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quarta-feira, 16 de março de 2016

Pesquisa comprova eficácia de óleos de orégano e de cravo no combate ao Aedes aegypti

Pesquisa comprova eficácia de óleos de orégano e de cravo no combate ao Aedes aegypti

Uma pesquisa da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e da Fundação Ezequiel Dias (Funed) atestou a eficiência do uso dos óleos de orégano e de cravo para matar as larvas do mosquito Aedes aegypti. O próximo passo do estudo será desenvolver a fórmula para um larvicida, que será colocado à disposição do mercado.

Em contato com o criadouro, os óleos matam as larvas em até 24 horas. A pesquisadora Alzira Batista Cecílio espera que até o meio do ano a formulação já esteja pronta para ser apresentada à indústria. “Produto natural não pode ser patenteado. Então, só após a formulação do larvicida, poderemos patentear e iniciar as negociações com as empresas”, afirma.

O estudo é um desdobramento de outra pesquisa mais ampla, que testa o uso de produtos naturais para combater diversos tipos de vírus. “Nesse cenário preocupante em relação ao vírus da dengue, nós decidimos começar a estudar também plantas que pudessem eliminar o vetor”, acrescenta Alzira. Além da dengue, o mosquito Aedes aegypti é o transmissor do vírus Zika e da febre chikungunya.

O orégano e o cravo foram selecionados após análise de mais de 20 plantas. O óleo é extraído com o uso de equipamentos específicos. Por essa razão, não adianta por exemplo colocar folhas de orégano ou cravo nos vasos das plantas.

Neste momento, está sendo feito o estudo fitoquímico, para detalhar a composição química dos óleos. Futuramente, está previsto também o teste desses óleos no combate a outras fases da vida do mosquito, o que pode levar ao desenvolvimento de um inseticida aerosol ou um repelente. A pesquisadora alerta, porém, que esses produtos são apenas ferramentas auxiliares para combater o Aedes. “Eliminar os criadouros continua sendo o ponto chave”, reitera.

Larvicida degradável

Segundo Alzira Cecílio, o objetivo é desenvolver um produto que não contamine o meio ambiente, já que a maioria dos criadouros de larvas está espalhada. Elas podem ter contato com animais e até água voltada para o consumo humano, como por exemplo nas caixas dágua. “Queremos um larvicida que seja degradado rapidamente e não contamine a água, ao mesmo tempo em que tenha boa eficácia. A maioria dos larvicidas usados hoje exige algum cuidado na aplicação e deixa a água com alguma toxicidade”, explica.

No mês passado, uma nota técnica da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) gerou polêmica ao criticar os larvicidas usados atualmente. O governo do Rio Grande do Sul chegou a suspender o uso do Pyriproxifen, ao considerar que o produto poderia estar relacionado à ocorrência de microcefalia em bebês. A própria Abrasco negou que tenha colocado essa possibilidade em questão.

Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador do grupo de saúde e ambiente da Abrasco, Marcelo Firpo, explicou que foi um mal-entendido, mas reafirmou que a entidade é contra o uso de agentes químicos na água potável e que danos à saúde decorrentes desses produtos não estão descartados. “Consideramos um contrassenso sanitário, um absurdo a colocação de veneno larvicida na água potável”, disse.

FONTE: Agência Brasil
Léo Rodrigues – Correspondente
Graça Adjuto – Edição

http://www.agrosoft.org.br/br/pesquisa-comprova-eficacia-de-oleos-de-oregano-e-de-cravo-no-combate-ao-aedes-aegypti/tecnologia

100 mil pés de açaí na Terra Indígena Yawanawá

100 mil pés de açaí na Terra Indígena Yawanawá

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

A aldeia indígena Nova Esperança, às margens do Rio Gregório, em Tarauacá, é famosa pela realização do Festival Yawa, um dos mais tradicionais do estado do Acre e que todos os anos recebe centenas de turistas do Brasil e do mundo, que viajam cerca de sete horas de barco em busca de contato com a riqueza cultural do povo Yawanawá. Agora a comunidade quer chamar atenção também pela sua produção agrícola. Em parceria com o governo do Estado, serão plantados na região cerca de 100 mil pés de açaí, o que tornará a Nova Esperança a aldeia com maior plantio da fruta que de se tem conhecimento.

FONTE: Governo do Acre

http://www.agrosoft.org.br/br/100-mil-pes-de-acai-na-terra-indigena-yawanawa/meio-ambiente

Seleção de áreas para instalação de tanques-rede – Subsídios para uma aquicultura sustentável

Seleção de áreas para instalação de tanques-rede – Subsídios para uma aquicultura sustentável

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

O vídeo trata dos aspectos técnicos envolvidos na escolha de áreas ideais para a prática da aquicultura em águas da União, tanto no ambiente marinho, como no continental. Detalha também noções de batimetria e de particularidades no licenciamento das áreas aquícolas.

FONTE: Embrapa

http://www.agrosoft.org.br/br/selecao-de-areas-para-instalacao-de-tanques-rede-subsidios-para-uma-aquicultura-sustentavel/tecnologia

Conexão Ciência debate importância da defesa vegetal para as plantações

Conexão Ciência debate importância da defesa vegetal para as plantações

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

Nos últimos 10 anos, cerca de 35 novas espécies de pragas foram identificadas no Brasil. O país perde, todos os anos, cerca de 7,7% da produção por conta das pragas. Para saber mais sobre a importância da defesa vegetal para a agricultura, o Conexão Ciência conversa com Marcelo Lopes, pesquisador da Embrapa.

FONTE: Embrapa

http://www.agrosoft.org.br/br/conexao-ciencia-debate-importancia-da-defesa-vegetal-para-as-plantacoes/tecnologia

Pronatec aplicado pelo Senar no Maranhão

Pronatec aplicado pelo Senar no Maranhão

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) foi criado pelo Governo Federal no ano de 2011 com objetivos de expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica para alunos brasileiros.

FONTE: Maranhão Rural

http://www.agrosoft.org.br/br/pronatec-aplicado-pelo-senar-no-maranhao/cursos

MAPA regulamenta produção, registro e comércio do pó de rocha na agricultura

MAPA regulamenta produção, registro e comércio do pó de rocha na agricultura

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) normatizou a produção, o registro e comércio dos remineralizadores, conhecidos popularmente como “pó de rocha”. Trata-se de uma rocha moída e peneirada que tem a função de melhorar a qualidade física e química do solo. A diferença para os fertilizantes comuns está na solubilidade e concentração, mas ambos têm atuação complementar. Com a nova legislação, o consumidor poderá atestar a qualidade desses produtos, que agora passarão a receber registro do MAPA.

As instruções normativas 5 e 6, publicadas na edição do dia 14 de março de 2016 do Diário Oficial da União (DOU), estabelecem diversas exigências aos fabricantes, a fim de garantir a oferta de produtos de qualidade e seguros. Além disso, definem as regras que serão exigidas pelo ministério na hora do registro.

A regulamentação dos remineralizadores representa mais uma opção para o agricultor brasileiro, que já conta com o calcário e os fertilizantes minerais para recuperar a fertilidade do solo. Essa é uma demanda antiga do setor, especialmente dos produtores de orgânicos, que não utilizam fertilizantes minerais, mas admitem o uso do “pó de rocha”.

A ministra Kátia Abreu destacou que uma das maiores vantagens do pó de rocha é a disponibilidade em abundância e o baixo custo. Uma tonelada de fertilizante mineral tem custo médio de R$ 1,5 mil, enquanto a mesma quantidade de remineralizador custa R$ 200 a 300 (levando-se em conta despesas com taxa de aplicação e frete).

“São minerais naturais abundantes no território nacional, de fácil exploração e logística de distribuição. Podem suprir parte das necessidades nutricionais das plantas e atuar em conjunto com os fertilizantes tradicionais na recuperação da fertilidade da terra”, explicou a ministra.

Exigências técnicas

As instruções normativas do MAPA estabelecem regras para registro dos remineralizadores, definem sanções administrativas e medidas cautelares e aprimoram procedimentos de inspeção e fiscalização da produção e do comércio desses insumos.

