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quinta-feira, 2 de maio de 2019

ESTUDANTES DE ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS VISITAM UNIDADE - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Na manhã do dia 26 de abril, 82 alunos do Ensino Fundamental e Médio do Colégio Ápice Educacional, de Águas Lindas de Goiás (GO), vivenciaram uma experiência diferente do dia a dia em sala de aula. Eles visitaram a Embrapa Cerrados, onde percorreram três estações e aprenderam sobre a importância dos insetos, a diversidade de plantas do Cerrado e a ecotoxicologia da água, além de conhecerem o jogo paradidático “Desafio no Cerrado”.

Na estação sobre insetos, o analista Amabílio Camargo mostrou por meio de fotografias e vídeos como essas espécies são importantes para a natureza e afetam o dia a dia das pessoas.

Ele falou sobre a grande diversidade de insetos e o ciclo de desenvolvimento de algumas espécies. 
Outros temas abordados foram os diferentes papeis dos insetos, como a polinização realizada por abelhas, mariposas e besouros; o controle biológico de pragas; a limpeza de carcaças e a decomposição de animais, que evitam a contaminação do ambiente com doenças; e os insetos-praga na agricultura.  

“Temos que pensar em todas essas funções desempenhadas pelos insetos antes de aplicar defensivos. Todos têm suas funções, várias são benéficas e outras são de pragas. Por isso, o melhor é utilizar produtos mais seletivos. E ainda temos a opção do controle biológico”, disse Camargo. 

Orientando do pesquisador Eduardo Cyrino no Laboratório de Ecotoxicologia da Unidade, o bolsista Leandro Rangel discorreu sobre o trabalho de avaliação dos níveis de qualidade da água de diferentes rios e lagos do Distrito Federal. Ele ensinou que existem diferentes níveis de qualidade da água para consumo humano e para a irrigação. 

Ao mostrar dois recipientes – um com água cristalina e outro com água colorida com corante verde – o bolsista instigou os alunos a dizerem qual eles beberiam. Em seguida, citou a possibilidade da presença de diferentes contaminantes, como filtros solares e cremes, nas águas de uma cachoeira frequentada por banhistas. “Por mais limpa que a água possa parecer, não quer dizer que ela possa ser consumida. Por isso, nosso trabalho é verificar onde a água é adequada para beber ou irrigar”, explicou.

Diversidade vegetal

O pesquisador Fernando Rocha abordou a diversidade de plantas do Bioma Cerrado e algumas diferenças entre as espécies, bem como as formas de propagação. Os estudantes perceberam as diferenças entre as folhas e as sementes de espécies diferentes e compararam duas folhas de uma mesma espécie, o pequi. 

Rocha falou sobre a coleção de pequi da Embrapa Cerrados e da existência de diferenças entre plantas da espécie, como tamanho dos frutos e quantidade de polpa. “Se cruzarmos dois pés de pequi considerados muito bons e plantarmos as sementes, algumas plantas serão melhores que os pais, algumas serão piores e muitas serão parecidas com eles”, disse, exemplificando a base do melhoramento genético de plantas. 

O pesquisador também explicou que as plantas podem ser propagadas por estaquia, em que o ramo de uma planta pode ser plantado e originar outra planta idêntica à original, e por enxertia, ao mostrar uma muda de mangueira (espécie cavaleira) “colada” ao caule de outra espécie compatível (cavalo ou porta-enxerto) para exemplificar o processo, que permite unir uma espécie interessante do ponto de vista produtivo com outra que agregue resistência a doenças, por exemplo.

Já o jogo educativo ambiental “Desafio no Cerrado” foi apresentado pelo analista Renato Berlim. O objetivo do jogo é encaixar as peças para formar terrenos com diferentes fitofisionomias do Bioma, como mata, cerrado, campo, além de rios. 

Durante a partida, os jogadores podem formar de corredores ecológicos para a preservação do Cerrado e assim conquistarem pontos. Por outro lado, há também peças representando áreas degradadas e situações adversas, como incêndios e chuvas que podem provocar enchentes em terrenos com degradação. 

“É um dominó ambiental, só que com peças de quatro lados. O grande lance é montar a maior extensão de terrenos e ocupá-los. Mas quem ocupa terrenos com degradação perde pontos”, explicou Berlim.

Aprendizado

Para os alunos do Ápice, a manhã de visita à Embrapa Cerrados foi uma oportunidade de entrar em contato com diversos conteúdos que complementam o aprendizado em sala de aula. 

“Gostei muito da fala sobre os insetos, como eles nascem, crescem e morrem, além da decomposição que fazem de animais mortos. Também gostei do jogo, porque ajuda a valorizar a natureza e a aprender que não podemos degradá-la”, disse Valéria da Rocha, 11 anos, aluna da sexta série do Ensino Fundamental, que ainda elogiou a beleza da Unidade.

Miguel Baldez, de 12 anos, concordou com Valéria. “O que mais gostei foi do tema dos insetos, o que fazem no meio ambiente, os ‘prós’ e os ‘contras’, a decomposição e as fases de vida. E o jogo nos dá uma dimensão de como é grande o Cerrado e a agricultura”, comentou o aluno da sétima série do Ensino Fundamental.

Quem também saiu satisfeita com os conhecimentos e a experiência diferente proporcionados pela visita foi Ana Beatriz Oliveira, de 16 anos e aluna do segundo ano do Ensino Médio. “Foi bem interessante vivenciar essa experiência, sair da rotina dos livros”, afirmou, ressaltando o que gostou nas estações: “A estação da ecotoxicologia foi bacana porque não tínhamos noção de como a água pode estar contaminada. Foi legal ver a reprodução e a polinização feita pelos insetos, assim como as diferenças entre as plantas, que por mais que possam ser bem parecidas, não são iguais”.

Para a orientadora pedagógica Simone Seabra, que acompanhou os alunos junto com outros três professores do colégio, a visita serviu de motivação para os estudantes irem além da teoria ensinada na sala de aula. “Eles estão na idade da aventura e da emoção. Nada melhor que associar o ensino pedagógico à convivência com a natureza para despertar a curiosidade, auxiliar nas futuras escolhas profissionais e conscientizar sobre a importância da preservação do meio ambiente”, avaliou.

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CHICO MENDES – SHOW DA HISTÓRIA - Vídeos, Canal Futura

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Importante líder seringueiro, sindicalista, e defensor das florestas, o convidado de hoje é Chico Mendes!

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COMO LEGALIZAR VINHO COLONIAL - Vídeos, Dia de Campo na TV

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Junto com os imigrantes italianos veio a arte de elaborar o vinho artesanal ou colonial, produzido inicialmente para o consumo próprio e presente, até hoje, em muitas das propriedades agrícolas da Serra Gaúcha e de outras regiões.

Esse produto característico, parte importante da cultura e da vitivinicultura brasileira, desde 2011 vem ganhando uma atenção especial de entidades como a Emater/RS-Ascar, Embrapa, Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul (SDR), que se reuniram para contribuir tecnicamente para a qualificação e registro das pequenas vinícolas e dos produtos obtidos dentro das normas estabelecidas pela legislação brasileira.

Equipe DCTV

Obrigado pelo seu interesse em nosso vídeo. Para sanar dúvidas, pedimos que entre em contato diretamente com nosso SAC: http://j.mp/SacEmbrapa

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MAPA REGULAMENTA TORNEIOS LEITEIROS - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

A Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação (SDI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou a Instrução Normativa nº 6, que estabelece as boas práticas em torneios leiteiros para fins de uso racional da fauna.

Os principais objetivos da IN são evitar abusos de animais, suprir a falta de regras, corrigir prejuízos causados à imagem do setor, bem como os econômicos gerados por concorrência desleal entre produtores de genética que foram apontados na Câmara Setorial de Leite e Derivados.

“A IN atende a demanda da Câmara Setorial de 2015. O primeiro passo foi formar um grupo de trabalho, que produziu um documento que passou por duas consultas públicas. Finalmente, o texto foi concluído em janeiro deste ano”, explicou Mirela Eidt, auditora fiscal da Coordenação de Boas Práticas e Bem-estar Animal da SDI.

O artigo 10 do normativo informa que, em caso de descumprimento das regras, os organizadores, proprietários, manejadores e demais profissionais responsáveis pelos animais ficam sujeitos às sanções cíveis, penais e administrativas previstas na legislação vigente.

Leia a Instrução Normativa AQUI.

