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Projeto do Agrinho Solos engaja toda comunidade do entorno de escola em Castro
Conheça neste vídeo como o projeto vencedor do Agrinho Solos 2018, de iniciativa da professora Lia Márcia, promoveu uma verdadeira transformação na Escola Rural São Sebastião. Na reportagem você confere um pouco das atividades que envolveram o contato de crianças com a produção rural praticada hoje em dia e como a agropecuária se transformou nas últimas décadas na região. Para mais informações sobre o Programa Agrinho Solos e outras iniciativas do Sistema FAEP/SENAR-PR, acesse o site: www.sistemafaep.org.br
Fonte: Embrapa
As atividades acontecem no âmbito do projeto BRS Aqua e são decorrentes do Projeto Componente de Gestão e Monitoramento Ambiental da Aquicultura
No período de 22 a 26 de abril, no reservatório de Chavantes (SP), foram fundeadas três Plataformas de Coleta de Dados, para estudo dos fenômenos físicos e biológicos do reservatório. Os equipamentos desenvolvidos pelos pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) José Luiz Stech e João Lorenzetti já foram utilizados em uma gama de projetos de pesquisas em sistemas aquáticos continentais.
A parceria entre a Embrapa e o INPE no uso destas ferramentas para o monitoramento ambiental da aquicultura se iniciou ainda em 2012, com o Projeto Furnas, onde esses equipamentos foram utilizados em áreas de produção no município de Guapé (MG).
Por mais de dois anos os equipamentos monitoraram as variáveis limnológicas e meteorológicas de modo a permitir resultados de pesquisa que subsidiaram e melhoraram a compreensão de métodos para o monitoramento ambiental e gestão da piscicultura em tanques rede.
Os mesmos equipamentos foram agora fundeados em Chavantes e permanecerão por dois anos monitorando duas áreas de produção, sendo duas Plataformas no município de Fartura e uma em Ipaussu. A ação de fundeio foi coordenado pelo pesquisador José Luiz Setch, com a participação dos bolsistas Marcus Girotto e Danilo Garofalo e dos técnicos Geraldo Mendes, Romiro Ribeiro e William Cesar.
Monitoramento físico-químico programado
As Plataformas instaladas já se encontram em perfeito funcionamento e estão programadas para registrarem a cada 10 minutos as variáveis de temperatura da água, pH, oxigênio dissolvido, clorofila-a, condutividade elétrica e turbidez. Constantemente uma equipe composta por integrantes da Embrapa, do Instituto e Pesca e da Unesp estarão em campo para realizarem a coleta dos dados armazenados e conferirem a calibração dos equipamentos. São parceiros nesta iniciativa os pesquisadores do Instituto de Pesca, Daercy Rezede Ayroza e Gianmarco Davi, além do professor Guilherme Wolf Bueno da Universidade Estadual Paulista, no auxílio do acompanhamento zootécnico das áreas de produção e na análise e interpretação dos dados.
Também são parceiros importantes os produtores das duas áreas monitoradas, uma vez que o acompanhamento do volume de produção e da gestão da produção são informações relevantes para compreensão das variações dos parâmetros monitorados e para determinar se há, e em que grau de significância, influência dos sistemas de produção no ambiente.
Novos métodos de transmissão
Para melhorar os processos de monitoramento, já está em desenvolvimento um novo processo de transmissão dos dados coletados que permitirá otimizar o funcionamento das plataformas de coleta de dados. O desenvolvimento está sendo realizado em conjunto com o pesquisador Osmar Ogashawara, da Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, que visa estabelecer um novo sistema de transmissão dos dados adquiridos pelas sondas limnológicas e por sensores meteorológicos para bases na terra. Outro produto já desenvolvido pelo pesquisador e que já se encontra em fase de teste para uso é uma cadeia de termômetros que permitirá a aquisição e transmissão de dados de temperatura da água ao longo da coluna d’água para acompanhamento em tempo real, permitindo verificar variações da temperatura na área de produção.
Ações no campo de atuação do Projeto BRS Aqua
Fonte: Embrapa
O presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, e o secretário de Estado de Ciência Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, Leonardo Rodrigues, assinaram convênio com o objetivo é criar o 1º Polo de Inovação Tecnológica do Agronegócio (PITec Agro) do Brasil, localizado na sede da Embrapa Solos (Jardim Botânico). A cerimônia ocorreu no dia 08 de maio, na sede da Secretaria.