Os textos tratam ainda dos substratos das plantas, que já estavam regulamentados por lei como uma categoria de corretivos do solo. Com a nova legislação, deixa de ser uma categoria e passa a ser uma classe de produto.

Conheça aqui os detalhes das novas regras.

FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Priscilla Mendes – Jornalista

http://www.agrosoft.org.br/br/mapa-regulamenta-producao-registro-e-comercio-do-po-de-rocha-na-agricultura/politica

Sódio: onde ele está e por que faz tão mal para a saúde?

Sódio: onde ele está e por que faz tão mal para a saúde?

Bateu aquela fome e a primeira coisa que você pensa em comer é o macarrão instantâneo que está na sua dispensa. Pronto! São apenas três minutos para começar a devorar… Mas o que muita gente não sabe é que esses produtos possuem grande quantidade de sódio – mineral que é o principal componente do sal que consumimos em nosso dia a dia. E aí vem o perigo: sal em excesso faz mal à saúde e doenças do coração.

A situação é tão grave que, no início de 2013, a Organização Mundial de Saúde (OMS) redefiniu os limites considerados aceitáveis para a ingestão de sódio. A orientação é que adultos e crianças devem consumir menos de 2 gramas de sódio (ou 5 gramas de sal) por dia – quantidade que equivale a uma colher de chá ou de 3 a 5 saquinhos, daqueles encontrados em restaurantes.

No caso do macarrão instantâneo o perigo vem em dobro — no alimento e em seu tempero. Ao todo, um pacote do produto chega a ter 90% da recomendação diária de sódio para um adulto saudável. E não é só o macarrão instantâneo que está nessa lista. O sódio está presente na maioria dos produtos consumidos pelas crianças, como fast food, salgadinhos, pães, chocolate ao leite, pipoca de micro-ondas e pizza. O tradicional X-burguer com catchup e maionese somado um copo de refrigerante chegam muito perto dessa cota diária.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), de 6 a 8% das crianças brasileiras na faixa de 7 a 20 anos, já são hipertensas. E na maioria das vezes nem sabem que têm a doença, já que não existe uma cultura de medir a pressão arterial na infância e na adolescência. O diretor da SBC, Carlos Alberto Machado, alerta que as possibilidades desses índices aumentarem são proporcionais ao número crescente de crianças obesas no país. “É importante mudar o estilo de vida dessas crianças. É muito mais fácil mudar o estilo de uma criança do que de um adulto”, afirmou o médico.

Mas como fazer para ter uma alimentação saudável e ao mesmo tempo saborosa, sem abusar do sal? Tire o saleiro da mesa! A melhor maneira é substituí-lo por temperos naturais, como cebola, alho, salsinha, cebolinha, orégano, hortelã, limão, manjericão, entre outros. Se você ler os rótulos, perceberá que o sódio está presente em grandes quantidades em bebidas e comidas industrializadas, por isso, prefira sempre os alimentos naturais! Por exemplo, que tal trocar o refrigerante — inclusive o light — por suco natural?

FONTE: Agência Brasil

http://www.agrosoft.org.br/br/sodio-onde-ele-esta-e-por-que-faz-tao-mal-para-a-saude/cursos

terça-feira, 15 de março de 2016

Faturamento das lavouras e pecuária atinge R$ 515,2 bihões em 2016

Faturamento das lavouras e pecuária atinge R$ 515,2 bihões em 2016

O valor bruto da produção agropecuária (VBP) registra alta em 2016 em relação a 2015. Segundo dados divulgados ontem (14/03/16) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o faturamento do setor dentro dos estabelecimentos rurais é estimado em R$ 515,2 bilhões, o que representa um aumento de 0,7% na comparação com os R$ 511,4 bilhões do ano passado.

De acordo com os números da SPA, o valor dos principais produtos das lavouras é de R$ 338,6 bilhões e da pecuária, de R$ 176,6 bilhões. Entre as lavouras, o destaque é para a soja, que deve representar este ano 36,5 % do valor desse grupo, seguida pela cana-de-açúcar, 14,5 %, e milho, 13 %. Na pecuária, a liderança é da carne bovina (42,5%). Em seguida, aparecem a carne de frango (28,8%), o leite (14,4%), a carne suína (7,7%) e os ovos (6,6%).

Entre os produtos que vêm obtendo melhores resultados no VBP em 2016, destacam-se a banana ( 15%), batata-inglesa ( 11,6%), cacau ( 9,3%), café ( 17,7 %), soja ( 12,3 %), trigo ( 16,8%) e maçã ( 25%).

“Os preços reais mais elevados neste ano favorecem vários produtos, como a batata-inglesa, café conilon, soja, uva e maçã, embora na relação de produtos analisados nesta pesquisa predominam os preços mais baixos do que em 2015”, assinala o coordenador-gera de Estudos e Análises da SPA, José Gasques.

Os dados regionais mostram que o maior faturamento do valor bruto da produção agropecuária é no Sul, com R$ 150,3 bilhões. Em seguida, aparece o Centro-Oeste, com R$ 142,6 bilhões. O Sudeste ocupa a terceira posição, com R$ 133,9 bilhões, o Nordeste, a quarta, com R$ 49,8 bilhões, e o Norte, a quinta, com R$ 30 bilhões. Entre as unidades da federação, a liderança é de Mato Grosso, seguido por São Paulo e Paraná.

Clique aqui e aqui para acessar o VBP nacional e o regional.

FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
João Carlos Rodrigues – Jornalista

http://www.agrosoft.org.br/br/faturamento-das-lavouras-e-pecuaria-atinge-r-5152-bihoes-em-2016/economia

UFRB divulga concurso com 13 vagas para Centro de Formação de Professores

UFRB divulga concurso com 13 vagas para Centro de Formação de Professores

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) torna público o concurso público com 13 vagas para o cargo de professor com vistas a atuar no Centro de Formação de Professores (CFP), campus de Amargosa. As vagas estão assim distribuídas: 6 para Professor Adjunto A, 5 para Professor Assistente A e 2 para Professor Auxiliar.

As matérias/áreas de conhecimento disponíveis são Libras; Educação Infantil; Libras: Estágio Supervisionado; Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa; Aspectos Biológicos da Educação, Ensino e Aprendizagem de Ciências Naturais e Educação Ambiental; Estudo de Libras; Língua Portuguesa: Estágio Supervisado; Currículo e Didática e Psicologia e Educação.

As inscrições estarão abertas no período de 14 de março a 25 de abril de 2016, somente via SEDEX endereçado à Gerência Técnica Administrativa do CFP. O Requerimento de Inscrição, bem como a relação de documentos necessários para a inscrição, encontra-se no site de Concursos da UFRB. O valor total da taxa é de R$ 90,00.

O concurso constará das seguintes etapas de prova: escrita ou escrita/prática, didática (aula pública), prova de títulos e defesa de memorial. Elas serão iniciadas a partir do dia 20 de junho. A prova escrita será discursiva e terá caráter eliminatório e classificatório. A prova prática terá caráter eliminatório e complementar a prova escrita quando a matéria/área de conhecimento assim o exigir. A didática terá caráter eliminatório e classificatório. E a prova de títulos e a defesa do memorial terão caráter classificatório.

A UFRB homologará e publicará dos candidatos aprovados e classificados, em número de candidatos, por ordem de classificação. O prazo de validade do concurso será de um ano, contado a partir da data da publicação da sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período. Serão reabertas as inscrições para todas as matérias/áreas de conhecimento em que não houver candidatos inscritos ou em que o número de inscritos for menor que o número de vagas.

Confira o Edital Nº 03/2016.

Mais informações: www.ufrb.edu.br/concursos.

