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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Como transportar pets no metrô, ônibus e trens de São Paulo

Como transportar pets no metrô, ônibus e trens de São Paulo

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Lei aprovada pelo governo do Estado autoriza transporte de animais domésticos no veículos da rede municipal, incluindo ônibus, metrô e trem. Medida facilitou a vida de quem precisa levar animais a veterinários, passeios etc.

Fonte: Revista Globo Rural

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/como-transportar-pets-no-metro-onibus-e-trens-de-sao-paulo/

Evento reunirá forças produtivas

Evento reunirá forças produtivas

A inovação tecnológica, que está na ordem do dia da Embrapa, vai movimentar o ambiente científico e do agronegócio nos dias 13, 14 e 15 de agosto deste ano, em Teresina, em um grande evento. A Embrapa Meio-Norte está construindo uma agenda para o encontro que buscará ainda mais integrar a instituição ao setor produtivo.

Um dos objetivos também será o estímulo de estudantes e de produtores rurais para que possam empreender a partir dos resultados de pesquisas científicas gerados pela Unidade. O desenho inicial do encontro prevê a realização da Jornada de Iniciação Científica, evento que acontece todo ano em Teresina com a apresentação de trabalhos de estudantes que participam de projetos na Embrapa Meio-Norte.

A popularização da ciência, com o diálogo aberto entre pesquisadores e estudantes, será outro ponto de destaque do evento.
[pmore]
Está em curso a ideia, segundo a chefe adjunta de Inovação e Tecnologias, Izabella Hassum, de realização de uma rodada de negócios dos ativos tecnológicos da Unidade. “Vamos apresentar os nossos ativos aos empresários, buscando a inserção deles no mercado”.

A inovação tecnológica, que está na ordem do dia da Embrapa, vai movimentar o ambiente científico e do agronegócio nos dias 13, 14 e 15 de agosto deste ano, em Teresina, em um grande evento. A Embrapa Meio-Norte está construindo uma agenda para o encontro que buscará ainda mais integrar a instituição ao setor produtivo.

Um dos objetivos também será o estímulo de estudantes e de produtores rurais para que possam empreender a partir dos resultados de pesquisas científicas gerados pela Unidade. O desenho inicial do encontro prevê a realização da Jornada de Iniciação Científica, evento que acontece todo ano em Teresina com a apresentação de trabalhos de estudantes que participam de projetos na Embrapa Meio-Norte.

A popularização da ciência, com o diálogo aberto entre pesquisadores e estudantes, será outro ponto de destaque do evento. Está em curso a ideia, segundo a chefe adjunta de Inovação e Tecnologias, Izabella Hassum, de realização de uma rodada de negócios dos ativos tecnológicos da Unidade. “Vamos apresentar os nossos ativos aos empresários, buscando a inserção deles no mercado”.

Fonte: Embrapa

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/evento-reunira-forcas-produtivas/

Previsão Grande Rio – Dia típico de verão

Previsão Grande Rio – Dia típico de verão

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Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.

Fonte: Climatempo

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/previsao-grande-rio-dia-tipico-de-verao/

Previsão Brasil – Temporais em várias áreas

Previsão Brasil – Temporais em várias áreas

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Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.

Fonte: Climatempo

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/previsao-brasil-temporais-em-varias-areas/

Previsão Norte – Tempo muito instável

Previsão Norte – Tempo muito instável

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Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.

Fonte: Climatempo

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/previsao-norte-tempo-muito-instavel/

Previsão Grande São Paulo – Risco de temporais

Previsão Grande São Paulo – Risco de temporais

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Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.

Fonte: Climatempo

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/previsao-grande-sao-paulo-risco-de-temporais/

Previsão Nordeste – Pancadas de chuva

Previsão Nordeste – Pancadas de chuva

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Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.

Fonte: Climatempo

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Previsão Sul – Ar seco ganha força no RS

Previsão Sul – Ar seco ganha força no RS

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Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.

Fonte: Climatempo

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/previsao-sul-ar-seco-ganha-forca-no-rs/

Previsão Grande Vitória – Chuva a qualquer hora

Previsão Grande Vitória – Chuva a qualquer hora

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Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.

Fonte: Climatempo

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/previsao-grande-vitoria-chuva-a-qualquer-hora/

Previsão Centro-Oeste – Instabilidade ganha força

Previsão Centro-Oeste – Instabilidade ganha força

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Boletim de previsão do tempo contendo informações sobre as imagens de satélite, previsão, temperatura mínima e máxima prevista e a tendência do tempo para os próximos dias.

Fonte: Climatempo

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Previsão Sudeste – Alerta para temporais

Previsão Sudeste – Alerta para temporais

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Fonte: Climatempo

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Sistemas agroflorestais agroecológicos têm múltiplas funcionalidades

Sistemas agroflorestais agroecológicos têm múltiplas funcionalidades

Equipe trabalha SAFs biodiversos com diferentes funções: produção de hortaliças e frutíferas, plantas medicinais e espécies para a criação racional de abelhas sem ferrão

Pesquisadores da equipe de agroecologia da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) têm desenvolvido estudos, vivências e práticas sobre sistemas agroflorestais (SAFs) agroecológicos, tanto no Sítio Agroecológico da Embrapa Meio Ambiente, quanto em lotes de agricultores familiares de assentamentos de reforma agrária.

Esta equipe organizou, durante 2018, diversas oficinas e cursos práticos de vivência em agrofloresta.
[pmore]
Em um destes eventos, realizado em julho de 2018 – o V Curso-Vivência no Assentamento Sepé Tiaraju, em Serra Azul, SP, foram organizadas formações teóricas, atividades práticas e rodas de conversas, como por exemplo, com representantes de cooperativas, agricultores e estudantes, que facilitou a troca de experiências sobre as estratégias de comercialização, processamento, organização, além de potenciais alternativas para os problemas enfrentados. “Procuramos propiciar a integração e um balanço parcial para melhorias ao longo da vivência, e em especial, preparar pequenos mutirões agroflorestais simultâneos, com estímulo para que outros agricultores do assentamento também participassem”, explicou o pesquisador Luiz Octávio Ramos Filho.

Nesses encontros, estimula-se que todos proponham temas e organizem momentos de conversa, oficinas e formações de interesse das famílias e participantes, com base nas temáticas sugeridas. Os viventes planejam, com a família, o trabalho a ser feito durante a semana. Partindo do desejo da família, estabelecem um diálogo horizontal e ao final, cada grupo apresenta o que conseguiram realizar, as dificuldades e aprendizados, com fotos do “antes e depois” de todo processo.

Conforme a bióloga Laryssa Morichita, da Universidade Estadual de Campinas, estagiária na Embrapa Meio Ambiente, durante esse Curso-Vivência de julho foi possível a imersão no cotidiano dos agricultores, o manejo dos SAFs, aumentando ainda mais a troca de informações. “O ambiente e as conversas construtivas são importantes também para as gerações mais jovens, geralmente filhos dos agricultores, pois os incentiva a continuar ocupando e produzindo na terra, ganhando cada vez mais confiança e consciência do lugar que habitam, mantendo a constante transformação do ambiente”, acredita.

Para Vitor dos Santos, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), foi ótima a ideia de mesclar os participantes da Vivência nos diferentes mutirões que ocorreram simultaneamente, o que possibilita conhecer uma maior diversidade de SAFs, com mais trocas de experiências.

“Com essa experiência, pode-se ter noção do que é viver em um assentamento, conhecendo um pouco da realidade das pessoas e levando consigo estes conhecimentos que não existem em livros”, acredita Maria Eugênia Mercadante, estudante de Agroecologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

“Foram 7 dias de aprendizados e trocas de conhecimentos, cada pessoa compartilhando aquilo que sabia. Sabedorias que iam desde como se podar uma bananeira a como cozinhar em um fogão a lenha. A realidade rural nesse assentamento é uma verdadeira arte de adaptar-se, e isso se mostra também nos sistemas agroflorestais cultivados ali. Em cada lote que passei vi SAFs com diferentes características, desenhos e tipos de manejo”, diz Lucas Peters, estudante de Geografia da Unicamp.

A vivência também se mostrou importante para os agricultores, que receberam uma força tarefa para o manejo de seus SAFs e puderam visualizar novas técnicas de cultivo. Parte da juventude do assentamento auxiliou no preparo e organização, mostrando potencial para melhorar suas condições de vida.

O agricultor Elenito Hemes trabalha com SAFs desde 1998, mas já procurava informações desde 1988. Começou de forma independente, hoje tem 98 espécies catalogadas em 30 famílias botânicas. Acredita que atualmente tem ainda mais espécies que nasceram espontaneamente. Os carros-chefes são variados, com muita biodiversidade, em módulos (parcelas) adensados de 225 m2. Ele vive 100% da sua agrofloresta. Fez planejamento da sua produção, que processa e vende. Trabalha principalmente com banana, mandioca e frutas. Faz farinhas, frutas desidratadas, doces, geleias e até polvilho.

O importante para ele nesse percurso foram as parcerias, trabalhar com outros agricultores e fazer intercâmbio para conhecer experiências, tirar parâmetros. Todos os envolvidos, instituições e assentados foram conhecendo o sistema e aprendendo juntos: “O que alavancou muito, na minha opinião, foi a elaboração de uma cartilha, na época em parceria com o Mutirão Agroflorestal, Embrapa e o Incra. Avançamos em conhecimento de forma coletiva, e em viagens para conhecer outras propriedades. Melhorei minha renda. Tenho sempre a possibilidade de escolher produtos para processar e vender. Recebo mais de 600 pessoas por ano e faço parcerias, para venda em consignação, inclusive para programas governamentais, além de participar de feiras”, diz Hemes.