“O agro tem uma participação pequena no PIB do Rio de Janeiro, mas tem potencial para crescer muito, gerando também renda e emprego, devolvendo a dignidade para a população marginalizada da área rural”, enfatizou Barbosa.
A visão do presidente da Embrapa é compartilhada pelo subsecretário de Cooperação com o Setor Tecnológico e Inovativo da SECTI Filippo Zaccaro Scelza.
“A assinatura do termo de cooperação permitirá trazer a revolução digital para o agronegócio fluminense fomentando a competitividade e potencializando o setor. Esse acordo atenderá a estratégia do governo do estado em aumentar a participação do setor agrário no RJ.”
O chefe geral da Embrapa Solos, José Carlos Polidoro, vê a assinatura do acordo como o primeiro passo para criação da rede de inovação tecnológica para o desenvolvimento agropecuário fluminense “Esperamos, no PITec Agro, ter a participação de todos os centros de pesquisa da Embrapa, além de outras instituições, inclusive privadas, interessadas em inovação, ancorados no Rio com o apoio da Secretaria.”
A busca pela autossuficiência e capacidade do estado em ter identidade em tudo que produz é um dos pilares da iniciativa. “Este é o caminho que a nossa pasta traça para a população fluminense. Focamos na geração de emprego e renda visando impulsionar e desenvolver a ciência, tecnologia e inovação no estado”, afirmou o secretário.
A importância da cooperação com a secretaria foi enfatizada pelo chefe geral da Embrapa Agrobiologia (Seropédica-RJ), Gustavo Ribeiro Xavier. “O vínculo entre Faperj e a SECTI, por exemplo, pode proporcionar o surgimento de editais específicos para o agro fluminense voltados para a inovação”.
PITec Agro
O PITec Agro é um ambiente de inovações dentro da Embrapa que permite a interação e cooperação entre a iniciativa empreendedora e a comunidade acadêmica, visando fortalecer o desenvolvimento tecnológico do setor.
Fonte: Embrapa
Já está no ar a nova versão da Árvore do Conhecimento do Arroz, da Agência Embrapa de Informação Tecnológica (Ageitec). O conteúdo, organizado por pesquisadores, busca intensificar o acesso a informações técnicas, principalmente, para consultores e extensionistas, responsáveis por facilitar o desenvolvimento das atividades agrícolas e orientar o homem do campo sobre as práticas mais adequadas de cultivo.
A Árvore do Conhecimento do Arroz reúne informações validadas sobre todas as etapas da cadeia produtiva do cereal, incluindo as principais tecnologias desenvolvidas para o sistema de cultivo.
É possível encontrar o detalhamento das fases de pré-produção, produção e pós-produção, além de aspectos socioeconômicos. O enfoque dado valoriza boas práticas de manejo, organizadas de maneira clara e prática, para que não haja dificuldade de adoção no campo.
A partir do conteúdo publicado, também é possível ao produtor adequar as práticas de cultivo, orientadas às características e necessidades, com base na manutenção da produtividade; e ainda se atualizar em temas como redução do uso de agrotóxicos e segurança do trabalhador.
O arroz é considerado um dos alimentos com melhor balanceamento nutricional e é um dos que mais possui potencial para conferir sustentabilidade à produção e rentabilidade ao agronegócio.
Fonte: Embrapa
A Embrapa Soja promove o Curso de Produção de Soja – módulo de manejo do solo e da cultura – entre os dias 3 e 7 de junho, na sede da Embrapa, em Londrina (PR). A programação está organizada com aulas teóricas e práticas e visitas técnicas a campo. As inscrições devem ser feitas aqui pela internet.
O conteúdo programático irá abordar temas como: instalação da lavoura e Integração lavoura-pecuária, manejo e conservação do solo e da água, fertilidade de solos e nutrição de plantas, manejo de pós-colheita e manejo Integrado de plantas daninhas e dessecação pré-colheita.
Os módulos serão ministrados por pesquisadores da Embrapa Soja que irão demonstrar resultados de tecnologias recomendadas pela Embrapa. O pesquisador André Prando, coordenador do Curso, diz que o objetivo é promover a atualização e a capacitação de técnicos e produtores sobre as tecnologias de produção de soja.
São oferecidas 35 vagas. O número reduzido visa facilitar a interação entre participantes e instrutores. Serão contemplados temas relacionados ao manejo da fertilidade e conservação do solo, manejo de plantas daninhas e manejo da colheita e pós-colheita. “O curso terá como enfoque principal as estratégias de manejo para o alcance de excelentes resultados”, explica Prando. O curso é oferecido em dois módulos independentes e o próximo sobre manejo fitossanitário, está previsto para ocorrer em novembro.