FONTE: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

http://www.agrosoft.org.br/br/ufrb-divulga-concurso-com-13-vagas-para-centro-de-formacao-de-professores/concursos

UFES abre inscrições para professor efetivo a partir do dia 23/03

UFES abre inscrições para professor efetivo a partir do dia 23/03

A Universidade Federal do Espírito Santos (UFES) abre no dia 23 de março de 2016 inscrições para concurso de professor efetivo. São três vagas destinadas para o Centro de Educação (CE), no campus de Goiabeiras, e uma para o Centro de Ciências Agrárias (CCA), no campus de Alegre. Os interessados devem se inscrever até o dia 19 de abril.

As vagas do CE são destinadas ao Departamento de Teorias do Ensino e Práticas Educacionais. Já a vaga do CCA é destinada ao Departamento de Medicina Veterinária. As inscrições devem ser feitas na secretaria do departamento indicado, de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas

A titulação mínima exigida é de doutorado e o salário é de R$ 8.639,50. A taxa de inscrição é de R$ 250,00, podendo o candidato pedir isenção do pagamento até dez dias antes da data de encerramento do prazo de inscrição.

Mais informações, como os documentos exigidos para realizar a inscrição, estão disponíveis no edital do concurso – clique aqui para baixar (arquivo PDF).

FONTE: Universidade Federal do Espírito Santos
Betina Hatum – Bolsista de projeto de Comunicação
Thereza Marinho – Edição

http://www.agrosoft.org.br/br/ufes-abre-inscricoes-para-professor-efetivo-a-partir-do-dia-2303/concursos

Fertilização em mulas

Fertilização em mulas

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Na região de Curitiba, no Paraná, um pesquisador conseguiu fazer mulas, que são estéreis, darem a luz. Só que na verdade elas são “barrigas de aluguel” que possibilitam o nascimento de potrinhos.

FONTE: Negócios da Terra

http://www.agrosoft.org.br/br/fertilizacao-em-mulas/tecnologia

Permacultura: gasto mínimo de dinheiro e energia

Permacultura: gasto mínimo de dinheiro e energia

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O programa Meio Ambiente por Inteiro desta semana mostra como é possível ter uma vida voltada para a harmonia entre homens, animais e a natureza. Nossos repórteres visitam pessoas que trocaram a rotina urbana pelas encostas verdejantes de morros. Mais que isso: as casas foram construídas com argila local e, muitas, erguidas sem o uso de cimento e areia. Leia a íntegra da sinopse em: http://bit.ly/1WkGmu4.

FONTE: Meio Ambiente por Inteiro

http://www.agrosoft.org.br/br/permacultura-gasto-minimo-de-dinheiro-e-energia/meio-ambiente

Expodireto Cotrijal

Expodireto Cotrijal

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

Confira o que foi destaque na Expodireto Cotrijal, uma das maiores feiras do agronegócios do país, que acontece em Não-me-toques, no Rio Grande do Sul. Confira os lançamentos de equipamentos.

FONTE: Negócios da Terra

http://www.agrosoft.org.br/br/expodireto-cotrijal/eventos

Como o brasileiro lida com a água?

Como o brasileiro lida com a água?

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Você acompanha as imagens que revelam como o brasileiro lida com a água no dia a dia. Conheça a descoberta da astronomia que vai revolucionar a forma de compreender o universo. E ainda, o Instituto Butantan de São Paulo avança nos testes para criar uma vacina contra a dengue.

FONTE: Repórter Eco

http://www.agrosoft.org.br/br/como-o-brasileiro-lida-com-a-agua/meio-ambiente

EvapoWeb: aplicativo desenvolvido na UFLA auxilia cálculo da evapotranspiração

EvapoWeb: aplicativo desenvolvido na UFLA auxilia cálculo da evapotranspiração

O solo e as plantas transferem água para o meio ambiente por evaporação e transpiração; esses dois processos, em conjunto, são denominados evapotranspiração. Estimar a quantidade de água perdida por evapotranspiração é importante para, entre outros fins, mensurar o volume de água necessário para a irrigação. Na agricultura irrigada, a estimativa da evapotranspiração auxilia na racionalização do uso de água, fertilizantes e energia.

Porém, o cálculo manual da evapotranspiração envolve muitas variáveis, tornando o processo complexo e trabalhoso; pensando nisso, uma equipe da Universidade Federal de Lavras (UFLA), composta por dois graduandos e dois professores, desenvolveu o EvapoWeb, aplicativo que estima a Evapotranspiração de referência (ETo) por meio de dados meteorológicos da região de interesse.

Agricultores, técnicos, pesquisadores e estudantes podem se beneficiar com essa ferramenta, acessível no endereço evapotranspiracao.com.br. Nesse site, o usuário deve optar por um dos métodos de cálculo e fornecer dados meteorológicos básicos (obtidos de estações meteorológicas automáticas ou não).

A evapotranspiração leva em conta elementos meteorológicos como: a temperatura e umidade relativa do ar, radiação solar, velocidade do vento, pressão atmosférica e evaporação do tanque Classe A. Existem diferentes métodos para estimá-la e o aplicativo desenvolvido é capaz de realizar cálculos em seis métodos: Penman-Monteith (método padrão FAO); Makkink; Linacre; Jensen & Haise; Hargreaves & Samani e Tanque Classe A.

A evapotranspiração de referência (ETo), que o aplicativo estima, deve ser, depois, multiplicada pelo coeficiente de cultura (Kc) — que depende da espécie cultivada e da fase de desenvolvimento em que esta se encontra, para obter a evapotranspiração da cultura (ETc).

“O aplicativo desenvolvido simplifica todo o processo, pois evita dispendiosos cálculos manuais e substitui equipamentos caros de medições, como por exemplo, o lisímetro de pesagem. Aplicativos de cálculo da evapotranspiração já existem, porém, o EvapoWeb se diferencia desses porque é gratuito e não exige a instalação de qualquer arquivo executável no seu computador”, aponta o professor Geraldo Magela Pereira, do Departamento de Engenharia (DEG) da UFLA.

Outra questão associada a isso é que o aplicativo não se restringe a uma plataforma específica: “Como está ambientado na Web, o aplicativo pode ser acessado e utilizado em qualquer navegador, sem necessidade de download”, explica o estudante Augusto Soares Pereira, graduando em Sistemas de Informação. “Assim, é possível utilizá-lo tanto em computadores (desktops ou notebooks) quanto em dispositivos móveis (tablets e smartphones)”.

Programa de Iniciação Científica Voluntária — PIVIC-UFLA

O aplicativo foi desenvolvido durante a participação dos discentes Thaís Oliveira Ribeiro (Engenharia Ambiental e Sanitária) e Augusto Soares Pereira (Sistemas de Informação) no Programa de Iniciação Científica Voluntária da UFLA (PIVIC). Eles apresentaram o EvapoWeb no Congresso de Iniciação Científica da UFLA (CIUFLA) de 2015. Também compõe a equipe criadora o professor Luiz Gonsaga de Carvalho (DEG).

O Aplicativo ainda está em sua 1ª versão, e em breve, deverá receber melhorias na sua funcionalidade, bem como um menu de ajuda e outras informações de interesse ao usuário.

Acesse o EvapoWeb aqui.

FONTE: Universidade Federal de Lavras
Assessoria de Comunicação da UFLA
Mateus Lima – Jornalista

http://www.agrosoft.org.br/br/evapoweb-aplicativo-desenvolvido-na-ufla-auxilia-calculo-da-evapotranspiracao/softwares

Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro

Guia ilustrado apresenta todas as serpentes identificadas no Cerrado brasileiro

Após reunirem informações e fotografias de 135 espécies de serpentes em 10 estados brasileiros, pesquisadores do Instituto Butantan, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade Federal do ABC (UFABC) e da Universidade de São Paulo (USP) produziram o livro Serpentes do Cerrado – Guia Ilustrado, publicado pela Holos Editora.

O guia, produzido com apoio da Fapesp, conta com 185 fotografias coloridas de 135 espécies de serpentes do Cerrado, o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando uma área de 2.036.448 km², cerca de 22% do território nacional.

As fotos permitem o reconhecimento das serpentes. O guia mostra as variações no padrão de colorido de determinadas espécies, incluindo aquelas que ocorrem ao longo da vida do animal.

