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terça-feira, 21 de maio de 2019

POR QUE TANTAS MÃES SOFREM COM A CULPA MATERNA? – CONEXÃO - Vídeos, Canal Futura

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Há possibilidade de ser mãe e não sentir culpa? Como este sentimento deve ser encarado? Por que tantas mães sofrem com a culpa materna? Estas são algumas das perguntas respondidas neste bate-papo.

Entrevistados: Cintia Aleixo, psicóloga perinatal; Camila Perlingeiro, editora Mundo Ovo

Apresentação: Karen de Souza

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CPI CONVOCA DIRETOR DA ANM E SECRETÁRIO DE MEIO AMBIENTE DE MG - Textos, Senado Federal

Fonte: Senado Federal

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Brumadinho ouve na próxima quinta-feira (23) o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Victor Hugo Froner Bicca, e o secretário de Meio Ambiente de Minas Gerais, Germano Luis Gomes Vieira. Eles foram convocados para prestar esclarecimentos sobre o rompimento da barragem da companhia Vale S.A., que matou 241 pessoas e deixou 29 desaparecidas em janeiro deste ano.

Os requerimentos de convocação foram apresentados pelo relator da CPI, senador Carlos Viana (PSD-MG).




Ele lembra que a ANM é responsável por fiscalizar as atividades de mineração no país. “É necessário esclarecer se houve falhas e/ou omissões no cumprimento desse papel em relação à barragem da mina Córrego do Feijão. É preciso saber se a ANM promoveu as fiscalizações regulares e se tomou todas as ações necessárias para impedir a tragédia”, afirma.

Carlos Viana argumenta ainda que coube à Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais receber e avaliar o projeto de expansão da mina, bem como emitir as licenças necessárias. “Sabe-se que o projeto foi aprovado em meio a muita controvérsia, um mês antes da tragédia. Diferentes versões surgiram sobre os critérios adotados na concessão dessas licenças. É necessário esclarecer se a expansão guarda alguma relação com a ocorrência do desastre”, pondera o relator.

A CPI é presidida pela senadora Rose de Freitas (Pode-ES).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)



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TESTE - Vídeos, Canal Rural

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FEIJÃO-CAUPI E GIRASSOL SÃO APRESENTADOS COMO OPÇÕES DE SAFRINHA EM PARAGOMINAS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

A Embrapa Amazônia Oriental apresenta opções de cultivos para safrinha na Show Agro, feira agropecuária que acontece na sede da Coopernorte (Rodovia BR 010, Km 15), município de Paragominas. Desta quarta (22) até sábado (25), os visitantes do evento poderão ver o desempenho de cultivos de girassol, feijão-caupi, gergelim, feijão carioca e grão-de-bico. Os dois primeiros já possuem dados e indicações para o cultivo, enquanto os demais estão no primeiro ciclo de avaliação.

De acordo com o pesquisador Roni de Azevedo, da Embrapa Amazônia Oriental, as condições climáticas da região tornam arriscado o plantio de milho após a colheita da soja, principal safra em Paragominas.




“Soja tem um ciclo de 110 dias, dependendo da cultivar, e milho, 110 a 120 dias. Então nosso período de chuvas não é o suficiente para garantir boa produtividade para essas duas culturas”, explica o pesquisador. Já o ciclo do feijão-caupi, por exemplo, é de cerca de 70 dias, o que o torna uma opção segura para safrinha.

Além das indicações para safrinha, o espaço da Embrapa na Show Agro também apresenta as cultivares de soja lançadas pela empresa, BRS 9180 IPRO e BRS 9383 IPRO, e variedades de mandioca que podem ser trabalhadas com cultivo mecanizado.

ILP – A Embrapa também participa da programação de palestras da Show Agro. Na quinta-feira (23), às 9h, o pesquisador da Embrapa Cerrados Robélio Marchão fala sobre Integração Lavoura-Pecuária.



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PESQUISA CONTRIBUI COM ESTUDO DE VARIEDADES E BOAS PRÁTICAS PARA CERTIFICAÇÃO DO ARROZ - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

    Entre os dias 14 a 16 de maio a Embrapa Clima Temperado participou da Expoarroz Tech 2019 ao contribuir com palestras em debates técnicos. O evento promoveu a integração entre os elos da cadeia produtiva do arroz, tendo como foco a discussão de assuntos pertinentes ao setor de exportação e comercialização. O evento aconteceu no Centro de Eventos Fenadoce, em Pelotas/RS.

As palestras do fórum tiveram o objetivo de discutir a agregação de valor, uma aconteceu no primeiro dia do evento e discutiu a Identificação varietal na classificação do arroz beneficiado: Agregação de valor, a outra no último dia do evento abordou Brasil Certificado – agregação de valor à exportação do arroz.