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SUPERMERCADOS FAZEM CAMPANHA PARA PROMOVER FRUTAS CÍTRICAS - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

No mês de junho, a PMA (Produce Marketing Association) realiza a campanha sazonal de promoção das frutas cítricas em 15 redes de supermercados no Brasil para aumentar o consumo na época de safra. Com apoio da Associação Brasileira de Citrus de Mesa (ABCM), o objetivo principal é instruir o consumidor e aumentar o consumo de frutas, através da experiência de sabor e variedade. Nos pontos de venda haverá degustação, distribuição de receitas e ações pontuais como encontro com produtores para conhecer o ciclo de plantio e colheita das frutas.

  “O papel da PMA no Brasil é facilitar a construção de ações estratégicas com e entre seus associados, produtores e varejistas. Nosso foco é promover a alimentação saudável e aumentar o consumo de frutas, legumes e verduras. Segundo números da ABCM, a venda de cítricos in natura no mercado interno gera US$1,8 bilhões, enquanto as exportações US$ 73 milhões. Já a indústria de sucos movimenta US$2,2 bilhões”, explica Giampaolo Buso, presidente do conselho PMA Brasil.   A campanha de citrus será realizada em 15 redes varejistas em todo país: rede Oba, rede S.Paulo, Walmart, Mercadorama, BIG, Hiper Bom Preço, Nacional, Todo Dia, Maxi Atacado, Sam´s Club, Sacolão da Santa, Carrefour, Mambo, Nordestão e Hortifruti Natural da Terra.   “Acredito que nos dias de hoje a importância de trazermos novas experiências seja o diferencial para atrairmos consumidores para hábitos mais saudáveis. A campanha dos cítricos assim como de outras culturas chega para mostrar as modificações que o varejo vem realizando para agradar seus clientes”, explica Danilo Salles Menezes de Carvalho da rede Nordestão de Supermercados, há 46 anos no mercado, com nove lojas e mais de 1 milhão de clientes por mês.  

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EXPOZEBU 2019 – DIRETORIA DA FAEMG TEM PRIMEIRA REUNIÃO ITINERANTE - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

A participação da FAEMG em diversos eventos e as ações de interiorização foram temas centrais da primeira reunião de Diretoria da FAEMG fora de BH. A realização do encontro em Uberaba durante a maior feira de gado zebu do mundo foi oportunidade para que os dirigentes pudessem conhecer o evento e a ABCZ, e para promover a aproximação das entidades. O convite partiu do vice-presidente da FAEMG e diretor da ABCZ, Rivaldo Machado Borges Júnior.

 
Roberto Simões, presidente da FAEMG
“À exemplo da CNA, iniciamos a realização de reuniões itinerantes, percorrendo as regiões de nosso estado para conhecermos mais as realidades locais.  Nosso objetivo é para outras reuniões itinerantes é nos encontrarmos também com representantes dos Sindicatos Rurais da região e produtores, tirando proveito ainda maior dessa relação entre nós, que é fundamental para os tempos modernos.”
 
Rivaldo Machado Borges Júnior, vice-presidente da FAEMG e diretor da ABCZ
“A vinda da FAEMG com seu presidente e seus vice-presidentes é importante para fortalecer o nosso trabalho.

Temos que trabalhar a questão do preço do leite e do preço da carne, e ampliar o acesso à tecnologia para os nossos produtores rurais, principalmente pequenos e médios. Temos o Pró-Genética, e o IntegraZebu, um novo projeto nacional para recuperação de pastagens. Investir em genética e tecnologia é importante, mas se o animal não tiver a base, que é a alimentação, pouco vai adiantar.”
 
Eduardo Pena – presidente da Comissão Estadual de Pecuária de Leite da FAEMG
“O Conseleite já está funcionando em caráter experimental. Vamos publicar o primeiro relatório em 15 de maio. O mercado espera esse número e acreditamos que isso vai aproximar os produtores da indústria. Será o fim da queda de braço e passaremos a ter uma previsibilidade de preço. É o que interessa ao produtor: saber quanto irá receber no próximo mês e ter uma previsão também para o mês seguinte.”
 
Domingos Inácio Salgado – vice-presidente e presidente do SPR de Cássia
“Teremos este mês em Cássia uma Audiência Pública de Acordo sobre ações ambientais. Nos últimos anos, mais de 200 produtores do município tiveram problemas relacionados a este tipo de questão e acabaram movendo ações embasadas no Código Florestal. Com a mudança de parecer a favor do CF, foi proposta uma ação civil pública para acordos, com audiência aberta a todos os produtores. Estes acordos poderão ser um marco nas ações ambientais e servir de precedente para outros Sindicatos Rurais”

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SENAR MINAS ENCERRA A RODADA DE ENCONTROS DE ATUALIZAÇÃO DE MOBILIZADORES DE 2019 NO VALE DO JEQUITINHONHA - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

Com 93 de suas entidades cooperados, a Regional do Senar Minas de Araçuaí, promoveu o último Encontro de Atualização de Mobilizadores do Sistema Faemg/Senar Minas, do ano de 2019, nos dias 29 e 30 de maio. O encontro foi promovido na cidade de Turmalina e reuniu 35 mobilizadores de 27 entidades cooperadas. 

A atualização que veio ao encontro de renovações e da atual linha de atuação que passa o Sistema Faemg/Senar Minas teve na coordenação os representantes do Senar Minas, o gerente da Regional de Araçuaí, Luiz Rodolfo Antunes Quaresma, a assessora pedagógica, Mirian Rocha, o assistente de arrecadação da Coordenadoria de Administração e Finanças, Senilson Silva e o consultor de negócios da Faemg, Wilson Barros de Moura.

Durante um dia e meio, Mirian Rocha abordou as novas reformulações que ocorreram na instituição, apresentou as propostas de trabalho para os próximos anos, pontuando as modificações das ocupações da Formação Profissional Rural (FPR) e Promoção Social (PS), informou sobre a ampliação do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) e dos programas especiais, sobretudo do projeto “Mobilizar Bem”, que é uma das novidades do Sistema Faemg/Senar Minas que mais exige dos mobilizadores.

“Desejamos tornar o processo da mobilização mais eficiente e moderno” ressaltou Mirian, que trouxe em sua apresentação a impactante frase de Charles Darwin: A sobrevivência não será do mais forte e, sim do mais propenso à mudança.

Na parte final da atualização, os participantes receberam orientações operacionais da mobilização, informações dos recursos arrecadados através da contribuição sindical e conhecimentos dos produtos ofertados pelo Sistema Faemg/Senar Minas como plano de saúde, seguros, certificação digital entre outros.

Para a anfitriã Dulcineia Cordeiro Rocha, presidente e mobilizadora do Clube do Galope de Turmalina, a atualização aconteceu de forma tranquila, dinâmica e esclarecedora. “Essa é uma oportunidade de nós, mobilizadores, atentarmos ao novo cenário e caminharmos juntos, atendendo os nossos clientes com um Sistema cada vez melhor” ressaltou Dulcineia ao manifestar seu agradecimento ao Sistema Faemg/Senar Minas pelas chances de executar seu trabalho na função de mobilizadora de maneira cada vez mais capaz.

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DIA DE CAMPO – MONTES CLAROS - Vídeos, Faemg

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Dia de Campo – Forrageiras para o Semiárido.

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85ª EXPOZEBÚ - Vídeos, Faemg

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Exposição agropecuária realizada de 27 de abril a 5 de maio de 2019, em Uberaba.

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EMBRAPA LANÇA LIVRO SOBRE PRODUÇÃO E PURIFICAÇÃO DE BIOGÁS, USO AGRÍCOLA E TRATAMENTO DO DIGESTATO - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Um livro que reúne o conhecimento acumulado por mais de uma década pela Embrapa e sua rede de parceiros no desenvolvimento de práticas e processos da gestão e do tratamento de efluentes líquidos agropecuários com altas concentrações de matéria orgânica e nutrientes. Esta é a obra “Fundamentos da digestão anaeróbia, purificação do biogás, uso e tratamento do digestato”, que será lançada na tarde do próximo dia 8 de maio, após o painel “Experiências em manejo de resíduos da produção animal” durante a sexta edição do Simpósio Internacional sobre Gerenciamento de Resíduos Agropecuários e Agroindustriais (Sigera), que acontece no Oceania Park Hotel em Florianópolis.

O livro trata da geração de biogás a partir de resíduos agropecuários até questões de adequação de qualidade.

Também aborda estratégias para tratamento e aproveitamento agronômico do digestato proveniente de plantas de biogás que usam substratos das cadeias do agro. A edição técnica é do pesquisador Airton Kunz e do analista Ricardo Steinmetz, da Embrapa Suínos e Aves, e de André Cestonaro do Amaral, professor da Universidade do Contestado – Campus Concórdia.