Hilda Canille trabalha com SAFs desde 2014. Atualmente seu carro-chefe é a banana, que vende quase toda a produção. Essa vivência trouxe bons resultados para ela. “Fizemos cobertura em todo o sítio. A troca de experiências com outros produtores é o que tem de melhor. Nós não podemos mais ficar sem isso. Com a parceria da Embrapa melhorou tudo para mim. Sem a Embrapa, já teria voltado a pé para a minha terra. Aprendemos, conseguimos máquinas, esterco, mudas e esquematizamos tudo, até levando em conta plantar ou não a favor do sol. Somos 80 famílias e a Embrapa, junto com a Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo, apostou em nós. E quando alguém aposta em nós, isso motiva muito”.

Além desse Curso-Vivência, equipe também organizou vários dias de campo. Um deles em agosto de 2018, sobre SAFs biodiversos com implantação de canteiros de hortaliças, na Embrapa Meio Ambiente, que além do preparo e implantação de diferentes canteiros de hortaliças, apresentou os diferentes sistemas agroflorestais existentes, pesquisas realizadas e resultados, além de demonstrações de diferentes técnicas de manejo de biomassa de sorgo e margaridão, montagem de pilha de compostagem, exlica o pesquisador Joel de Queiroga

Em outro dia de campo sobre SAFs, a ênfase foi demonstrar o seu potencial na recuperação de áreas degradadas para a Equipe do Departamento técnico-científico da Fundação José Pedro de Oliveira (FJPO), de Campinas, SP. Além de conhecer diferentes tipos de SAFs, a equipe conheceu também experimento de restauração de cobertura florestal que avalia diferentes manejos adotados em Áreas de Preservação Permanente, tecnologias adotadas para conservação e restauração de solos, como curvas de nível, barraginha e o uso de adubos verdes.

“A Fundação José Pedro de Oliveira é responsável pela gestão e planejamento da Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) Mata Santa Genebra, visando recuperar a área de amortecimento da ARIE, procurou conhecer as técnicas de recuperação implantadas na área experimental do Sítio Agroecológico da Embrapa Meio Ambiente”, explica Kátia Sampaio Malagoli Braga.

Outro encontro, atmbém em 2018, abordou a instalação e manejo de sistemas de irrigação de baixo custo para SAFs, no Assentamento Sepé Tiaraju, em parceria com Cooperagrosepé, Cooperecos e Associação Fraterra. Nesse dia, buscou-se capacitar as famílias dos agricultores assentados em instalar e manejar kits de irrigação por gotejamento. “A irrigação e o seu bom uso são fundamentais para garantir o desenvolvimento e a boa produção econômica dos carros-chefe de médio e longo prazo dos SAFs, como árvores frutíferas, café, banana, além de reduzir as perdas de mudas e permitir introduzir cultivos de ciclo curto com maior valor agregado, como hortaliças, tomate cereja, entre outros”, explica Luiz Octávio.

Em junho de 2018 a equipe realizou também mais uma oficina do projeto “Sistematização participativa de experiências e intercâmbio de conhecimentos em sistemas agroflorestais voltados à agricultura familiar em regiões da Mata Atlântica no sul e sudeste do Brasil (SEISAF)”. Projeto que conta com a parceria das Unidades da Embrapa Agrobiologia, Florestas e Clima Temperado, além de Universidades, Secretarias estaduais de Meio Ambiente e Instituições de Assistência Técnica e Extensão Rural.

Nesta oficina foram apresentados os resultados da primeira etapa do projeto, que caracterizou as experiências pesquisadas nos diferentes estados, identificou os principais gargalos enfrentados pelos agricultores familiares na implantação e no manejo de SAFs, bem como identificou potenciais alternativas para contornar estes gargalos. De acordo com Joel Queiroga, “a oficina cumpriu seus objetivos de maneira bastante satisfatória e com base nestes resultados, partimos para a segunda etapa do projeto que fará a descrição detalhada e a análise crítica destas alternativas, para então serem divulgadas para os agricultores e técnicos que consolidaram uma Rede de Agrofloresta ao longo do projeto”.

O ano de 2018 foi encerrado com mais um dia de campo na Embrapa, em 20 de dezembro, sobre Implantação e manejo de SAF Agroecológico. Em parcela de SAF iniciada pela equipe no Sitio Agroecológico em janeiro de 2018, foi implantada uma nova linha de caráter experimental, visando comparar o uso de eucalipto e mutambo como espécies emergentes para poda, intercaladas com “carros chefe” de frutíferas como citrus, banana e manga. Ao longo da atividade foram abordados os aspectos práticos e conceituais sobre desenho, estratificação, plantio e manejo, com a participação dos especialistas Rodrigo Junqueira Barbosa de Campos e Denise Amador Bitencourt, do Mutirão Agroflorestal e Fazenda São Luiz. Também foram discutidos os aspectos relativos ao microbioma, interações benéficas entre microrganismos-planta-solo e potenciais benefícios dos SAFs biodiversos para a saúde do solo, com palestra do pesquisador Rodrigo Mendes, da Embrapa Meio Ambiente.

Equipe trabalha SAFs biodiversos com diferentes funções: produção de hortaliças e frutíferas, plantas medicinais e espécies para a criação racional de abelhas sem ferrão

Pesquisadores da equipe de agroecologia da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) têm desenvolvido estudos, vivências e práticas sobre sistemas agroflorestais (SAFs) agroecológicos, tanto no Sítio Agroecológico da Embrapa Meio Ambiente, quanto em lotes de agricultores familiares de assentamentos de reforma agrária.

Esta equipe organizou, durante 2018, diversas oficinas e cursos práticos de vivência em agrofloresta. Em um destes eventos, realizado em julho de 2018 – o V Curso-Vivência no Assentamento Sepé Tiaraju, em Serra Azul, SP, foram organizadas formações teóricas, atividades práticas e rodas de conversas, como por exemplo, com representantes de cooperativas, agricultores e estudantes, que facilitou a troca de experiências sobre as estratégias de comercialização, processamento, organização, além de potenciais alternativas para os problemas enfrentados. “Procuramos propiciar a integração e um balanço parcial para melhorias ao longo da vivência, e em especial, preparar pequenos mutirões agroflorestais simultâneos, com estímulo para que outros agricultores do assentamento também participassem”, explicou o pesquisador Luiz Octávio Ramos Filho.

Nesses encontros, estimula-se que todos proponham temas e organizem momentos de conversa, oficinas e formações de interesse das famílias e participantes, com base nas temáticas sugeridas. Os viventes planejam, com a família, o trabalho a ser feito durante a semana. Partindo do desejo da família, estabelecem um diálogo horizontal e ao final, cada grupo apresenta o que conseguiram realizar, as dificuldades e aprendizados, com fotos do “antes e depois” de todo processo.

Conforme a bióloga Laryssa Morichita, da Universidade Estadual de Campinas, estagiária na Embrapa Meio Ambiente, durante esse Curso-Vivência de julho foi possível a imersão no cotidiano dos agricultores, o manejo dos SAFs, aumentando ainda mais a troca de informações. “O ambiente e as conversas construtivas são importantes também para as gerações mais jovens, geralmente filhos dos agricultores, pois os incentiva a continuar ocupando e produzindo na terra, ganhando cada vez mais confiança e consciência do lugar que habitam, mantendo a constante transformação do ambiente”, acredita.

Para Vitor dos Santos, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), foi ótima a ideia de mesclar os participantes da Vivência nos diferentes mutirões que ocorreram simultaneamente, o que possibilita conhecer uma maior diversidade de SAFs, com mais trocas de experiências.

“Com essa experiência, pode-se ter noção do que é viver em um assentamento, conhecendo um pouco da realidade das pessoas e levando consigo estes conhecimentos que não existem em livros”, acredita Maria Eugênia Mercadante, estudante de Agroecologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

“Foram 7 dias de aprendizados e trocas de conhecimentos, cada pessoa compartilhando aquilo que sabia. Sabedorias que iam desde como se podar uma bananeira a como cozinhar em um fogão a lenha. A realidade rural nesse assentamento é uma verdadeira arte de adaptar-se, e isso se mostra também nos sistemas agroflorestais cultivados ali. Em cada lote que passei vi SAFs com diferentes características, desenhos e tipos de manejo”, diz Lucas Peters, estudante de Geografia da Unicamp.

A vivência também se mostrou importante para os agricultores, que receberam uma força tarefa para o manejo de seus SAFs e puderam visualizar novas técnicas de cultivo. Parte da juventude do assentamento auxiliou no preparo e organização, mostrando potencial para melhorar suas condições de vida.

O agricultor Elenito Hemes trabalha com SAFs desde 1998, mas já procurava informações desde 1988. Começou de forma independente, hoje tem 98 espécies catalogadas em 30 famílias botânicas. Acredita que atualmente tem ainda mais espécies que nasceram espontaneamente. Os carros-chefes são variados, com muita biodiversidade, em módulos (parcelas) adensados de 225 m2. Ele vive 100% da sua agrofloresta. Fez planejamento da sua produção, que processa e vende. Trabalha principalmente com banana, mandioca e frutas. Faz farinhas, frutas desidratadas, doces, geleias e até polvilho.

O importante para ele nesse percurso foram as parcerias, trabalhar com outros agricultores e fazer intercâmbio para conhecer experiências, tirar parâmetros. Todos os envolvidos, instituições e assentados foram conhecendo o sistema e aprendendo juntos: “O que alavancou muito, na minha opinião, foi a elaboração de uma cartilha, na época em parceria com o Mutirão Agroflorestal, Embrapa e o Incra. Avançamos em conhecimento de forma coletiva, e em viagens para conhecer outras propriedades. Melhorei minha renda. Tenho sempre a possibilidade de escolher produtos para processar e vender. Recebo mais de 600 pessoas por ano e faço parcerias, para venda em consignação, inclusive para programas governamentais, além de participar de feiras”, diz Hemes.