Identificação varietal na classificação do arroz beneficiado

    O objetivo deste painel foi discutir a criação de uma normativa de classificação aos grãos de arroz premium ou nobres.




Estes são denominados assim por possuírem melhor qualidade, tanto no beneficiamento como no consumo, além disso, eles se encaixam na preferência do brasileiro que é por um arroz longo fino, de fácil cocção, e que fique macio e solto após o cozimento.

 “A identificação varietal, quer dizer que, a embalagem irá apresentar o nome da variedade do arroz, justamente para valorizar essas que são nobres, para quando o consumidor chegar na gôndola do supermercado não ver tudo misturado, como acontece hoje, em que todas as variedades são misturadas desde a colheita até o processamento, e assim, não se sabe quais as variedades que estão dentro do pacote. Queremos evoluir na cadeia do arroz com esse objetivo, visando valorizar todos os segmentos envolvidos, sendo produtor, indústria e mercado”, explica o pesquisador Ariano Magalhães.

Durante o painel, o pesquisador apresentou como acontece o melhoramento genético que resulta nas variedades consideradas premium ou nobres. “Para se obter grãos com essa qualidade é necessário que as cultivares possuam essas características, pois elas não as alcançam através do manejo”, considerou Magalhães. Após, a auditora fiscal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Fátima Parizi apresentou as normativas que regem a classificação do arroz atualmente e salientou que a cadeia do arroz é uma das mais organizadas em questão de qualidade e classificação.

Brasil Certificado – agregação de valor à exportação do arroz

    O último painel com participação da Embrapa contou com a presença da pesquisadora Maria Laura Turino Mattos, que falou sobre a certificação oficial para os produtos brasileiros, que é o programa Brasil Certificado.  Através, desta marca os produtos brasileiros das cadeias que aderem a este programa recebem ao praticar todas as boas práticas agrícolas, as boas práticas de fabricação, que passam a ser auditadas, e a partir daí, uma certificadora acreditada pelo Inmetro, irá certificar os produtos. “Depois de 2016, quando saiu a regulamentação normativa da Produção Integrada do Arroz (PIA), estamos trabalhando para sensibilizar produtores e indústria a adotar este programa, já que o Brasil vive um momento especial de mercados externos abertos, como o caso de conquista pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(Mapa), do mercado do México para exportação do arroz do Rio Grande do Sul”, lembrou Mattos.

    Segundo a pesquisadora os demais países também exigem certificações fitossanitárias e ambientais. “Eles também colocam barreiras. Se o arroz brasileiro estiver integrado ao programa Brasil Certificado oficialmente, respaldado pelo Mapa, e as acreditadoras certificadas pelo Inmetro, nós vamos ter mais facilidades e vamos conquistar outros mercados para o arroz gaúcho”, defendeu Mattos.

Maria Laura Mattos disse que a realidade é de exportação do arroz brasileiro e que hoje a cadeia produtiva tem condições de aderir a PIA. “Tem condições de se certificar, a indústria também, e conquistar mais países da comunidade europeia, que exige essas certificações oficiais de governos”, ponderou Mattos.

Os desafios da certificação

Para a pesquisadora Maria Laura Mattos um das dificuldades a serem vencidas é o reconhecimento da necessidade de precaução de problemas futuros pelos produtores e indústria ao adotarem as práticas do programa Brasil Certificado. “Eles se prepararam e já estão preparados para a conquista de novos mercados. O desafio é somente aderir. Essa adesão é voluntária. Eles estão prontos. A maior parte dos requisitos já estão sendo praticados pela produção e pela industrialização. Só haverá benefícios, principalmente, para os consumidores”, destacou Mattos.

 
 



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COMO O EMPREENDEDOR PODE EXPORTAR SEUS PRODUTOS? – ACERTE O PASSO - Vídeos, Canal Futura

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Gabriel quer saber como os pequenos e os microempreendedores fazem para internacionalizar seus negócios. A Patrícia Liz, consultora de negócios do Sebrae, deu dicas de como orientá-lo. Confira e #AcerteoPasso

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FESTIVAL PINT OF SCIENCE DIVULGA CIÊNCIA EM BARES DE 85 CIDADES BRASILEIRAS - Vídeos, Canal Futura

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O evento discute, em palestras e apresentações de cientistas, temas como saúde mental, genética e vida em Marte. A programação é gratuita e vai até o dia 22 de maio.

