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terça-feira, 21 de maio de 2019

MERCADO E COMPANHIA – 21/05/2019 - Vídeos, Canal Rural

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o Mercado&Companhia de hoje (21/05), acompanhe:  

Milho: exportações aquecidas, dólar em alta e atraso no plantio americano elevam preço e saca é negociada a R$ 38,00 nos portos.

Meteorologia alerta para chance de geada em áreas de café, mas mercado ainda não reage ao risco climático.

Puxada por exportações para China e valorização do dólar, arroba do boi atinge preço nominal mais alto desde 2016 na B3

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BOM DIA PRODUTOR – 21/05/2019 - Vídeos, Canal do Boi

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CREDIVAR E SENAR MINAS PROMOVEM ENCERRAMENTO DO GQC EM SÃO BENTO ABADE - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

Após alguns meses de capacitações e assistência técnica, foi encerrado, em São Bento Abade, mais uma edição do Gestão com Qualidade em Campo – GQC. A cerimônia, que ocorreu no Salão Eldorado do município e contou com a presença dos participantes, familiares e representantes da Sicoob / Credivar, do Sindicato dos Produtores Rurais de Três Corações, do Sistema Faemg/Senar Minas e parceiros do programa no município.

O GQC leva para produtor participante ferramentas de gestão.




O curso é dividido em etapas e tem ainda consultoria individual nas propriedades participantes. Paul Markus Angst foi o instrutor que acompanhou o grupo.

Durante o encerramento foi apresentado o Plano Gestão. Nesse plano, produtor vai traçar metas, organizar custos e melhorias para a propriedade. Tudo é feito após um levantamento rigoroso da propriedade, no qual o instrutor auxilia e dá orientações. O trabalho é para que o produtor passe a enxergar a fazenda como um negócio rural.

Agradecimentos

“Em nome de toda turma agradeço ao Senar Minas pela disponibilização do curso Gestão com Qualidade em Campo. Com toda certeza estamos finalizando esta etapa transformados, cheios de inspirações e preparados para sermos mais profissionais nas nossas empresas rurais. Agradeço também ao Sicoob Credivar que foi a ponte para que toda esta transformação acontecesse. Tudo que vocês pensarem podem multiplicar milhares de vezes que não representaria a importância do GQC nas nossas vidas” – (produtor e participante Igor Naves Calil Pereira).

“Quero dizer que fazer o curso GQC foi muito importante. Tinha coisa que nós sabíamos que estava errado, mas não conseguíamos resolver o problema, no curso consegui ver aonde mexer para ter a solução. E isso só foi possível com a ajuda precisa do Paul, graças ao Senar Minas, que se dispõe a ajudar os empresários rurais. Isso tudo se torna um objetivo de vida para um futuro mais completo sabendo como e quando fazer. Sendo assim, tenho certeza que saíamos do curso como pessoas capazes de trabalhar e ver os problemas como realmente são e fazer deles um aprendizado para o futuro; tendo assim o senso de empreendedorismo e trazendo resultados concretos para o Sítio Ribeirão forte e fazer ele crescer na produção. O curso é essencial para que possamos ver nossa propriedade como empresa e trabalhar como empresário rural” – (produtores e participantes José Henrique Alves e Francisca Donizete da Fonseca).



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PROGRAMA DE TURISMO RURAL CHEGA A 12 MUNICÍPIOS DA REGIONAL DE VIÇOSA - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

Carangola, Divino, Faria Lemos, Caparaó, Antônio Prado de Minas, Espera Feliz, Eugenópolis, Pedra Dourada, Tombos, Muriaé, Rosário da Limeira, Patrocínio de Muriaé: esses municípios formam regiões com grande capacidade para o turismo e terão suas potencialidades trabalhadas nos próximos meses por meio do programa Agente de Turismo Rural.

Oferecido pelo Sistema Faemg/Senar Minas, o intuito é qualificar profissionais para ações integradas na área e estimular a visão empreendedora.




