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Fonte: Câmara dos Deputados
Comissão aprova incentivo à agricultura urbana nas políticas nacionais de interesse social
Divulgação/Prefeitura de Salvador
Pela proposta, serão priorizados projetos de agricultura urbana em comunidades habitacionais para população de baixa renda
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou proposta que incentiva a agricultura urbana no âmbito das políticas nacionais de interesse social.
O texto aprovado é um substitutivo da deputada Mara Rocha (PSDB-AC) ao Projeto de Lei 9025/17, do deputado Nilto Tatto (PT-SP) e a outras duas propostas (PLs 9026/17 e 9240/17) apensadas.
Segundo Rocha, os três textos são complementares para favorecer a agricultura urbana em todo o País.
A proposta inclui o incentivo à produção local de alimentos agroecológicos entre as diretrizes do Sistema nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS), criado pela Lei 11.124/05, que centraliza todos os programas e projetos destinados à habitação de interesse social. Pela proposta, os recursos do SNHIS devem priorizar projetos de agricultura urbana de base comunitária complementares aos programas habitacionais para população de baixa renda.
O substitutivo acrescentou o incentivo à produção local de alimentos agroecológicos e a projetos de agricultura urbana entre os instrumentos de ação no Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01).
O texto colocou como requisito para novos imóveis do programa Minha Casa Minha Vida, criado pela Lei 11.977/09, a existência de espaço e infraestrutura para produção agroecológica local.
Rocha citou vários benefícios da agricultura urbana como a redução da insegurança alimentar das populações urbanas vulneráveis, a geração de renda e o melhor aproveitamento de espaços ociosos.
Tramitação
O projeto tramita de forma conclusiva e ainda será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Clique aqui para ver esta matéria na íntegra em Câmara dos Deputados.
Os pecuaristas de Goiás e Tocantins têm até o final de agosto para se inscreverem no PEC – Programa de Eficiência de Carcaça, iniciativa da Phibro Animal Health e da Minerva Foods, que contribui para a melhoria dos bovinos levados ao abate, atendendo às exigências do mercado por carne de melhor qualidade.
“Para participar do PEC, os pecuaristas devem se cadastrar no site www.minervafoods.com/pec. O programa vai até agosto e os pecuaristas poderão se inscrever durante todo o período de avaliação dos abates. Os animais abatidos serão avaliados e os produtores receberão orientação para focar nos pontos de melhoria das carcaças”, explica Newton Teodoro, gerente de produtos da Phibro.
Os bovinos participantes do PEC serão avaliados em quatro indicadores: idade, acabamento uniforme de gordura, pH da carne e peso da carcaça.
“O objetivo dessa iniciativa pioneira é dar suporte aos pecuaristas, levando-lhes orientações técnicas e informações sobre as tecnologias disponíveis para a produção de carne de qualidade superior”, destaca Teodoro.
Neste primeiro ano, o PEC atende exclusivamente pecuaristas de Goiás e Tocantins, que comercializam seus bovinos nas unidades da Minerva Foods nesses estados (Palmeiras de Goiás/GO e Araguaína/TO). A expectativa é expandir para outros estados nos próximos anos.
“O Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo e o segundo maior produtor. Dessa forma, tem uma enorme responsabilidade para contribuir para a maior oferta de proteína vermelha, especialmente de qualidade superior. O Programa de Eficiência de Carcaça é uma iniciativa de Phibro e Minerva para apoio aos pecuaristas sobre como melhorar sua produtividade de forma eficiente Os benefícios são de todos: do país, que terá mais carne de qualidade para ofertar; da Minerva Foods, que poderá atender aos clientes mais exigentes: da Phibro, que disseminará suas tecnologias para o aumento da produtividade; e dos pecuaristas, que produzirão melhor gado e, portanto, serão valorizados por isso”, assinala Maurício Graziani, presidente da Phibro Animal Health.
“Os consumidores são cada vez mais exigentes. Dessa forma, questões relacionadas à qualidade ganham mais importância. Com o PEC, buscamos identificar os melhores perfis de carcaça, para atendimento aos principais mercados internos e externos, bem como reconhecer e fomentar as melhores práticas de produção”, explica Luis Ricardo Luz, COO da Minerva Foods.
“O PEC será um grande laboratório para nos ajudar a identificar os melhores perfis de carcaça e os resultados que trazem para o sistema, buscando o melhor aproveitamento de cortes nas fábricas. Nosso objetivo é reconhecer o que é bom para os produtores, para a indústria e para os consumidores, para melhorar os ganhos de forma contínua e sustentada”, destaca Fabiano Tito Rosa, diretor de compra de gado da Minerva Foods.
O PEC também prevê o reconhecimento e a valorização dos pecuaristas que lideram o processo de produção de carcaças padronizadas e de alta qualidade. “Convidamos os pecuaristas a se inscreverem no PEC. Eles só têm a ganhar”, ressalta Newton Teodoro.
Fonte: Texto Comunicação Corporativa
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José Carlos Moretti, neto de Tinoco, conta como herdou do avô o amor pela viola, lembra da sua infância e explica porque a dupla ainda fascina todos aqueles que tem espírito sertanejo no coração. Reportagem: BRUNO ZANHOLO / Imagens e Edição: DAVI CANTO / Imagens de arquivo: TV Cultura, Rede Record e Rede Bandeirantes
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Fonte: Embrapa
Maio, 14 a 18, Agrobrasília 2019. A exemplo dos anos anteriores, o evento considerado o maior da região na área de tecnologias e negócios conta, em sua 12ª edição, com a presença da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF). Como a cada edição, a Unidade apresenta novidades, seja em novas cultivares, sistemas de produção ou equipamentos e, dessa vez, o destaque fica por conta da nova cultivar de grão-de-bico BRS Toro.
Desenvolvida pela Embrapa Hortaliças, a BRS Toro tem como principais características a rusticidade e a adaptação ao cultivo mecanizado, aliados à sua destinação tanto para o mercado de grãos secos como para o enlatamento, após o processamento industrial.