Confira aqui a programação.
As inscrições podem ser realizadas somente via internet.
Período de inscrição
Até 17 de maio, R$ 1.200,00
De 18 a 27 de maio, R$ 1.500,00
Inscrição aqui.
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Vídeo técnico do Sistrates (Sistema de Tratamento de Efluentes da Suinocultura), em funcionamento na Granja Master, em Videira-SC.
O Sistrates apresenta um aspecto inovador pela remoção conjunta de carbono, nitrogênio e fósforo pela combinação de processos biológicos e químicos. Outro diferencial é que o processo pode ser aplicado de maneira modular e adicional, de acordo com as necessidades de tratamento e condições da propriedade.
A tecnologia permite obter um alto nível de tratabilidade das águas residuárias da suinocultura, o que reduz a necessidade de área agrícola para a destinação e abre a possibilidade de reutilizar a água nas instalações ou em processos de irrigação.
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Este vídeo apresenta, de maneira resumida, o Sistrates (Sistema de Tratamento de Efluentes da Suinocultura), em funcionamento na Granja Master, em Videira-SC.
O Sistrates apresenta um aspecto inovador pela remoção conjunta de carbono, nitrogênio e fósforo pela combinação de processos biológicos e químicos. Outro diferencial é que o processo pode ser aplicado de maneira modular e adicional, de acordo com as necessidades de tratamento e condições da propriedade.
A tecnologia permite obter um alto nível de tratabilidade das águas residuárias da suinocultura, o que reduz a necessidade de área agrícola para a destinação e abre a possibilidade de reutilizar a água nas instalações ou em processos de irrigação.
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Antonio Pereira – canal tvagro
Fonte: Cepea
Cepea, 09/05/2019 – Maio começou com preços elevados para a cenoura em São Gotardo (MG), devido à oferta reduzida, de acordo com dados do Hortifruti/Cepea. De 29 de abril a 3 de maio, a caixa de 29 kg de cenoura “suja” foi vendida a R$ 50,00, em média, aumento expressivo de 25 em relação ao período anterior. Essa é a maior média de preço semanal observada na safra de verão desde 2016 (em termos nominais). Colaboradores do Hortifruti/Cepea afirmam que, além da disponibilidade reduzida, os descartes aumentaram ainda mais.
O motivo para esse cenário foram as chuvas nos períodos de plantio e desenvolvimento, que causaram problemas com bifurcações e manchas nas áreas colhidas atualmente. Por outro lado, produtores mineiros afirmam que estão retirando as cenouras antes do período ideal de maturação para aproveitar os altos preços. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br
Fonte: Cepea
Cepea, 09/05/2019 – Os preços brutos do leite ao produtor deixarão de ser calculados pelo Cepea a partir de 2020. Isso porque o cálculo do valor bruto inclui, além do preço do leite recebido pelo produtor, impostos e frete e essas duas variáveis são exógenas ao valor, de modo que as suas variações podem afetar o cálculo da média final sem que isso reflita o mercado. Além disso, há grande heterogeneidade nas condições de aplicação de ambas as variáveis, dificultando a comparação entre médias.
O Cepea recomenda a utilização dos preços líquidos para análises e negociações. Além disso, é importante ressaltar que, devido à natureza dinâmica dos mercados, mudanças de metodologias ou alterações nas divulgações de dados do Cepea podem ocorrer, sendo aconselhável, portanto, que o setor esteja precavido desses aspectos ao utilizar os dados. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br
Fonte: Cepea
Cepea, 09/05/2019 – A proximidade do Dia das Mães e o típico aquecimento das vendas internas em início de mês têm elevado os preços da carne suína, segundo informações do Cepea. No atacado, a carcaça especial negociada na Grande São Paulo se valorizou 3,23 de 30 de abril a 8 de maio, com o quilo passando para a média de R$ 6,60 nessa quarta-feira. Em relação aos embarques da carne brasileira, o volume vendido para a China aumentou fortes 22,3 de março para abril, devido à menor produção no país, em função dos casos de Peste Suína Africana (PSA).
Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br
Fonte: Cepea
Cepea 09/05/2019 – Os preços da arroba de boi gordo estão em queda no mercado brasileiro, segundo dados do Cepea. Ainda que a oferta de animais não tenha sido considerada alta, a compra de lotes menores em preços mais baixos, somada ao recuo da indústria após aquisições de volumes maiores, tem exercido certa pressão sobre os valores. O Indicador ESALQ/B3 fechou em R$ 152,3 nessa quarta-feira, 8, baixa de 1,71 em relação ao dia 30 de abril. Quanto aos embarques da carne bovina in natura, a quantidade em abril foi de 109,8 mil toneladas, a maior para o mês de toda a série histórica da Secex.
Esse bom desempenho está atrelado à maior competitividade da carne nacional no mercado externo e à demanda aquecida por parte da China. Além disso, o câmbio em altos patamares também favorece as vendas. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br
Fonte: Faemg
Terminou nesta quarta-feira (8), em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, o curso de Novas Lideranças Rurais promovido pelo SISTEMA FAEMG. A abertura do evento na quarta-feira (13) foi feita pelo coordenador da Assessoria Sindical da FAEMG, Rogério de Oliveira Arantes. O tema Liderança foi desenvolvido no último bloco pelo instrutor e médico veterinário, Emerson Alvarenga.
“Neste último bloco conversamos sobre a importância da comunicação neste processo de liderança.
É preciso ter o entendimento da importância da comunicação, assertiva, clara e objetiva. Líderes precisam conhecer sobre comunicação, ter inteligência emocional, empatia e transparência. Também falamos sobre o perfil comportamental que o líder deve traçar de si mesmo e da equipe, isso ajuda a formar equipes e líderes precisam fazer com que as pessoas se desenvolvam”, explica Alvarenga.
Dentre os participantes que concluíram o curso, está Alekes das Dores. Ele veio de Virginópolis para participar do evento. Alekes é produtor rural no munícipio e atualmente ocupa o cargo de presidente da Cooperativa dos Produtores Rurais do município.
“Estou no terceiro mandato como presidente da cooperativa, recebi uma indicação de um ex-presidente e por meio do convite do Sindicato Rural de Virginópolis resolvi fazer o Novas Lideranças e estou maravilhado. Percebi que este é um curso essencial para todas as pessoas. Ele abre a nossa mente e amplia a nossa visão para sabermos lidar com as diversas situações no dia a dia, seja na cooperativa, no sindicato ou na nossa propriedade”.
Reciclagem
Entre os concluintes, é possível identificar alguns que já têm um papel de liderança. É o caso de Cantídio Ferreira que faz parte da atual diretoria da União Ruralista Rio Doce (URRD), organização que presidiu em anos anteriores. Há 12 anos Cantídio fez parte de outra turma de um curso de Novas Lideranças e agora obteve o que ele chama de “reciclagem”.
“Eu participei de uma das primeiras turmas, em 2007, logo quando a Faemg havia lançado este curso. Com o passar do tempo quis fazer novamente para ver quais as mudanças de lá para cá. Naquela época se falava em representatividade, agora falamos em globalização, motivação, onde eu, como líder, preciso melhorar para obter mais experiência e poder passar isso adiante. Está sendo uma espécie de reciclagem e estou ansioso para os próximos módulos”, declara Cantídio.
Emerson Alvarenga destaca que o curso é recomendado tanto para aqueles que já desempenham uma função de liderança ou para aqueles que ainda buscam por este espaço. “Se ele já é uma liderança o curso vai potencializar esta posição, seu conhecimento ou adequar algo que esteja em desacordo com esse papel de líder. Se ele [o participante] ainda não é uma liderança, o curso dá instrumentos para que possa dar um passo em direção a isso”, destaca o instrutor que completa: “em síntese o curso de Novas Lideranças é para quem quer entender, compreender os desafios atuais. Liderar no mundo de hoje é diferente do que era liderar há alguns anos e será diferente nos anos futuros”.
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A colheita de milho deve ultrapassar 95 milhões de toneladas devido às chuvas que ocorreram nos últimos meses nas regiões produtoras da segunda safra do grão, principalmente no Centro-Oeste. É o que aponta o 8º Levantamento da Safra de Grãos 2018/2019, divulgado nesta quinta-feira (9), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
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O Programa Giro do Boi traz notícias, curiosidades e entrevistas especiais sobre a pecuária brasileira. Confira também os números da cotação e o gado de qualidade que foi produzido em diferentes regiões do país.
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Bela Gil está em Recife para conhecer a Mãe Arlene de Katendê, liderança religiosa feminina que irá mostrar como se faz uma oferenda sustentável.
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Trigo e centeio para pastejo começam a ser testados na região do Alto Vale. Variedades são aposta para farantir alimento no inverno e assim, manter a produção leiteira!