Dividido em módulos, o treinamento aborda segurança, condução de turistas, alimentação, hospedagem e planejamento de eventos.

O programa já começou nas regiões de Carangola e Muriaé, em parceria com os Sindicatos de Produtores Rurais de Carangola, Caparaó e Divino. O início em Tombos e municípios vizinhos está previsto para junho, e, em Espera Feliz, para julho, também em conjunto com os sindicatos desses municípios.

Caparaó, Carangola, Divino e Faria Lemos

“Carangola, Divino, Faria Lemos e Caparaó têm muito potencial para o Agroturismo, em função da vocação para o café, da existência de fazendas antigas bem conservadas e da agricultura familiar”, analisou a instrutora do programa nesses municípios, Fernanda Silva.

Ela ainda destacou outro ponto positivo, que é a proximidade desses municípios com os parques do Caparaó e da Serra do Brigadeiro, importantes centros receptores de turistas em Minas Gerais. “Também é possível desenvolver outros projetos com relação a ecoturismo e turismo religioso, aproveitando o Caminho da Luz, a Rota do Caparaó e a Rota do Café e da Cachaça, já existentes”, completou.

A turma é formada por 13 representantes de Carangola e um de Faria Lemos, com mobilização de Fernanda Cristina Rodrigues; sete de Divino e um de Caparaó. São produtores rurais, representantes de órgãos ligados ao Turismo e Meio Ambiente e eventos, todos interessados em promover o Turismo na região.

De acordo com a mobilizadora do Sindicato de Produtores Rurais de Divino, Viviane Souza Cunha, a região tem muita demanda pelo turismo e, juntos, os sindicatos pretendem seguir em busca de um objetivo maior: um circuito de turismo Rural ligando essas cidades.

“Ainda somos prematuros quando falamos de desenvolvimento turístico regional. Assim, decidimos nos unir para dar o passo inicial. Divino é uma cidade linda com uma população rural muito acolhedora e cheia de encantos. Esse programa vem para diversificar a economia da cidade, além de desenvolver esse grande potencial de turismo rural”, explicou.

Para a mobilizadora do Sindicato de Caparaó, Fernanda Valério, esta é uma oportunidade para os produtores incrementarem a renda por meio do turismo.

“Temos propriedades com um potencial maravilhoso para o turismo de várias formas. Temos os turistas, por estarmos próximos ao Pico da Bandeira e ao lado da Pedra Menina, que é muito conhecida e visitada por pessoas interessadas nos cafés produzidos lá, mas somos apenas um local de passagem”, analisou.

Um dos participantes é Jander Costa Valério, de Carangola, onde tem um hotel-fazenda. “Nosso objetivo é aprimorar o negócio. Hoje trabalhamos com cavalgada, trilhas e outros atrativos, mas queremos nos profissionalizar e ampliar o negócio, que existe há dois anos”.

Já para a produtora Renata de Souza Gomes, de 33 anos, esta é uma oportunidade de fortalecer a comunidade Carangolinha, em Divino, e a atividade da família. “Minha família recebe visitas há muito tempo, mas do nosso jeito. Esse programa será muito significativo para nós e para a comunidade. Através do treinamento, podemos trabalhar questões de segurança, condução de turistas, hospedagem, alimentação, fortalecendo nossa comunidade”, contou.

Hoje a produção da família é baseada na agricultura familiar e agroecologia, sem uso de agrotóxicos, com produção de queijos, rapadura, frutas, carne de lata, quitandas e outro no pé da Serra do Brigadeiro.

“A agroecologia é um diferencial. Percebemos que o público do turismo rural é diferenciado e busca qualidade de vida. Isso vai ao encontro da nossa proposta de vida aliada à preservação ambiental. Aprimorar o turismo rural na comunidade pode nos ajudar a comercializar os produtos fabricados aqui”, acrescentou.

Muriaé, Rosário da Limeira e Patrocínio de Muriaé

Produtores rurais, representantes de órgãos públicos e interessados na atividade turística de Muriaé, Rosário da Limeira e Patrocínio de Muriaé iniciaram o programa neste mês. A instrutora é a profissional Cláudia Ferolla Ferreira Rezende.