A cultivar também tem pontos positivos na questão da produtividade – chega a alcançar volumes acima de 2.500 kg/ha, enquanto a média mundial é de 900 kg/ha.
Além do destaque dessa edição, materiais consolidados na cadeia produtiva de hortaliças também estão incluídos na mostra: alho BRS Hozan livre de vírus; as cultivares de pimenta BRS Moema, BRS Seriema, BRS Juruti, BRS Nandaia e BRS Tui; as batatas-doces Brazlândia Roxa e Bauregard; a cenoura BRS Planalto; a berinjela Ciça; as cultivares de grão-de-bico BRS Toro e BRS Cristalino; além dos tomates BRS Zamir, BRS Nagai e BRS Iracema.
O agrônomo Francisco Herbeth Costa, da área de Transferência de Tecnologia, que, junto com o técnico Adejar Marinho, coordena os trabalhos relacionados à manutenção da vitrine durante o período da AgroBrasília, informa que a cada ano cresce o número de visitantes, crescimento que é refletido pela maior afluência de produtores no estande da Embrapa.
“Temos verificado que nossas tecnologias, mesmo aquelas que já fizeram parte da vitrine nos anos anteriores, continuam a atrair a atenção, como o alho livre de vírus e o sensor Irrigas”, assinala. Desenvolvido para o pequeno produtor, com materiais de baixo custo, o sensor é utilizado para o controle de irrigação. “O Irrigas continua despertando o interesse dos produtores, mesmo não sendo uma novidade”, comenta.
Com relação à tecnologia do alho livre de vírus, ele chama a atenção para o fato de a vitrine apresentar, além do alho BRS Hozan, outras cultivares que não levam a marca Embrapa. “São materiais comerciais que foram plantados para demonstração da tecnologia de limpeza de vírus – alguns foram tratados e outros não, assim, pode se comparar as diferenças”, explica o agrônomo.
Fonte: Embrapa
Pesquisas realizadas pela Embrapa Solos (Rio de Janeiro, RJ) irão subsidiar a construção de novas barragens subterrâneas no Semiárido de Alagoas. Os estudos foram apresentados pela pesquisadora da Unidade de Execução de Pesquisa da Embrapa Solos em Recife, PE, Maria Sonia Lopes, durante sessão especial realizada na Assembleia Legislativa de Alagoas na sexta (10).
Sonia participou do evento acompanhada pelo coordenador substituto da UEP Solos em Recife, o pesquisador Flavio Marques, além da coordenadora e do pesquisador da UEP Rio Largo (AL), vinculada à Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE), Walane Ivo e Antonio Santiago.
A barragem subterrânea é uma tecnologia popular pesquisada pela Embrapa há cerca de 30 anos, e que tem sido adotada por famílias agricultoras na região do Semiárido.
É uma solução tecnológica de captação de água da chuva que contribui para o convívio dos sertanejos com as condições do Semiárido, facilitando a produção de água para a atividade agropecuária e reduzindo os riscos da agricultura dependente de chuva.
Desenvolvidas a partir de princípios simples, são paredes construídas dentro da terra, com a função de bloquear as águas das chuvas no solo e acima dele, formando uma vazante artificial onde agricultores conseguem manter o terreno molhado entre três e cinco meses após a época chuvosa. Assim é possível garantir o cultivo, mesmo durante a estiagem, de culturas de subsistência: frutíferas, forragem, hortaliças, plantas medicinais, cana-de-açúcar, batata-doce, arroz, entre outras.
Segundo Maria Sonia, a grande inovação da pesquisa em relação ao modelo tradicional da tecnologia foi a adoção do uso do plástico septo impermeável, responsável inclusive pelo barateamento do custo da implantação do sistema.
Em sua apresentação aos deputados, autoridades municipais e estaduais e agricultores, a pesquisadora informou que Alagoas possui atualmente cerca de 100 barragens subterrâneas, detalhando os estudos em andamento para a construção de outras barragens no estado.
“A nossa pesquisa é fruto de um trabalho de estudo geoambiental, tipo de solo e relevo que estamos desenvolvendo em todo semiárido brasileiro, e Alagoas possui uma base de solo atualizada no sistema com zoneamento. Estamos estudando agora os ambientes para construção de novas barragens e vamos entregar em breve ao Estado um mapa detalhado com estes dados”, disse a pesquisadora.
O Semiárido brasileiro abrange nove estados, entre eles Alagoas. O grande problema, segundo estudos da Embrapa, é que a média anual de precipitação pluviométrica varia entre 200 e 800 mm, enquanto a evaporação é de 2.000 mm, ou seja, a quantidade de água que evapora é de 2,5 vezes maior que a média da chuva na região. Por isso, segundo os estudos, é fundamental que as famílias tenham reservatórios para guardar água das chuvas para o período de estiagem, e uma das alternativas recomendadas é a barragem subterrânea.
O agricultor de São José da Tapera, Edézio Alves Melo, conhecido como seu Dedé, que foi contemplado com uma barragem há dez anos, disse que a barragem subterrânea mudou sua vida. Ele afirmou que toda semana tira hortaliças para vender na feira e nos supermercados da região. “Na localidade somos seis famílias e não temos inverno há seis anos. Através da barragem subterrânea estamos trabalhando todos os dias e se mantendo com cultivo do milho, feijão, maracujá entre outras coisas”, disse.
A sessão especial foi realizada atendendo a um requerimento da deputada Fátima Canuto (PRTB), aprovada por unanimidade no plenário, e contou coma presença de técnicos do Sebrae e da Embrapa, agricultores do Semiárido alagoano, representantes da Universidade Federal de Alagoas, secretários municipais, representantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Alagoas e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, além de prefeitos e vereadores.
*Com informações da Assessoria de Comunicação da Assembleia Legislativa de Alagoas e colaboração de Álvaro Müller (Asscom/Senar).