A obra é resultado do projeto “Processo biotecnológico em sistemas de tratamento de efluentes na suinocultura“, que teve apoio financeiro do BNDES e editorial da Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindustrial (Sbera).

O livro tem sinergia com atividades da Rede BiogásFert e ficará disponível para download gratuito no site da rede também a partir do dia 8 de maio.

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AGRISHOW 2019 – VÍDEO SECRETARIO ENTREGA TRATORES - Vídeos, Cati

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Agrishow 2019 – Vídeo Secretario entrega tratores

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BOM DIA PRODUTOR – 02/05/2019 - Vídeos, Canal do Boi

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DIA DE CAMPO ABORDA TÉCNICAS DE ECONOMIA DE ÁGUA PARA IRRIGAÇÃO - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais(EPAMIG) juntamente com a Embrapa, promove o Dia de Campo Irrigação com economia de água para bananeira e mamoeiro. O evento, com palestras e dinâmicas de grupo, será em 7 de maio (terça-feira) das 7h30 às 12h, no Campo Experimental de Mocambinho– Área F sistema III, em Jaíba (MG).   O Norte de Minas vem enfrentando períodos de redução de água nos projetos de irrigação, devido aos níveis de chuva que não estão sendo suficientes para manter os cursos d’água e os reservatórios.

As plantas como bananeira e mamoeiro exigem uma quantidade maior de água, como explica o pesquisador da EPAMIG João Batista Reis. Acrescentando que a diminuição da oferta de água pode não ocasionar problemas tão graves, se houver um consenso de que é necessário, principalmente em épocas de secas prolongadas, economizar de forma que se possa produzir bem. Também há sistemas de irrigação que, associados a métodos de manejo da água, podem reduzir ainda mais o gasto.    A expectativa é de um publico de 50 pessoas e as inscrições serão feitas no dia e local do evento, a partir das 7h30. Mais informações (38)3833-4137.

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AGRISHOW2109 – SECRETÁRIO CONVIDA VISITANTES - Vídeos, Cati

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Agrishow 2109 – Secretário convida visitantes

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AGRISHOW 2019 – VÍDEO MAQUETE - Vídeos, Cati

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Maquete cidadania no campo

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AGRISHOW 2019 – VÍDEO HORTA ORGÂNICA - Vídeos, Cati

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Agrishow 2019 – Vídeo horta orgânica (mandala)

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AGRISHOW 2019 – VÍDEO MELIPONICULTURA / APICULTURA - Vídeos, Cati

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Agrishow 2019 – Vídeo Meliponicultura (Abelhas sem ferrão)

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CIRCUITO APROSOJA 2019 – REGIÃO NORTE MT - Vídeos, Aprosoja Mato Grosso

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Com objetivo de tornar o evento mais dinâmico e interativo, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) modificou o formato do Circuito Aprosoja, em 2019. O tema central, antes levado em palestras, nesta 14ª edição, agora é debatido em modelo de mesa redonda, onde os produtores presentes podem participar com perguntas, sugestões, críticas e até orientações. Repaginação foi aprovada por 100% dos participantes.

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FED PACIENTE E ARTICULAÇÃO DO CENTRÃO DERRUBAM BOLSA NA VOLTA DO FERIADO - Vídeos, Exame

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O Ibovespa operava em queda na manhã desta quinta-feira. Ontem, o FED anunciou a manutenção da taxa de juros e o discurso do presidente do Banco americano desagradou aos investidores.

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CASA DE GARRAFAS PET PODE AJUDAR COMUNIDADES PELO MUNDO - Vídeos, Climatempo

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O Foco Ambiental foi conhecer o criador da “Casa de las Botellas”, na Argentina. Sua técnica de construção é simples, barata, resistente e está ajudando famílias de baixa renda em várias partes do mundo.

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ERROS DE GRAVAÇÃO - Vídeos, Vale Agrícola

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Erros de gravação: o Vale Agrícola está completando um ano no ar! E para comemorar com vocês, nós separamos alguns errinhos de gravação! Divirta-se!

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FAÇA VOCÊ TAMBÉM UM AGROMAISCOLABORATIVO - Vídeos, YouAgro

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A agricultura é uma das atividades mais antigas da humanidade. Desde o surgimento até os dias atuais, foram mais de oito mil anos de evolução, aprimoramento e trocas de experiências no campo.

Junte-se a YouAgro e faça você também um Agro mais colaborativo!

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ARROZ: INDICADOR REGISTRA FORTE ALTA EM ABRIL - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 2/5/2019 – Em abril, beneficiadoras consultadas pelo Cepea se mantiveram ativas no mercado para novas aquisições de arroz em casca, seja de depositado, bem como de arroz “livre” (armazenado nas propriedades rurais). De acordo com indústrias consultadas pelo Cepea, a venda de arroz beneficiado aos grandes centros consumidores foi boa em abril, especialmente na segunda quinzena. Entretanto, na última semana, as negociações ficaram mais lentas, devido à “queda de braço” no repasse das altas do casca para o fardo.

Do lado produtor, alguns orizicultores estiveram presentes no spot, comercializando lotes para cumprir com os compromissos de safra. Já outros, “fizeram caixa” com outras commodities, além daqueles que buscaram fazer EGF (Empréstimo do Governo Federal). Nesse cenário, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58 de grãos inteiros, subiu expressivos 8,53 em abril, fechando a R$ 42,97/sc de 50 kg no dia 30. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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ALGODÃO: PREÇOS OSCILAM NO CORRER DE ABRIL - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 2/5/2019 – Por mais um mês, a cotação interna do algodão em pluma apresentou apenas pequenas oscilações ao longo de abril, de acordo com pesquisas do Cepea. Esse cenário se deve à disparidade entre os preços e à qualidade da pluma disponibilizada no mercado. Vale lembrar que os valores têm ficado entre R$ 2,91/lp e R$ 2,95/lp desde meados de janeiro. No acumulado parcial de abril (até o dia 30), o Indicador registra queda de 0,4 . A média parcial desse mês, de R$ 2,9297/lp, está somente 0,12 superior à de março/19, mas 14,21 abaixo da de abril/18, em termos reais (valores atualizados pelo IGP-DI de março/19).

Parte das indústrias consultadas pelo Cepea trabalha com a matéria-prima estocada e/ou de programações realizadas anteriormente, enquanto outros demandantes adquirem a pluma a valores inferiores aos pedidos por vendedores. Apenas compradores em busca de pluma de qualidade que acabam pagando valores maiores. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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CAFÉ: ALTA DAS COTAÇÕES EXTERNAS SUSTENTAM PREÇOS DO ARÁBICA - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 2/5/2019 – Os preços do café arábica estiveram firmes nos últimos dias, sustentados ora pela alta das cotações externas, ora pela valorização do dólar frente ao Real. Diante deste cenário e com a colheita ganhando força no País, alguns produtores consultados pelo Cepea retornaram ao mercado e negócios pontuais foram fechados. A expectativa de agentes é de que a liquidez interna aumente em maio, devido à necessidade de caixa de produtores para a colheita da safra 2019/20.

Nessa terça-feira, 30, o Indicador CEPEA/ESALQ do café tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 386,67/saca de 60 kg, alta de 0,6 em relação à terça anterior, 23. Quanto ao robusta, de acordo com pesquisadores do Cepea, os preços tiveram leve queda na semana passada, diante do recuo nos valores externos. A liquidez para a variedade também segue lenta, com apenas negócios pontuais sendo realizados no mercado físico. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 fechou a terça-feira, 30, a R$ 284,26/sc de 60 kg, baixa de 0,7 em relação à terça anterior, 23. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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SOJA PLUS REFORÇA ATUAÇÃO EM MINAS GERAIS - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

Produtores rurais de Ibiá, região do Triângulo, aderiram ao Soja Plus MG, programa realizado pelo Sistema FAEMG, Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cargill e Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE). O projeto tem o objetivo de melhorar de forma contínua a gestão ambiental, social e econômica das propriedades rurais produtoras de soja por meio de planos de ações elaborados por equipes técnicas especializadas. A partir de agora, 10 fazendas do município passam a ser atendidas pelo programa.    As ações do Soja Plus MG em 2019 começaram na semana passada.