Segundo a mobilizadora do Sindicato de Produtores Rurais de Muriaé, Camilla Resende, a ideia surgiu a partir de trabalhos anteriores, como cursos de empreendedorismo no meio rural.

“Percebemos a necessidade de um acompanhamento maior. A expectativa é implantar na região uma nova atividade turística, ocupar a rede hoteleira com turistas que gostam da natureza e do meio rural, além de criar roteiros que promovam Muriaé e região como um novo destino turístico”, explicou.

O turismólogo Eliab Clemente já está no mercado há oito anos e hoje trabalha com turismo de aventura na região. Dentro dessa modalidade, atua com trekking, caiaque, condução por meio de bicicleta e passeio de quadriciclo.

“Participar do programa vai me permitir fazer uma reciclagem e promover a integração com outras pessoas envolvidas com o turismo na região. Tivemos um módulo e está sendo produtivo”, comentou.

Antônio Prado de Minas, Eugenópolis, Pedra Dourada e Tombos

Quinze pessoas vão integrar a turma do programa na região de Tombos, com representantes desse município, Antônio Prado de Minas, Eugenópolis e Pedra Dourada. A instrutora será a profissional Maria das Graças de Almeida Moreira Bernardo.

Segundo o mobilizador dos Sindicatos de Produtores Rurais de Antônio Prado de Minas, Eugenópolis e Tombos, Sebastião Oliveira Cortat, a expectativa é grande.

“Queremos valorizar aquilo que temos de mais belo aqui: os pontos turísticos. Nosso objetivo é mostrar todo o nosso potencial e aumentar a renda por meio do turismo”, comentou.

Espera Feliz

Uma turma contará apenas com participantes de Espera Feliz, entre produtores rurais, representantes de empreendimentos turísticos e outras pessoas envolvidas na área.

A previsão é de que o programa comece na primeira semana de julho no município e está contando com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura. A instrutora será a profissional Cláudia Ferolla Ferreira Rezende.

“Unimos forças para enfrentar as dificuldades e chegar a resultados satisfatórios para o município”, explicou o mobilizador Leonardo Chaves de Souza.

Agente de Turismo Rural

O programa é um curso de qualificação na área do Turismo com uma abordagem que valoriza as características próprias da região onde é desenvolvido, despertando no aluno a valorização de seu meio e visão empreendedora.

Segundo a turismóloga e instrutora, Fernanda Silva, o turismo rural é uma modalidade nova no Brasil. “Existe uma carência de profissionais capacitados, principalmente em regiões onde o turismo não é uma das principais atividades econômicas. Além disso, as comunidades têm dificuldade em perceber que o turismo é um negócio e precisa ser encarado como tal”, explicou.

Após o programa, os agentes poderão atuar regionalmente e de forma integrada com a comunidade, poder público e iniciativa privada.

“Diversos são os benefícios, como o fortalecimento da economia, mas também há a preocupação em manter a cultura local, a fixação do jovem no campo, a preservação dos recursos naturais e culturais, o incremento nas atividades produtivas e melhoria da qualidade de vida das comunidades”, destacou.



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TESTE1 - Vídeos, Canal Rural

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CONVITE: LANÇAMENTO DA CULTIVAR DE SOJA BRS 8980IPRO NA BAHIA FARM SHOW 2019 - Vídeos, Embrapa

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Convite para o lançamento da cultivar de soja BRS 8980IPRO na Bahia Farm Show 2019 – Luís Eduardo Magalhães (BA)

Embrapa e Fundação Bahia

28 de maio, às 14h, no Auditório da Fundação Bahia

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POR QUE TANTAS MÃES SOFREM COM A CULPA MATERNA? – CONEXÃO - Vídeos, Canal Futura

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Há possibilidade de ser mãe e não sentir culpa? Como este sentimento deve ser encarado? Por que tantas mães sofrem com a culpa materna? Estas são algumas das perguntas respondidas neste bate-papo.