Fonte: Embrapa
O meio ambiente oferta continuamente aos seres humanos inúmeros serviços indispensáveis, como o fornecimento de alimentos, fibras, água, madeira, animais, a regulação da qualidade do ar, do clima, da estrutura e fertilidade do solo, o controle biológico de pragas e a polinização. São os chamados “serviços ambientais ou ecossistêmicos”.
Atualmente, os processos de degradação dos recursos naturais comprometem esses serviços, o que gera impactos, não somente econômicos, mas também à saúde, ao bem-estar humano e ao funcionamento das sociedades.
No meio rural, desmatamentos, práticas agropecuárias inadequadas e uso indiscriminado de agroquímicos têm levado à poluição dos solos e das águas e à perda da biodiversidade.
Tudo isso compromete a oferta dos serviços ambientais.
Mas a agropecuária pode contribuir para a manutenção dos serviços ecossistêmicos, quando realizada com práticas conservacionistas e manejo adequado. Como os ecossistemas agrícolas cobrem cerca de 40 da superfície da Terra, o manejo sustentável dessas áreas é fundamental para a oferta de serviços ambientais. Esse tema será abordado durante a 12ª Semana de Integração Tecnológica (SIT).
O I Seminário sobre Serviços Ambientais vai apresentar práticas de manejo sustentável, como utilização de técnicas que propiciam a conservação de solos, nascentes e a infiltração de água; o favorecimento da polinização e do controle biológico de pragas pela proteção de habitats de insetos; e a manutenção da biodiversidade.
A água, recurso indispensável à vida, está relacionada a importantes serviços ambientais. Além do próprio fornecimento desse recurso para seres humanos, animais e plantas, os ecossistemas garantem os fluxos e a manutenção da qualidade da água e a regulação de enchentes pelo controle de vazão dos rios.
Na programação do Seminário, terá destaque um importante instrumento para garantir a preservação dos recursos hídricos: a gestão de bacias hidrográficas. “A gestão territorial de bacias é fundamental para favorecer a geração de água. E os recursos provenientes de outorga (cobrança pelo uso da água) são fonte de investimento em produção de serviços ambientais”, explica o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo Walter Matrangolo.
Um exemplo que será apresentado durante a SIT é o da microbacia do Córrego Marinheiro, onde recursos de outorga do Comitê de Bacia do Rio das Velhas vão permitir o investimento em proteção de nascentes, plantio de espécies nativas do Cerrado e construção de Barraginhas para captação de enxurradas. Essas ações visam aumentar a biodiversidade e a produção de água na região.
Ao aliar produção agropecuária e serviços ambientais, são gerados benefícios para todo o planeta. E o produtor pode obter ganhos, não somente de qualidade de vida, mas também econômicos, com políticas públicas de incentivo à preservação, como o pagamento por serviços ambientais (PSA), outro tema a ser explorado no Seminário. Confira a programação completa e participe!
Serviço
Evento: 12ª SIT (Semana de Integração Tecnológica)
I Seminário sobre Serviços Ambientais: Gestão de Bacias Hidrográficas
Coordenação: Mônica Matoso Campanha
Data: 23/05/2019 (quinta-feira)
Horário: das 08h às 17h
Locais: Sala de Treinamento e áreas da Embrapa Milho e Sorgo
Vagas: 30
Programação completa: http://sit2019.com.br/files/programacao/4d.pdf
Inscrições: www.sit2019.com.br/
Mais informações: contato@sit2019.com.br
Fonte: Embrapa
Após dois anos, acontece a nova edição da Expoarroz Tech, evento que completa dez anos de realização no município com o objetivo de reunir todos os elos da cadeia produtiva do arroz, com enfoque nos setores produtivo, industrial e de comercialização do produto. Nesta edição a abordagem será emcima da temática Embarque rumo ao futuro do mercado do arroz, aonde a Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) é responsável pela organização de dois paineis técnicos inseridos na programação do evento.
A Expoarroz 2019 acontece entre os dias 14 a 16 de maio, no Centro de Eventos da Fenadoce, em Pelotas/RS.
No primeiro dia do evento (14/05) está programado o painel Identificação varietal na classificação do arroz beneficiado: agregação de valor, conduzido pelo pesquisador Ariano de Magalhães Júnior, que também irá intermediar o debate entre os representantes de entidades de pesquisa, do MAPA, dos produtores, da indústria e do mercado. A agenda ocorre no Auditório Principal do Centro de Eventos, das 16h às 18h.
Neste painel serão debatidos os rumos da cadeia produtiva do arroz referente a normativas de classificação do arroz. Segundo o pesquisador, o regulamento técnico do arroz, no Brasil, foi estabelecido pelo MAPA através da Instrução Normativa nº 06, publicada em 16 de fevereiro de 2009 e alterada pela Instrução Normativa nº 02 de 02 de fevereiro de 2012. “O regulamento técnico aplica-se aos grãos provenientes da espécie Oryza sativa L., então se faz necessário apresentar como é feita a classificação do produto: em grupos (forma de apresentação: em casca ou beneficiado), subgrupos (natural, integral, polido, parboilizado, parbiolizado integral e parboilizado polido), classes (curto, médio, longo, longo fino e misturado) e tipos (de acordo com a quantidade de grãos defeituosos). Nesses casos, existem tipos que variam de 1 a 5, sendo que o primeiro é de melhor qualidade”, explica Magalhães.
Conforme ele, não existe classificação oficial para os denominados grãos nobres ou arroz premium, embora as indústrias estejam comercializando o produto com esta denominação. “Isto é fruto do desenvolvimento e lançamento de novas cultivares de arroz que apresentam excelência da qualidade de grãos como é o caso das cultivares BRS Pampa e BRS Pampeira, recentemente lançadas pela Embrapa”, exemplificou Magalhães.