Os participantes do programa foram informados sobre como funciona a assistência técnica e quais os resultados positivos a serem obtidos. Os produtores também participaram do curso Qualidade de Vida na Fazenda – NR 31, norma regulatória que estabelece as regras de saúde, segurança e construções rurais.    Na sexta-feira (26), os produtores receberam a equipe técnica do Soja Plus em suas propriedades, que serão sinalizadas com 60 placas informativas para os funcionários ficarem alertas aos bons procedimentos de saúde e segurança ocupacional. Os gerentes e produtores também receberão um relatório com os pontos positivos e sugestões de melhorias nos indicadores sociais, ambientais e econômicos das fazendas.   Para Bernardo Pires, gerente de sustentabilidade da ABIOVE, com o treinamento, os ibiaenses ganham ferramenta importante. “A gestão da propriedade faz a diferença. No programa, eles recebem informações sobre legislações sociais, trabalhistas e ambientas. Queremos levá-los para o melhor caminho da produção”, explica.    O superintendente do INAES/FAEMG, Pierre Vilela, diz que a importância do Soja Plus para Minas “é trazer o discurso da sustentabilidade para a prática. Queremos transmitir a nossos sojicultores a visão da importância da sustentabilidade e como implementá-la. O Soja Plus tem metodologia testada e eficiente no que se propõe”.   “O Soja Plus é gratuito para o produtor, trata-se de uma grande oportunidade para ele agregar mais valor a sua propriedade e aos seus produtos”, afirma Harrison Coelho, analista técnico do SENAR MG.   O programa Soja Plus é desenvolvido em Minas Gerais há quatro anos. Desde 2015 foram atendidas 109 fazendas em 15 municípios no estado. Até o fim de 2019, o programa tem a expectativa de atender mais 48 novas propriedades rurais em Araxá, Paracatu, Uberlândia e Coromandel.    Sobre o Soja Plus    O Soja Plus opera nos principais estados sojicultores: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia e Goiás. Trata-se de um programa de participação voluntária com ações de capacitação e oferta de materiais e assistência técnica gratuita para os produtores rurais.    Desde 2011, houve capacitação de 6.500 produtores, gerentes e funcionários; além de assistência técnica em 2.147 fazendas. As propriedades inscritas no programa produzem 9,43 milhões de toneladas de soja, volume que representa cerca de 8 da produção brasileira da oleaginosa. Nesse período, o projeto investiu R$ 23 milhões diretamente nas fazendas.

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EMBRAPA PARTICIPA DE PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE PASTAGENS EM MINAS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Para fortalecer a bovinocultura em Minas Gerais, atividade que movimentou pelo menos R$ 40,6 bilhões em 2017 no estado, onde reúne cerca de 400 mil criadores, a Embrapa vai participar do Programa de Melhoria das Pastagens de Minas Gerais, da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). Lançado no dia 28 de abril, durante a 85ª Expozebu, em Uberaba, o programa tem como objetivo estimular a produção sustentável por meio da integração das atividades pecuárias, agrícolas e florestais na mesma área, em cultivo consorciado, sucessão ou rotação para recuperar áreas de pastagens em degradação.

Segundo levantamento realizado pelo Instituto Antonio Ernesto de Salvo (INAES), em parceria com o Ministério da Agricultura, a Emater-MG, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e a Embrapa, a rentabilidade da bovinocultura mineira poderia ser ainda maior se 75 das áreas cobertas com pastagem no estado não estivessem em grau de moderada à elevada degradação.

Os sistemas de integração estão entre as alternativas que podem ser adotadas para reverter o quadro de degradação de pastagens, um dos principais sinais da baixa sustentabilidade da pecuária nas diferentes regiões brasileiras.

O programa será desenvolvido pela ABCZ em parceria com a Embrapa Cerrados, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e as vinculadas Emater-MG, Epamig e Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), entre outras empresas públicas e privadas.

O chefe-geral da Embrapa Cerrados (DF), Claudio Karia, representou o presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, na reunião, que contou com a presença da secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Ana Maria Valentini, além de representantes da Emater-MG, da Epamig e do IMA, da Prefeitura Municipal de Uberaba, da Associação dos Municípios do Vale do Rio Grande (Amvale), do MAPA, do Banco do Brasil, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), do Sindicato dos Produtores Rurais de Uberaba, da Cooperativa dos Empresários Rurais do Triângulo Mineiro (Certrim) e do Grupo Vittia.

A Embrapa mantém uma parceria com a ABCZ para a difusão de tecnologias de recuperação de pastagens, de sistemas de Integração Lavoura-Pecuária e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, de novas cultivares forrageiras – desenvolvidas por meio de convênio com a Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) – e de recuperação ambiental.

“A ideia é integrar essas ações ao programa, tendo a região do Triângulo Mineiro como piloto, e expandi-las para outras regiões. Também queremos capacitar técnicos das empresas públicas e privadas de assistência técnica e extensão rural, assim como os técnicos dos agentes financiadores e da ABCZ, além de executar ações de sensibilização junto aos produtores”, afirmou Karia.

O chefe geral ressaltou o caráter estratégico da participação da Embrapa Cerrados no programa de recuperação de pastagens, ação que se junta a outras voltadas ao desenvolvimento territorial, como a parceria com a VLI Logística na Ferrovia Norte-Sul, o Projeto de Gestão Integrada da Paisagem do Bioma Cerrado (Projeto FIP-Paisagem) e o Projeto Noroeste Empreendedor.

Ana Maria Valentini elogiou a iniciativa da associação. “Esta iniciativa mostra, mais uma vez, o protagonismo da ABCZ. A degradação das pastagens em nosso estado, e também no País, é um problema muito sério, que tem que ser enfrentado com urgência e maior objetividade. Neste momento, estão em curso ações da ABCZ com as nossas vinculadas, e isso é extremamente importante para mostrarmos ao governo federal que não se trata apenas de um projeto, mas de um trabalho de parceria continuado que já está em implantação, e, o principal, apresentando resultados positivos”, contextualizou.

“O programa vem para somar. Nossa grande preocupação é fortalecer e desenvolver a pecuária. Produzimos genética, mas temos que produzir também pasto para que este produtor rural consiga melhorar a sua renda e permaneça no campo”, destacou Rivaldo Machado Borges Júnior, diretor da ABCZ.

Para atingir os objetivos de expansão dos sistemas de integração, estão previstas várias ações de transferência de tecnologias na Fazenda Experimental da associação, além de palestras, dias de campo e publicação de material técnico, entre outras ações. O prazo para a realização é de dois anos, estendendo-se até 2021.

Ao final da reunião, as empresas públicas e privadas reafirmaram a parceria para atualizar o plano de trabalho conjunto, por meio do Comitê Técnico que irá conduzir o programa. 

Projeto-piloto

Os sistemas de integração são classificados em quatro modalidades principais: Integração Lavoura-Pecuária (ILP); Integração Pecuária-Floresta (IPF); Integração Lavoura-Floresta (ILF) e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). O aumento do interesse de produtores e técnicos por esses sistemas se deve à eficiência que possuem como ferramentas de otimização sustentável do uso dos solos nas regiões tropicais, já que a integração amplia o aproveitamento dos fatores de produção e a oferta ambiental das áreas agrícolas.

Ao estimular a adoção desses sistemas de produção, manejo e recuperação de pastagens, o projeto-piloto, que está sendo executado na região do Triângulo Mineiro, pretende garantir a sustentabilidade da pecuária bovina de carne e leite, contemplando a adequação ambiental, a valorização do homem e a viabilidade econômica da atividade agropecuária.

Por meio da chamada pública Anater Leite, a Emater-MG conseguiu recursos para, durante 26 meses, oferecer assistência técnica e extensão rural a mil produtores de leite. Já a unidade regional da Epamig em Uberaba foi a responsável pela análise de solo das fazendas beneficiadas. Do total, 50 propriedades estão participando do projeto-piloto de recuperação de pastagens. “Essas propriedades serão transformadas em unidades demonstrativas para que, assim, possamos multiplicar a metodologia em outras regiões do estado e também do País”, explica o presidente da Emater-MG, Gustavo Laterza de Deus.

Benefícios

Com a adoção do sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP), a propriedade pode alcançar taxas de lotação animal de três a quatro animais por hectare, muito acima da taxa de 0,8 animal por hectare normalmente verificada. Entre outros resultados, destacam-se ganhos de peso acima de 1 kg/animal/dia; produtividade animal acima de 800 kg de peso vivo/ha/ano; produção de carne acima de 20 arrobas/ha/ano; maior peso até a desmama de bezerros; maior precocidade sexual de fêmeas; melhorias nos aspectos reprodutivos; e redução dos custos de produção da pecuária pela integração com agricultura.

Outro benefício adicional dos sistemas de integração é o aumento da matéria orgânica do solo, com consequente melhoria dos seus atributos físicos, químicos e biológicos, bem como o aumento do estoque de carbono no solo; redução da pressão de desmatamento de novas áreas pelo efeito “poupa-terra”; estabilidade econômica e elevação da renda com a diversificação das atividades; redução de custos a médio e longo prazos; redução da vulnerabilidade aos riscos climáticos, além da melhoria na qualidade de vida e renda do produtor e da família.