Entrevistados: Cintia Aleixo, psicóloga perinatal; Camila Perlingeiro, editora Mundo Ovo

Apresentação: Karen de Souza

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CPI CONVOCA DIRETOR DA ANM E SECRETÁRIO DE MEIO AMBIENTE DE MG - Textos, Senado Federal

Fonte: Senado Federal

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Brumadinho ouve na próxima quinta-feira (23) o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Victor Hugo Froner Bicca, e o secretário de Meio Ambiente de Minas Gerais, Germano Luis Gomes Vieira. Eles foram convocados para prestar esclarecimentos sobre o rompimento da barragem da companhia Vale S.A., que matou 241 pessoas e deixou 29 desaparecidas em janeiro deste ano.

Os requerimentos de convocação foram apresentados pelo relator da CPI, senador Carlos Viana (PSD-MG).




Ele lembra que a ANM é responsável por fiscalizar as atividades de mineração no país. “É necessário esclarecer se houve falhas e/ou omissões no cumprimento desse papel em relação à barragem da mina Córrego do Feijão. É preciso saber se a ANM promoveu as fiscalizações regulares e se tomou todas as ações necessárias para impedir a tragédia”, afirma.

Carlos Viana argumenta ainda que coube à Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais receber e avaliar o projeto de expansão da mina, bem como emitir as licenças necessárias. “Sabe-se que o projeto foi aprovado em meio a muita controvérsia, um mês antes da tragédia. Diferentes versões surgiram sobre os critérios adotados na concessão dessas licenças. É necessário esclarecer se a expansão guarda alguma relação com a ocorrência do desastre”, pondera o relator.

A CPI é presidida pela senadora Rose de Freitas (Pode-ES).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)



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TESTE - Vídeos, Canal Rural

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FEIJÃO-CAUPI E GIRASSOL SÃO APRESENTADOS COMO OPÇÕES DE SAFRINHA EM PARAGOMINAS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

A Embrapa Amazônia Oriental apresenta opções de cultivos para safrinha na Show Agro, feira agropecuária que acontece na sede da Coopernorte (Rodovia BR 010, Km 15), município de Paragominas. Desta quarta (22) até sábado (25), os visitantes do evento poderão ver o desempenho de cultivos de girassol, feijão-caupi, gergelim, feijão carioca e grão-de-bico. Os dois primeiros já possuem dados e indicações para o cultivo, enquanto os demais estão no primeiro ciclo de avaliação.

De acordo com o pesquisador Roni de Azevedo, da Embrapa Amazônia Oriental, as condições climáticas da região tornam arriscado o plantio de milho após a colheita da soja, principal safra em Paragominas.




“Soja tem um ciclo de 110 dias, dependendo da cultivar, e milho, 110 a 120 dias. Então nosso período de chuvas não é o suficiente para garantir boa produtividade para essas duas culturas”, explica o pesquisador. Já o ciclo do feijão-caupi, por exemplo, é de cerca de 70 dias, o que o torna uma opção segura para safrinha.

Além das indicações para safrinha, o espaço da Embrapa na Show Agro também apresenta as cultivares de soja lançadas pela empresa, BRS 9180 IPRO e BRS 9383 IPRO, e variedades de mandioca que podem ser trabalhadas com cultivo mecanizado.

ILP – A Embrapa também participa da programação de palestras da Show Agro. Na quinta-feira (23), às 9h, o pesquisador da Embrapa Cerrados Robélio Marchão fala sobre Integração Lavoura-Pecuária.



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PESQUISA CONTRIBUI COM ESTUDO DE VARIEDADES E BOAS PRÁTICAS PARA CERTIFICAÇÃO DO ARROZ - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

    Entre os dias 14 a 16 de maio a Embrapa Clima Temperado participou da Expoarroz Tech 2019 ao contribuir com palestras em debates técnicos. O evento promoveu a integração entre os elos da cadeia produtiva do arroz, tendo como foco a discussão de assuntos pertinentes ao setor de exportação e comercialização. O evento aconteceu no Centro de Eventos Fenadoce, em Pelotas/RS.