O painel pretende valorizar o uso de cultivares de arroz com grãos de qualidade, buscando uma classificação oficial junto ao MAPA na qual o arroz possa ser identificado quanto a cultivar que está sendo comercializada, agregando valor para o produtor, indústria e mercado. Farão parte desta discussão Helena Pan Rugeri, da SIPOV/RS; Fernando Rechsteiner pelo Sindicato Rural de Pelotas; Giancarlo F. dos Santos Silva pela indústria Puro Grão e Fernando Thomaz Farias pelo supermercado Guanabara S.A
Segundo painel
O segundo painel técnico, com contribuição da Embrapa, acontece no dia 16 de maio, das 17h às 18h, identificado como painel Brasil Certificado – Agregação de Valor à Exportação do Arroz, com a presença da pesquisadora Maria Laura Turino Mattos, além do superintendente federal da Agricultura do RS/MAPA, Bernardo Todeschini, e da representante do Instituto Certifica, Nede Lande Vaz da Silva . A agenda acontece no Auditório Principal – Palco 1.
Este painel pretende motivar a cadeia para certificação oficial do arroz Brasil Certificado, visando a conquista de novos mercados que estão colocando barreiras para a entrada de arroz brasileiro como o México. “Vamos indicar como agregar valor e melhorar a situação dos produtores, que estão endividados, pela valorização do arroz. Iremos salientar que todos os procedimentos para a certificação estão prontos como: norma técnica da Produção Integrada do Arroz (PIA), auditores e responsáveis técnicos habilitados para atuação na PIA e certificadora acreditada no INMETRO”, disse a pesquisadora Maria Laura Mattos.
Histórico da Expoarroz
O inicío de realização da Expoarroz Tech se deu em 2009, tendo várias entidades do setor parceiras, que desde a primeira edição, trouxeram discussões políticas e palestras técnicas para a programação do evento. Em sua origem foi feita a 1ª Rodada Internacional de Negócios do Arroz, que em 2015 alcançou cerca de dez países compradores e 115 reuniões de negócios com importadores de diversos países como África do Sul, Estados Unidos, Jordânia, Peru, Suíça, Costa Rica, Granada, Emirados Árabes, Peru e Itália. Esta Rodada de Negócios permanece na agenda da feira até os dias de hoje. Ao longo desses anos a área de exposição foi ampliada e focada no expositor. Além disso, as empresas e entidades parceiras consolidadas como a Federarroz, o IRGA, a Embrapa, o LabGrãos-FAEM-UFPel e o Porto do Rio Grande, se destacaram a apresentação do painel Caminhos para a Valorização do Arroz e o programa Arroz na Escola, do projeto Provarroz, do IRGA.
Fonte: Faemg
Já é tradição, há pelo menos 10 anos, os produtores de regiões produtoras de cana-de-açúcar ajudarem os técnicos do PECEGE/ESALQ a levantarem dados que fazem parte do Projeto Campo Futuro de cana-de-açúcar – safra 2019/2020. Neste ano, 13 regiões produtoras, de 9 estados serão visitados e dezenas de perguntas sobre custo de produção serão feitas e respondidas para serem computadas e assim, medir como tem passado, como está o setor sucroenergético brasileiro, além de permitir o gerenciamento de preços e do comportamento da produção.
O Campo Futuro é um projeto promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e em Minas pelo Sistema FAEMG/SENAR MINAS e Sindicatos Rurais. Em Campo Florido os painéis, primeira fase do projeto, também contaram com o apoio da Canacampo e vários produtores participaram. Segundo o presidente do Sindicato Rural – Carlos Márcio Guapo, custo de produção é assunto sério, por isto o projeto é tão importante. “Orientados por técnicos do PECEGE/ESALQ, foi montada a planilha de custo de produção da Cana da região de Campo Florido, resultado que somará aos painéis de outras regiões produtoras e serão valores de referência em mercado futuros e gestão profissional.” Análises Segundo João Marcos Meneghel, analista do PECEGE: “Os dois encontros foram muito satisfatórios e tivemos boa aderência. Em relação ao levantamento das informações, a produtividade do canavial vem se recuperando mais, em função a melhor frequência de chuvas. Em relação aos custos tivemos uma subida, devido aos reajustes de preços de insumos, especialmente aqueles atrelados ao dólar. O que destoa, ao comparar as regiões, é a forma de remuneração do produtor: em Campo Florido o preço pago é maior e em Uberaba, como o pessoal recebe referência CONSECANA SP, o valor pago é mais baixo.” “Trabalho com produtor de cana há mais de 10 anos e posso falar que mais de 90 deles não faz a gestão de seu negócio e não controla seus custos de produção. Normalmente, ele controla a saúde financeira no final de uma safra; quando está no azul, foi bom, se estiver no vermelho, acaba buscando linhas de financiamento. Isto é um perigo para o produtor, principalmente quando se deve pensar que a cultura é semi-perene e que será preciso trabalhar com ela durante 5 ou 6 anos. O planejamento imediatismo e análise de fluxo de caixa não é correto. Custo é diferente e ele tem trabalhar avaliando todos os setores que englobam a produção.” “Os produtores que participam pela primeira vez da reunião do Campo Futuro percebem que não sabem como está o custo da matéria prima dele e ao se informar, tem um start, se familiarizam com os conceitos e acabam pedindo o material usado no projeto, para ser implantado na propriedade. Os Sindicatos Rurais que acolhem as reuniões tem a planilha e disponibiliza para os produtores que quiserem ter uma gestão mais eficiente.”
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Professores da rede pública da cidade devem inscrever os alunos do 8° ano portal online do concurso até 15 de maio. A edição deste ano vai discutir os diversos tipos de discriminação da sociedade brasileira.
Apresentação: Gabriela da Cunha
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Fonte: Embrapa
O Assentamento Dois Valles, em Conde, no Litoral Norte da Bahia, vem recebendo agentes da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) para a implantação de uma série de soluções tecnológicas sustentáveis aplicadas à produção de coco, decididas de forma participativa com os agricultores familiares.