Hilda Canille trabalha com SAFs desde 2014. Atualmente seu carro-chefe é a banana, que vende quase toda a produção. Essa vivência trouxe bons resultados para ela. “Fizemos cobertura em todo o sítio. A troca de experiências com outros produtores é o que tem de melhor. Nós não podemos mais ficar sem isso. Com a parceria da Embrapa melhorou tudo para mim. Sem a Embrapa, já teria voltado a pé para a minha terra. Aprendemos, conseguimos máquinas, esterco, mudas e esquematizamos tudo, até levando em conta plantar ou não a favor do sol. Somos 80 famílias e a Embrapa, junto com a Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo, apostou em nós. E quando alguém aposta em nós, isso motiva muito”.

Além desse Curso-Vivência, equipe também organizou vários dias de campo. Um deles em agosto de 2018, sobre SAFs biodiversos com implantação de canteiros de hortaliças, na Embrapa Meio Ambiente, que além do preparo e implantação de diferentes canteiros de hortaliças, apresentou os diferentes sistemas agroflorestais existentes, pesquisas realizadas e resultados, além de demonstrações de diferentes técnicas de manejo de biomassa de sorgo e margaridão, montagem de pilha de compostagem, exlica o pesquisador Joel de Queiroga

Em outro dia de campo sobre SAFs, a ênfase foi demonstrar o seu potencial na recuperação de áreas degradadas para a Equipe do Departamento técnico-científico da Fundação José Pedro de Oliveira (FJPO), de Campinas, SP. Além de conhecer diferentes tipos de SAFs, a equipe conheceu também experimento de restauração de cobertura florestal que avalia diferentes manejos adotados em Áreas de Preservação Permanente, tecnologias adotadas para conservação e restauração de solos, como curvas de nível, barraginha e o uso de adubos verdes.

“A Fundação José Pedro de Oliveira é responsável pela gestão e planejamento da Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) Mata Santa Genebra, visando recuperar a área de amortecimento da ARIE, procurou conhecer as técnicas de recuperação implantadas na área experimental do Sítio Agroecológico da Embrapa Meio Ambiente”, explica Kátia Sampaio Malagoli Braga.

Outro encontro, atmbém em 2018, abordou a instalação e manejo de sistemas de irrigação de baixo custo para SAFs, no Assentamento Sepé Tiaraju, em parceria com Cooperagrosepé, Cooperecos e Associação Fraterra. Nesse dia, buscou-se capacitar as famílias dos agricultores assentados em instalar e manejar kits de irrigação por gotejamento. “A irrigação e o seu bom uso são fundamentais para garantir o desenvolvimento e a boa produção econômica dos carros-chefe de médio e longo prazo dos SAFs, como árvores frutíferas, café, banana, além de reduzir as perdas de mudas e permitir introduzir cultivos de ciclo curto com maior valor agregado, como hortaliças, tomate cereja, entre outros”, explica Luiz Octávio.

Em junho de 2018 a equipe realizou também mais uma oficina do projeto “Sistematização participativa de experiências e intercâmbio de conhecimentos em sistemas agroflorestais voltados à agricultura familiar em regiões da Mata Atlântica no sul e sudeste do Brasil (SEISAF)”. Projeto que conta com a parceria das Unidades da Embrapa Agrobiologia, Florestas e Clima Temperado, além de Universidades, Secretarias estaduais de Meio Ambiente e Instituições de Assistência Técnica e Extensão Rural.

Nesta oficina foram apresentados os resultados da primeira etapa do projeto, que caracterizou as experiências pesquisadas nos diferentes estados, identificou os principais gargalos enfrentados pelos agricultores familiares na implantação e no manejo de SAFs, bem como identificou potenciais alternativas para contornar estes gargalos. De acordo com Joel Queiroga, “a oficina cumpriu seus objetivos de maneira bastante satisfatória e com base nestes resultados, partimos para a segunda etapa do projeto que fará a descrição detalhada e a análise crítica destas alternativas, para então serem divulgadas para os agricultores e técnicos que consolidaram uma Rede de Agrofloresta ao longo do projeto”.

O ano de 2018 foi encerrado com mais um dia de campo na Embrapa, em 20 de dezembro, sobre Implantação e manejo de SAF Agroecológico. Em parcela de SAF iniciada pela equipe no Sitio Agroecológico em janeiro de 2018, foi implantada uma nova linha de caráter experimental, visando comparar o uso de eucalipto e mutambo como espécies emergentes para poda, intercaladas com “carros chefe” de frutíferas como citrus, banana e manga. Ao longo da atividade foram abordados os aspectos práticos e conceituais sobre desenho, estratificação, plantio e manejo, com a participação dos especialistas Rodrigo Junqueira Barbosa de Campos e Denise Amador Bitencourt, do Mutirão Agroflorestal e Fazenda São Luiz. Também foram discutidos os aspectos relativos ao microbioma, interações benéficas entre microrganismos-planta-solo e potenciais benefícios dos SAFs biodiversos para a saúde do solo, com palestra do pesquisador Rodrigo Mendes, da Embrapa Meio Ambiente.

Fonte: Embrapa

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/sistemas-agroflorestais-agroecologicos-tem-multiplas-funcionalidades/

Em consórcio ou em valor nutritivo, leguminosa se destaca

Em consórcio ou em valor nutritivo, leguminosa se destaca

Uma cultivar de leguminosa que serve de forragem para solos de média fertilidade, tem alto potencial para fixação biológica de nitrogênio (FBN) e pode acrescentar ao solo até 248 kg do elemento por hectare, anualmente. Essas são as características do Estilosantes Bela, cultivar desenvolvida pela Embrapa Cerrados (DF) e pela Embrapa Gado de Corte (MS), em parceria com a Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto).

A nova cultivar surge como opção para a recuperação de pastagens degradadas, contribuindo para melhorar o desempenho de bovinos de corte ou leiteiros por meio do uso em consórcio com pastagens de gramíneas, como braquiárias, ou como banco de proteína.
[pmore]
Saiba mais aqui.

No Brasil Central, a Embrapa Cerrados avaliou o Estilosantes Bela em consórcio com milho safrinha, sua produção de forragem, valor nutritivo e produção de sementes, pontos igualmente importantes para o desenvolvimento e sucesso de uma cultivar junto ao mercado.

Em experimento com consórcio com milho para silagem, a presença da leguminosa contribuiu, em média, com 1.700 kg MS/ha para o incremento da quantidade de massa seca total. Já a produtividade do grão variou entre 10.000 kg/ha e 12.800 kg/ha. Tais dados evidenciam que o Estilosantes Bela não influi negativamente na cultura do milho, seja para silagem seja para a produção de grãos.

“Para o estabelecimento do Estilosantes Bela consorciado com milho, recomenda-se a taxa de semeadura entre 6 e 9 kg de sementes puras viáveis por hectare, cujo estande, 30 dias após a semeadura, variou entre 44 e 98 plantas/m²”, detalha a pesquisadora Giovana Maciel.

Produtividade de forragem

A nova cultivar foi avaliada em monocultivo por dois anos no Distrito Federal, em solo muito argiloso, e comparada com as cultivares Mineirão e Campo Grande.

Além da velocidade de crescimento, a forrageira mostrou no Distrito Federal, maior produtividade de forragem, cobertura de solo e porte em relação às cultivares Mineirão e Campo Grande na fase de estabelecimento dos cultivos. A produção de forragem foi acima de 5,0 t/ha, enquanto na cultivares Mineirão e Campo Grande, inferior a 2,0 t/ha.

O Estilosantes Bela teve produtividade de forragem acumulada acima de 13 t/ha, enquanto a cultivar Campo Grande foi inferior a 6 t/ha. Além disso, as plantas produziram 70% a mais de folhas.

Valor nutritivo

O maior porte, ciclo tardio e características foliares também levam o material a apresentar proporção menor de folhas na forragem acumulada em comparação com o estilosantes Campo Grande. Apesar disso, ao confrontar com o valor nutritivo dos capins, especialmente na época seca, os indicadores são geralmente superiores.

O pesquisador Allan Kardec Ramos explica que, por causa da maior adaptação a ambientes mais desafiadores, o diferencial da nova cultivar decorre mais de sua contribuição para uma maior oferta de forragem, inclusive de folhas. “Consequentemente, isso permitirá aos animais em pastejo acessarem uma maior quantidade de forragem com maior valor nutritivo e exercerem maior seletividade no consumo de folhas”, diz.

Apesar do teor de proteína bruta medido nos caules e folhas do Estilosantes Bela ter sido cerca de 12% menor que o da cultivar Campo Grande – e isso se deve à menor proporção de folhas na forragem acumulada –, em termos absolutos, o acúmulo de proteína por área (kg PB/ha) ou de nitrogênio para reciclagem será superior no BRS Bela em função da maior produtividade de forragem do novo estilosantes.

Produção de sementes

As sementes do Estilosantes Bela têm época de florescimento entre abril e maio, sendo mais precoces que a cultivar Mineirão (julho) e mais tardias que a cultivar Campo Grande (fevereiro a março), com produtividade de sementes variando entre 200 e 250 kg/ha de sementes puras.
Sob pastejo e em consórcio, as plantas florescem e produzem sementes. No entanto, segundo os pesquisadores, a produção não é suficiente para assegurar um banco de sementes no solo expressivo capaz de permitir a ressemeadura natural.

Rusticidade e versatilidade de uso

Ramos comenta que a introdução da cultivar em pastos de gramíneas em degradação ou que não recebem adubação de manutenção com adubos nitrogenados melhora o uso da terra. “Outra opção seria a conversão de áreas de baixa produtividade em bancos de proteína para o gado de leite”, completa o pesquisador João Paulo Soares.

Segundo os pesquisadores, no Distrito Federal, onde as condições ambientais são mais desafiadoras, como a seca, a altitude e doenças, a nova cultivar apresentou, em solo argiloso, produção de forragem duas vezes maior que a da cultivar Campo Grande, leguminosa forrageira mais comumente utilizada no Brasil Central e indicada preferencialmente para solos arenosos.