“Trata-se de um conjunto de informações apresentadas de forma simples e clara, com o recurso das fotografias acompanhadas de ícones que se relacionam a características da espécie, um conhecimento importante não só para especialistas, mas também para a população, com orientações sobre a ocorrência de animais que precisam ser preservados e sobre os quais ainda se sabe muito pouco”, disse Otavio Augusto Vuolo Marques, diretor do Laboratório de Ecologia e Evolução do Instituto Butantan, um dos autores do livro.

Para cada serpente apresentada são fornecidas informações, ilustradas por ícones, de morfologia (tamanho do corpo e cauda, massa e dentição), do uso do hábitat (horário de atividade e substrato), dos hábitos alimentares (principais itens), do modo reprodutivo (ovípara ou vivípara) e das táticas defensivas. Também é informado se a espécie oferece risco de envenenamento grave ao ser humano.

As espécies de serpentes estão agrupadas por coloração, a fim de facilitar a sua identificação pelo leitor. Antes das pranchas de apresentação da espécie há um texto introdutório sobre o Cerrado e outro geral sobre as serpentes, que caracteriza e sumariza os principais aspectos de história natural desses animais.

O guia também apresenta outros répteis que podem ser encontrados no Cerrado, incluindo os serpentiformes — aqueles com formas semelhantes às das serpentes e que podem ser confundidos com elas pelo leigo. Ao final, há uma lista com todas as serpentes registradas no Cerrado até a publicação da obra, complementada por informações sobre a fisionomia vegetal utilizada por cada espécie.

Preservação

Para os pesquisadores, a produção de inventários faunísticos, estudos técnicos de identificação da diversidade de espécies animais que ocorrem em determinada área ao longo de um período histórico, pode contribuir para a preservação das espécies estudadas por fornecer informações sobre as interações ecológicas que as suportam.

“Um passo importante para minimizar eventos de extinção maciça provocados pela espécie humana é a produção desses inventários, assim como a identificação do status populacional, das demandas por recursos e das interações de cada espécie. Esses estudos de base são indispensáveis para iniciativas de conservação”, destaca Marques.

A ação antrópica tem comprometido rapidamente o bioma do Cerrado brasileiro. Enquanto o desmatamento está em queda na Amazônia, ele só cresce no Cerrado, chegando a 1,5% ao ano, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) — mais de 3 milhões de hectares desmatados anualmente.

“Gerações de pesquisadores estiveram e estão envolvidas nos esforços para fundamentar e implementar medidas que garantam a manutenção desse ecossistema típico dos planaltos do Brasil central. O guia ilustrado é uma compilação de parte dos resultados dessas ações, dirigido particularmente à diversidade de serpentes nesses ambientes.”

Detalhes da publicação

Serpentes do Cerrado – Guia Ilustrado
Autores: Otavio Augusto Vuolo Marques, André Eterovic, Cristiano Campos Nogueira e Ivan Sazima
Lançamento: 2016
Preço: R$ 63,00
Páginas: 248

Mais informações: Holos Editora.

FONTE: Agência Fapesp
Diego Freire – Jornalista

http://www.agrosoft.org.br/br/guia-ilustrado-apresenta-todas-as-serpentes-identificadas-no-cerrado-brasileiro/livros

Já estão abertas as inscrições para o primeiro IrrigaWeb de 2016

Já estão abertas as inscrições para o primeiro IrrigaWeb de 2016

Atenção técnicos, gestores, produtores e profissionais que trabalham com as tecnologias de irrigação! Já se encontram abertas as inscrições para o primeiro IrrigaWeb – Capacitação em Uso e Manejo de Irrigação de 2016, ministrado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Os interessados já podem se inscrever acessando o formulário online disponível no portal da Embrapa – www.embrapa.br/ead.

Segundo o coordenador do curso, Frederico Ozanan Machado Durães, gerente-geral da Embrapa Produtos e Mercado, o IrrigaWeb é “um evento-âncora focado na Capacitação Técnica Estratégica sobre a temática Água na Agricultura e Agricultura Irrigada, e está integralmente constituído e configurado para um ambiente de aprendizagem virtual”.

O curso tem carga horária de 200 horas, distribuídas em módulos técnicos, testes-provas objetivas técnicas, videoconferências/oficinas online, vídeos técnicos e de divulgação sobre água na agricultura. Durães explica que os módulos técnicos e as videoconferências online tratam, basicamente, de quatro assuntos de referência: 1. Água na Agricultura e Agricultura Irrigada (água no continuum solo-planta-atmosfera); 2. Água x Disponibilidade x Balanço Hídrico (solo como caixa d´água armazenada e disponível); 3. Requisitos e condições para água pelas culturas (ETo, necessidades hídricas, dimensionamento de sistemas e métodos de irrigação); e 4. Aplicações de água e produtos na irrigação de cultivos.

Haverá um total de 500 vagas, todas gratuitas. Porém, os participantes serão selecionados a partir de critérios focados em um público-alvo de produtores de “tecnologias pelas águas” (técnicos, gestores, produtores e demais interessados da área privada e pública), considerando aspectos de utilidade para a produção irrigada; técnico-científicos; de suporte TIC — Tecnologia de Informação e Comunicação; e disponibilidade de tempo para realização online e finalização das atividades obrigatórias do IrrigaWeb. Dentre a seleção, serão considerados: i) conhecimento técnico; ii) experiência profissional; iii) vinculação à atividade com agricultura irrigada e/ou algum perímetro irrigado ou similar; iv) território (localização geográfica em regiões brasileiras); v) demonstração sobre a importância desta capacitação para sua atuação profissional; dentre outros requisitos vinculados aos objetivos instrucionais deste evento-âncora e do potencial de utilização do conhecimento na área de agricultura irrigada.

Se você tiver alguma dúvida, entre em contato com a Embrapa Produtos e Mercado, no e-mail: irrigaweb@embrapa.br.

Mas não se esqueçam: as inscrições ficarão abertas apenas até o próximo dia 21 de março!

FONTE: Embrapa Produtos e Mercado
Jurema Iara Campos – Jornalista
Telefone: (61) 3448-1712

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segunda-feira, 14 de março de 2016

Julgamento histórico do STJ proíbe publicidade direcionada a crianças

Julgamento histórico do STJ proíbe publicidade direcionada a crianças

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

Para ganhar um relógio exclusivo com a ilustração de um famoso personagem de animação, os participantes da campanha “Gulosos” teriam que comprar cinco pacotes de bolacha e pagar mais cinco reais. Na opinião do ministro Humberto Martins, relator do processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a proposta configura venda casada que “aproveita da ingenuidade das crianças”. Assista ao documentário “Muito Além do Peso” do Instituto Alana.

O ministro Herman Benjamin, considerado autoridade em Direito do Consumidor, disse que o caso é paradigmático, e concordou: “Temos publicidade abusiva duas vezes: por ser dirigida à criança e de produtos alimentícios. Não se trata de paternalismo sufocante nem moralismo demais, é o contrário: significa reconhecer que a autoridade para decidir sobre a dieta dos filhos é dos pais. E nenhuma empresa comercial e nem mesmo outras que não tenham interesse comercial direto, têm o direito constitucional ou legal assegurado de tolher a autoridade e bom senso dos pais. Este acórdão recoloca a autoridade nos pais.”

“Se pensarmos em termos estritamente jurídicos, isso aqui é uma aberração. Porque a criança não tem consentimento jurídico capaz de completar o negócio jurídico, mas tem o poder de convencimento – do berro a outros atos mais sutis em supermercado, fora do supermercado, o bullying dos colegas -, essa pobre criança que os pais tentam a todo custo educar ao seu modo”, ressaltou o ministro.

“Não me impressiona o argumento de que milhares de anúncios similares são feitos. São mesmo. Por isso, a necessidade do Superior Tribunal de Justiça dizer para toda a indústria alimentícia: ponto final, acabou.”

A ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) foi baseada na denúncia feita pelo Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, que chegou a notificar a empresa, na época (em 2007). Em 2013, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) condenou a Pandurata a pagar R$ 300 mil de indenização pelos danos causados à sociedade pela campanha publicitária. A empresa recorreu e o caso chegou ao STJ.

Segundo informações do STJ, no julgamento, a empresa alegou que a campanha publicitária era dirigida aos pais e negou se tratar de prática enganosa, abusiva e ilegal. Mas em decisão unânime os ministros integrantes da Segunda Turma, que avaliaram o caso, defenderam o contrário. Leia o texto da decisão aqui.

Para a ministra Assusete Magalhães, presidente da Segunda Turma, é “caso típico de publicidade abusiva e de venda casada, igualmente vedada pelo CDC, numa situação mais grave por ter como público alvo a criança”.

FONTE: Portal EBC
Adriana Franzin – Jornalista

Com informações do Superior Tribunal de Justiça e do projeto Criança e Consumo.

http://www.agrosoft.org.br/br/julgamento-historico-do-stj-proibe-publicidade-direcionada-a-criancas/politica

Pesquisa sugere elo entre chocolate e melhor desempenho do cérebro

Pesquisa sugere elo entre chocolate e melhor desempenho do cérebro

Análises de uma pesquisa americana realizada na Austrália sugerem que há uma ligação entre o consumo de qualquer tipo de chocolate e melhorias no funcionamento do cérebro. A pesquisadora especializada em nutrição Georgina Crichton, da Universidade do Sul da Austrália, analisou uma pesquisa que teve início na década de 1970 nos Estados Unidos e observou mais de mil pessoas durante 30 anos.

O objetivo da pesquisa, chamada Maine-Syracuse Longitudinal Study (MSLS) – pois envolvia a Universidade do Maine e o Instituto Luxemburgo de Saúde -, era observar a relação entre a pressão sanguínea das pessoas e o desempenho do cérebro.

Isto foi feito durante décadas até que os pesquisadores resolveram ampliar o estudo e observar outros fatores de risco cardiovascular, incluindo diabetes, obesidade e fumo. A pesquisa teve ao todo sete coletas de dados entre os participantes, feitas com cinco anos de intervalo.

O pesquisador que liderou o estudo, Merrill Elias, decidiu perguntar aos participantes o que eles comiam e incorporou um novo questionário já na sexta onda de coleta de dados, entre os anos de 2001 e 2006.
As respostas a esse questionário deram pistas sobre a dieta dos participantes que interessaram os pesquisadores.

“Descobrimos que as pessoas que comiam chocolate pelo menos uma vez por semana tendiam a ter um melhor desempenho cognitivo. É significativo, toca vários domínios cognitivos”, afirmou Elias.

A pesquisadora australiana entrou em contato com Merrill Elias, que liderou o MSLS, para fazer uma nova análise da pesquisa. “Examinamos se o consumo habitual de chocolate estava associado à função cognitiva (funcionamento do cérebro – memória, concentração, raciocínio, processamento da informação) em cerca de mil indivíduos no MSLS. Descobrimos que aqueles que comeram o chocolate pelo menos uma vez por semana tiveram um melhor desempenho em múltiplas tarefas cognitivas, se comparados àqueles que comiam chocolate menos de uma vez por semana”, disse Georgina Crichton.

O que foi analisado

Entre os aspectos analisados estavam memória verbal, memória visual e espacial, organização e raciocínio abstrato, além da habilidade de recordar uma lista de palavras ou onde um objeto foi colocado.

“Com exceção da memória funcional, essas relações não foram atenuadas com o controle estatístico para fatores cardiovasculares, de dieta e estilo de vida. Isto significa que independentemente de fatores como idade, sexo, nível de educação, colesterol, glicose, pressão sanguínea, energia total e consumo de álcool, a relação entre consumo de chocolate e cognição continuava sendo importante”, afirmou Crichton.

A pesquisadora afirma que existe uma crença histórica nos benefícios do chocolate, mas baseada apenas na experiência e observação. Agora a ciência está começando a identificar bases para estas crenças.

“O chocolate e os flavonoides do cacau eram associados à melhoria em uma série de problemas de saúde que vinham desde tempos antigos e os benefícios cardiovasculares já tinham sido estabelecidos, mas sabíamos muito menos a respeito dos efeitos do chocolate na neurocognição e comportamento”, disse Crichton.

Ao leite

Outra boa notícia é que se antes os pesquisadores davam mais ênfase ao chocolate amargo, desta vez não importa se o chocolate consumido é o mais escuro ou ao leite.

“A maioria das pesquisas se concentrou nos efeitos intensos do chocolate amargo ou das bebidas ricas em cacau. Isso acontecia porque o chocolate amargo tem mais flavonoides do que o chocolate ao leite. Os participantes recebiam chocolate ou cacau para consumir e seu desempenho cognitivo era testado horas depois”, disse Crichton.

“Nossa pesquisa é inovadora porque pediu para as próprias pessoas registrarem seu consumo normal/habitual. Em segundo lugar, essas pessoas teriam consumido todos os tipos de chocolate, e os dados nacionais sobre a dieta americana mostram que chocolate ao leite era o tipo mais frequente consumido no momento da pesquisa. Em resumo: descobrimos essa associação positiva sem isolar apenas o chocolate amargo.”

Apesar do entusiasmo da pesquisadora, Crichton e Merrill Elias ainda não sabem a causa exata da melhora no desempenho do cérebro. E Elias vai mais longe.

“Não é possível falar sobre causalidade, porque isso é quase impossível de se provar com nosso projeto. Mas podemos falar sobre direção. Nosso estudo definitivamente indica que a direção não é que a habilidade cognitiva afeta o consumo de chocolate, mas que o consumo de chocolate afeta a habilidade cognitiva”, afirmou o pesquisador americano.

FONTE: BBC Brasil

http://www.agrosoft.org.br/br/pesquisa-sugere-elo-entre-chocolate-e-melhor-desempenho-do-cerebro/tecnologia

Projeto e cartilha incentivam reaproveitamento integral dos alimentos

Projeto e cartilha incentivam reaproveitamento integral dos alimentos

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o desperdício no consumo doméstico de alimentos é aproximadamente de 20% no Brasil. É comum que talos, folhas e cascas, muitas vezes mais nutritivos do que os alimentos usualmente consumidos, sejam desperdiçados. Para mudar esta cultura, o projeto Despertando para o consumo consciente: aproveitamento integral e reaproveitamento seguro dos alimentos, coordenado pela professora Angelina do Carmo Lessa, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), buscou ensinar à população de Diamantina, estratégias para aproveitar todos os recursos dos alimentos.

O projeto se fundamentou principalmente em atividades práticas, através das quais a população foi convidada a participar de oficinas que abordaram os valores nutritivos dos alimentos, possibilidades de uso e reuso seguro, conscientização do desperdício alimentar, preparação de receitas utilizando o potencial do alimento, além de informações para armazenar sem perdas.

Os participantes prepararam e experimentaram receitas com alimentos que faziam parte de seus hábitos alimentares, possibilitando diminuir preconceitos sobre o uso de alimentos geralmente descartados. “Penso que permitir que os participantes tivessem a experiência é realmente a melhor forma para que aquilo que se ensina faça sentido”, acrescenta a pesquisadora.

Como resultado desse trabalho, a equipe de pesquisadores produziu a cartilha Uso integral e reaproveitamento seguro dos alimentos. Neste arquivo, há informações e receitas, como a de bolo de casca de banana, pudim de pão, bolinhos de casca de batata, farofa de folhas, talos e legumes, hambúrguer de abobrinhas, entre outras.

Ainda assim, Angelina comenta o desafio de promover essas mudanças. “Mudar a forma como as pessoas se alimentam, utilizam e preparam seus alimentos não é tarefa fácil. O que levou anos e anos para se construir não poderá ser modificado com uma intervenção pontual. Portanto ações que conseguem se manter por mais tempo e que propiciem experiências positivas são fundamentais”, conclui.