Nos dias 25 e 26 de abril, o assentamento recebeu a oficina de instalação de uma Unidade de Aprendizagem (UA) sobre sistema consorciado de produção de coco. No dia 14 de maio, os agentes da Embrapa retornam ao local para discutir e analisar com os agricultores assentados o uso do minhocário como tecnologia sustentável para o aproveitamento de resíduos alimentares domésticos e da propriedade.
Com apoio e parceria da Associação Comunitária Dois Valles e da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Conde, as atividades fazem parte do projeto de transferência de tecnologias para a cultura do coqueiro TTBrascoco.
A Unidade de Aprendizagem se diferencia por ser um espaço de apropriação e compartilhamento de saberes, envolvendo as famílias do assentamento e demais agentes de desenvolvimento locais nas tomadas de decisões sobre as espécies e práticas de manejo adotadas durante a instalação e condução das atividades.
Após discutir e validar com os agricultores em oficina anterior, foi decidido que a unidade seria instalada em área coletiva dentro do assentamento, cujo arranjo produtivo prevê o consórcio entre diferentes culturas como coco, laranja, banana e maracujá – principais frutíferas produzidas pelas famílias e comercializadas na região.
A leguminosa gliricídia também compõe o arranjo e destaca-se como prática de adubação verde do coqueiro – tecnologia Gliricoco, uma alternativa de baixo custo para aumentar o teor de matéria orgânica no solo e melhorar sua fertilidade.
O consórcio produtivo conta ainda com o feijão e o milho, com cultivares biofortificadas das variedades Sublime e BRS 4104, respectivamente, que servirão para o consumo das famílias e venda do excedente.
Minhocário
A partir do aproveitamento de resíduos domésticos e da produção, o minhocário proporciona a sua transformação em adubo orgânico (húmus), capaz de melhorar as características físicas, químicas e biológicas do solo.
As famílias agricultoras conheceram melhor a tecnologia quando participaram de um dia de campo promovido no âmbito do projeto TTBrascoco em setembro de 2018, no Campo Experimental de Itaporanga, em Sergipe.
“Então eles decidiram incorporar ao planejamento das ações do projeto a construção de um modelo utilizando recursos existentes na própria comunidade. Assim, além da abordagem teórica, a prática prevê a construção coletiva de dois minhocários utilizando tronco de coqueiro e caixa velha de geladeira, dois recursos abundantes no assentamento e na região”, explica a analista de transferência de tecnologia Sonise Medeiros, que coordena as atividades.
A oficina do dia 14 abordará ainda conceitos da tecnologia, seu uso, importância para o meio ambiente e fonte de renda para as famílias. Estarão presentes os membros do grupo de interesse, formado por agricultores e agricultoras do assentamento Dois Vales, além de agricultores do entorno e técnicos da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.
O evento acontece a partir das 9h na sede da associação e terá como facilitador o pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros Joézio dos Anjos.
As atividades colaboram com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), cuja meta do ODS 2 é, até 2030, garantir sistemas sustentáveis de produção de alimentos, visando implementar práticas agrícolas resilientes que aumentem a produção e a produtividade e, ao mesmo tempo, ajudem a proteger, recuperar e conservar os serviços ecossistêmicos, melhorando progressivamente a qualidade da terra, do solo, da água e do ar.
Fonte: Embrapa
Foi aprovado o projeto “Modelos de Sistemas de ILPF para a Amazônia-MA”, do pesquisador da Embrapa Cocais Joaquim Bezerra, no Edital Associação Rede ILPF – chamada para financiamento de propostas de Unidades de Referência Tecnológica e de Pesquisa – URTs e URTPs e apoio a eventos técnico-científicos – chamada 001/2019. O objetivo é promover a divulgação de Sistemas Integrados de Produção (Sistemas de ILPF) como modelos sustentáveis de produção para a Região Amazônica do estado de Maranhão, na Região da Mata dos Cocais, visando ao aumento na adoção da ILPF como técnica de recuperação de áreas de pastagens degradadas por produtores pecuaristas.
Além disso, com este projeto, pretende-se dar continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido nas URTs de ILPF da Embrapa Cocais, implantadas em área de ocorrência de Babaçu, na Amazônia do estado do Maranhão.
Com o projeto, a equipe promoverá a capacitação de estudantes e técnicos multiplicadores nas tecnologias de ILPF, bem como a visita de produtores às áreas modelos. Também serão coletados, nas URTs de ILPF da Amazônia maranhense, dados que subsidiarão as avaliações para cada sistema de ILPF adotado nessas URTs.
Pretende-se, no final do projeto, publicar uma cartilha para os pecuaristas maranhenses sobre alternativas e vantagens no uso de ILPF para recuperação de áreas de pastagem degradada. “A URT de Pindaré-Mirim está no quarto ano de atividades e a URT de Bacabal, no terceiro. Alguns dos componentes arbóreos começam a apresentar resultados e o sistema ILPF está se completando com a entrada e avaliação dos animais em pelo menos dois anos, fornecendo dados robustos para análises”, adiantou o pesquisador Joaquim Costa, da Embrapa Cocais.
A equipe da Embrapa Cocais e parceiros instalou URTs em áreas de ocorrência de babaçu, na Amazônia maranhense, nos municípios de Pindaré-Mirim e Bacabal para recuperar áreas de pastagem degradada. Foram desenvolvidas, no âmbito regional e estadual, parcerias com instituições públicas (Embrapa Meio-Norte; Universidade Estadual do Maranhão – UEMA; Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão – UEMASUL; Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Maranhão – IFMA), com o SENAR e com produtores pecuaristas que permitiram a instalação dessas URTs na região amazônica do Maranhão. O projeto também teve apoio financeiro do BASA e da Associação Rede ILPF para instalação e condução das URTs.