(Com informações da Agência Minas)

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FEIRA GASTRONÔMICA MOVIMENTOU EXPOZEBU 2019 – MINUTO EXPOZEBU - Vídeos, ABCZ

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PRODUÇÃO DE LEITE BAIXO CARBONO SERÁ TEMA DE PALESTRA DA EMBRAPA EM ABAETÉ-MG - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Um contrato de cooperação técnica da Embrapa com o Siccoob Credioste Abaeté, de Minas Gerais, busca identificar e transferir conhecimentos e inovações gerados nas Unidades de Pesquisa para os produtores rurais. O projeto é denominado “Agricultura Tecnificada como suporte à pecuária leiteira na Região de Abaeté”.

A criação da primeira Unidade de Referência Tecnológica (URT) em sistemas integrados e/ou arborizados para a produção de Leite Carbono Neutro é um dos objetivos desta parceria e será o tema da primeira palestra que acontecerá em Abaeté, no dia 9 de maio, às 19h.

“A iniciativa será acompanhada por técnicos da Embrapa que irão subsidiar um protocolo de produção de Leite Carbono Neutro ou Leite de Baixo Carbono.

Este protocolo será transferido, também, para outras localidades”, explica o coordenador do projeto, Sinval Resende Lopes, do setor de Transferência de Tecnologias e Inovação da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG).

Segundo dados do Ministério da Agricultura, a produção de leite deverá crescer nos próximos 10 anos a uma taxa anual entre 2,3 e 3,1 (Mapa, 2016). Isso significa passar de uma produção de 34,2 bilhões de litros em 2016 para valores entre 42,9 e 47,3 bilhões de litros em 2026.

A pesquisadora Patrícia Perroni Anchão Oliveira, da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP), ressalta que uma das principais preocupações com relação ao crescimento da pecuária está relacionada aos possíveis impactos ambientais. “Essas questões somente podem ser resolvidas por meio da adoção de sistemas de produção que levem em conta a sustentabilidade da agropecuária, que pode ser definida como um modelo de produção diretamente relacionado ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente”, comenta.

Ela acrescenta que os sistemas integrados com florestas atendem essa premissa. “Portanto, vislumbra-se a oportunidade de aplicar o conceito “Carbono Neutro” aos sistemas de produção de leite bovino que adotam a integração com uso de componentes florestais. Nesse caso, é imperativo desenvolver estratégias de transferência de tecnologia que possam capacitar técnicos e demonstrar a tecnologia para acelerar sua adoção pelos pecuaristas”, disse a pesquisadora.

SERVIÇO

Palestra: Unidade de Referência Tecnológica (URT) em sistemas integrados para produção de leite baixo carbono
Patrícia Perroni Anchão Oliveira – Embrapa Pecuária Sudeste

Quando: 9 de maio de 2019

Onde: Câmara Municipal de Abaeté-MG

Horário: 19 horas

Realização: Embrapa, Sicoob Credioeste / Abaeté-MG

Apoio: Emater-MG

Contatos:

Débora Brito (Siccob Credioeste / Abaeté-MG – telefone: (37) 3541-1910
Sinval Lopes (Embrapa Milho e Sorgo)  – telefone: (31) 3027- 1161

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PESQUISA VAI USAR GÁS CARBÔNICO COMO MATÉRIA-PRIMA DE AGROQUÍMICOS DE LIBERAÇÃO CONTROLADA - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

A Embrapa iniciou o AgriCarbono, projeto de pesquisa que vai utilizar gás carbônico (CO2) para a produção de suportes (material para formação de cápsulas) de liberação controlada de agroquímicos. De acordo com o coordenador do projeto, o pesquisador da Embrapa Agroenergia Sílvio Vaz Jr., serão desenvolvidos suportes em nanoescala para liberação controlada de moléculas de agroquímicos, que podem ser um fertilizante, um antibiótico ou um semioquímico (substância envolvida na comunicação entre seres vivos como insetos e utilizado em manejo de pragas).

O objetivo é, por meio da liberação controlada, aumentar a eficácia de aplicação e reduzir a poluição ambiental, inerentes ao uso dos agroquímicos convencionais.

O trabalho conta com recursos da Eletrobrás Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE).

O projeto propõe o desenvolvimento de formulações que reunirão no mesmo produto: nanocarbonatos, obtidos a partir do gás carbônico; lignina, oriunda do processamento da indústria de papel e celulose; e o agroquímico de interesse. O nanocarbonato tem a função de adsover (fixar) os agroquímicos, enquanto que a lignina, um polímero natural presente nas plantas, é empregada como aditivo para melhorar essa adsorção. No caso do fertilizante, o resultado é a liberação gradual do agroquímico aumentando sua eficiência e reduzindo perdas do produto para o meio ambiente. Parte dos fertilizantes convencionais se perde por carreamento, sublimação e outros processos, o que pode contaminar o meio ambiente.

As cápsulas nanométricas também servem para envolver o medicamento veterinário e o semioquímico. O nanoencapsulamento promove a liberação lenta ou controlada de ambos, o que permite maior eficácia, redução da quantidade dos princípios ativos utilizados e, consequentemente, dos impactos negativos ao meio ambiente.

Retirando CO2 de termelétricas e usinas canavieiras

Os cientistas procuram justamente alternativas aos agroquímicos convencionais e, ao mesmo tempo, dar uma finalidade nobre ao CO2 emitido por usinas termoelétricas, o que poderá ser estendido ao aproveitamento das emissões das usinas canavieiras.

Os agroquímicos utilizados pertencem a três grupos: semioquímico (cis-jasmone), antibiótico (oxitetraciclina) e fertilizante (o próprio nanocarbonato). A escolha dessas três moléculas tem como objetivo promover tecnologias para o desenvolvimento de uma agricultura mais sustentável. Um exemplo é o emprego do cis-jasmone no manejo integrado de pragas (MIP). De origem vegetal, esse semioquímico é inofensivo à natureza e seu emprego reduz a aplicação de inseticidas no controle do percevejo da soja (Euschistus heros).

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Pesquisador Sílvio Vaz conta como funciona o microencapsulamento de semioquímicos com lignina de celulose

Menor quantidade de antibiótico

O trabalho de pesquisa também considera o largo uso do antibiótico oxitetraciclina na pecuária e a necessária redução dos seus impactos. A oxitetraciclina é o antibiótico mais utilizado na agropecuária brasileira, tanto para o tratamento de doenças quanto para a promoção de ganho de peso. Porém, até 90 por cento da quantidade aplicada é excretada pelos animais e pode produzir efeitos ao meio ambiente, como a criação de resistência em certos microrganismos.

Vaz salienta também que as nanoformulações a serem desenvolvidas poderão ser aplicadas como agente para manejo integrado de pragas, medicamento veterinário e fertilizante seletivo. De acordo com o pesquisador, a Embrapa Agroenergia já vem executando pesquisas para a liberação controlada de agroquímicos utilizando lignina kraft como suporte. As ações serão executadas em três anos, em parceria com outras duas unidades da Embrapa, a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF) e a Embrapa Florestas (PR).

O pesquisador destaca, ainda, que a inovação proposta pelo Projeto AgriCarbono está na junção de método de captura de CO2 na forma de nanocarbonatos, com consequente redução de CO2 emitido, ao desenvolvimento de suportes, associados à lignina kraft. Tais nanoformulações de agroquímicos poderão ser mais sustentáveis do que os produtos convencionais atualmente comercializados.

Mercado bilionário dos agroquímicos

Os agroquímicos movimentam um mercado mundial de U$ 54,6 bilhões, com uma contribuição brasileira de U$ 9,6 bilhões. Entretanto, suas moléculas são enquadradas em uma das principais classes de poluentes químicos. Dessa forma, é necessário que sejam desenvolvidas alternativas aos agroquímicos convencionais com tecnologias agrícolas mais sustentáveis e que permitam a abertura de novos negócios.

Foto: Christiane Comas

Produtos com gás carbônico

O CO2 originário da queima de combustíveis fósseis para produção de energia e em processos industriais para produção de outros componentes da bioeconomia, apesar de poluente, pode ser utilizado de maneira benéfica como matéria-prima para obter resinas, polímeros, intermediários químicos, combustíveis sintéticos, eletrólitos e solventes.

O gás carbônico, produzido em processos industriais e no uso de combustíveis fósseis por automóveis, é um dos principais gases que contribuem para o efeito estufa e que levam ao aquecimento global com impacto sobre o meio ambiente.