Apresentação: Meriene Mazzei

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ESTADO DA BAHIA RECEBE URT CARNE CARBONO NEUTRO - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa
O Recôncavo Baiano é o mais novo local de instalação de Unidades de Referência Tecnológica (URT) da Embrapa. O objetivo é avaliar a produção de bovinos de corte em sistema silvipastoril para a produção de Carne Carbono Neutro (cria, recria e terminação), em solos do tipo Massapé, até 2021. Os pesquisadores da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande-MS) e Florestas (Colombo-PR) contam com suporte da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia para conduzir os experimentos.




“A URT é uma das formas que a Embrapa encontra de transferir as tecnologias usadas dentro dos nossos centros para o meio rural. A implantação do ILPF é o meio utilizado para efetivar essa troca. Para os animais, há um aumento de produtividade, pois, com a existência das árvores, conseguimos oferecer um conforto térmico, por exemplo, e isso impacta na qualidade da carne produzida nessa fazenda”, explica a pesquisadora da Embrapa e um das responsáveis pela proposta Fabiana Villa.

Para o pecuarista, Emílio Azevedo, proprietário de uma fazendas onde uma das URT será instalada, “a Embrapa nos apresentou os resultados que já foram obtidos em outros estados e, por já ter uma vivência com outras ações de preservação ambiental, decidimos implementar aqui. A expectativa é que, ao fim do ciclo do eucalipto, possamos ter uma renda adicional com a colheita do eucalipto”, acredita Azevedo.

A área da URT tem ao redor de 15 hectares e nela os pesquisadores monitorarão os componentes solo, forrageiro, microclimático, animal e socioeconômico do sistema para ao fim “sistematizar informações referentes ao microclima, produção forrageira, carbono no solo, desempenho animal e socioeconomia, visando o cálculo da neutralização de gases de efeito estufa, no Recôncavo Baiano”, detalha Roberto Giolo, pesquisador da Embrapa. O engenheiro agrônomo ainda comenta que a espécie forrageira empregada será braquiária; a arbórea, eucalipto; e os animais, raça Nelore.

Villa e Giolo ressaltam que o trabalho focará nas possibilidades dos sistemas integrados para a região Nordeste do País, onde é possível além do uso de gado de corte e eucalipto integrar bovinos de leite e ovinos com espécies frutíferas ou nativas, por exemplo, como componente florestal. Com iniciativas ainda incipientes na região, eles apostam no potencial de crescimento da tecnologia.

Carne carbono neutro
A carne carbono neutro (CCN) é produzida em sistemas integrados com a presença de árvores plantadas, que são responsáveis pelo sequestro de carbono e possibilitam a neutralização da emissão de metano dos animais em pastejo, além de proporcionar conforto térmico ao gado. O foco do sistema é o componente florestal.

Os pesquisadores avaliam que há elevado potencial de gerar produtos direcionados para o segmento premium, seja para mercados de nicho no Brasil ou para exportação atendendo às exigências por práticas sustentáveis do mercado europeu, por exemplo. Estima-se que, no Brasil, o conceito CCN pode atingir 1,5 milhão de hectares ou 1 do rebanho brasileiro, o que equivale a aproximadamente 2,2 milhões de cabeças de gado.



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GOVERNO DEVE REDUZIR INVESTIMENTOS PARA O PLANO SAFRA - Vídeos, Bolsa Brasileira de Mercadorias - BBM

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O governo federal tem sinalizado desde o ano passado que vai reduzir a partir deste ano, os gastos com financiamento ao agronegócio. Técnicos dos ministérios da Agricultura e da Economia já admitiram que a taxa de juros do Moderfrota. A principal linha de crédito para compra de máquinas agrícolas terá juros mais altos já a partir deste ano. Sobre este assunto, o jornalista Valter Puga Júnior, conversou em São Paulo nos estúdios do Canal do Boi na sede da Bolsa Brasileira de Mercadorias, com o professor da Fundação Getúlio Vargas, Ademiro Vian.

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PALESTRA GESTAO CAFEEIRA DIA DE CONHECIMENTO COOXUPE - Vídeos, Revista Cafeicultura

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WHAT IS THE ADVANTAGE OF INFORMING CEPEA? TRANSPARENCY - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Players who participate in the spot market of fed cattle and are Cepea collaborators have exclusive access to a great variety of subjects, which are frequently updated and available in different formats and media platforms. Based on information provided by Cepea, different types of trades are closed, involving livestock products and aspects that are not always related directly to this area.

However, the biggest advantage for collaborators, people who inform Cepea voluntarily and on a daily basis about their trades, is not on the individual and specific use of the information provided by the Center, but on possible systemic results that can be obtained in a more transparent market.