As palestras do fórum tiveram o objetivo de discutir a agregação de valor, uma aconteceu no primeiro dia do evento e discutiu a Identificação varietal na classificação do arroz beneficiado: Agregação de valor, a outra no último dia do evento abordou Brasil Certificado – agregação de valor à exportação do arroz.

Identificação varietal na classificação do arroz beneficiado

    O objetivo deste painel foi discutir a criação de uma normativa de classificação aos grãos de arroz premium ou nobres.




Estes são denominados assim por possuírem melhor qualidade, tanto no beneficiamento como no consumo, além disso, eles se encaixam na preferência do brasileiro que é por um arroz longo fino, de fácil cocção, e que fique macio e solto após o cozimento.

 “A identificação varietal, quer dizer que, a embalagem irá apresentar o nome da variedade do arroz, justamente para valorizar essas que são nobres, para quando o consumidor chegar na gôndola do supermercado não ver tudo misturado, como acontece hoje, em que todas as variedades são misturadas desde a colheita até o processamento, e assim, não se sabe quais as variedades que estão dentro do pacote. Queremos evoluir na cadeia do arroz com esse objetivo, visando valorizar todos os segmentos envolvidos, sendo produtor, indústria e mercado”, explica o pesquisador Ariano Magalhães.

Durante o painel, o pesquisador apresentou como acontece o melhoramento genético que resulta nas variedades consideradas premium ou nobres. “Para se obter grãos com essa qualidade é necessário que as cultivares possuam essas características, pois elas não as alcançam através do manejo”, considerou Magalhães. Após, a auditora fiscal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Fátima Parizi apresentou as normativas que regem a classificação do arroz atualmente e salientou que a cadeia do arroz é uma das mais organizadas em questão de qualidade e classificação.

Brasil Certificado – agregação de valor à exportação do arroz

    O último painel com participação da Embrapa contou com a presença da pesquisadora Maria Laura Turino Mattos, que falou sobre a certificação oficial para os produtos brasileiros, que é o programa Brasil Certificado.  Através, desta marca os produtos brasileiros das cadeias que aderem a este programa recebem ao praticar todas as boas práticas agrícolas, as boas práticas de fabricação, que passam a ser auditadas, e a partir daí, uma certificadora acreditada pelo Inmetro, irá certificar os produtos. “Depois de 2016, quando saiu a regulamentação normativa da Produção Integrada do Arroz (PIA), estamos trabalhando para sensibilizar produtores e indústria a adotar este programa, já que o Brasil vive um momento especial de mercados externos abertos, como o caso de conquista pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(Mapa), do mercado do México para exportação do arroz do Rio Grande do Sul”, lembrou Mattos.

    Segundo a pesquisadora os demais países também exigem certificações fitossanitárias e ambientais. “Eles também colocam barreiras. Se o arroz brasileiro estiver integrado ao programa Brasil Certificado oficialmente, respaldado pelo Mapa, e as acreditadoras certificadas pelo Inmetro, nós vamos ter mais facilidades e vamos conquistar outros mercados para o arroz gaúcho”, defendeu Mattos.

Maria Laura Mattos disse que a realidade é de exportação do arroz brasileiro e que hoje a cadeia produtiva tem condições de aderir a PIA. “Tem condições de se certificar, a indústria também, e conquistar mais países da comunidade europeia, que exige essas certificações oficiais de governos”, ponderou Mattos.

Os desafios da certificação

Para a pesquisadora Maria Laura Mattos um das dificuldades a serem vencidas é o reconhecimento da necessidade de precaução de problemas futuros pelos produtores e indústria ao adotarem as práticas do programa Brasil Certificado. “Eles se prepararam e já estão preparados para a conquista de novos mercados. O desafio é somente aderir. Essa adesão é voluntária. Eles estão prontos. A maior parte dos requisitos já estão sendo praticados pela produção e pela industrialização. Só haverá benefícios, principalmente, para os consumidores”, destacou Mattos.