Durante a instalação e nos vários anos de condução destas URTs, ocorreram visitas e treinamentos de técnicos de ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural) e produtores interessados. Também foram realizadas diversas visitas de alunos do ensino médio, cursos técnicos, graduação e pós-graduação. Na URT de Pindaré-Mirim, foram elaboradas duas dissertações de mestrado e atualmente mais duas estão em fase de coletas de dados, além de vários TCCs que foram realizados com dados coletados na referida URT. “O sucesso do trabalho que vem sendo desenvolvido culminou em diversos Dias de Campo realizados nas URTs, em que foram demonstrados os resultados alcançados e discutidas as técnicas e benefícios dos Sistemas ILPF no aumento de produtividade, lucratividade e melhoria do solo. Além disso, ficou demonstrado que, com o aumento da produtividade nas áreas degradadas, não há necessidade de abertura de novas áreas de floresta para implantar a atividade agropecuária. Com a ILPF, é possível produzir mais sem causar danos ao meio ambiente”, completou o pesquisador.
Pecuaristas x quebradeiras – Na região amazônica do estado do Maranhão, a atividade pecuária é feita predominantemente de maneira extensiva e em pastagens degradadas, com a presença de palmeiras de babaçu, o que cria dificuldades de convivência entre a atividade pecuária e essas palmeiras. Além disso, um grande problema enfrentado pelos pecuaristas de várias regiões do Estado é a grande quantidade de pindovas (plantas jovens de babaçu ainda sem estipe aparente) que se desenvolvem em meio à pastagem e são consideradas plantas invasoras e o controle (ou a tentativa de controlá-las) é feito com cortes sucessivos em várias épocas do ano, o que eleva bastante o custo para os pecuaristas.
“São preocupantes os conflitos existentes entre os pecuaristas, que veem na espécie uma planta invasora, e as comunidades de ‘quebradeiras de coco’, que coletam o coco de forma extrativista e dependem financeiramente da renda gerada por produtos e subprodutos da palmeira babaçu e cujo trabalho pode ser importante para o controle e redução drástica de surgimento de novas pindovas nas áreas de pastagem. Portanto, é importante para o Maranhão a realização de trabalhos com sistemas de produção animal, que tenham o babaçu como componente florestal e que adotem práticas de manejo que visem otimizar o uso das pastagens, ou seja, um modelo de produção agropecuária sustentável com a permanência do babaçu no campo que promova vantagens econômicas tanto para o produtor rural quanto para a comunidade extrativista local”, explicou Joaquim Bezerra.
Mais sobre o ILPF – Os Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), que são tipos especiais de Sistemas Agroflorestais, podem contribuir para a recuperação de áreas degradadas, promoção e geração de emprego e renda, adoção de melhores práticas de manejo na agricultura e pecuária, melhoria das condições sociais, redução da pressão de desmatamento e adaptação da unidade produtiva à legislação ambiental. Os sistemas agroflorestais, tais como a ILPF, são definidos como sistemas que aplicam tecnologias para exploração máxima da produtividade da terra, sendo utilizadas espécies lenhosas produtoras de madeira ou não (árvores, arbustos, palmeiras, bambus etc.) junto com animais e outros cultivos agrícolas e/ou forrageiros, levando em consideração um arranjo espacial (misto, denso ou espaçoso, bordadura etc.) e temporal (sequencial ou simultâneo). Além disso, os Sistemas de ILPF podem contribuir para a valorização dos serviços ambientais oferecidos pelos agroecossistemas, como) conservação dos recursos hídricos e do solo; reciclagem de nutrientes e água; sequestro de carbono; e redução de emissões de gases do efeito estufa.
Fonte: Embrapa
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realiza painel sobre “agricultura da era digital”, durante a Expoagro. O evento acontece na terça-feira, 14 de maio, das 7h às 12h30. O público-alvo são produtores rurais, estudantes, agentes de assistência técnica e de extensão rural e demais interessados no assunto.
A palestra do Painel será sobre “Agricultura 4.0: O futuro da agricultura com os drones, IoT e inteligência artificial” e será ministrada pelo pesquisador da Embrapa Instrumentação Agropecuária (São Carlos/SP), Lucio André de Castro Jorge.
Em seguida, serão apresentados três cases, com relatos de experiências sobre o uso de tecnologia no campo, feitos por Artur Falcete (Fazenda Sapé Agro – Maracaju), Airton Francisco de Jesus (Fazenda JBasso – Ponta Porã) e Douglas Pellin (Agraer – Itaporã). Às 11h30, haverá uma mesa redonda sobre o tema, com a participação dos palestrantes da manhã e que terá como moderador o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Fernando Mendes.
A inscrição para o Painel é gratuita e os interessados em participar poderão fazer suas inscrições pessoalmente, a partir das 7hs, no auditório do Sindicato Rural. O evento é uma realização da Sindicato Rural, Embrapa Agropecuária Oeste e SGSUnigeo.
Demais atividades – Além dessa atividade, a Embrapa Agropecuária Oeste está envolvida em várias outras ações que serão realizadas ao longo da 55ª Expoagro, que acontece no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho (Rua Valério Fabiano, 100 – Jardim Alhambra), em Dourados, de 10 a 19 de maio de 2019. A solenidade de abertura do evento, que deve reunir autoridades relacionadas ao setor agropecuário de Mato Grosso do Sul acontece no sábado, 11 de maio, às 10hs. O chefe geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Lafourcade Asmus estará presente na solenidade representando a Unidade.
Na segunda-feira, 13 de maio, acontece o Simpósio de Agricultura, organizado pelo Grupo Plantio na Palha (GPP). Nesse evento, o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Crébio José Ávila vai palestrar a partir das 13h30, falando sobre manejo de pragas na sucessão soja milho/safrinha.
Já na terça-feira, 14 de maio, às 19h, o chefe geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Lafourcade Asmus recebe o Diploma Jubileu de Carbonato, pelos 44 anos de existência da Unidade. A homenagem da Câmara Municipal de Vereadores de Dourados será entregue durante sessão solene realizada no auditório do Sindicato Rural.