Throughout the years, many actions have been established by Cepea, aiming to obtain improvements in the process of elaborating information on the fed cattle sector, such as the introduction of tools focused on the initial stage of this process, mechanisms that aim to clarify the level of commitment of players on elaborating price averages, methodological improvements, an exclusive channel to assist collaborators and others.

Besides traditional channels to gather trades, cattle farmers, offices and slaughterhouses currently have safe electronic ways to facilitate the transference of detailed data to Cepea basis.




The information, in turn, is part of the sample to calculate averages of different products.

Cattle raisers can inform trades of calf and ready-to-slaughter animals through an app, allowing data gathering even during daily activities at the farm. Slaughterhouses and offices, in turn, send information electronically. Cepea is engaged on working on the system integration to transmit data, facilitating the task to inform Cepea.

The formalization of a Code of Conduct highlights the participation – of both professionals from Cepea and collaborators – based on principles guided by ethical practices.

As for methodological improvements, the recent adjustment on statistical criteria to elaborate the ESALQ/[B]3 Index for fed cattle (São Paulo State, cash price), to verify the size of the sample concentration, for instance, according to the movement of the market, can be highlighted. Frequent adjustments of methodologies are performed, promoting the discussion with partners and the fed cattle sector, searching for ideal adequacies.

The restart of the process of producing quality information, however, occurs on a daily basis, with the collaborative and committed participation of every agent in the market. In a constant evolution cycle that brings maturity to the entire sector, quality information produce favorable results that spread all over the chain, reaching every link, every agent and, in a synergic movement, promote gains for the society as a whole.



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INFORMAR O CEPEA. O QUE GANHO COM ISSO? TRANSPARÊNCIA - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Agentes que participam do mercado físico pecuário e que são cadastrados como colaboradores do Cepea têm acesso exclusivo a um extenso conteúdo, de atualização frequente, disponibilizado em diferentes formatos e plataformas. Com base nessas informações fornecidas pelo Cepea, são realizados negócios de naturezas distintas, que envolvem tanto a comercialização de produtos pecuários como abordagens de quesitos que nem sempre estão diretamente relacionados à essa área.

No entanto, o ganho maior de quem informa voluntariamente sobre seus negócios realizados ao Cepea não está propriamente no uso individual e específico das informações disponibilizadas pelo Centro, e, sim, nos resultados sistêmicos possíveis de serem obtidos num mercado mais transparente.

Ao longo dos anos, uma série de ações tem sido estabelecida pelo Cepea, no intuito de obter melhorias do processo de elaboração das informações do setor pecuário, como a implementação de ferramentas voltadas à etapa inicial desse processo, mecanismos que visam esclarecer o nível de comprometimento dos envolvidos na elaboração das médias, aprimoramentos metodológicos, canal exclusivo para atendimento ao público (SAC), dentre outros.

Além dos canais tradicionais para captação de negócios, pecuaristas, escritórios de comercialização e frigoríficos dispõem, atualmente, de meios eletrônicos, sigilosos e seguros que facilitam a transferência de dados detalhados para a base do Cepea.




Essas informações, por sua vez, compõem a amostra para cálculo das médias dos diferentes produtos.

Negócios de reposição e para abate podem ser informados por pecuaristas via aplicativo do celular, o que permite o levantamento de dados do produtor mesmo durante a execução das suas atividades diárias na fazenda. Frigoríficos e escritórios, por sua vez, têm opção de encaminhar as efetivações ao Cepea em formato eletrônico. O Centro de Pesquisas se propõe, inclusive, a trabalhar na integração de sistemas para transmissão de dados, facilitando – também para a indústria – a tarefa de informar o Cepea.

A oficialização de um Código de Conduta evidencia a participação – dos profissionais do Centro de Pesquisas e de agentes colaboradores – pautada em princípios orientados por conduta ética.

Já no tocante às melhorias metodológicas, destaca-se o recente ajuste de critérios estatísticos para elaboração do Indicador do boi gordo ESALQ/B3, trazendo verificações que envolvem, por exemplo, o tratamento da concentração de amostra e a adequação de limites críticos, de acordo com o movimento do mercado. Revisões periódicas das metodologias passam a ser programadas, promovendo a discussão com parceiros e com próprio setor pecuário para busca de adequações necessárias.   

O reinício do processo de elaboração de informações de qualidade, contudo, acontece, diariamente, com a participação colaborativa e comprometida de cada agente de mercado.  Num ciclo de evolução constante que resulta no amadurecimento de todo o setor, as informações de qualidade geradas produzem resultados favoráveis que se estendem no âmbito de toda cadeia, alcançando cada elo, cada agente, e, num movimento sinérgico, promove ganhos para toda a sociedade.