“Locais com seca prolongada e solos mais pesados, de textura argilosa, influenciam negativamente a produtividade do Estilosantes Campo Grande, enquanto o Estilosantes Bela, apesar de ter uma persistência menor, apresenta maior produtividade, inclusive de folhas, nesses ambientes”, comenta Ramos. Além do maior acúmulo de forragem, as plantas da nova cultivar sustentam folhas verdes por mais tempo na estação seca. “Com a nova cultivar, ampliam-se as opções de leguminosas e tem-se uma delimitação dos ambientes e das cultivares de estilosantes recomendadas para o Cerrado, graças aos seus diferenciais adaptativos”, conclui o pesquisador.

Por ser uma planta do “tipo folha larga”, Ramos alerta que o uso de alguns herbicidas aplicados nas pastagens para o controle de invasoras, também do tipo “folha larga”, pode ser letal para as plantas de estilosantes. Da mesma forma, o produtor deve ficar atento ao fogo acidental nos pastos com a leguminosa.

Uma cultivar de leguminosa que serve de forragem para solos de média fertilidade, tem alto potencial para fixação biológica de nitrogênio (FBN) e pode acrescentar ao solo até 248 kg do elemento por hectare, anualmente. Essas são as características do Estilosantes Bela, cultivar desenvolvida pela Embrapa Cerrados (DF) e pela Embrapa Gado de Corte (MS), em parceria com a Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto).

A nova cultivar surge como opção para a recuperação de pastagens degradadas, contribuindo para melhorar o desempenho de bovinos de corte ou leiteiros por meio do uso em consórcio com pastagens de gramíneas, como braquiárias, ou como banco de proteína. Saiba mais aqui.

No Brasil Central, a Embrapa Cerrados avaliou o Estilosantes Bela em consórcio com milho safrinha, sua produção de forragem, valor nutritivo e produção de sementes, pontos igualmente importantes para o desenvolvimento e sucesso de uma cultivar junto ao mercado.

Em experimento com consórcio com milho para silagem, a presença da leguminosa contribuiu, em média, com 1.700 kg MS/ha para o incremento da quantidade de massa seca total. Já a produtividade do grão variou entre 10.000 kg/ha e 12.800 kg/ha. Tais dados evidenciam que o Estilosantes Bela não influi negativamente na cultura do milho, seja para silagem seja para a produção de grãos.

“Para o estabelecimento do Estilosantes Bela consorciado com milho, recomenda-se a taxa de semeadura entre 6 e 9 kg de sementes puras viáveis por hectare, cujo estande, 30 dias após a semeadura, variou entre 44 e 98 plantas/m²”, detalha a pesquisadora Giovana Maciel.

Produtividade de forragem

A nova cultivar foi avaliada em monocultivo por dois anos no Distrito Federal, em solo muito argiloso, e comparada com as cultivares Mineirão e Campo Grande.

Além da velocidade de crescimento, a forrageira mostrou no Distrito Federal, maior produtividade de forragem, cobertura de solo e porte em relação às cultivares Mineirão e Campo Grande na fase de estabelecimento dos cultivos. A produção de forragem foi acima de 5,0 t/ha, enquanto na cultivares Mineirão e Campo Grande, inferior a 2,0 t/ha.

O Estilosantes Bela teve produtividade de forragem acumulada acima de 13 t/ha, enquanto a cultivar Campo Grande foi inferior a 6 t/ha. Além disso, as plantas produziram 70% a mais de folhas.

Valor nutritivo

O maior porte, ciclo tardio e características foliares também levam o material a apresentar proporção menor de folhas na forragem acumulada em comparação com o estilosantes Campo Grande. Apesar disso, ao confrontar com o valor nutritivo dos capins, especialmente na época seca, os indicadores são geralmente superiores.

O pesquisador Allan Kardec Ramos explica que, por causa da maior adaptação a ambientes mais desafiadores, o diferencial da nova cultivar decorre mais de sua contribuição para uma maior oferta de forragem, inclusive de folhas. “Consequentemente, isso permitirá aos animais em pastejo acessarem uma maior quantidade de forragem com maior valor nutritivo e exercerem maior seletividade no consumo de folhas”, diz.

Apesar do teor de proteína bruta medido nos caules e folhas do Estilosantes Bela ter sido cerca de 12% menor que o da cultivar Campo Grande – e isso se deve à menor proporção de folhas na forragem acumulada –, em termos absolutos, o acúmulo de proteína por área (kg PB/ha) ou de nitrogênio para reciclagem será superior no BRS Bela em função da maior produtividade de forragem do novo estilosantes.

Produção de sementes

As sementes do Estilosantes Bela têm época de florescimento entre abril e maio, sendo mais precoces que a cultivar Mineirão (julho) e mais tardias que a cultivar Campo Grande (fevereiro a março), com produtividade de sementes variando entre 200 e 250 kg/ha de sementes puras.
Sob pastejo e em consórcio, as plantas florescem e produzem sementes. No entanto, segundo os pesquisadores, a produção não é suficiente para assegurar um banco de sementes no solo expressivo capaz de permitir a ressemeadura natural.

Rusticidade e versatilidade de uso

Ramos comenta que a introdução da cultivar em pastos de gramíneas em degradação ou que não recebem adubação de manutenção com adubos nitrogenados melhora o uso da terra. “Outra opção seria a conversão de áreas de baixa produtividade em bancos de proteína para o gado de leite”, completa o pesquisador João Paulo Soares.

Segundo os pesquisadores, no Distrito Federal, onde as condições ambientais são mais desafiadoras, como a seca, a altitude e doenças, a nova cultivar apresentou, em solo argiloso, produção de forragem duas vezes maior que a da cultivar Campo Grande, leguminosa forrageira mais comumente utilizada no Brasil Central e indicada preferencialmente para solos arenosos.

“Locais com seca prolongada e solos mais pesados, de textura argilosa, influenciam negativamente a produtividade do Estilosantes Campo Grande, enquanto o Estilosantes Bela, apesar de ter uma persistência menor, apresenta maior produtividade, inclusive de folhas, nesses ambientes”, comenta Ramos. Além do maior acúmulo de forragem, as plantas da nova cultivar sustentam folhas verdes por mais tempo na estação seca. “Com a nova cultivar, ampliam-se as opções de leguminosas e tem-se uma delimitação dos ambientes e das cultivares de estilosantes recomendadas para o Cerrado, graças aos seus diferenciais adaptativos”, conclui o pesquisador.

Por ser uma planta do “tipo folha larga”, Ramos alerta que o uso de alguns herbicidas aplicados nas pastagens para o controle de invasoras, também do tipo “folha larga”, pode ser letal para as plantas de estilosantes. Da mesma forma, o produtor deve ficar atento ao fogo acidental nos pastos com a leguminosa.

Fonte: Embrapa

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/em-consorcio-ou-em-valor-nutritivo-leguminosa-se-destaca/

Conheça as atrações da Dinapec 2019

Conheça as atrações da Dinapec 2019

Começa nesta quarta-feira a 14ª edição da Dinâmica Agropecuária, a Dinapec 2019. A vitrine tecnológica anual, realizada pela Embrapa e Sistema Famasul, tem como tema “Soluções para o Agro Sustentável” e acontece de 20 a 22 de fevereiro na sede da Embrapa Gado de Corte em Campo Grande (MS). A ministra da agricultura, Tereza Cristina Corrêa, deverá participar do evento no painel do Encontro de Jovens da Agropecuária, promovido pela CNA Jovem, e em um bate papo com o setor produtivo, parceiros da Embrapa e entidades de classe marcado para o dia 22, sexta-feira, às 16h30 na tenda principal.

A Dinapec oferecer painéis, roteiros tecnológicos, oficinas e outras atividades gratuitas a produtores rurais, estudantes, técnicos, profissionais e empresários do setor.
[pmore]
Neste ano, a feira traz espaços para expositores, aproximando os participantes de tecnologias e empresas relacionadas a soluções tecnológicas para a agropecuária brasileira. 12 unidades da Embrapa participam do evento, que conta também com 12 instituições parceiras, patrocínio da Unipasto e o apoio de 24 instituições. O público esperado é superior a 3 mil participantes.

Visite o portal www.dinapec.com/2019 para saber mais e confira as atrações!