 
 



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COMO O EMPREENDEDOR PODE EXPORTAR SEUS PRODUTOS? – ACERTE O PASSO - Vídeos, Canal Futura

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Gabriel quer saber como os pequenos e os microempreendedores fazem para internacionalizar seus negócios. A Patrícia Liz, consultora de negócios do Sebrae, deu dicas de como orientá-lo. Confira e #AcerteoPasso

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FESTIVAL PINT OF SCIENCE DIVULGA CIÊNCIA EM BARES DE 85 CIDADES BRASILEIRAS - Vídeos, Canal Futura

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O evento discute, em palestras e apresentações de cientistas, temas como saúde mental, genética e vida em Marte. A programação é gratuita e vai até o dia 22 de maio.

Apresentação: Meriene Mazzei

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ESTADO DA BAHIA RECEBE URT CARNE CARBONO NEUTRO - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa
O Recôncavo Baiano é o mais novo local de instalação de Unidades de Referência Tecnológica (URT) da Embrapa. O objetivo é avaliar a produção de bovinos de corte em sistema silvipastoril para a produção de Carne Carbono Neutro (cria, recria e terminação), em solos do tipo Massapé, até 2021. Os pesquisadores da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande-MS) e Florestas (Colombo-PR) contam com suporte da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia para conduzir os experimentos.




“A URT é uma das formas que a Embrapa encontra de transferir as tecnologias usadas dentro dos nossos centros para o meio rural. A implantação do ILPF é o meio utilizado para efetivar essa troca. Para os animais, há um aumento de produtividade, pois, com a existência das árvores, conseguimos oferecer um conforto térmico, por exemplo, e isso impacta na qualidade da carne produzida nessa fazenda”, explica a pesquisadora da Embrapa e um das responsáveis pela proposta Fabiana Villa.

Para o pecuarista, Emílio Azevedo, proprietário de uma fazendas onde uma das URT será instalada, “a Embrapa nos apresentou os resultados que já foram obtidos em outros estados e, por já ter uma vivência com outras ações de preservação ambiental, decidimos implementar aqui. A expectativa é que, ao fim do ciclo do eucalipto, possamos ter uma renda adicional com a colheita do eucalipto”, acredita Azevedo.

A área da URT tem ao redor de 15 hectares e nela os pesquisadores monitorarão os componentes solo, forrageiro, microclimático, animal e socioeconômico do sistema para ao fim “sistematizar informações referentes ao microclima, produção forrageira, carbono no solo, desempenho animal e socioeconomia, visando o cálculo da neutralização de gases de efeito estufa, no Recôncavo Baiano”, detalha Roberto Giolo, pesquisador da Embrapa. O engenheiro agrônomo ainda comenta que a espécie forrageira empregada será braquiária; a arbórea, eucalipto; e os animais, raça Nelore.

Villa e Giolo ressaltam que o trabalho focará nas possibilidades dos sistemas integrados para a região Nordeste do País, onde é possível além do uso de gado de corte e eucalipto integrar bovinos de leite e ovinos com espécies frutíferas ou nativas, por exemplo, como componente florestal. Com iniciativas ainda incipientes na região, eles apostam no potencial de crescimento da tecnologia.

Carne carbono neutro
A carne carbono neutro (CCN) é produzida em sistemas integrados com a presença de árvores plantadas, que são responsáveis pelo sequestro de carbono e possibilitam a neutralização da emissão de metano dos animais em pastejo, além de proporcionar conforto térmico ao gado. O foco do sistema é o componente florestal.

Os pesquisadores avaliam que há elevado potencial de gerar produtos direcionados para o segmento premium, seja para mercados de nicho no Brasil ou para exportação atendendo às exigências por práticas sustentáveis do mercado europeu, por exemplo. Estima-se que, no Brasil, o conceito CCN pode atingir 1,5 milhão de hectares ou 1 do rebanho brasileiro, o que equivale a aproximadamente 2,2 milhões de cabeças de gado.



