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terça-feira, 30 de abril de 2019

PRODUÇÃO DE ORGÂNICOS: VENCER DESINFORMAÇÃO É MAIOR DESAFIO - Textos, Repileite

Fonte: Repileite

A desinformação, os mitos e os preconceitos são obstáculos que produtores interessados na conversão para orgânicos precisam superar. A avaliação é do auditor fiscal federal agropecuário Marcelo Laurino, do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Ele foi o primeiro palestrante do II Curso de Pecuária Leiteira Orgânica, aberto nesta sexta (26) na fazenda Nata da Serra, em Serra Negra (SP).

O curso é promovido pela Embrapa e pela Nata da Serra e reúne 43 participantes neste primeiro módulo, que terminou sábado. O segundo módulo acontecerá na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP), em junho. No total, serão seis módulos até outubro.

Laurino disse que se baseia em ciência e experiências práticas para tentar mostrar aos interessados que a produção orgânica é viável socialmente, economicamente e tecnicamente.

Os preconceitos a que ele se refere são percepções equivocadas de que a produção orgânica represente “uma volta ao passado, que é grosseira, que não utiliza tecnologia, que não vai ser capaz de alimentar toda a humanidade, que é coisa só de rico. Ao longo da palestra vamos demolindo esses preconceitos porque eles não têm razão de ser”, afirmou.

Segundo ele, embora não tenha estatísticas, o número de produtores orgânicos cresce todos os anos. Essa indicação coincide com a de representantes de multinacionais que estiveram na abertura e que estão patrocinando o treinamento, como a Danone, a Nestlé e a Gensur. O curso também tem patrocínio da Socil e Tru-Test.

André Novo, coordenador do curso e chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Pecuária Sudeste, disse que neste ano um grande diferencial será o encontro das duas turmas – a de 2019 e a de 2018 – no segundo módulo. “Será um momento de troca de experiências e de conhecimento. Queremos formar uma rede de informações sobre leite orgânico”, afirmou. Ele também destacou o aumento do número de patrocinadores e o investimento das empresas na capacitação.

Ricardo Schiavinato, proprietário da Nata da Serra e produtor de orgânicos há mais de 20 anos, disse que ficou surpreso com a demanda. “No primeiro ano tivemos fila de espera para o segundo e agora já temos fila de espera para o ano que vem.” A turma de 2019 terá um módulo a mais e o conteúdo sobre sanidade animal será aprofundado.

PARTICIPANTES

Na abertura do módulo, estiveram presentes produtores e técnicos do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Distrito Federal e Minas Gerais. A veterinária Milena Coppola, de Pirassununga (SP), pretende ampliar o conhecimento sobre orgânicos para ajudar na propriedade do namorado Gabriel. “Nosso interesse é por uma questão de princípio, de filosofia de vida. Já implantamos uma agrofloresta, uma horta e criamos galinhas coloniais com um manejo bem simples”, conta.

Na fazenda Guadalupe a família de Gabriel já produz leite, mas no sistema convencional. “Adotamos algumas tecnologias, como inseminação e rotação de pasto. Queremos uma propriedade mais sustentável, um polo de educação ambiental, e estamos estimulando os funcionários a essa prática.” Há dez anos sem tomar medicamentos, Milena aposta muito na prevenção, tanto para a saúde humana como para a animal.

O veterinário Anderson Luís Marques, o engenheiro de produção Vinícius Eloi Woicik, e o agrônomo Raphael Anzalone vieram do Paraná para a capacitação. Eles trabalham no Spa Lapinha, em Lapa (PR), que tem capacidade para receber até 60 hóspedes. Junto ao spa funciona uma fazenda onde são produzidos os alimentos servidos aos visitantes.

Anderson contou que no passado já houve uma tentativa de converter a produção de leite para o sistema orgânico, mas sem sucesso. Agora a equipe busca treinamento para uma nova tentativa. Lapa fica a 80 quilômetros de Curitiba e a empresa pensa em explorar também o mercado da capital. Para isso, a será necessário alterar o serviço de inspeção municipal para o estadual. Na fazenda, são produzidos queijos, ovos e hortaliças.

ÚLTIMO SUSPIRO

No segundo dia do curso, sábado (27), Ricardo Schiavinato abriu a programação contando sua história de vida. Filho de um dentista, ele ganhou a propriedade do pai ao finalizar a faculdade de agronomia. Começou a produzir tomate, morango e outras culturas em sistema convencional. O negócio não ia bem e o produtor conta que praticamente quebrou. “Estava quase desistindo quando meus pais vieram visitar a propriedade e ele quis experimentar o tomate e o morango que eu produzia, mas não deixei, pois havia acabado de aplicar produtos químicos”, contou.

Segundo Ricardo, o pai percebeu que havia algo muito errado na situação em que o filho não servia à própria família o que produzia. Nessa ocasião ele começou a ter os primeiros contatos com a agricultura orgânica, buscou informações e decidiu “tentar o último suspiro”. Deu certo.

A vida de Ricardo mudou e ele conta, ainda emocionado, como tudo melhorou. Em 2006 ele procurou a Embrapa Pecuária Sudeste em busca de informações para produzir leite orgânico. Começava ali, em março de 2007, uma parceria e uma relação de aprendizado mútuo que persiste até hoje.

O segundo a falar foi André Novo, que mostrou conceitos básicos da pecuária de leite orgânico e falou dos princípios do programa Balde Cheio. “Não há fórmula pronta. Cada produtor é um caso diferente. Importante é descobrir o que importa em cada propriedade”, disse.