Painéis e debates – Na tenda principal serão discutidos temas de alta relevância para o desenvolvimento da atividade agropecuária em Mato Grosso do Sul. Entre os participantes estão instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Sistema Famasul, Unicamp, Iagro, Canal do Boi, Fundação Getúlio Vargas, diversas associações e organizações de classe. Conheça os temas centrais:

  • Mesa redonda: O que o futuro nos reserva?
  • Painel: Conhecendo a carne que você consome
  • Painel: Novos rumos para o controle da febre aftosa
  • Painel: A mulher no Agro
  • Encontro Jovens da Agropecuária

Roteiros tecnológicos – Os roteiros são um conjunto de dinâmicas com duração total de duas horas. Na atividade, diversos palestrantes discutem assuntos variados ligados a um mesmo tema principal. Em 2019, a feira conta com 10 roteiros:

  • Pastagens
  • Ovinocultura
  • Melhoramento Animal
  • + Precoce: Tecnologias para Produção de Novilho Precoce
  • Integração Lavoura Pecuária (ILP)
  • Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF)
  • Agricultura Familiar
  • Pecuária de Precisão
  • Agrodigital
  • Renda no Pasto
  • SaniCerto – Calendário de manejos

Oficinas – Gratuitas e abertas ao público, as capacitações da Dinapec acontecem durante a manhã e tarde dos três dias do evento. A participação é gratuita e tem vagas limitadas. Veja quais são os temas abordados:

  • Boas práticas na produção de lácteos
  • Características do perfil do solo
  • Demonstração de ducha veterinária para o controle de carrapatos
  • Frutas em vasos – agricultura urbana
  • Adubação verde e controle biológico na horticultura
  • Plantas em vasos – agricultura urbana
  • Plantio de pastagem e qualidade da semente / Regulagem de semeadora VDTec
  • Produção de limão Taiti / Recuperação de mata ciliar
  • Produção de maracujá
  • Preparo de derivados da mandioca
  • Empreender e liderar no campo
  • Utilização de drones como tecnologia de precisão
  • Pecuária leiteira – conservação de forragem (feno e silagem)
  • Inovando com mulching – plasticultura
  • Arroz de terras altas

Lançamentos – A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária também irá realizar lançamentos durante a Dinapec 2019:

  • BRS Bela: a cultivar é uma leguminosa forrageira tropical desenvolvida pela Embrapa Gado de Corte e Cerrados que pode ser consorciada com pastagens em solos mais argilosos. Seu uso pode favorecer o desempenho bovino e melhorar as condições do solo por sua alta capacidade de fixação biológica de nitrogênio;
  • Aplicativo Cria Certo: voltado a auxiliar a tomada de decisões relacionadas à reprodução animal, o produtor pode simular, calcular e comparar custos, benefícios e impactos econômicos da aplicação de diferentes biotécnicas reprodutivas no rebanho;
  • Aplicativo Controlpec: o aplicativo, lançado pela Embrapa Gado de Corte, ajuda o produtor rural a lidar com as finanças da propriedade por meio de uma planilha formulada para controlar custos e receitas da produção, seja para pecuária ou agricultura;
  • Livro “Ultrassonografia na reprodução e avaliação de carcaças em bovinos”: a publicação discute os benefícios do uso da técnica como ferramenta de gestão para altos resultados no campo, editado pela Embrapa Pantanal, Gado de Corte e Universidade Estadual Paulista;
  • Livro “Carrapatos na cadeia produtiva de bovinos”: editada pela Embrapa Gado de Corte, a publicação oferece orientações e ferramentas para o controle adequado do parasita, buscando reduzir perdas com foco no manejo em bases sustentáveis.

Dinapec Kids – No dia 22, cerca de 300 estudantes do 3º ao 6º ano de quatro escolas públicas e privadas participam da Dinapec pelo Programa Embrapa & Escola Dinapec Kids, que apresenta a ciência e tecnologia aos pequenos. Os alunos devem visitar estações de conhecimento sobre pastoreio de ovelhas, bem-estar animal, principais raças de gado de corte no Brasil – taurinas e zebuínas, os bovinos no país e no mundo e, por fim, forrageiras e a conservação do solo na agropecuária. A ação é realizada pela Embrapa Gado de Corte em parceria com a Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Campo Grande e Projeto Cão Pastor.

Atendimento odontológico gratuito – Durante os 3 dias de evento, o Senar/MS oferece atendimento odontológico gratuito aos participantes da 14ª Dinapec. O Projeto de ação social Pingo D’Água, executado em parceria com Sindicatos Rurais do estado, atende trabalhadores e produtores rurais por meio de unidades móveis equipadas com todos os equipamentos encontrados em um consultório odontológico convencional. As vagas são limitadas à capacidade de atendimento diário da equipe, então chegue cedo!

Ônibus Saladão – O ônibus do Projeto Saladão, mantido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia (Sedesc) da Prefeitura de Campo Grande para fortalecer a agricultura familiar e horticultura locais, estará estacionado na Dinapec. O veículo, transformado em um mercado itinerante, expõe nas gôndolas adaptadas os alimentos saudáveis e frescos produzidos por agricultores familiares da região para levar qualidade de vida e saúde direto do produtor para a mesa do consumidor.

Atendimento ao produtor – Pesquisadores, técnicos, assistentes e representantes das unidades da Embrapa que participam do evento estarão disponíveis na feira para atender aos visitantes, tirar dúvidas, trocar conhecimentos e conversar sobre a situação das propriedades rurais do estado para abordar as melhores formas de aprimorar a produtividade agropecuária em Mato Grosso do Sul.

Sobre a Dinapec

A realização da Dinapec tem o apoio de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (IAGRO), Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (SEDESC), Fundo para o Desenvolvimento das Culturas de Milho e Soja de MS (FUNDEMS), Fundação MS, Fundação Chapadão, Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária e Ambiental (Fundapam), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/MS), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Rede ILPF, Geneplus, Tramasul, Coimma, Companhia Nacional de Nutrição Animal (Connan), Sistema Brasileiro do Agronegócio (SBA), Agrobrasil TV e DBO Editores Associados. O patrocínio é da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto). A realização é da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa e do Sistema Famasul.

Começa nesta quarta-feira a 14ª edição da Dinâmica Agropecuária, a Dinapec 2019. A vitrine tecnológica anual, realizada pela Embrapa e Sistema Famasul, tem como tema “Soluções para o Agro Sustentável” e acontece de 20 a 22 de fevereiro na sede da Embrapa Gado de Corte em Campo Grande (MS). A ministra da agricultura, Tereza Cristina Corrêa, deverá participar do evento no painel do Encontro de Jovens da Agropecuária, promovido pela CNA Jovem, e em um bate papo com o setor produtivo, parceiros da Embrapa e entidades de classe marcado para o dia 22, sexta-feira, às 16h30 na tenda principal.

A Dinapec oferecer painéis, roteiros tecnológicos, oficinas e outras atividades gratuitas a produtores rurais, estudantes, técnicos, profissionais e empresários do setor. Neste ano, a feira traz espaços para expositores, aproximando os participantes de tecnologias e empresas relacionadas a soluções tecnológicas para a agropecuária brasileira. 12 unidades da Embrapa participam do evento, que conta também com 12 instituições parceiras, patrocínio da Unipasto e o apoio de 24 instituições. O público esperado é superior a 3 mil participantes.

Visite o portal www.dinapec.com/2019 para saber mais e confira as atrações!

Painéis e debates – Na tenda principal serão discutidos temas de alta relevância para o desenvolvimento da atividade agropecuária em Mato Grosso do Sul. Entre os participantes estão instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Sistema Famasul, Unicamp, Iagro, Canal do Boi, Fundação Getúlio Vargas, diversas associações e organizações de classe. Conheça os temas centrais:

  • Mesa redonda: O que o futuro nos reserva?
  • Painel: Conhecendo a carne que você consome
  • Painel: Novos rumos para o controle da febre aftosa
  • Painel: A mulher no Agro
  • Encontro Jovens da Agropecuária

Roteiros tecnológicos – Os roteiros são um conjunto de dinâmicas com duração total de duas horas. Na atividade, diversos palestrantes discutem assuntos variados ligados a um mesmo tema principal. Em 2019, a feira conta com 10 roteiros:

  • Pastagens
  • Ovinocultura
  • Melhoramento Animal
  • + Precoce: Tecnologias para Produção de Novilho Precoce
  • Integração Lavoura Pecuária (ILP)
  • Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF)
  • Agricultura Familiar
  • Pecuária de Precisão
  • Agrodigital
  • Renda no Pasto
  • SaniCerto – Calendário de manejos

Oficinas – Gratuitas e abertas ao público, as capacitações da Dinapec acontecem durante a manhã e tarde dos três dias do evento. A participação é gratuita e tem vagas limitadas. Veja quais são os temas abordados:

  • Boas práticas na produção de lácteos
  • Características do perfil do solo
  • Demonstração de ducha veterinária para o controle de carrapatos
  • Frutas em vasos – agricultura urbana
  • Adubação verde e controle biológico na horticultura
  • Plantas em vasos – agricultura urbana
  • Plantio de pastagem e qualidade da semente / Regulagem de semeadora VDTec
  • Produção de limão Taiti / Recuperação de mata ciliar
  • Produção de maracujá
  • Preparo de derivados da mandioca
  • Empreender e liderar no campo
  • Utilização de drones como tecnologia de precisão
  • Pecuária leiteira – conservação de forragem (feno e silagem)
  • Inovando com mulching – plasticultura
  • Arroz de terras altas

Lançamentos – A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária também irá realizar lançamentos durante a Dinapec 2019:

  • BRS Bela: a cultivar é uma leguminosa forrageira tropical desenvolvida pela Embrapa Gado de Corte e Cerrados que pode ser consorciada com pastagens em solos mais argilosos. Seu uso pode favorecer o desempenho bovino e melhorar as condições do solo por sua alta capacidade de fixação biológica de nitrogênio;
  • Aplicativo Cria Certo: voltado a auxiliar a tomada de decisões relacionadas à reprodução animal, o produtor pode simular, calcular e comparar custos, benefícios e impactos econômicos da aplicação de diferentes biotécnicas reprodutivas no rebanho;
  • Aplicativo Controlpec: o aplicativo, lançado pela Embrapa Gado de Corte, ajuda o produtor rural a lidar com as finanças da propriedade por meio de uma planilha formulada para controlar custos e receitas da produção, seja para pecuária ou agricultura;
  • Livro “Ultrassonografia na reprodução e avaliação de carcaças em bovinos”: a publicação discute os benefícios do uso da técnica como ferramenta de gestão para altos resultados no campo, editado pela Embrapa Pantanal, Gado de Corte e Universidade Estadual Paulista;
  • Livro “Carrapatos na cadeia produtiva de bovinos”: editada pela Embrapa Gado de Corte, a publicação oferece orientações e ferramentas para o controle adequado do parasita, buscando reduzir perdas com foco no manejo em bases sustentáveis.