Nos dias 15 de maio, das 8h30 às 11h30, acontece o Dia de Campo Qualidade do solo: o poder das forrageiras. O evento vai abordar dois temas: “Diagnóstico rápido de estruturação do solo (Dres)”, apresentada por Michely Tomazi e Julio Cesar Salton e “Implantação de consórcio milho-braquiária e manejo de forrageiras”, ministrado por Gessi Ceccon e Luís Armando Zago Machado. Esse evento está sendo realizado em parceria com o Sindicato Rural de Dourados, Instituto MS agro, Aastec/MS e Embrapa Agropecuária Oeste e já está com inscrições encerradas.
Ainda durante o Painel de Assuntos Econômicos, que acontece no dia 15 de maio, a partir das 10hs, o chefe geral da Embrapa Territorial (Campinas, SP), Evaristo de Miranda, vai apresentar palestra enfocando a contribuição dos agricultores à preservação do meio ambiente no Brasil e no Mato Grosso do Sul. O painel é uma realização da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Sicred, Trecson/FGV, Sudeco e Sindicato Rural de Dourados.
Finalizando a participação da Embrapa, acontece também no dia 15 de maio, das 19hs às 19h30, palestra intitulada “Abelhas e soja: mitos e verdades”, ministrada pelo pesquisador da Embrapa Soja (Londrina, PR), Décio Gazzoni. Essa palestra é uma realização da Aprosoja MS e Sindicato Rural de Dourados/MS.
Fonte: Câmara dos Deputados
Agricultura aprova criação de política para estimular produção de pimentas de qualidade
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Martins: “Em especial, beneficiam-se pequenos agricultores familiares”
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na quarta-feira (8) proposta que cria incentivos para melhorar a qualidade das pimentas produzidas no Brasil. O texto aprovado – Projeto de Lei 10408/18, deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) – institui a Política Nacional de Incentivo à Produção de Pimentas de Qualidade e prevê a criação de um selo para atestar a qualidade do produto.
O selo levará em conta características físicas, químicas e sensoriais das pimentas, segundo processos de análise e certificação reconhecidos pelo Poder Público.
A política terá como focos: o desenvolvimento tecnológico, a capacitação gerencial, a formação de mão de obra qualificada, o acesso facilitado a crédito e arranjos produtivos locais (associativismo, cooperativismo). Agricultores familiares e pequenos e médios produtores rurais terão acesso facilitado a linhas de crédito.
Relator na comissão, o deputado Aroldo Martins (PRB-PR) disse que a iniciativa atende aos interesses de produtores e de consumidores do produto. “Em especial, beneficiam-se pequenos agricultores familiares, ofertantes de parcela expressiva das pimentas produzidas no País, seja na forma natural ou semiprocessada”, destacacou.
O projeto determina ainda que os órgãos competentes deverão apoiar o comércio interno e externo de pimentas de qualidade superior e a organização dos pimenticultores que adotem boas práticas produtivas; além de oferecer linhas de crédito especiais para financiar a produção, a industrialização e a comercialização de pimentas de qualidade.
Tramitação
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Clique aqui para ver esta matéria na íntegra em Câmara dos Deputados.
Fonte: Faemg
O Brasil exportou em abril deste ano um total de 2,9 milhões de sacas de café, considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído, com receita cambial de US$ 370,43 milhões. O volume representa um crescimento de 25 em relação ao mesmo mês de abril do ano passado, enquanto que a receita apresentou aumento de 1 . Na mesma comparação, o preço médio da saca de café em abril, que foi de US$ 124,47/saca, apresentou queda de 19 . Os dados são do Cecafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil.
Em relação às variedades embarcadas no mês, o café arábica correspondeu a 84,7 do volume total das exportações, equivalente a 2,5 milhões de sacas. O café solúvel representou 8,7 das exportações, com 258 mil sacas exportadas, enquanto que o café conilon (robusta) atingiu a participação de 6,6 , com o embarque de 197 mil sacas. As exportações de café arábica e conilon registraram, respectivamente, crescimento de 24,3 e 238,6 em relação a abril do ano passado. Já as exportações do café solúvel apresentaram queda de 15 na mesma base comparativa. “A performance das exportações do café brasileiro continua firme, mantendo os bons resultados para abril. O destaque do mês fica para o aumento das exportações para os cinco maiores países importadores, ampliando o market share do Brasil. Conforme temos acompanhado desde o início do ano, tudo indica que esse ano-safra seja histórico, confirmando a eficiência com que o país atende à demanda e exigências de seus consumidores tanto no que se refere à qualidade quanto à sustentabilidade”, destaca Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé. Ano-civil Levando em consideração os quatro primeiros meses deste ano (janeiro a abril), as exportações de café brasileiro foram de 13 milhões de sacas, crescimento de 26,8 em relação ao mesmo período do ano passado. A receita cambial, neste caso, foi de US$ 1,7 bilhão, apresentando também aumento, de 3,5 em relação ao ano passado. Ano-safra 2018/2019 Com relação as exportações de café brasileiro no ano-safra 2018/2019 (jul/18 a abr/19), o Brasil exportou até agora 34 milhões de sacas no período acumulado, aumento de 30,4 em relação à mesma base comparativa do ano anterior, quando o país embarcou 26,1 milhões de sacas. Ainda no período safra 2018/2019, destaca-se o melhor desempenho nos embarques de café arábica dos últimos 5 anos, que alcançou 28,2 milhões de sacas e registrou um crescimento de 23,4 em relação a base comparativa anterior. Principais destinos Entre os dez principais destinos de café brasileiro no ano-civil (jan-abr) estão os Estados Unidos, que importaram 2,4 milhões de sacas de café (18,4 do total embarcado no mês pelo Brasil). O segundo principal destino é a Alemanha, com 2,2 milhões de sacas importadas (16,8 da participação total no período). Já a Itália ficou em terceiro lugar, com 1,3 milhão de sacas (10 ). Os demais principais destinos foram, respectivamente: Japão, com 1 milhão de sacas (7,7 ); Bélgica, com 730 mil sacas (5,6 ); Turquia, com 435 mil sacas (3,3 ); Reino Unido, com 395 mil sacas (3 ); Federação Russa, com 329 mil sacas (2,5 ); França, com 307 mil sacas (2,3 ); e Canadá, com 300 mil sacas (2,3 ). Outro ponto importante a ser observado foi que as exportações de café brasileiro para todos os principais destinos registraram crescimento, comparando-se o volume exportado de janeiro abril deste ano com o volume exportado no mesmo período do ano passado. Os quatro dos dez listados que registram maior aumento na importação de café brasileiro foram, na ordem: Reino Unido (crescimento de 54 ); Turquia (45 ); Japão (37 ) e EUA (36 ).