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TRIGO: PREÇOS DE GRÃOS E DERIVADOS SE ENFRAQUECEM NO MERCADO INTERNO - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 21/05/2019 – Os preços do trigo em grão e dos derivados estão enfraquecidos no mercado brasileiro, de acordo com pesquisas do Cepea. Representantes de moinhos nacionais estão retraídos do mercado, indicando dificuldades no repasse dos custos da matéria-prima e dos fretes ao produto acabado. Esses demandantes alegam que as vendas tanto por parte das indústrias alimentícias como pelo varejo registram baixo ritmo, o que tem elevado os estoques e reduzido a necessidade de novas compras de grão no spot.




No mercado de derivados, enquanto parte dos agentes consultados pelo Cepea eleva os preços de venda, devido à maior cotação do grão importado e do alto custo de produção, outros reduzem os valores, no intuito de aquecer as vendas. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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ETANOL: PREÇO DO HIDRATADO SOBE, APÓS TRÊS SEMANAS EM QUEDA - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 21/05/2019 – De acordo com levantamento do Cepea, depois de três semanas consecutivas em queda, o preço do etanol hidratado voltou a subir no estado de São Paulo. Entre 13 e 17 de maio, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado fechou a R$ 1,6820/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins), aumento de 4,41 em relação ao período anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 1,9460/litro (sem PIS/Cofins), ligeira alta de 0,23 no mesmo comparativo. O suporte veio da continuidade da demanda aquecida das distribuidoras, em função da vantagem dos preços do biocombustível nas bombas frente à gasolina.




Além disso, a moagem vem ocorrendo de forma mais lenta neste início de safra em todo o Centro-Sul frente ao observado no mesmo período de 2018, o que se deve a questões técnicas e climáticas. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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AÇÚCAR: VENDAS SEGUEM ESTÁVEIS NO MERCADO SPOT DO ESTADO DE SP - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 21/05/2019 – O volume das vendas do açúcar cristal de melhor qualidade – Icumsa até 180 – seguiu estável no mercado spot do estado de São Paulo ao longo da última semana. De acordo com pesquisas do Cepea, a demanda não tem apresentado sinais de aquecimento para este tipo de açúcar, mesmo com a alta do dólar – vale lembrar que a moeda norte-americana elevada estimula as exportações e, consequentemente, reduz a disponibilidade doméstica. Segundo compradores consultados pelo Cepea, a parcela do açúcar fixada em contratos tem sido suficiente para dar andamento à produção industrial.




Entre 13 e 17 de maio, a média do Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, foi de R$ 70,57/saca de 50 kg, ligeira alta de 0,03 em relação à semana anterior (R$ 70,55/saca de 50 kg). Já para o mercado que envolve os tipos de açúcar de cor mais escura, houve aumento na quantidade negociada ao longo da última semana. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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BATATA: PREÇO CAI, MAS PERMANECE EM PATAMARES ELEVADOS - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 21/05/2019 – Entre 13 e 17 de maio, os preços da batata padrão ágata caíram nos principais atacados brasileiros. O produto foi comercializado em Belo Horizonte (MG) a R$ 134,02/sc de 50 kg, queda de 10,65 frente à semana anterior. No mercado do Rio de Janeiro, a baixa foi de 6,37 , a R$ 140,00/sc, no mesmo período de comparação. Em São Paulo, por sua vez, queda de 5,04 , a R$ 149,12/sc de 13 a 17 de maio. Apesar dos recuos, os valores negociados seguem em patamares elevados, já que a oferta continua pequena.




Esse movimento de baixa pode ser atribuído à qualidade, diferença na oferta entre o final e início da semana, devido às chuvas nas lavouras, estoques nos boxes e à menor liquidez do produto frente aos elevados preços. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br



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SEGURANÇA DOS ALIMENTOS É TEMA DE DEBATE DA REDE NUTRISSAN - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

A plataforma de ensino, pesquisa e extensão em Soberania, Segurança Alimentar e Nutricional (Plataforma NutriSSAN) realiza discussão sobre “Novas perspectivas e oportunidades em segurança dos alimentos” na próxima quarta (22) às 14h via ambiente virtual da Rede Nacional de Pesquisa (RNP). O objetivo do debate, que terá com palestrante o pesquisador Marcelo Bonnet Alvarenga (Embrapa Clima Temperado), é discutir perspectivas e oportunidades em segurança dos alimentos na visão do Portfólio “Alimentos: Segurança, Nutrição e Saúde”, e envolver na discussão instituições de pesquisa, ensino e extensão participantes da Plataforma NutriSSAN.

Para participar da discussão virtual, acesse este link. Confira as orientações de acesso ao final da matéria.