Dinapec Kids – No dia 22, cerca de 300 estudantes do 3º ao 6º ano de quatro escolas públicas e privadas participam da Dinapec pelo Programa Embrapa & Escola Dinapec Kids, que apresenta a ciência e tecnologia aos pequenos. Os alunos devem visitar estações de conhecimento sobre pastoreio de ovelhas, bem-estar animal, principais raças de gado de corte no Brasil – taurinas e zebuínas, os bovinos no país e no mundo e, por fim, forrageiras e a conservação do solo na agropecuária. A ação é realizada pela Embrapa Gado de Corte em parceria com a Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Campo Grande e Projeto Cão Pastor.

Atendimento odontológico gratuito – Durante os 3 dias de evento, o Senar/MS oferece atendimento odontológico gratuito aos participantes da 14ª Dinapec. O Projeto de ação social Pingo D’Água, executado em parceria com Sindicatos Rurais do estado, atende trabalhadores e produtores rurais por meio de unidades móveis equipadas com todos os equipamentos encontrados em um consultório odontológico convencional. As vagas são limitadas à capacidade de atendimento diário da equipe, então chegue cedo!

Ônibus Saladão – O ônibus do Projeto Saladão, mantido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia (Sedesc) da Prefeitura de Campo Grande para fortalecer a agricultura familiar e horticultura locais, estará estacionado na Dinapec. O veículo, transformado em um mercado itinerante, expõe nas gôndolas adaptadas os alimentos saudáveis e frescos produzidos por agricultores familiares da região para levar qualidade de vida e saúde direto do produtor para a mesa do consumidor.

Atendimento ao produtor – Pesquisadores, técnicos, assistentes e representantes das unidades da Embrapa que participam do evento estarão disponíveis na feira para atender aos visitantes, tirar dúvidas, trocar conhecimentos e conversar sobre a situação das propriedades rurais do estado para abordar as melhores formas de aprimorar a produtividade agropecuária em Mato Grosso do Sul.

Sobre a Dinapec

A realização da Dinapec tem o apoio de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (IAGRO), Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (SEDESC), Fundo para o Desenvolvimento das Culturas de Milho e Soja de MS (FUNDEMS), Fundação MS, Fundação Chapadão, Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária e Ambiental (Fundapam), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/MS), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Rede ILPF, Geneplus, Tramasul, Coimma, Companhia Nacional de Nutrição Animal (Connan), Sistema Brasileiro do Agronegócio (SBA), Agrobrasil TV e DBO Editores Associados. O patrocínio é da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto). A realização é da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa e do Sistema Famasul.

Fonte: Embrapa

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/conheca-as-atracoes-da-dinapec-2019/

Agricultura Digital – Embrapa Informática Agropecuária – Legenda Inglês

Agricultura Digital – Embrapa Informática Agropecuária – Legenda Inglês

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Conheça a Agricultura Digital, revolução tecnológica na agricultura resultante de uma forma inteligente de juntar no campo conhecimento científico de base, ferramentas computacionais, equipamentos avançados e dados. O Brasil faz parte de um pequeno grupo de países que está na vanguarda dessa revolução e na Embrapa concentram-se os esforços da pesquisa agropecuária para integrar tudo aquilo que de mais importante está sendo feito nesse campo.A Embrapa Informática Agropecuária desenvolve com seus parceiros um trabalho de tecnologia da informação, totalmente baseado em ciência, que veio para manter o País na liderança da agricultura tropical, com responsabilidade econômica, ambiental e social.

Fonte: Embrapa

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/agricultura-digital-embrapa-informatica-agropecuaria-legenda-ingles/

Agregar valor à cadeia produtiva do milho motiva debate entre produtores e especialistas

Agregar valor à cadeia produtiva do milho motiva debate entre produtores e especialistas

A Associação Brasilieira de Produtores de Milho – Abramilho realiza nesta quarta-feira, 20/02, às 9h, na sede da
Associação em Brasília, um Encontro Técnico com a participação dos produtores,
representantes da indústria e da pesquisa, tendo como objetivo a troca de experiência para aplicação de tecnologias e desenvolvimento de produtos e processos com resíduos da cadeia produtiva e beneficiamento do milho.

Está na programação do debate a produção de biogás (energia elétrica e veicular) a partir da biomassa do milho em ciclo
sustentável, tema que será apresentado pelo presidente da Abiogás, Alessandro Gardemann; da Datagro, Plinio Nastari; da
Castrolanda, Vinicius Fritsch; e pelo produtor rural Jan Haasjes.
[pmore]
Também será debatido o tema Etanol de Milho no Brasil (em especial do Mato Grosso), por Glauber Silveira da Arefloresta/Abramilho. A terceira temática será abordada por Angelo Pedrosa, da Cargill, sobre o milho na
indústria brasileira. Na sequência, Jadyr Oliveira, da Prozyn, irá falar da produção de enzimas e usinas hídricas de cana e milho. Para finalizar a rodada de discussão, o pesquisador Félix Siqueira, da Embrapa Agroenergia abordará as alternativas tecnológicas e
econômicas do milho.

Na sua apresentação, Félix irá enfatizar o modelo de biorrefinarias baseado em processos fermentativos para a obtenção de bioprodutos de valor agregado, por meio da integração dos sistemas já existentes.
São diversos os resíduos do milho, entre eles o sabugo, a palha, a quirera, as cascas do polimento/beneficiamento do grão, etc., que podem servir de substrato para o cultivo microbiano (fungos, bactérias, leveduras), podendo assim gerar produtos tais como enzimas, proteína microbiana, ácidos orgânicos, monossacarídeos (açúcares), transformando passivos ambientais e ativos financeiros.

Félix comenta que o milho, por ser uma commodity, varia o preço. “Discutir em um cenário nacional alternativas para a cadeia produtiva do milho, desde a produção até os usos de seus resíduos, como o biogás, etanol, enzimas, etc., é fundamental para a geração de novas divisas financeiras. Será importante estarmos como unidade de pesquisa neste evento promovido pela Abramilho.

Paulo Bertolini, diretor da Abramilho e produtor rural no Paraná, conta que a produção da cultura dobrou nos últimos 10 anos para 93 milhões de toneladas. Ele explica que o Brasil um potencial produtivo beirando 200 milhões de toneladas/ano sem abrir novas áreas agrícolas e por isso precisamos começar a pensar como vamos escoar e utilizar melhor esses produtos dentro do Brasil para agregar valor. O milho é conhecido normalmente como matéria prima de ração animal, mas sua cultura propicia centenas
de utilidades na indústria, na produção de energia, de produtos como o plástico biodegradável, entre tantos outros, como nas cervejarias, na indústria alimentícia e no artesanato. “A palavra-chave é agregar valor”, ressalta Bertolini.

Ele destaca a importância do debate. “O grande desafio como entidade é entender melhor essas oportunidades. Nosso objetivo é trazer para a Abramilho tudo o que se pode fazer com o milho, tanto do produto quanto dos resíduos. Para isso temos que chamar os especialistas para entender e depois levar para todos os produtores e negociar em pautas governamentais”, conclui o diretor.

A Associação Brasilieira de Produtores de Milho – Abramilho realiza nesta quarta-feira, 20/02, às 9h, na sede da
Associação em Brasília, um Encontro Técnico com a participação dos produtores,
representantes da indústria e da pesquisa, tendo como objetivo a troca de experiência para aplicação de tecnologias e desenvolvimento de produtos e processos com resíduos da cadeia produtiva e beneficiamento do milho.

Está na programação do debate a produção de biogás (energia elétrica e veicular) a partir da biomassa do milho em ciclo
sustentável, tema que será apresentado pelo presidente da Abiogás, Alessandro Gardemann; da Datagro, Plinio Nastari; da
Castrolanda, Vinicius Fritsch; e pelo produtor rural Jan Haasjes.
Também será debatido o tema Etanol de Milho no Brasil (em especial do Mato Grosso), por Glauber Silveira da Arefloresta/Abramilho. A terceira temática será abordada por Angelo Pedrosa, da Cargill, sobre o milho na
indústria brasileira. Na sequência, Jadyr Oliveira, da Prozyn, irá falar da produção de enzimas e usinas hídricas de cana e milho. Para finalizar a rodada de discussão, o pesquisador Félix Siqueira, da Embrapa Agroenergia abordará as alternativas tecnológicas e
econômicas do milho.

Na sua apresentação, Félix irá enfatizar o modelo de biorrefinarias baseado em processos fermentativos para a obtenção de bioprodutos de valor agregado, por meio da integração dos sistemas já existentes.
São diversos os resíduos do milho, entre eles o sabugo, a palha, a quirera, as cascas do polimento/beneficiamento do grão, etc., que podem servir de substrato para o cultivo microbiano (fungos, bactérias, leveduras), podendo assim gerar produtos tais como enzimas, proteína microbiana, ácidos orgânicos, monossacarídeos (açúcares), transformando passivos ambientais e ativos financeiros.

Félix comenta que o milho, por ser uma commodity, varia o preço. “Discutir em um cenário nacional alternativas para a cadeia produtiva do milho, desde a produção até os usos de seus resíduos, como o biogás, etanol, enzimas, etc., é fundamental para a geração de novas divisas financeiras. Será importante estarmos como unidade de pesquisa neste evento promovido pela Abramilho.

Paulo Bertolini, diretor da Abramilho e produtor rural no Paraná, conta que a produção da cultura dobrou nos últimos 10 anos para 93 milhões de toneladas. Ele explica que o Brasil um potencial produtivo beirando 200 milhões de toneladas/ano sem abrir novas áreas agrícolas e por isso precisamos começar a pensar como vamos escoar e utilizar melhor esses produtos dentro do Brasil para agregar valor. O milho é conhecido normalmente como matéria prima de ração animal, mas sua cultura propicia centenas
de utilidades na indústria, na produção de energia, de produtos como o plástico biodegradável, entre tantos outros, como nas cervejarias, na indústria alimentícia e no artesanato. “A palavra-chave é agregar valor”, ressalta Bertolini.

