigação sanguínea que o corpo lúteo tem e permite um diagnóstico de gestação mais precoce ainda”, afirma Nicácio. De acordo com Nogueira, a técnica pode ser utilizara para definir estratégias da fazenda, saber quando e quantos animais serão descartados, se é possível fazer desmama nas fêmeas e diversos outros benefícios.

“O criador que usa essa técnica acha muito rápido e muito fácil de se fazer pelo custo, que não se eleva demais em comparação com o que se paga pela viagem de um veterinário até a fazenda sem fazer ultrassom. E você tem uma grande vantagem na antecipação do diagnóstico”, explica o pesquisador. “Com o aumento da precisão e rapidez no diagnóstico, o produtor pode antecipar o descarte de animais e diminuir erros na avaliação ginecológica. A técnica favorece a intensificação da pecuária, beneficiando a eficiência de programas de inseminação e transferência de embriões”.

Segundo Nicácio, o trabalho com a ultrassonografia também oferece uma abertura de mercado ao médico veterinário. “Esse profissional agora tem um serviço a mais para oferecer: a sexagem fetal (…). E tem muito produtor que tem interesse nesse procedimento e paga pelo serviço.

Trabalhos em reprodução animal
A Embrapa reforçou recentemente a equipe de pesquisadores que investiga a reprodução bovina em Campo Grande com o intuito de desenvolver oportunidades para que os produtores obtenham diagnósticos precisos, reduzindo as perdas ao mínimo possível. “Para que a gente consiga dar o próximo salto, temos que empregar ferramentas que permitam absorver o máximo de eficiência reprodutiva, genética e alimentar que o sistema nos oferece hoje. Nesse sentido, ter um preciso diagnóstico de gestação e acompanhamento desse processo gestacional se torna decisivo para que o produtor maximize seus resultados“, descreve o chefe-geral da Embrapa Pantanal, Jorge Lara.

A partir disso, os especialistas pretendem continuar com os estudos em Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF), utilizando mais ultrassonografia de ovários, e aprofundar os experimentos em biotecnologia, com produção de embriões in vitro. Isso tudo sem deixar de lado os trabalhos em andrologia, refrigeração e congelamento de sêmen. Outra possibilidade, pouco explorada, é a reprodução ovina.

Atualmente os veterinários que integram o grupo de reprodução bovina da Embrapa são: Alessandra Nicácio da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande-MS), Ériklis Nogueira e Juliana Correa Borges Silva da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS). Eles ainda têm o anseio de ampliar a oferta de capacitações ao público, permitindo maior troca entre pesquisa, assistência técnica e extensão rural. A próxima será o Repronutri, simpósio de reprodução e nutrição animal, que chega à sua 4ª edição nos dias 25 a 27 de setembro.

Serviço: Curso de Ultrassonografia na Reprodução Bovina
Data: 14 a 16 de maio de 2019
Local: Embrapa Gado de Corte – Avenida Rádio Maia, 830, Zona Rural, Campo Grande (MS)
Informações: 67 3368-2041

Clique aqui para ver esta matéria na íntegra em Embrapa.

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