“Estes ambientes virtuais possibilitam uma discussão interdisciplinar interessante para que possamos identificar novas oportunidades de pesquisa, transferência de tecnologias, construção e avanço do conhecimento, e avaliar como os portfólios estão posicionados frente às tendências.




O Portfólio Corporativo “Alimentos: Segurança, Nutrição e Saúde”, da Embrapa, tem utilizado este ambiente para promover webconferências sobre temas ligados à Plataforma NutriSSAN, diretamente relacionada à Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, interagindo com diversas outras instituições ligadas ao assunto”, comenta Fernando Antonio Hello, pesquisador da Secretaria de Inovação e Negócios e um dos coordenadores do SIG Segurança dos Alimentos.

“A pesquisa agropecuária precisa estar antenada com as demandas sociais e de mercado. Temas como segurança dos alimentos, perdas e desperdício, direito humano à alimentação e nutrição adequadas, obesidade e dietética, entre outros, e a conexão da agricultura com a nutrição estão no foco do debate global, e os países que têm um setor agropecuário forte precisam acompanhar esta evolução para permanecerem competitivos do ponto de vista da sustentabilidade”, salienta Fernando. 

Para o pesquisador Marcelo Bonnet, “o fortalecimento das pesquisas em segurança dos alimentos no país, além de elevar a competitividade do setor agropecuário nacional, contribui decisivamente para a saúde pública nacional e mesmo mundial, visto o Brasil ser um dos maiores exportadores de alimentos. De fato, a segurança de alimentos deveria se tornar política prioritária de Estado, a exemplo do que acontece em países mais maduros”, comenta Marcelo.

A NutriSSAN é uma plataforma tecnológica de comunicação, interação virtual e cooperação em rede e se incorpora às estratégias de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (SSAN) como uma ferramenta de apoio na articulação e integração entre pesquisadores, extensionistas, estudantes e sociedade. A iniciativa é uma parceria entre o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e a organização social Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), inicialmente articulada em conjunto com o Ministério de Relações Exteriores. A RNP reúne grande expertise diante de experiências anteriores relacionadas à Rede Universitária de Telessaúde e Telemedicina (Rute).

O objetivo da NutiSSAN é apoiar a articulação em redes favorecendo a formação, a educação permanente e a atuação em pesquisa e extensão de modo colaborativo. O funcionamento da plataforma se dá pela animação e participação ativa de seus membros organizados em unidades e Grupos de Interesse Especial (SIGs). Os SIGs promovem sessões, por meio de videocolaboração, para debates, discussões de caso, aulas, pesquisas e avaliações a distância. 

Agenda de debates da rede NutriSSAN

Até o final do ano, o SIG Segurança dos Alimentos deve promover mais oito palestras e debates sobre temas de interesse do Portfólio Alimentos: Segurança, Nutrição e Saúde. No próximo dia 3 de julho, das 14h às 15h30, o consultor Jose Luis Tejon irá abordar “Indicadores mundiais sobre a sociedade e a alimentação”. A programação para os meses de agosto e setembro está em fase de confirmação. O último debate do ano, previsto para 11 de dezembro, será uma avaliação e projeções para 2020 do SIG Segurnça dos Alimentos, e terá como palestrantes os pesquisadores Alexandre Hoffmann (Embrapa Clima Temperado) e Maria do Socorro Bastos (Embrapa Agroindustria Tropical).

Programação para 22 de maio (quarta)

14h – Abertura (Fernando Antonio Hello, Embrapa/SIN)
14h15 – Novas perspectivas e oportunidades em segurança dos alimentos (Marcelo Bonnet Alvarenga, Embrapa Clima Temperado)
15h – Discussão
15h20 – Encaminhamentos (Alexandre Hoffmann, Embrapa Clima Temperado)
15h30 – Encerramento

Orientações de acesso

A Sala do SIG Segurança de Alimentos pode ser acessada aqui (https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/nutrissansigsegali)

– A participação é por meio de computador com acesso a internet banda larga, acessando o endereço informado, utilizando, preferencialmente, o navegador Google Chrome.

– Na janela “Não tenho uma conta” digite seu nome e município/estado e clique em “entrar”. Aguarde um instante e seja bem-vindo a sala virtual.

– É recomendado a todos os participantes que mantenham os microfones da videoconferência no modo “silencioso” (MUTE) enquanto não estiverem falando, medida que se faz necessária para evitar ruídos e perda de qualidade de áudio durante a conferência.

– Em caso de problemas de conexão ou suporte, consulte o Service Desk da RNP: 0800 722 0216 (Telefone/Whatsapp) ou sd@rnp.br, todos os dias, 24h por dia.