Ele destaca a importância do debate. “O grande desafio como entidade é entender melhor essas oportunidades. Nosso objetivo é trazer para a Abramilho tudo o que se pode fazer com o milho, tanto do produto quanto dos resíduos. Para isso temos que chamar os especialistas para entender e depois levar para todos os produtores e negociar em pautas governamentais”, conclui o diretor.

Fonte: Embrapa

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/agregar-valor-a-cadeia-produtiva-do-milho-motiva-debate-entre-produtores-e-especialistas/

Presidente da CRA quer ouvir ministra da Agricultura

Presidente da CRA quer ouvir ministra da Agricultura

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) vai realizar, na próxima quarta-feira (20), às 11h, reunião deliberativa para votar o requerimento da presidente do colegiado, senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), que convida a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Teresa Cristina, para apresentar as diretrizes e os programas prioritários de sua pasta para os próximos anos.

Em outro requerimento que deve ser analisado na reunião, Soraya pede que o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), General Jesus Corrêa, seja convidado à CRA para debater os planos do órgão no atual governo.

Na sua primeira reunião deliberativa do ano, a comissão vai analisar outras solicitações de senadores. O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) pede a criação de subcomissão temporária para discutir a regularização fundiária. Já o senador Luis Carlos Henzie (PP-RS) requer a realização de ciclo de palestras da CRA, no Rio Grande do Sul, no dia 15 de março.

Depois de analisar os requerimentos, a CRA vai definir suas estratégias e diretrizes para 2019 e selecionar uma política pública do Executivo para ser avaliada pela comissão este ano.

A reunião será realizada na sala 7 da Ala Senador Alexandre Costa.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: www12.senado.leg.br

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/presidente-da-cra-quer-ouvir-ministra-da-agricultura/

CNA recebe visita de produtores rurais da Romênia

CNA recebe visita de produtores rurais da Romênia

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Um grupo de produtores de milho e de soja da Romênia visitou a sede do Sistema CNA/Senar, em Brasília, na segunda (18). A comitiva, formada por 24 agricultores de diversas partes do país do leste europeu, veio conhecer as ações realizadas pela entidade e os avanços alcançados pela agropecuária brasileira nos últimos anos.

Fonte: CNA

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/cna-recebe-visita-de-produtores-rurais-da-romenia/

Discussões sobre Indicação Geográfica da farinha de copioba avançam

Discussões sobre Indicação Geográfica da farinha de copioba avançam

Nesta terça (19), das 8h30 às 17h, acontece na Embrapa Mandioca e Fruticultura, em Cruz das Almas (BA), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a I Convocatória ConCopioba, que integra o projeto Caminhos para Indicação Geográfica (IG) da Copioba.
Aberto a pesquisadores, professores, técnicos, produtores, representantes do poder público e de agências de fomento, o evento é uma realização da Rede Copioba, composta pela Embrapa, Universidade Federal da Bahia (Ufba), Programa Bahia Produtiva, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater) e Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado da Bahia (Fetag-BA).
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A delimitação territorial da IG, a caracterização da farinha e a organização social dos produtores estão na pauta do encontro. A IG é usada para identificar a origem de produtos ou serviços quando o local tenha se tornado conhecido ou quando determinada característica ou qualidade do produto ou serviço se deve à sua origem. No Vale do Copioba, localizado entre os municípios de Maragogipe, Nazaré e São Felipe, no Recôncavo baiano, a farinha produzida artesanalmente tem coloração, sabor e crocância peculiares, que resultam num produto diferenciado e mais caro. O maior diferencial da farinha de mandioca do tipo copioba é o seu aspecto crocante, decorrente da baixa umidade entre 1 a 2% enquanto a comum chega a 12% de umidade.

Serviço:
Data: 19/2/2019
Programação:
8h30 às 10h – Receptivo e credenciamento
10h – Abertura
10h15 às 11h45 – Painel temático 1: A legítima farinha Copioba: tradição, características e modos de produção
Ryzia Cardoso – Nutrição / UFBA (mediadora)
Felix Souza Santos – São Felipe / Vale Copioba
Tânia Souza – Prefeitura de Nazaré / Vale Copioba
Nina Paloma Branco – doutoranda em Sociologia / Universidade Paris Descartes (ED 180)
11h45 às 12h – Consolidação de agenda sobre o tema com a plenária
12h às 13h – Intervalo para almoço
13h às 14h – Credenciamento
13h às 14h30 – Painel temático 2: Delimitação geográfica IG Copioba: de onde vem a melhor farinha da Bahia?
Alcides Caldas – Igeo / Ufba (mediador)
Rodrigo Paranhos – Embrapa Agroindústria de Alimentos
Jô Borges – Prefeitura de São Felipe / Vale Copioba
14h30 às 14h45 – Consolidação de agenda sobre o tema com a plenária
15h às 16h30 – Painel temático 3: Organização para IG: quem solicita, representa e regula o uso do selo Copioba?
Alcides Caldas – Igeo / Ufba (mediador)
Daniela Freitas – Fetag-BA
Joana Maria Leite – Embrapa Acre (videoconferência sobre IG da farinha de Cruzeiro do Sul)
Jean-Louis Le Guerroué – Cirad UMR Innovation et Art-dev/Fr
16h30 às 16h45 – Consolidação de agenda sobre o tema com a plenária

Nesta terça (19), das 8h30 às 17h, acontece na Embrapa Mandioca e Fruticultura, em Cruz das Almas (BA), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a I Convocatória ConCopioba, que integra o projeto Caminhos para Indicação Geográfica (IG) da Copioba.
Aberto a pesquisadores, professores, técnicos, produtores, representantes do poder público e de agências de fomento, o evento é uma realização da Rede Copioba, composta pela Embrapa, Universidade Federal da Bahia (Ufba), Programa Bahia Produtiva, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater) e Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado da Bahia (Fetag-BA).
A delimitação territorial da IG, a caracterização da farinha e a organização social dos produtores estão na pauta do encontro. A IG é usada para identificar a origem de produtos ou serviços quando o local tenha se tornado conhecido ou quando determinada característica ou qualidade do produto ou serviço se deve à sua origem. No Vale do Copioba, localizado entre os municípios de Maragogipe, Nazaré e São Felipe, no Recôncavo baiano, a farinha produzida artesanalmente tem coloração, sabor e crocância peculiares, que resultam num produto diferenciado e mais caro. O maior diferencial da farinha de mandioca do tipo copioba é o seu aspecto crocante, decorrente da baixa umidade entre 1 a 2% enquanto a comum chega a 12% de umidade.

Serviço:
Data: 19/2/2019
Programação:
8h30 às 10h – Receptivo e credenciamento
10h – Abertura
10h15 às 11h45 – Painel temático 1: A legítima farinha Copioba: tradição, características e modos de produção
Ryzia Cardoso – Nutrição / UFBA (mediadora)
Felix Souza Santos – São Felipe / Vale Copioba
Tânia Souza – Prefeitura de Nazaré / Vale Copioba
Nina Paloma Branco – doutoranda em Sociologia / Universidade Paris Descartes (ED 180)
11h45 às 12h – Consolidação de agenda sobre o tema com a plenária
12h às 13h – Intervalo para almoço
13h às 14h – Credenciamento
13h às 14h30 – Painel temático 2: Delimitação geográfica IG Copioba: de onde vem a melhor farinha da Bahia?
Alcides Caldas – Igeo / Ufba (mediador)
Rodrigo Paranhos – Embrapa Agroindústria de Alimentos
Jô Borges – Prefeitura de São Felipe / Vale Copioba
14h30 às 14h45 – Consolidação de agenda sobre o tema com a plenária
15h às 16h30 – Painel temático 3: Organização para IG: quem solicita, representa e regula o uso do selo Copioba?
Alcides Caldas – Igeo / Ufba (mediador)
Daniela Freitas – Fetag-BA
Joana Maria Leite – Embrapa Acre (videoconferência sobre IG da farinha de Cruzeiro do Sul)
Jean-Louis Le Guerroué – Cirad UMR Innovation et Art-dev/Fr
16h30 às 16h45 – Consolidação de agenda sobre o tema com a plenária

Fonte: Embrapa

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Como Lidar Com Sentimento de Perda • IVAN CAPELATTO

Como Lidar Com Sentimento de Perda • IVAN CAPELATTO

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Ivan Capelatto busca mostrar a necessidade humana (psicológica, social e cultural) de elaborar o chamado “luto” frente às pequenas e grandes perdas que fazem parte do cotidiano do sujeito humano. O luto é necessário, defende Capelatto, porque sem ele consequências psicosomáticas e somáticas significativas podem ocorrer.

Gravado em 15/04/2015

playlist Ivan Capelatto ► https://bit.ly/2DV2oSu

Fonte: Território Conhecimento

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Assista à Abertura Nacional da Colheita da Soja

Assista à Abertura Nacional da Colheita da Soja

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Mais uma safra de soja chega à fase final no Brasil e, para celebrar, o Projeto Soja Brasil realiza nesta quinta-feira, dia 24, a Abertura Nacional da Colheita da Soja, no município de Apucarana, no Paraná. O evento, organizado na Fazenda Ubatuba, conta com uma importante palestra analisando o clima para a nova temporada e tem confirmada a presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

Fonte: Canal Rural

https://agrosoft.org.br/2019/02/19/assista-a-abertura-nacional-da-colheita-da-soja/

Programa Giro do Boi – terça-feira – 19/02/19

Programa Giro do Boi – terça-feira – 19/02/19

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O Programa Giro do Boi traz notícias, curiosidades e entrevistas especiais sobre a pecuária brasileira. Confira também os números da cotação e o gado de qualidade.

Fonte: Canal Rural

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Pomar em SP com mais de 300 Frutíferas em Vaso

Pomar em SP com mais de 300 Frutíferas em Vaso

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É possível manter um pomar de frutíferas em vasos morando em uma grande metrópole?