FONTE: Fapemig

http://www.agrosoft.org.br/br/projeto-e-cartilha-incentivam-reaproveitamento-integral-dos-alimentos/tecnologia

Ondas gravitacionais

Ondas gravitacionais

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Pela primeira vez, cientistas detectaram as chamadas Ondas Gravitacionais – um fenômeno previsto por Albert Einstein há cem anos. Os pesquisadores do projeto LIGO – Observatório de Interferometria de Ondas Gravitacionais, em Washington e na Louisiana, nos Estados Unidos, observaram o fenômeno e acompanharam distorções no espaço com a interação de dois buracos negros a 1,3 bilhão de anos-luz da Terra. Mas o que exatamente essa descoberta significa? O pesquisador do Instituto de Física Teórica da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e do Centro Internacional de Física Teórica – Instituto Sul Americano, Riccardo Sturani, foi um dos líderes da equipe brasileira responsável por analisar os dados gerados pela detecção dessas Ondas Gravitacionais e conversa conosco aqui na estreia do programa Ciência de Hoje.

FONTE: Univesp TV

http://www.agrosoft.org.br/br/ondas-gravitacionais/tecnologia

Papa Francisco completa três anos de pontificado

Papa Francisco completa três anos de pontificado

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Ele disse ter sido escolhido lá do fim do mundo e não esqueceu de trazer na mala a sua experiência com a Misericórdia de Deus. Estamos falando do Papa Francisco, que ontem, 13 de março de 2016, completou três anos de pontificado. Com ele celebramos a riqueza da revelação do rosto Misericordioso do Deus.

FONTE: TV Canção Nova

http://www.agrosoft.org.br/br/papa-francisco-completa-tres-anos-de-pontificado/politica

Queijo artesanal impulsiona a economia e promove a inclusão social

Queijo artesanal impulsiona a economia e promove a inclusão social

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O Queijo Artesanal Serrano é um produto exclusivo dos Campos de Cima da Serra, do Rio Grande do Sul e do Planalto Sul Catarinense. Um alimento de grande importância econômica, social e cultural para as regiões. A tradição das famílias de fazer o queijo serrano continua atravessando gerações e para garantir a qualificação do produto, os produtores contam com o apoio da extensão rural e várias instituições.

FONTE: Emater/RS-Ascar

http://www.agrosoft.org.br/br/queijo-artesanal-impulsiona-a-economia-e-promove-a-inclusao-social/economia

Chamada Pública da Sustentabilidade transforma a vida de famílias

Chamada Pública da Sustentabilidade transforma a vida de famílias

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Na região de Santa Rosa no Rio Grande do Sul a Chamada Pública da Sustentabilidade transformou para melhor a vida duas mil e oitocentas famílias, de dezesseis municípios diferentes. Com recursos oriundos do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a ação da extensão rural hoje podemos contar histórias como esta, que vamos assistir agora.

FONTE: Emater/RS-Ascar

http://www.agrosoft.org.br/br/chamada-publica-da-sustentabilidade-transforma-a-vida-de-familias/politica

Manejo sustentável: entenda a exploração racional da floresta

Manejo sustentável: entenda a exploração racional da floresta

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Durante muito tempo, o aproveitamento das florestas brasileiras foi feito de forma extrativista e predatória. Nos últimos 30 anos, porém, surgiram as primeiras experiências de manejo sustentável. O manejo sustentável é uma forma de administrar a floresta que concilia o uso para fins econômicos e sociais com a conservação dos recursos naturais. Confira na reportagem.

FONTE: TV Escola

http://www.agrosoft.org.br/br/manejo-sustentavel-entenda-a-exploracao-racional-da-floresta/meio-ambiente

CNPq e Mapa lançam Chamada relacionada a Agroecologia e Sistemas Orgânicos de Produção

CNPq e Mapa lançam Chamada relacionada a Agroecologia e Sistemas Orgânicos de Produção

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) lançaram a Chamada MAPA/CNPq Nº 02/2016, que tem por objetivo conceder aporte financeiro a projetos que integrem atividades de extensão, pesquisa e educação relacionados a agroecologia e aos sistemas orgânicos de produção.

A intenção é implementar ou dar continuidade a Núcleos de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica em instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. O prazo para envio das propostas é até 12 de maio de 2016.

O público alvo são estudantes do ensino básico, técnico e tecnológico; agricultores familiares; produtores em transição agroecológica ou envolvidos com a produção orgânica ou de base agroecológica; professores de instituições de ensino da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER).

O Edital é uma continuidade da política pública de fomento a criação de Núcleos de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica em instituições de ensino, estratégia concebida em 2008 pela Comissão Interministerial de Educação em Agroecologia e Sistemas Orgânicos de Produção e representantes da sociedade civil.

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor de R$ 4.074.956,00, sendo R$ 2.674.956,00 destinados ao pagamento de bolsas e R$ 1.400.000,00 destinados ao pagamento da rubrica de Custeio. Estes recursos serão liberados em duas parcelas, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira da SPRC/MAPA. Os projetos terão valor máximo de financiamento de R$ 100 mil reais, para Custeio e Bolsas.

A última chamada envolvendo o MAPA e o CNPq ocorreu em 2014 e era voltada para pesquisa em sementes, adubos verdes e boas práticas de extrativismo. Com investimento de R$ 6,8 milhões, o edital selecionou 23 projetos, que resultaram no apoio a 119 núcleos.

O MAPA estima que os estudos beneficiaram mais de 123 mil pessoas entre técnicos, agricultores e estudantes e viabilizaram mais de 1.700 produções acadêmicas.

FONTE: Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico

http://www.agrosoft.org.br/br/cnpq-e-mapa-lancam-chamada-relacionada-a-agroecologia-e-sistemas-organicos-de-producao/cursos

Umbu e outras frutas nativas são boas opções para agricultura familiar

Umbu e outras frutas nativas são boas opções para agricultura familiar

Das 18 espécies do gênero Spondias, como umbu-cajá, cajarana, ceriguela e umbuguela, várias são pouco estudadas e sua produção é totalmente extrativista, ou seja, são coletadas diretamente da natureza e não cultivadas em pomares comerciais. Por conta disso, parte de um trabalho de pesquisa na Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas/BA) distribui mudas e ajuda a manter bancos de germoplasma dessas frutas.

A mais famosa é o umbu, fruto do umbuzeiro, planta tão importante para o sertanejo que foi citada pelo escritor Euclides da Cunha no livro Os Sertões, de 1902: “É a árvore sagrada do sertão. Sócia fiel das rápidas horas felizes e longos dias amargos dos vaqueiros. Representa o mais frisante exemplo de adaptação da flora sertaneja”. Mais que isso, o umbu só existe nessa região.

Todas as plantas do gênero Spondias têm crescimento lento, mas são tolerantes à seca e têm boa produtividade em locais sem irrigação. Principalmente por essa característica, têm bastante importância para o Semiárido. “Muitas vezes, o umbu produz independentemente da chuva. Mesmo com pequena chuva ou trovoada, ela produz, garantindo uma renda para o pequeno produtor e, até mesmo, sua sobrevivência”, afirma Nelson Fonseca, pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura.

Multiplicação por enxertia

A resistência à seca tem explicação. “O umbuzeiro tem raízes túberas ou xilopódios [que armazenam água e nutrientes]. Hoje há plantas muito velhas no Semiárido que estão morrendo. Além disso, existem os produtores que derrubam a vegetação, destruindo as plantas do umbuzeiro para a formação de pastos, a ocorrência de incêndios no período seco que matam a vegetação e as pequenas plantas que nascem das sementes que são comidas pelos próprios animais que vivem no semiárido. Tudo isso impede que os umbuzeiros se renovem”, explica Nelson.

Há uma carência para a formação de mudas selecionadas do gênero Spondias, pois existe pouco material propagativo selecionado. As plantas de umbuzeiro, por exemplo, são mais encontradas na zona rural, onde são atacadas pelos animais, que comem ramos, folhas e frutos. Já as de umbu-cajazeira estão em zonas urbanas, desaparecendo pela ação predatória do homem, que as destroem para ganhar mais espaço no quintal.