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CIENTISTAS USAM LARVAS DE MOSQUITOS AQUÁTICOS COMO BIOINDICADORES AMBIENTAIS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Pesquisadores da Embrapa e da Universidade Federal da Grande Dourados (UFDG), em estudo realizado na Amazônia, descobriram que mudanças no padrão alimentar de uma família de insetos aquáticos (Chironomidae Diptera), presentes nos igarapés da Amazônia Oriental, podem servir como importante indicador das alterações ambientais causadas pela atividade agrícola.

Foi a primeira vez que as consequências de diferentes usos e coberturas do solo foram avaliadas utilizando esses insetos.

Como esses animais podem ter uma maior ou menor sensibilidade à poluição e às mudanças no ambiente, necessitando de condições específicas para se desenvolverem, eles indicam aos cientistas a extensão e intensidade de impactos ambientais em um ecossistema aquático e na bacia. Para isso, são analisados fatores como a presença dos insetos, sua quantidade, distribuição e comportamento alimentar.

O estudo revelou que os córregos em ambiente de floresta mostraram uma assembleia aquática (grupo de insetos) mais estável, enquanto que as encontradas em áreas com agricultura se apresentaram menos diversas e funcionais.

As diferenças observadas na dinâmica alimentar das comunidades de insetos são relacionadas aos impactos do uso e da cobertura do solo, evidenciando a estreita influência que existe entre o desmatamento de áreas de floresta ripária (mata ciliar) para uso agropecuário e as mudanças verificadas na funcionalidade alimentar desses insetos.

Uma família de peso

Chironomidae geralmente é a família de macroinvertebrados mais abundante nos ecossistemas aquáticos de todo o mundo e exerce um papel ecológico importante, seja na condição de presa, como fonte de alimento para seus predadores naturais, ou como regulador de outras populações, se comportando como predadores. Ela também auxilia na conversão de matéria orgânica em proteína animal e na sua disponibilização.

Um fator importante de impacto da agricultura observado sobre as comunidades de macroinvertebrados aquáticos é a adição de sedimento mais pronunciada em córregos de pastagem que nos florestados, o que promove significante diminuição na abundância de insetos fragmentadores. Ou seja, esse tipo de inseto é encontrado em menor quantidade em águas que passam por áreas desflorestadas.

Por outro lado, o estudo identificou comunidades mais estáveis em córregos de floresta, com maior participação de insetos filtradores e coletores, enquanto as comunidades aquáticas em áreas agropecuárias apresentaram maior presença de insetos predadores.

Os insetos fragmentadores são diretamente relacionados à disponibilidade de matéria orgânica que, no estudo, teve presença significativa em córregos florestados.

Conforme ressalta a pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente (SP) Kathia Sonoda, os resultados apurados reforçaram estudos já realizados, nos quais foram reportados efeitos negativos de sistemas agrícolas na degradação de córregos. Segundo ela, esses trabalhos mostraram a importância da mudança de comportamento da família Chironomidae (veja quadro) na comunidade com o aumento das áreas agrícolas. Ou seja, quanto menor a interferência no ambiente, maior o equilíbrio das comunidades de insetos aquáticos.

Além disso, a pesquisadora conta que, devido à presença de gêneros sensíveis e resistentes às alterações ambientais, esses insetos são bons indicadores de qualidade do ambiente. “Apesar da sua abundância e diversidade nos diversos ambientes aquáticos neotropicais, essa família ainda carece de muitos estudos de sistemática, biologia, ecologia e comportamento, além da formação de um maior número de profissionais dedicados a estudá-la”, pondera a cientista da Embrapa.

A pesquisa

A vegetação nativa na área estudada é basicamente composta por floresta úmida aluvial densa e floresta úmida de terras baixas. A cobertura do solo se apresenta como um mosaico composto principalmente por capoeira em diversos estágios de vegetação nativa, pastagem, campos de pequenas culturas agrícolas e remanescentes florestais.

Quatro áreas de amostragem foram selecionadas para o estudo, duas na bacia do Rio Marapanim, as outras duas na bacia do Rio Capim e Guamá, ambas no Pará. Foram amostrados 20.884 indivíduos nos dez igarapés, compreendendo 64 gêneros, a maioria deles (37) da subfamília Chironominae.

Na região neotropical, em geral, é comum que a subfamília Chironominae seja a mais representativa. Esse padrão de distribuição foi encontrado nas três categorias de uso e cobertura do solo.

“Os resultados corroboram diversos estudos realizados nos últimos tempos demonstrando a importância da preservação, conservação e recuperação das florestas ripárias”, revela Anderson Ferreira, professor da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). “Alterações nos ecossistemas ripários levam à desestruturação dos canais, principalmente na perda de habitats, além de afetar toda a cadeia trófica de todos os organismos aquáticos. Nossos resultados vêm ao encontro de estudos que demonstram que o uso e cobertura do solo no restante das bacias hidrográficas também apresentam efeitos deletérios aos ecossistemas aquáticos”, revela.

  Biomonitoramento como ferramenta de manejo do solo na Amazônia

De acordo com a pesquisadora da Embrapa Kathia Sonoda, o biomonitoramento pode ser empregado no manejo sustentável do solo da Amazônia Oriental. “Seria uma contribuição importante para a manutenção da floresta local em macroescala, e isso é relevante à medida que a Amazônia preservada contribui para a estabilidade do regime de chuvas nas demais regiões do Brasil e até nos países vizinhos, por intermédio do fenômeno dos ’rios voadores’.”

Os rios voadores são “cursos de água atmosféricos” formados por massas de ar e vapor de água, acompanhados por nuvens e levados pelos ventos. Essas correntes invisíveis viajam longas distâncias carregando a umidade da Bacia Amazônica para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil para caírem novamente como chuva.

Kathia Sonoda lembra que a redução da pluviosidade na bacia do Rio da Prata é influenciada pelos desmatamentos da Floresta Amazônica e que “esse processo poderá afetar, de forma significativa, a produção agrícola do Brasil e mais quatro países do sul da América do Sul”, prevê a cientista.

Para direcionar as estratégias de manejo visando à conservação do bioma aquático mediante a exploração do solo, é importante considerar a influência dos graus de mudanças no desenvolvimento das bacias hidrográficas e também no tipo de manejo da pastagem, em que aquelas sob regime de rotação são associadas à maior estabilidade das margens de córregos, maior qualidade de habitat aquático, menor compactação do solo e maiores partículas no fundo do córrego.

Para Sonoda, um fator importante de impacto da agricultura sobre as comunidades de insetos aquáticos é a adição de sedimento, mais pronunciada em córregos de pastagem que nos florestados. Ela explica que esse fator promove significativa diminuição na abundância de insetos fragmentadores, algo que foi observado no estudo.

A presença dos fragmentadores é uma relevante forma de avaliar o ambiente, já que eles estão associados à presença de vegetação oriunda de outras áreas, indicando um local com elevado grau de conservação da floresta ripária.

Segundo a pesquisadora, o entendimento do impacto do uso e cobertura do solo sobre a entomofauna (insetos) aquática é uma etapa fundamental para projetos de restauração. “É reconhecido que o biomonitoramento aquático é um campo científico capaz de refletir, em tempo real, a qualidade do sistema estudado e, por essa razão, obteve uma grande atenção da comunidade científica mundial nas últimas décadas”, analisa a cientista.

Veja o trabalho completo publicado em um comunicado técnico disponível na internet. Além de Sonoda, participaram da pesquisa Josinete Monteles, oceanógrafa autônoma; Anderson Ferreira, professor adjunto na UFGD; e Pedro Gerhard, pesquisador da Embrapa Territorial (SP).

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SIMULADOR MELHORA LUCRATIVIDADE E SUSTENTABILIDADE DE CANAVIAIS EM ALAGOAS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Um simulador de produção empregado na Austrália foi parametrizado pelo pesquisador da Embrapa Inácio de Barros para uso no desenvolvimento de sistemas de cultivo da cana-de-açúcar no Nordeste brasileiro. Trata-se do APSIM, acrônimo para Agricultural Production Systems sIMulator (simulador de sistemas de produção agrícola), que foi validado pelo especialista para uso no País.

Por meio da ferramenta, é possível simular sistemas de produção de diversas culturas agrícolas, analisar e prever o seu desenvolvimento, produção, demanda por insumos, impactos no meio ambiente e obter centenas de informações que o pesquisador e o produtor necessitam para tomada de decisões de manejo da cultura e administração da propriedade com maior segurança.