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GOVERNO DEVE REDUZIR INVESTIMENTOS PARA O PLANO SAFRA - Vídeos, Bolsa Brasileira de Mercadorias - BBM

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O governo federal tem sinalizado desde o ano passado que vai reduzir a partir deste ano, os gastos com financiamento ao agronegócio. Técnicos dos ministérios da Agricultura e da Economia já admitiram que a taxa de juros do Moderfrota. A principal linha de crédito para compra de máquinas agrícolas terá juros mais altos já a partir deste ano. Sobre este assunto, o jornalista Valter Puga Júnior, conversou em São Paulo nos estúdios do Canal do Boi na sede da Bolsa Brasileira de Mercadorias, com o professor da Fundação Getúlio Vargas, Ademiro Vian.

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PALESTRA GESTAO CAFEEIRA DIA DE CONHECIMENTO COOXUPE - Vídeos, Revista Cafeicultura

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WHAT IS THE ADVANTAGE OF INFORMING CEPEA? TRANSPARENCY - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Players who participate in the spot market of fed cattle and are Cepea collaborators have exclusive access to a great variety of subjects, which are frequently updated and available in different formats and media platforms. Based on information provided by Cepea, different types of trades are closed, involving livestock products and aspects that are not always related directly to this area.

However, the biggest advantage for collaborators, people who inform Cepea voluntarily and on a daily basis about their trades, is not on the individual and specific use of the information provided by the Center, but on possible systemic results that can be obtained in a more transparent market.

Throughout the years, many actions have been established by Cepea, aiming to obtain improvements in the process of elaborating information on the fed cattle sector, such as the introduction of tools focused on the initial stage of this process, mechanisms that aim to clarify the level of commitment of players on elaborating price averages, methodological improvements, an exclusive channel to assist collaborators and others.

Besides traditional channels to gather trades, cattle farmers, offices and slaughterhouses currently have safe electronic ways to facilitate the transference of detailed data to Cepea basis.




The information, in turn, is part of the sample to calculate averages of different products.

Cattle raisers can inform trades of calf and ready-to-slaughter animals through an app, allowing data gathering even during daily activities at the farm. Slaughterhouses and offices, in turn, send information electronically. Cepea is engaged on working on the system integration to transmit data, facilitating the task to inform Cepea.

The formalization of a Code of Conduct highlights the participation – of both professionals from Cepea and collaborators – based on principles guided by ethical practices.

As for methodological improvements, the recent adjustment on statistical criteria to elaborate the ESALQ/[B]3 Index for fed cattle (São Paulo State, cash price), to verify the size of the sample concentration, for instance, according to the movement of the market, can be highlighted. Frequent adjustments of methodologies are performed, promoting the discussion with partners and the fed cattle sector, searching for ideal adequacies.

The restart of the process of producing quality information, however, occurs on a daily basis, with the collaborative and committed participation of every agent in the market. In a constant evolution cycle that brings maturity to the entire sector, quality information produce favorable results that spread all over the chain, reaching every link, every agent and, in a synergic movement, promote gains for the society as a whole.



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INFORMAR O CEPEA. O QUE GANHO COM ISSO? TRANSPARÊNCIA - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Agentes que participam do mercado físico pecuário e que são cadastrados como colaboradores do Cepea têm acesso exclusivo a um extenso conteúdo, de atualização frequente, disponibilizado em diferentes formatos e plataformas. Com base nessas informações fornecidas pelo Cepea, são realizados negócios de naturezas distintas, que envolvem tanto a comercialização de produtos pecuários como abordagens de quesitos que nem sempre estão diretamente relacionados à essa área.

No entanto, o ganho maior de quem informa voluntariamente sobre seus negócios realizados ao Cepea não está propriamente no uso individual e específico das informações disponibilizadas pelo Centro, e, sim, nos resultados sistêmicos possíveis de serem obtidos num mercado mais transparente.