Apesar de ser possível a propagação das Spondias por sementes, o método ideal é por enxertia. A principal vantagem da muda enxertada está relacionada à garantia de manutenção das características da planta propagada, o que não é possível na muda produzida por meio de semente. Outra vantagem está na formação de pomares comerciais mais uniformes no tamanho de plantas e na produção de frutos, além da antecipação do início de produção.

De acordo com Nelson Fonseca, os materiais selecionados de umbu e umbu-cajazeira, por exemplo, recebem o nome da pessoa, propriedade, comunidade ou município onde foi feita a coleta. Se um material foi selecionado em América Dourada, ele é chamado de América Dourada. “Nesse caso, não são variedades, pois ainda não foram lançados como variedades. São tipos diferentes originados de uma hibridação ou cruzamento natural e se destacaram quanto ao tamanho de frutos, bom paladar e boa percentagem de polpa, entre outras características,” explica.

Esse material é coletado para fazer enxertia. Fonseca conta que há previsão de lançar cinco ou seis variedades de umbuzeiro e até 14 materiais de umbucajazeiras. “Nós temos propagado esse material, como se fosse uma validação”, diz. Ainda não há data para lançamento porque depende de autorização do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGEN), órgão do Ministério do Meio Ambiente (MMA), já que diz respeito à biodiversidade brasileira.

Preservação

Com o objetivo de colaborar com a preservação da espécie, a Embrapa Mandioca e Fruticultura, a Embrapa Semiárido (Petrolina/PE) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) cederam, em 2006, para o campus do Instituto Federal de Educação Baino de Guanambi (IF Baiano), mudas de umbuzeiros e umbucajazeiras. “A Embrapa colocou em nosso instituto uma coleção de 26 clones, totalizando 140 plantas. Dessas, 80 plantas têm nove anos. Nós já estamos produzindo há quatro. As outras 60 fizeram cinco anos em novembro e vão iniciar a produção, ainda pequena, esse ano. A grande importância desse banco é a conservação desse material, já que ele tem uma variabilidade grande. É uma coleção que tem materiais da Bahia, de Minas Gerais e de Pernambuco, também considerados os melhores clones em tamanho. Isso é de fato um trabalho muito importante para a preservação da espécie na Caatinga”, explica o engenheiro-agrônomo Sergio Donato, professor do IF Baiano.

Segundo ele, o peso médio de um fruto de umbuzeiro é em torno de 18 gramas, mas os clones de umbu da coleção superam em muito esse valor. “O peso médio do clone MG-01, originado de Lontra (MG), é 98 gramas, mas existem outros também quase do mesmo tamanho. Quando se fala por aí de umbu gigante, todo mundo normalmente se refere a esse clone, ele é o mais difundido. O peso médio desse clone é 98, mas ele chega a 160 gramas”, complementa o professor.

Para Donato, o umbuzeiro é uma cultura de fácil manejo, por ser adaptada às condições ecológicas. “Se você pensar que no Semiárido outras plantas demandam água, trabalhar com o umbu é mais tranquilo. É lógico que não pode ser no bodismo, você colocar a planta e achar que ela vai sobreviver. Uma vez passada a fase inicial, a manutenção é mais fácil”, afirma. O professor destaca ainda o clone CP-47, com características exóticas, com apelo também ornamental, originado de São Gabriel, BA, cujos frutos pequenos e doces são dispostos em cachos, parecidos aos de uva, com até 25 frutos.

Mercado em expansão

O negócio agrícola do umbu envolve a colheita, o beneficiamento e a comercialização do fruto, tendo grande potencial de exploração agroindustrial. Os frutos são muito apreciados para o consumo como fruta fresca ou processada sob forma de polpas, sucos, doces, néctares, picolés e sorvetes. Recentemente, têm sido introduzidos na chamada gastronomia brasileira, que reúne sabores típicos regionais.

O processamento é muito importante na época da colheita, caso contrário, grande parte dos frutos poderá ser perdida. “Muito desse material é armazenado em polpas para ser consumido durante o ano todo. Para o agricultor, isso é agregação de valor, é um aumento de renda para ele. Na época de janeiro a março, em que se concentra o pico da safra, é importante ter esse processamento”, explica Nelson Fonseca.

Existe um amplo mercado interno e externo a ser explorado, que, atualmente, ainda é muito restrito às regiões Norte e Nordeste. Seus frutos são bastante usados pelos produtores de forma artesanal – em especial para a produção de geleias — mas na Bahia já ganhou cunho empresarial com a Cooperativa de Produção e Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar do Sudoeste da Bahia (Cooproaf), que tem 63 cooperados, e com a Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), formada por 204 cooperados, em sua maioria mulheres, e que já comercializa seus produtos nos mercados mais sofisticados do Brasil e exporta para Itália, França e Áustria.

De acordo com o pesquisador, o plantio de áreas comerciais deve ser incentivado para que se consiga suprir a demanda. Por isso, a Embrapa pretende, em breve, disponibilizar um sistema de produção. Hoje, a Unidade de pesquisa repassa mudas enxertadas aos produtores que doaram as primeiras sementes para a formação da coleção de Spondias.

Produção rentável

Mais recentemente, as fruteiras do gênero Spondias começaram a ser usadas em sistemas agroflorestais (SAFs), inclusive na Mata Atlântica, como alternativa para agricultores familiares do litoral sul da Bahia, onde se cultiva prioritariamente cacau. Práticas específicas de manejo cultural e novas combinações e arranjos de SAFs estão sendo testadas pela Embrapa Mandioca e Fruticultura, sob a liderança do pesquisador Marcelo Romano.

Dilermando Morais Fonseca, técnico da Secretaria de Agricultura da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista (BA), é um fã particular do umbuzeiro. “A nossa luta é transformar o umbuzeiro em planta cultivada, é pela domesticação da espécie, porque hoje ela ainda é fruto do extrativismo. São milhões e milhões de reais que rodam a cada safra no Nordeste, na beira da estrada, na feira, na indústria de polpa. É algo que chamo de economia invisível, porque se a gente procurar algum dado econômico não existe absolutamente nada”, assegura.

Em parceria com a Embrapa, foi criado nessa secretaria municipal um banco de germoplasma, hoje com 750 plantas. Destas, cerca de 30 foram classificadas como gigantes. “Além das plantas cedidas pela Embrapa, mais uns sete ou oito a gente garimpou por aqui”, diz.

A paixão de Dilermando Fonseca é tão grande que, em paralelo ao trabalho na secretaria, ele também ingressou na produção. “Já que eu incentivo tanta gente a cultivar, por que não eu também? Eu vou produzir o fruto, o umbu. Agora, é claro que sempre há a possibilidade de formação de mudas porque a gente tem que fazer a poda anual”, salienta.

No distrito de Pedra Preta, em Anagé (BA), o agricultor José Ferreira Novaes cultiva o umbu nativo, cujas árvores têm cerca de 50 anos, e o gigante, cujas mudas vieram da Embrapa Semiárido há 12 anos. Os frutos do umbu nativo são consumidos pelo gado da propriedade e os gigantes são vendidos. Novaes, mais conhecido como Dodô, destaca a produtividade. “Pra mim é muito boa. Os umbus “de raça”, que chamam de gigantes, carregam bastante, produzem muito. O nativo produz entre oito e nove anos e o gigante com seis anos já começou a produzir. Em 2013, colhi 80 caixas do umbu de raça. Em 2014, foram 90 e poucas caixas. Meus 33 pés renderam R$ 3 mil na safra passada. Para 2015, eu quero ganhar R$ 4 mil”, planeja.

Pequenos produtores como Dodô e Dilermando são fundamentais para que a expectativa do pesquisador Nelson Fonseca se concretize: “Quando outras regiões do País e até do mundo conhecerem mais o fruto do umbuzeiro, vai ser uma redenção para o Nordeste”, espera.