O cientista determinou, por exemplo, o manejo mais adequado para reduzir o volume de água usado na lavoura de cana, diminuir perdas de fertilizantes e obter o máximo rendimento, com recomendações valiosas, como por exemplo, a melhor época para o plantio ou o ajuste da adubação em função do manejo da palhada.

As simulações foram feitas para as condições da região dos Tabuleiros Costeiros do Nordeste (veja o quadro no fim da matéria).

No ritmo das novas descobertas

Em contínuo desenvolvimento, cada versão do APSIM incorpora novos recursos para mantê-lo atualizado com o desenvolvimento científico em ciências agrárias. Esse simulador é internacionalmente reconhecido e opera por meio de um conjunto de módulos que permite a simulação de sistemas em uma ampla gama de interações entre plantas, solo, clima e práticas de manejo da cultura.

Economia de tempo e dinheiro

O simulador apresenta em poucos minutos resultados que levariam anos para serem obtidos por meio de experimentações de campo com alto custo e muita mão de obra. É possível avaliar, por exemplo, se uma cultivar terá sucesso em uma determinada região, qual a melhor época de plantio, qual a necessidade de nutrientes e água, quais os impactos ambientais que diferentes fertilizantes provocarão, entre outras opções.

“O desenvolvimento e manutenção da ferramenta são sustentados por rigorosos padrões científicos e de engenharia de software”, afirma o pesquisador Inácio de Barros, da Embrapa Gado de Leite (MG), que atuou como cientista visitante na cidade de Brisbane, Austrália, no Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO), agência federal independente australiana responsável por pesquisas científicas e tecnológicas.

Em sua atuação na instituição da Oceania, Barros gerou recomendações de manejo da cana-de-açúcar para os Tabuleiros Costeiros do Nordeste brasileiro com o APSIM, visando uma produção com maior eficiência no uso de insumos e recursos naturais, chamada de ecoeficiente.

“No projeto que realizamos na Austrália, utilizamos resultados de pesquisas da Embrapa Tabuleiros Costeiros e bases de informações sobre a região de interesse, no caso os Tabuleiros Costeiros de Alagoas, para ‘parametrizar’ o modelo, ou seja, informar ao simulador as características de solo, clima e dados da cultura de modo a criar o ambiente de simulação como uma réplica virtual do ambiente real”, explica o cientista.

Barros acrescenta que, para validar o modelo, foi preciso checar por meio de métodos estatísticos se ele reproduziria de forma fidedigna as observações de campo. “Inicialmente, os resultados de experimentos de campo foram comparados com aqueles obtidos em simulações que reproduziam virtualmente o manejo e as condições do ambiente de produção. Com o modelo já adequadamente parametrizado e validado, testamos centenas de combinações de práticas de manejo por simulação e avaliamos aquelas que apresentaram maior eficiência tanto produtiva quanto ambiental”, conta.

Mantido por um grupo

O simulador APSIM é desenvolvido e mantido por uma joint venture formada por vários centros de pesquisas e universidades da Austrália e Nova Zelândia. Além do CSIRO, participam do consórcio a Universidade de Queensland (UQ), o Departamento de Agricultura e Pesca do Estado de Queensland (DAF), a Universidade de Southern Queensland (USQ) e a AgResearch Limited, da Nova Zelândia.

  Resultados rápidos com baixo custo

“Ao combinar os resultados de experimentações de campo com o grande poder analítico dos modelos de simulação, tem-se em mãos uma alternativa rápida, de baixo custo e com menor demanda de mão de obra, permitindo avaliar os efeitos das práticas agrícolas no desempenho produtivo e ambiental do sistema de produção”, complementa.

Entre os resultados do trabalho, foram obtidas as melhores épocas de plantio, o tipo de colheita, as taxas máximas de remoção dos resíduos, o manejo do pousio com leguminosa na renovação dos canaviais e doses de nitrogênio variáveis em função do ciclo da cultura, do nível de remoção da palhada e do uso da adubação verde (veja quadro abaixo). Vários resultados e recomendações para a cana cultivada com irrigação ou em sequeiro podem ser obtidos em um Boletim de Pesquisa e em dois Comunicados Técnicos já publicados, os de número 216/2018 e 217/2018.

Menos água no sistema

Foi possível estabelecer os manejos que combinam uma maximização da produção de colmos e de etanol com uma menor demanda de água para irrigação e maior eficiência no uso da água e do nitrogênio. O ajuste da adubação nitrogenada em função da taxa de remoção de resíduos e o cultivo de leguminosas na renovação dos canaviais, por exemplo, promovem menores perdas ambientais de nitrogênio por lixiviação e a conservação do estoque de carbônico orgânico do solo, favorecendo, dessa forma, uma produção ecoeficiente de cana-de-açúcar.

Os resultados do APSIM para a cana

As recomendações a seguir foram estabelecidas com base nas simulações de longo prazo (dez safras) com o APSIM para o solo e clima da região dos Tabuleiros Costeiros de Alagoas.

Cultivo da cana-de-açúcar irrigada:

plantio nos meses de novembro a dezembro; colheita mecânica da cana crua; remoção de, no máximo, 50 dos resíduos culturais para a produção de etanol de segunda geração; aplicação de 80 a 120 kg de nitrogênio por hectare/ano quando a remoção da palhada for de até 25 ; se a palhada removida superar os 25 , a aplicação de nitrogênio dever ser aumentada para 120 a 160 kg por hectare.

Cultivo da cana-de-açúcar em sequeiro

plantio no mês de agosto; uso de pousio com mucuna-verde plantada quatro meses antes e incorporada ao solo por ocasião da renovação dos canaviais; sem a aplicação de adubação nitrogenada no plantio/reforma do canavial; aplicação de 80 kg de nitrogênio por hectare em cobertura nas soqueiras caso não haja remoção da palhada; não remover mais do que 25 da palhada para não comprometer o estoque de carbono orgânico do solo; elevar a adubação nitrogenada de cobertura na soqueira para 120 kg por hectare caso haja remoção da palhada, até o limite de 25 ; evitar a queima da cana para colheita.

As recomendações visam ao aumento da eficiência no uso dos recursos do solo, da adubação nitrogenada e da água, de modo a melhorar a eficiência do sistema de produção e reduzir os impactos ambientais negativos.

Perspectivas

“A partir desse trabalho, que demonstra o grande potencial da modelagem e simulação para o desenvolvimento de sistemas de produção com foco na intensificação sustentável da agricultura, pode-se vislumbrar uma ampla gama de aplicações nas pesquisas da Embrapa”, prevê o cientista. Ele conta que, devidamente ajustado, o simulador poderá ser utilizado para avaliações de práticas de manejo em diversas outras culturas e em testes e recomendações de sistemas de cultivo para condições específicas de solo e clima nos diversos biomas brasileiros. A ferramenta também poderá dar suporte ao zoneamento agroecológico das culturas agrícolas e a programas de melhoramento genético e seleção de variedades, por permitir uma análise ex-ante da interação genótipo-ambiente.

Cana-de-açúcar no mundo

A cana-de-açúcar é uma das culturas agrícolas mais importantes do mundo e, nas regiões onde é cultivada, geralmente se destaca como fonte de emprego e renda no meio rural. Apesar de ser plantada em mais de 100 países, cerca de 80 de toda produção mundial se concentra em apenas dez deles e o Brasil, sozinho, produz 38,5 do total.

No Nordeste brasileiro, a cultura concentra-se principalmente próximo à costa, nos Tabuleiros Costeiros, em solos de fertilidade baixa e que apresentam uma camada compactada em subsuperfície, o que impede o aprofundamento das raízes, afetando a produtividade, principalmente em anos mais secos.

Em virtude disso, a produtividade da cana no Nordeste é de 52 toneladas por hectare, 30 inferior à média nacional, de 73 toneladas/ha.

“Portanto, existe ampla margem de ganhos de produtividade a serem obtidos por meio de uma gestão racional dos recursos naturais e dos insumos mobilizados para a produção de cana-de açúcar visando a intensificação sustentável da agricultura na região”, afirma o pesquisador Inácio de Barros.