– Mais informações sobre os SIGs e as unidades da NUTRISSAN estão disponíveis no portal: http://nutrissan.rnp.br. 



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12ª SEMANA DE INTEGRAÇÃO TECNOLÓGICA TEM INÍCIO EM SETE LAGOAS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Em sua 12ª edição, a Semana de Integração Tecnológica acontece em Sete Lagoas, de 20 a 24 de maio, e apresenta o tema “Bioeconomia na Agropecuária: do Conhecimento à Inovação”. A solenidade de abertura contou com lançamentos de tecnologias, assinaturas de acordo de cooperação técnica entre instituições e reflexões sobre a importância da pesquisa agropecuária pública.

A semana tem o objetivo de integrar os vários setores que compõem o segmento agropecuário de Minas Gerais e promover o diálogo e a troca de experiências entre produtores rurais, pesquisadores, técnicos de extensão rural, universidades e empresas agropecuárias.




Neste ano, comemora os mais de 17 mil participantes em todas as edições.

Na solenidade, compareceram representantes dos meios científico e agropecuário, como o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli, a secretária de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ana Maria Soares Valentini, o diretor-presidente da Emater-MG Gustavo Laterza, o presidente em exercício da Epamig Trazilbo José de Paula Júnior, o chefe do Departamento de Ciências Agrárias da UFSJ Édio Luiz da Costa, prefeitos de municípios da região e outras lideranças.

O chefe-geral da Embrapa Milho e Sorgo Antônio Álvaro Corsetti Purcino agradeceu a presença dos empregados, colaboradores e parceiros que se empenharam para a realização da SIT. Ele mencionou que, com o passar dos anos, a semana ultrapassou os limites regionais. “Estamos cada vez mais envolvendo novas parcerias e trazendo novos desafios para orientar nosso grupo de pesquisas e de transferência de tecnologias. Nossas ações buscam contribuir para o desenvolvimento do agronegócio mineiro. Este ano já tivemos mais de 23 mil visitas em nosso site. E esperamos superar o público de 2018, que foi superior a três mil pessoas”.

O coordenador do evento, Fredson Ferreira Chaves, ressaltou que a SIT é uma oportunidade de transferência de tecnologia, negociação e parceria com as instituições. “A SIT iniciou em 2008 e vem crescendo a cada edição. Em 2019, nós contamos com a participação de mais de cinco estados da nossa Federação. Só de Minas Gerais são 50 municípios”.

Chaves ressaltou a importância da mobilização de público por todos os parceiros. “O Senar confirmou um grupo de 400 produtores das mais diversas regiões de Minas. Teremos também a presença de 80 extensionistas da Emater. Já a Epamig, a cada ano, aumenta a participação de sua equipe e realizará o Dia de Campo da Pecuária Leiteira, na Fazenda Santa Rita”.

Por sua vez, a Universidade Federal de São João del-Rei, presente desde a primeira edição, comemora 10 anos de existência em Sete Lagoas.  “Almejamos que esta semana integre o calendário acadêmico da universidade”, pontuou o coordenador.

A secretária de Estado da Agricultura, Ana Maria Soares Valentini, destacou que entre os ganhos que a SIT traz está a integração dos setores que compõe o segmento agropecuário de Minas Gerais. “Como produtora rural, eu sei que esta oportunidade é ímpar para estabelecermos diálogos com especialistas que têm contribuído para que a agricultura tropical seja uma referência na produção de alimentos. De acordo com dados da FAO, em 2050, o mundo precisará produzir mais 70 do que produz hoje, para alimentar uma população mundial de aproximadamente 9,1 bilhões de pessoas. Para suprir esta demanda crescente de alimentos é necessário investir em tecnologias, para caminharmos para a próxima revolução verde. Temos que aproximar a agricultura 4.0 dos produtores, ou seja, propagar o uso de drones, satélites, de sensores. Compreender e adotar como rotina a internet das coisas e tantas outras inovações que estão por vir. E não deixar em nenhum momento de nos preocuparmos com as mudanças climáticas”, disse.

Em relação à pesquisa, Valentini explanou sobre sua experiência Programa de Desenvolvimento para o Cerrado. Na época, a Embrapa, a Epamig e as Universidades, com apoio da extensão rural, disponibilizaram tecnologias que foram um grande incentivo para que os produtores pudessem produzir na região. “Esta integração levou o Brasil a um patamar diferenciado na produção de grãos, consequentemente promoveu o desenvolvimento da produção de proteína animal”, afirmou.