Neste Papo de Floresta com o amigo Cassio Wendhausen ele mostra como enfrenta os desafios e colhe diariamente os frutos do seu trabalho.

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Fonte: Safari Garden

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Manga Tinfan Gigante: uma das maiores do mundo

Manga Tinfan Gigante: uma das maiores do mundo

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A Manga Tinfan é com certeza uma das variedades de manga gigante que encontramos na natureza.

De origem chinesa ela impressiona pelo tamanho e sabor de seus frutos.

No momento ainda não temos mudas dela para venda mas para ver as mudas de manga disponíveis, acesse: http://www.safarigarden.com.br/manga

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Fonte: Safari Garden

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O Bacupari GIgante – Garcinia brasiliensis

O Bacupari GIgante – Garcinia brasiliensis

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O Bacupari é uma fruta nativa do Brasil e pode ser cultivada em todo país. O bacuparizeiro possui tamanho médio, podendo chegar a 5 metros de altura quando cultivado mas na natureza pode atingir mais de 20m de altura.

A variedade apresentada neste video é o BACUPARI DE FRUTOS GRANDES, que está plantado a sol pleno e possui cerca de 5 anos.

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Fonte: Safari Garden

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Abiu Roxo ou Caimito – Chrysophyllum cainito

Abiu Roxo ou Caimito – Chrysophyllum cainito

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O Abiu roxo ou caimito é uma fruta especial pois sua coloração é muito atrativa e as crianças o adoram. Ele é muito doce, suculento e não apresenta o látex que gruda na boca como o abiu amarelo.

Muito ornamental, suas folhas com o vento e o sol brilham muito e criam um efeito muito bonito, como se fossem “folhas de ouro”. Pode ser plantado em jardins (fruit paisagismo).

É muito produtivo e aceita podas de tamanho (altura e diâmetro da copa) para ser utilizada em vários ambientes. Produz frutos médios e grandes, bem adocicados e crocantes. Esta variedade ainda é pouco conhecida.

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Fonte: Safari Garden

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Por quê, Wampi? Fruta de vampiro? Conheça a Clausena lansium

Por quê, Wampi? Fruta de vampiro? Conheça a Clausena lansium

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Planta de origem asiática (Sul da China), introduzida da Flórida para o Brasil em 1986, pela Unesp.

Seu principals nomes populares são: Wampi, Wampee ou Vampi.

É consumida principalmente na Ásia, na China é é adorada como fruta fresca, tendo espécies mais doces até outras mais ácidas. Além disso é uma planta ornamental.

Uma curiosidade é a origem do nome popular se dá pelo fato de ser uma das frutas preferidas do morcegos.

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Canistel do Amazonas – Planta ainda muito rara

Canistel do Amazonas – Planta ainda muito rara

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Manga Casturi ou Mangifera casturi

Manga Casturi ou Mangifera casturi

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Além de ser uma das espécies de mangíferas mais saborosas já encontradas, a Manga Casturi possui uma característica que a difere da maioria das outras mangas que é produzir bem em locais com alta umidade, como regiões litorâneas, por exemplo. Isso por ser nativa da Ásia Tropical, região com alta incidência de chuvas.

Outra característica excelente desta espécie é sua alta resistência ao fungo que ataca as mangíferas, também devido a sua origem.

Uma curiosidade sobre essa manga é que ela nunca foi encontrada na natureza.

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Amorphophallus – Flor Defunto – Safari Garden

Amorphophallus – Flor Defunto – Safari Garden

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Goiaba da Costa Rica – Psidium friedrichsthalianum

Goiaba da Costa Rica – Psidium friedrichsthalianum

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A goiaba da Costa Rica é uma fruta que, apesar de exótica, há indícios de sua presença no extreme norte do Brasil.

Árvore de cola frondosa e muito produtiva, ideal para plantar em pomares por seu sabor diferenciado pois a sua casca é levemente ácida e sua polpa é doce.

Uma característica muito interessante desta espécie é que a planta é extremamente resistente à pragas e ao famoso bicho da goiaba.

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Ubaia ou Rubi do Amazonas (Eugenia patrisii)

Ubaia ou Rubi do Amazonas (Eugenia patrisii)

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A ubaia (Eugenia patrisii) é uma fruta muito rara e pouco cultivada, frequentemente encontrada em seu habitat natural, na Amazônia Central e Ocidental ao longo de rios e igarapés de águas negras.

É uma árvore perene de crescimento lento que em sua ápice pose atingir até 6 metros de altura. Seus frutos são globosos ou piriformes, muito vermelhos e brilhantes, de casca fina com polpa expessa e suculente, de sabor agridoce, aromático e agradável.

Sua maturação acontece em outubro e novembro e seu consumo é feito in natura ou na forma de geléias e sorvetes.

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Jambo Branco ou Jambo Albino – Syzygium aqueum

Jambo Branco ou Jambo Albino – Syzygium aqueum

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O mambo branco é uma frutífera nativa da Índia e da Malásia, que oferece boa sombra e é bastante ornamental quando florida.

É uma planta muito rara e exótica, sendo praticamente desconhecida e muito pouco cultivada no Brasil. Não suporta lugares frios mas em seus locais de origem é cultivada até mesmo comercialmente.

Sua florada é belísssima, branca e perfumada, em que os estames longos e numerosos compõe quase a totalidade do seu volume. Os frutos possuem a cor de água com polpa bastante suculenta, aromática, de sabor adocicado e refrescante, com apenas uma semente.

Fotos do vídeo: Gustavo Giacon (Viveiro Ciprest)

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Jacana ou Choc Apple Fruit (Pouteria multiflora)

Jacana ou Choc Apple Fruit (Pouteria multiflora)

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A jacana é uma espécie nativa da floreta amazônica nas Américas Central e do Sul, ocorre no Brasil nos Estados do Acre, Pará e Amapá.
É uma planta de 4 a 7 metros quando cultivada em pomares, mas quando bem adulta na natureza pose alcançar grande porte, com cerca de 20 metros de altura.
A árvore, além de excelente sombra, produz ótima madeira, sendo muito indicada para projetos de reflorestamento pois seus frutos atraem pássaros e quando caem no chão servem de alimento para pequenos animais. A sua florada também é muito atrativa para abelhas.
Quando maduros, os frutos podem ser consumidos ao natural e possuem excelente sabor. Outras aplicações culinárias também já foram testadas e aprovadas, como fabricação de sorvetes, geléias, mousses, batidas e até suflê, com o auxílio de gelatina sem sabor.

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Fonte: Safari Garden

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Mapati ou Uva da Amazônia (Porouma cecropiifolia)

Mapati ou Uva da Amazônia (Porouma cecropiifolia)

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O mapatizeiro é uma fruteira perene de porte médio, nativa da floresta de terra firme da Amazônia Ocidental, podendo atingir até 12 metros de altura no hábitat natural.
Apesar de bem rara, é considerada uma espécie de fácil propagação por sementes, em decorrência disso, seu cultivo pode ser sugerido em pequenos pomares, sistemas agroecológicos e na recuperação de áreas degradadas.
Além dos frutos, que são muito areciados ao natural, a seiva extraída dos brotos foliares do mapatizeiro, é usado na medicina tradicional no combate as enfermidades dos olhos, ou ainda como planta ornamental.

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Fonte: Safari Garden

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A Pitanga Vermelha Gigante

A Pitanga Vermelha Gigante

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A Pitanga (Eugenia uniflora) possui inúmeras variedades e através do processo de enxertia é possível reproduzir fielmente as características de plantas (indivíduos) com características únicas.

A variedade Pitanga Gigante Vermelha é uma das pitangueiras que surgiu dests forma e hoje já está sendo bem difundida entre colecionadores de plantas e adoradores de pitanga.

É uma planta de pequeno a médio porte, podendo ser cultivada com sucesso tanto em vasos, conduzida de forma arbustiva, quanto plantada no chão ficando entre 2 e 4 metros de altura.

Possui excelente sabor e a principal vantagem é que esta variedade possui muito mais polpa que a pitanga comum, visto que o caroço é do mesmo tamanho da pitanga comum.

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Fonte: Safari Garden

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Conheça a Manga Negra (Mangifera similis)

Conheça a Manga Negra (Mangifera similis)

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Com enorme risco de extinção, a Mangifera similis, batizda por mim mesmo como Manga Negra (hehehe), é uma espécie nativa da região da Indonésia e utilizada na sua região de origem em pratos culinários típicos.

Devido ao seu sabor bem ácido é pouco usada em consumo ao natural, porém o suco feito com o polpa possui um sabor único e muito especial.

Dá frutos pequenos e fibrosos, com semente pequena. Quando madura possui a coloração externa roxa (quase preta) e seu interior amarelo forte, com aroma que lembra o pêssego.

Ainda não se encontram mudas disponíveis para venda, mas dentro de alguns anos pode vir a ser comercializada.

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Fonte: Safari Garden

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História de amor no processamento do café orgânico em Carmo de Minas

História de amor no processamento do café orgânico em Carmo de Minas

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Neste vídeo vemos a dedicação e sabedoria do produtor Claudio Pinto e sua família da cidade sul mineira de Carmo de Minas para produzir café de qualidade.

Fonte: News Cafeicultura

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Transmissão ao vivo de Destaque Rural

Transmissão ao vivo de Destaque Rural

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Multistreaming with https://restream.io/

Fonte: Destaque Rural

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Giro Técnico: Dificuldades do leite brasileiro para acessar o mercado internacional

Giro Técnico: Dificuldades do leite brasileiro para acessar o mercado internacional

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O leite brasileiro ainda encontra vários obstáculos diante da competitividade do mercado internacional. Nesta edição do Giro Técnico, o chefe geral da Embrapa Gado de Leite Paulo Martins comenta sobre as dificuldades para o Brasil se tornar um exportador no setor leiteiro.

Fonte: Faep

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