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SISTEMA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUÇÃO DE MILHO SUPERA ESTIAGEM - Vídeos, Rio Grande Rural

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Longos períodos de seca afetam diretamente a produção rural, principalmente de grãos. Herval, no sul do Estado, é um dos municípios que têm a estiagem como característica climática. E para resolver esse problema em sua produção de milho, um produtor de lá implantou um sistema de irrigação e superou as expectativas de produtividade. (Victoria Salomao/Rafael Dias)

Programa #1063

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CULTIVO PROTEGIDO EM SUBSTRATO FOI TEMA DE CAPACITAÇÃO DA EMATER - Vídeos, Rio Grande Rural

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O cultivo em substrato, prática adotada pelos produtores que nós vimos na reportagem anterior, foi tema de curso ministrado pela Emater;RS-Ascar para produtores e extensionistas, no Balneário Pinhal. (Ellen Bonow/Paulo Carneiro)

Programa #1063

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MUNICÍPIO DO SEMIÁRIDO NORDESTINO É DESTAQUE NA PRODUÇÃO DE ABACAXI - Vídeos, Rio Grande Rural

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Município do semiárido nordestino é destaque na produção de abacaxi 2

Desde o início dos trabalhos com a cultura do abacaxi, a parceria com produtores e com outras instituições sediadas em Itaberaba é o forte do trabalho de pesquisa, desenvolvimento e transferência de tecnologia que a Embrapa realiza na região. Os resultados foram tão bons que deram origem a uma cooperativa de produtores e a uma fábrica de processamento de frutas.

Programa #1063

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MOÇÃO 100 ANOS HOMENAGEIA 42 ENTIDADES PARCERIAS – MINUTO EXPOZEBU - Vídeos, ABCZ

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Em grande festa, Moção 100 anos homenageia 42 entidades parceiras que contribuíram para a história de sucesso deste primeiro centenário da Associação. Veja, no Minuto ExpoZebu:

#ABCZ #PMGZ #MelhoramentoGenético #zebu #RaçasZebuínas #ABCZNoticia

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PROGRAMA GIRO DO BOI – 02/05/2019 - Vídeos, Canal Rural

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O Programa Giro do Boi traz notícias, curiosidades e entrevistas especiais sobre a pecuária brasileira. Confira também os números da cotação e o gado de qualidade que foi produzido em diferentes regiões do país.

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

TECNOLOGIAS PARA MELHORIA DE PASTAGENS SERÃO MOSTRADAS EM SINOP - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Uma inovação que possibilita o aumento da biomassa da braquiária e do teor de proteína da pastagem será uma das novidades apresentadas no 9º Dia de Campo sobre Sistemas Integrados de Produção Agropecuária. O evento será realizado pela Embrapa e Senar-MT, nos dias 9 e 10 de maio, na Embrapa Agrossilvipastoril.

A tecnologia consiste na inoculação das sementes do capim com estirpes selecionadas da bactéria Azospirillum brasilense. Este microrganismo promove o crescimento da planta, por meio da produção de fitormônios.

O resultado é o maior desenvolvimento de raízes, possibilitando melhor absorção dos nutrientes.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Soja Marco Antonio Nogueira, a utilização deste inoculante resulta na produção de 15 a mais de biomassa e aumento em 10 no teor de proteína da gramínea, somando um incremento de até 25 na oferta proteica da pastagem.

Esta forrageira pode ser usada tanto para alimentação animal, com melhor qualidade de alimento, quanto para a cobertura em sistema de plantio direto. Nesse caso, há maior aporte de carbono no solo.

Marco Antônio Nogueira explica também que as plantas inoculadas apresentam maior eficiência na absorção dos fertilizantes nitrogenados, gerando economia para o produtor.

“Em nossos ensaios aplicamos 40 kg/ha de ureia, 30 dias após a semeadura. Verificamos que a maior eficiência de absorção de nitrogênio pelas plantas inoculadas correspondeu ao equivalente a uma segunda aplicação da mesma dose. É uma grande economia, considerando o alto custo do adubo nitrogenado e que o custo com a inoculação é de R$ 10 à R$ 12 por hectare”, explica o pesquisador.

 Além dos benefícios agronômicos e financeiros, a inoculação com Azospirillum também gera impacto ambiental. A maior produção de biomassa favorece o sequestro de carbono da atmosfera. Ao mesmo tempo, a redução da adubação nitrogenada resulta em menor emissão de óxido nitroso, um dos gases causadores do efeito estufa.

Melhoria da pastagem por meio de consórcios

Outra alternativa para melhoria da qualidade das pastagens que será apresentada no dia de campo será o uso de consórcios forrageiros. Um deles é o Sistema Gravataí, formado por braquiária e feijão-caupi. A leguminosa fixa nitrogênio no solo, disponibilizando-o para a forrageira. Além disso, sendo palatáveis, as plantas de feijão são pastejadas pelo gado, aumentando o teor de proteína a dieta.

Desenvolvido para ser usado em sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP), o Sistema Gravataí melhora o desempenho também da cultura agrícola utilizada na sequência.

As técnicas de implantação, o manejo correto e os desafios no controle de pragas, principalmente a vaquinha, serão apresentados pelo pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril Flávio  Wruck.

Os participantes do dia de campo que quiserem conhecer mais opções de consórcios forrageiros poderão acompanhar uma das estações satélites, de visitação optativa. Nela os professores da UFMT Onã Freddi e Arthur Behling mostrarão alternativas com uso de nabo forrageiro, trigo mourisco, niger, crotalárias, guandu, entre outras plantas de diferentes famílias.

Além de ver o comportamento dos consórcios no campo, o público poderá acompanhar resultados das avaliações feitas em relação a qualidade do solo e ganho de produtividade na lavoura subsequente.

Em outra estação satélite, os participantes do dia de campo também poderão conhecer e tirar dúvidas sobre as plantas forrageiras lançadas pela Embrapa. A equipe do Grupo de Estudos em Pecuária Integrada da UFMT (Gepi) estará no campo agrostológico da Embrapa pronta para prestar as informações sobre cada cultivar.

Inscrições

O 9º Dia de Campo sobre Sistemas Integrados de Produção Agropecuária será realizado nos dias 9 e 10 de maio, na Embrapa Agrossilvipastoril. A programação dos dois dias é a mesma, possibilitando ao participante escolher o melhor dia.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas antecipadamente pelo site www.embrapa.br/agrossilvipastoril.

Promovido pela Embrapa e Senar-MT, o dia de campo conta com apoio da Acrimat, Coimma, Gepi, Rede ILPF, UFMT e Estância Vanda. Conta ainda com patrocínios da Acrinorte e da Unipasto.

Clique aqui para ver esta matéria na íntegra em Embrapa.

DIA DE CAMPO MOSTRA ALTERNATIVAS PRODUTIVAS NA ILP NO NORTE DE MATO GROSSO - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Integração lavoura-pecuária (ILP), estação de monta invertida e manejo de pastagens. Este tripé tecnológico é o responsável por uma grande mudança no sistema de produção da Fazenda Pontal, no município de Nova Guarita, no norte mato-grossense. As estratégias utilizadas e os resultados desse processo serão apresentados no próximo sábado, dia 4, no 3º Dia de Campo sobre Integração Lavoura-Pecuária JP Agropecuária e Embrapa Agrossilvipastoril.

As inscrições para o dia de campo são gratuitas e podem ser feitas antecipadamente pelo site www.embrapa.br/agrossilvipastoril, ou no dia do evento, a partir das 7h15.

Programação

O dia de campo terá início às 7h45 com uma rápida abertura seguida de uma fala do proprietário José Leandro Olivi Peres que fará uma apresentação geral da fazenda e do sistema produtivo adotado.

A propriedade tem como atividade principal a pecuária de cria de nelore.

Na sequência, representantes de instituições que atuam em parceria com a propriedade farão rápidas apresentações antes de dar início ao circuito de estações no campo.

Às 10h, os participantes serão divididos em três grupos e passarão por quatro estações temáticas. Em uma delas será abordada a implantação e condução do Sistema Gravataí, um consórcio de braquiária com feijão-caupi para o pastejo em sistema ILP.

A alimentação animal será o destaque em outra estação, com apresentações sobre a gestão de pastagens e a suplementação estratégica para vacas de cria.

A reprodução será o tema da terceira estação, com abordagens sobre a gestão reprodutiva e sobre os modelos de ressincronização e seus impactos financeiros.

Na última estação os participantes acompanharão apresentações sobre o manejo de plantas daninhas nos consórcios de safrinha e sobre a importância da análise de solos em sistemas agropecuários intensivos.

Parceria

O 3º Dia de Campo sobre Integração Lavoura-Pecuária JP Agropecuária e Embrapa Agrossilvipastoril é mais um dos eventos de transferência de tecnologia em sistemas ILPF promovidos em Mato Grosso pela parceria entre Embrapa Agrossilvipastoril e o Senar-MT.

Após o evento em Nova Guarita, o próximo dia de campo promovido pela parceria será o 9º Dia de Campo sobre Sistemas Integrados de Produção Agropecuária, em Sinop (MT), nos dias 9 e 10 de maio. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site www.embrapa.br/agrossilvipastoril.

Clique aqui para ver esta matéria na íntegra em Embrapa.

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