Aquecimento global

Ao final da solenidade, um dos maiores especialistas em estudos sobre aquecimento global, o cientista Carlos Afonso Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apresentou a palestra “Mudanças climáticas, agricultura e sustentabilidade”. Carlos Nobre é considerado uma das referências no País, na área de mudanças climáticas globais.

Segundo ele, as flutuações das mudanças climáticas são impactantes para a agricultura, e os extremos estão ficando mais frequentes. “É uma realidade que já existe”, afirmou.

Entre as soluções citadas pelo cientista estão as tecnologias do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC) e do Plano Nacional de Recuperação Vegetal Nativa (Planaveg). O Plano ABC é composto por sete programas, incluindo a recuperação de pastagens degradadas e a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). “Os sistemas ILP e ILPF apresentam enorme potencial para tornar a agricultura e a pecuária adaptáveis às mudanças climáticas. O sombreamento proporcionado pelo sistema ILPF pode aumentar a produção de carne entre 100 gramas e 200 gramas por dia, e a produção de leite em torno de dois e meio por cento”, enfatizou Nobre.

Termo de Cooperação Técnica

A Embrapa Milho e Sorgo firmou Termo de Cooperação Técnica com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG). Este acordo, denominado “Socialização do conhecimento em sistemas integrados de produção agropecuária nos Vales do Médio Jequitinhonha, Baixo Jequitinhonha e Alto Rio Pardo”, busca incentivar a adoção dos princípios de Boas Práticas Agrícolas.

“Este trabalho promoverá soluções não só para o Nordeste de Minas, mas para todo o Estado”, disse o presidente da Emater, Gustavo Laterza de Deus.

Lançamento de produto e Vitrine de Tecnologias

Na oportunidade, a Embrapa lançou uma nova cultivar de milho – o híbrido triplo BRS 3042. Essa cultivar apresenta ciclo precoce e possui alta resistência ao acamamento e ao quebramento, além de possuir características agronômicas equilibradas.  “Associa estabilidade de produção com adaptação ampla para cultivo, com destaque para a safrinha do Brasil Central”, enumerou o pesquisador Paulo Evaristo de Oliveira Guimarães, supervisor do Núcleo de Recursos Genéticos e Desenvolvimento de Cultivares da Embrapa Milho e Sorgo. Outro diferencial da cultivar é a excelente relação custo-benefício quanto à produtividade e ao menor custo de sementes.

Após a solenidade, realizada no Auditório Renato de Oliveira Coimbra, os participantes visitaram a Vitrine de Tecnologias.

Realização

Esta edição da SIT é realizada pela Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Serviço Nacional de Aprendizagem RuralAdministração Regional de Minas Gerais (Sistema Faemg – Senar Minas) e Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Participam também as Unidades da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande-MS), Gado de Leite (Juiz de Fora-MG), Hortaliças (Brasília-DF), Informática Agropecuária (Campinas-SP), Meio Ambiente (Jaguariúna-SP), Pecuária Sudeste (São Carlos-SP), Rondônia (Porto Velho-RO), Semiárido (Petrolina-PE) e Solos (Rio de Janeiro-RJ).

A semana conta com o apoio do Canal Rural, Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais – CCPR/Itambé, Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento (Faped), Rede ILPF, Sementes Mineirão, Ikeda e Solar Volt e outras empresas do agronegócio mineiro.

A programação oferece mais de 40 cursos, dias de campo, giros tecnológicos, palestras e seminários técnicos que acontecerão na Embrapa Milho e Sorgo, na Epamig e na UFSJ.



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DESVENDANDO OS MISTÉRIOS DA BROTAÇÃO NAS MACIEIRAS - Vídeos, Embrapa

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A primavera está chegando – este foi o início do título escolhido para revelar uma importante descoberta relacionada à brotação das macieiras: o gene ICE1. Depois de identificar o gene, a equipe da Embrapa Uva e Vinho foi além e criou uma um modelo hipotético explicando como ocorre o processo de indução e superação da dormência, etapa fundamental para garantir a produção dos frutos.

Saiba mais acessando: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/43442887/cientistas-desvendam-mecanismo-de-percepcao-do-frio-na-macieira

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COM PREÇOS AINDA ALTOS EM ABRIL, TOMATE PODE FICAR MAIS BARATO EM MAIO - Vídeos, CONAB

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O preço do tomate começa a reverter a alta registrada entre os meses de fevereiro e abril, quando o produto chegou a custar mais de R$ 6,00 em alguns mercados atacadistas. A redução pôde ser observada nas primeiras semanas de maio e reflete a entrada da safra de inverno no atacado. Mesmo assim, o valor de venda registrado pelo produto em abril na Ceagesp de São Paulo esteve 70% superior ao praticado no mesmo período do ano passado.

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