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Fonte: Embrapa
A partir da próxima terça-feira (14) até o dia 18 de maio o público que visitar a AgroBrasília – Feira Internacional dos Cerrados vai conhecer as últimas novidades em tecnologias sustentáveis da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das unidades de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa. Serão expostas durante a feira uma tecnologia verde para o controle de pragas que associa um extrato vegetal nematotóxico com um biofertilizante natural. Além disso, os visitantes poderão conferir in loco os resultados do método de recomposição da vegetação nativa do Cerrado desenvolvido pela Embrapa e aprender mais sobre técnicas de manejo para promover a regeneração natural da vegetação nativa
No dia 17 de maio, às 11h, o Chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia José Manuel Cabral irá proferir palestra sobre o tema “O papel das parcerias nas inovações da Embrapa”.
A palestra acontecerá no estande do Sebrae.
Tecnologia verde baseada na associação de extrato vegetal nematotóxico e biofertilizante
Baseada na associação de extrato vegetal nematotóxico e biofertilizante a tecnologia Embrapa-Carbom Brasil apresenta atividade nematicida superior a 97 contra o fitonematóide Meloidogyne incognita, também conhecido como Nematóide-das-galhas. Este fitopatógeno provoca alterações na raiz da planta prejudicando significativamente a produção e acarretando prejuízos anuais estimados em milhões de dólares.
Essa tecnologia, de autoria dos pesquisadores Thales Lima Rocha, Vera Lúcia Perussi Peloz, Dilson da Cunha Costa, João Batista Teixeira e do empresário Leandro Gai Anversa, foi testada em bioensaios conduzidos em casa de vegetação e diminuiu em 98 o número de ovos de M.incognita. Ela também foi validada a campo em duas diferentes áreas de cultivo de soja localizadas no Paraná e em Goiás, onde foi verificada a redução da densidade populacional de Meloidogyne incognita e Pratylenchus brachyurus. As culturas mais afetadas pelo Nematóide-das-galhas são o algodão, o café, o feijão, o milho, a cana-de-açúcar, entre outros.
Métodos de recomposição da vegetação nativa no Cerrado
Os métodos de recomposição da vegetação nativa são um assunto de grande interesse para proprietários rurais que desejam fazer uso produtivo de Área de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal (RL). Pela legislação vigente, o produtor rural é obrigado a comprovar junto ao órgão ambiental que mantém o percentual exigido de vegetação nativa, a fim de que possa plantar sistemas agroflorestais com até 50 de espécies exóticas.
A Embrapa desenvolveu métodos de recomposição da vegetação nativa que vão desde o simples manejo da regeneração natural até o preparo da terra e plantio em alta densidade. Um dos métodos que será exposto é a Semeadura Direta, utilizada quando a área a ser restaurada tem baixo potencial de regeneração natural. A técnica pode ser empregada tanto para a restauração de florestas estacionais quanto para a recuperação de estratos arbóreos e rasteiros. Também serão apresentadas na exposição técnicas de monitoramento e manejo adaptativo e planejamento da paisagem rural.
Saiba mais sobre a AgroBrasília
A AgroBrasília integra o calendário dos grandes eventos do agronegócio brasileiro. Há 12 anos, a Feira Internacional dos Cerrados contribui para a aquisição de conhecimentos e para o aprendizado dos produtores e profissionais do setor, bem como para a economia da região, por meio da geração de negócios. A expectativa para esta edição é de uma movimentação de R$ 1,5 bilhão em negócios, superando o volume alcançado em 2018, que foi de R$ 1,1 bilhão.
Neste ano são esperados cerca de 120 mil visitantes no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, localizado a 60 Km de Brasília. A Embrapa estará presente com estande e vitrine de tecnologias, além de palestras de pesquisadores em espaços de parceiros e dia de campo. Informações detalhadas sobre o evento (mapa de acesso, localização dos estandes, etc.) podem ser encontradas no site da feira, no link a seguir: http://www.agrobrasilia.com.br/
Serviço
O que: AgroBrasília 2019
Data: 14 a 18 de maio de 2019
Horário: 8h às 18h
Onde: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, localizado na BR 251 km 05, sentido Brasília – Unaí (MG)
Clique na imagem para ver o vídeo de Bolsa Brasileira de Mercadorias – BBM.
No dia 5 de abril, a diretora Comercial do Grupo Labhoro, Andrea Cordeiro, conversou com o jornalista Valter Puga Júnior em uma entrevista ao Canal do Boi nos estúdios da BBM, sobre a guerra comercial entre China x EUA e os impactos da disputa para a soja.
Clique na imagem para ver o vídeo de Aprosoja Mato Grosso.
Entrevista realizada pela TV Fiqueira com o Fernando Cadore (Vice Presidente da Aprosoja) e Antônio Galvan no 14º Circuito Aprosoja em Lucas do Rio Verde.
Data: 27/04/2019
Veiculo: TV Figueira