FONTE: Embrapa Mandioca e Fruticultura
Léa Cunha – Jornalista
Telefone: (75) 3312-8076

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domingo, 13 de março de 2016

Agentes federais correm riscos para defender a fauna

Agentes federais correm riscos para defender a fauna

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

O programa Meio Ambiente por Inteiro desta semana mostra a rotina dos agentes federais do Ibama, responsáveis pela fiscalização de abusos contra a fauna. O trabalho envolve risco de morte em operações no Brasil todo. Leia a íntegra da sinopse http://bit.ly/1TPjwN7.

FONTE: Meio Ambiente por Inteiro

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Clubes 4-S preparavam o jovem para assumir a propriedade e a cidadania

Clubes 4-S preparavam o jovem para assumir a propriedade e a cidadania

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

Na história de 60 anos de extensão rural, no Rio Grande do Sul, as atividades com os Clubes 4-S foram com certeza uma das mais importantes para a formação de futuros agricultores e agricultoras. Saber, Sentir, Saúde e Servir foi desde a década de 50, uma missão da juventude rural gaúcha.

FONTE: Emater/RS-Ascar

http://www.agrosoft.org.br/br/clubes-4-s-preparavam-o-jovem-para-assumir-a-propriedade-e-a-cidadania/cursos

Minuto Ambiental: Áreas Protegidas

Minuto Ambiental: Áreas Protegidas

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

As áreas protegidas preservam o patrimônio natural do país – vegetação e animais silvestres. A gente explica como elas funcionam.

FONTE: Repórter Eco

http://www.agrosoft.org.br/br/minuto-ambiental-areas-protegidas/meio-ambiente

Ervas e plantas

Ervas e plantas

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

Segundo episódio do programa gravado nas terras de Chico Mendes, em Xapuri, Acre. Confira!

FONTE: Amazon Sat

http://www.agrosoft.org.br/br/ervas-e-plantas-3/meio-ambiente

Indígenas voltam invadir terras mas garantem que movimento é pacífico

Indígenas voltam invadir terras mas garantem que movimento é pacífico

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

Nova área invadida por família indígenas em Dourados é motivo de preocupação para moradores vizinhos à região. Mas as lideranças indígenas afirmam que o movimento é pacífico.

FONTE: SBT MS

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Saiba como preparar vinhos

Saiba como preparar vinhos

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

Na Serra Gaúcha, no Vale dos Vinhedos, você irá aprender como se faz a elaboração do vinho. Confira na reportagem.

FONTE: Governo do Rio Grande do Sul

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OMS: Comunidade científica avança na pesquisa de vacina contra o vírus zika

OMS: Comunidade científica avança na pesquisa de vacina contra o vírus zika

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que foram feitos avanços na pesquisa de uma vacina para o vírus zika. De acordo com a agência da Organização das Nações Unidas (ONU), 60 grupos de cientistas estão envolvidos nessa pesquisa. Acompanhe o tema: https://nacoesunidas.org/tema/zika.

FONTE: ONU Brasil

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A culinarista Márcia Konno ensina a fazer conserva de pimenta

A culinarista Márcia Konno ensina a fazer conserva de pimenta

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

A culinarista Márcia Konno ensina a fazer conserva de pimenta. Confira na reportagem da SBT Paraná.

FONTE: Unopar

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Criação de rã

Criação de rã

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A Emater Goiás demonstra que a criação de rã não é tão complicado como se imagina, mostra que é é mais uma alternativa rentável para o pequeno produtor. Além de ser um produto de excelente qualidade não necessita de grandes investimentos.

FONTE: TV Anhanguera

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Agronegócio em fevereiro já representa 56% de todas as exportações do Brasil, diz Katia Abreu

Agronegócio em fevereiro já representa 56% de todas as exportações do Brasil, diz Katia Abreu

Veja este vídeo na TV AGROSOFT

Após divulgação do resultado do sexto levantamento da safra de grãos 2015/16, a ministra da Agricultura, Katia Abreu, concedeu coletiva à imprensa. De acordo com a ministra, em fevereiro, o agronegócio já representa 56% de todas as exportações brasileiras. Ela afirma que o câmbio tem favorecido este cenário.

FONTE: TV NBR

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sábado, 12 de março de 2016

Fiocruz desenvolve tecnologia para combater o Aedes aegypti

Fiocruz desenvolve tecnologia para combater o Aedes aegypti

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desenvolveu uma tecnologia para combater o Aedes aegypti. Essa técnica foi apresentada à presidente Dilma e consiste na introdução da bactéria Wolbachia em ovos do mosquito. Esse microorganismo reduz a transmissão dos vírus que causam zika, dengue e chikungunya.

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Alternativas tecnológicas para fortalecimento da agricultura indígena

Alternativas tecnológicas para fortalecimento da agricultura indígena

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O programa de hoje você vai conhecer as alternativas tecnológicas para o fortalecimento da agricultura indígena. Confira na reportagem.

FONTE: Dia de Campo na TV

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As mil e uma utilidades do bambu

As mil e uma utilidades do bambu

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Em todas as exposições-feiras do Estado, a Emater/RS-Ascar leva tecnologias sustentáveis para mostrar aos visitantes. Na Expoagro-Afubra do ano passado, no município de Rio Pardo, as mil e uma utilidades do bambu fizeram sucesso, desde a alimentação, até a construção.

FONTE: Emater/RS-Ascar

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Hábitos pouco saudáveis podem causar problemas renais crônicos

Hábitos pouco saudáveis podem causar problemas renais crônicos

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No dia 10 de março comemora-se o Dia Mundial do Rim e o Hospital Estadual de Bauru realiza nesta semana uma série de atividades pra conscientizar a população. O alerta principal é que doenças como a hipertensão e o diabetes, que podem ser evitadas com hábitos saudáveis, têm levado cada vez mais pacientes a doenças renais crônicas, até mesmo crianças.

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Saneamento básico do Brasil avançou apenas 30% em dez anos

Saneamento básico do Brasil avançou apenas 30% em dez anos

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O saneamento básico no Brasil, tema da Campanha da Fraternidade deste ano, ainda é uma questão a ser resolvida. O governo precisa percorrer um longo caminho para levar mais qualidade de vida a uma parte da população. Nesta reportagem, você vai ver que em uma década, o país avançou só 30% no abastecimento de água potável, manejo da água da chuva e limpeza urbana e a metade dos moradores não está ligada a rede coletora de esgoto.

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Semana de campo Emater/PR

Semana de campo Emater/PR

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A Emater/PR está realizando uma semana de campo em Ponta Grosso, no Paraná. O foco é melhorar a produção do feijão e milho dos agricultires familiares. Mais de mil agricultores devem ser atendidos.

FONTE: Negócios da Terra

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Crescimento da Piscicultura é destaque em Rondônia

Crescimento da Piscicultura é destaque em Rondônia

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Conheça a psicultura empreendedora, onde o pescado até as escolas de Rondônia como forma de merenda escolar. Confira na reportagem.

FONTE: Amazon Sat

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Drones viram febre no Brasil

Drones viram febre no Brasil

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Muitas pessoas vêm comprando o aparelho, mas não tem instruções de uso e manuseio muito claras. Muitas vezes a falta de experiência com os drones pode causar acidentes e já aconteceram alguns.

FONTE: TV Record

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Novos materiais em química ambiental

Novos materiais em química ambiental

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O pesquisador Aroldo Magdalena, da Unesp de Bauru, estuda novos materiais para remediação de efluentes contaminados por metais pesados. Além disso, ele e sua equipe atuam na biomedicina, onde desenvolvem um novo material que ajuda na regeneração óssea em conjunto com a Unesp de Araraquara.

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Do sertão ao mar, mulheres rurais reafirmam conquistas

Do sertão ao mar, mulheres rurais reafirmam conquistas

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No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, conheça exemplos de organização produtiva promovidos com apoio do MDA no interior do Rio Grande do Norte. A iniciativa é da Diretoria de Políticas para Mulheres Rurais (DPMR). Nossa reportagem acompanhou uma visita feita à região durante intercâmbio da Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar no Mercosul (Reaf).

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