Ao longo dos anos, uma série de ações tem sido estabelecida pelo Cepea, no intuito de obter melhorias do processo de elaboração das informações do setor pecuário, como a implementação de ferramentas voltadas à etapa inicial desse processo, mecanismos que visam esclarecer o nível de comprometimento dos envolvidos na elaboração das médias, aprimoramentos metodológicos, canal exclusivo para atendimento ao público (SAC), dentre outros.

Além dos canais tradicionais para captação de negócios, pecuaristas, escritórios de comercialização e frigoríficos dispõem, atualmente, de meios eletrônicos, sigilosos e seguros que facilitam a transferência de dados detalhados para a base do Cepea.




Essas informações, por sua vez, compõem a amostra para cálculo das médias dos diferentes produtos.

Negócios de reposição e para abate podem ser informados por pecuaristas via aplicativo do celular, o que permite o levantamento de dados do produtor mesmo durante a execução das suas atividades diárias na fazenda. Frigoríficos e escritórios, por sua vez, têm opção de encaminhar as efetivações ao Cepea em formato eletrônico. O Centro de Pesquisas se propõe, inclusive, a trabalhar na integração de sistemas para transmissão de dados, facilitando – também para a indústria – a tarefa de informar o Cepea.

A oficialização de um Código de Conduta evidencia a participação – dos profissionais do Centro de Pesquisas e de agentes colaboradores – pautada em princípios orientados por conduta ética.

Já no tocante às melhorias metodológicas, destaca-se o recente ajuste de critérios estatísticos para elaboração do Indicador do boi gordo ESALQ/B3, trazendo verificações que envolvem, por exemplo, o tratamento da concentração de amostra e a adequação de limites críticos, de acordo com o movimento do mercado. Revisões periódicas das metodologias passam a ser programadas, promovendo a discussão com parceiros e com próprio setor pecuário para busca de adequações necessárias.   

O reinício do processo de elaboração de informações de qualidade, contudo, acontece, diariamente, com a participação colaborativa e comprometida de cada agente de mercado.  Num ciclo de evolução constante que resulta no amadurecimento de todo o setor, as informações de qualidade geradas produzem resultados favoráveis que se estendem no âmbito de toda cadeia, alcançando cada elo, cada agente, e, num movimento sinérgico, promove ganhos para toda a sociedade.



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TRIGO: PREÇOS DE GRÃOS E DERIVADOS SE ENFRAQUECEM NO MERCADO INTERNO - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 21/05/2019 – Os preços do trigo em grão e dos derivados estão enfraquecidos no mercado brasileiro, de acordo com pesquisas do Cepea. Representantes de moinhos nacionais estão retraídos do mercado, indicando dificuldades no repasse dos custos da matéria-prima e dos fretes ao produto acabado. Esses demandantes alegam que as vendas tanto por parte das indústrias alimentícias como pelo varejo registram baixo ritmo, o que tem elevado os estoques e reduzido a necessidade de novas compras de grão no spot.




No mercado de derivados, enquanto parte dos agentes consultados pelo Cepea eleva os preços de venda, devido à maior cotação do grão importado e do alto custo de produção, outros reduzem os valores, no intuito de aquecer as vendas. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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ETANOL: PREÇO DO HIDRATADO SOBE, APÓS TRÊS SEMANAS EM QUEDA - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 21/05/2019 – De acordo com levantamento do Cepea, depois de três semanas consecutivas em queda, o preço do etanol hidratado voltou a subir no estado de São Paulo. Entre 13 e 17 de maio, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado fechou a R$ 1,6820/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins), aumento de 4,41 em relação ao período anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 1,9460/litro (sem PIS/Cofins), ligeira alta de 0,23 no mesmo comparativo. O suporte veio da continuidade da demanda aquecida das distribuidoras, em função da vantagem dos preços do biocombustível nas bombas frente à gasolina.




Além disso, a moagem vem ocorrendo de forma mais lenta neste início de safra em todo o Centro-Sul frente ao observado no mesmo período de 2018, o que se deve a questões técnicas e climáticas. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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