André falou da importância da visão sistêmica, já que cada produtor precisa olhar para sua terra de um modo diferente, “pensar a propriedade, pensar nas pessoas e entender a realidade do lugar onde está”.

O pesquisador da Embrapa Artur Chinelato, idealizador do programa Balde Cheio, chegou a Serra Negra na manhã de sábado e foi apresentado ao grupo. No período da tarde, os participantes visitaram os pastos e viram de perto os animais criados na Nata da Serra.

Ana Maio (Mtb 21.928)
Embrapa Pecuária Sudeste

Contatos para a imprensa
pecuaria-sudeste.imprensa@embrapa.br
Telefone: + 55 (16) 3411-5734

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

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CURSO PRÁTICO SOBRE PARASITOFAUNA E HEMATOLOGIA DE PEIXES CONTOU COM DEMONSTRAÇÃO DE PROCEDIMENTOS BÁSICOS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Organizado pela Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP), em parceria com a pós-graduação em Biologia Animal da Unicamp, aconteceu na Embrapa Meio Ambiente curso prático sobre procedimentos básicos para estudo da parasitofauna e hematologia como ferramenta no monitoramento do estresse, saúde de peixes e qualidade da água, para alunos pós-graduandos, estagiários e técnicos dos laboratórios que atuam em experimentação com peixes.

Esta atividade faz parte de uma proposta sobre treinamentos em métodos laboratoriais em experimentos com animais, liderada por Márcia Ishikawa, pesquisadora e responsável técnica veterinária da Embrapa Meio Ambiente.

Os participantes tiveram a oportunidade de aprender sobre a coleta de sangue e de parasitos, além da atualização em atividades relacionadas ao monitoramento de peixes em ambiente laboratorial, especialmente sobre o processamento do hemograma e isolamento de parasitos, enfatiza Márcia.

O curso contou com a demonstração dos procedimentos básicos para anestesia e coleta de sangue dos peixes, demonstração da coleta de amostra de raspado de brânquias e muco para exame direto, eutanásia e demonstração da necrópsia dos peixes, coleta de amostras para pesquisa de endoparasitos, prática de coleta de sangue, de ecto e endoparasitos e observação do exame direto em microscópio e processamento hematológico com hemograma completo.

Os organizadores foram, além de Márcia, Ana Lúcia Marigo, da Embrapa  e Marlene Ueta, da Unicamp.

O próximo treinamento será sobre sanidade e manejo laboratorial do Zebrafish e já está agendado para 16 de maio de 2019, no Laboratório de Ecotoxicologia e Biossegurança (LEB) da Embrapa Meio Ambiente.

Segundo a pesquisadora, esses treinamentos serão uma grande oportunidade para interação, troca de experiências e de muito aprendizado prático sobre manejo, saúde e bem-estar de peixes experimentais.

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PESQUISADOR DA EMBRAPA É HOMENAGEADO NOS 25 ANOS DA AGRISHOW - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

     O pesquisador da Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP) e ex-presidente da Embrapa (2005-2009), Silvio Crestana, foi o homenageado pela organização da Agrishow – escolhido por unanimidade – nesta segunda-feira (29), em Ribeirão Preto (SP), durante a abertura oficial do evento, que completa 25 anos e recebe mais de 800 marcas na nacionais e internacionais.

     O prêmio foi entregue pelo presidente da República, Jair Bolsonaro; pelo governador de São Paulo, João Dória; pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina; pelo presidente da Agrishow, Francisco Matturro e pelo  presidente da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, João Marchesan.

     O físico se destacou internacionalmente pelo trabalho pioneiro de introdução da tomografia computadorizada nas ciências do Solo.

Crestana foi lembrado pelos mais de 200 trabalhos científicos completos publicados em revistas nacionais e internacionais, mais de 20 projetos de pesquisa, pelo trabalho como professor convidado em programas de pós-graduação, além de suas contribuições com várias instituições ligadas ao agronegócio.

Lideranças inspiradoras

     Em seu discursoSilvio Crestana agradeceu a presença do presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, e lembrou de lideranças que o inspiraram em sua carreira, como ex-presidente e fundador da Embrapa, Eliseu Alves; os ex-ministros da Agricultura Roberto Rodrigues, Alysson Paolinelli e Luís Carlos Guedes Pinto, além do físico Sergio Mascarenhas, um dos fundadores da Embrapa Instrumentação.

     Crestana elogiou a iniciativa da ministra Tereza Cristina em criar a Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação – cujo secretário é o também presidente do Conselho de Administração da Embrapa, Fernando Camargo -, lembrando que esse órgão tem, entre suas atribuições, o fortalecimento do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária.

     O pesquisador sugeriu inclusive, ao presidente Jair Bolsonaro, a criação de uma comissão de alto nível para reestruturar o SNPA, à semelhança do que ocorreu no final do governo Médici, em 1972, quando foi planejada a criação da Embrapa. Entretanto, segundo Crestana, desta vez o principal aliado deve ser o setor privado, ressaltando a importância das parcerias.

As mudanças na agricultura

     Silvio Crestana disse esperar que, já na próxima década, “possamos comemorar o uso mais eficiente de insumos e a otimização de sistemas integrados de produção, mais sustentáveis. A agricultura digital é instrumento vital para isso através da automação e da conectividade, dos sensores, do emprego de veículos autônomos; da robótica, da computação em nuvem e do big data; das tecnologias 5G, blockchain, da computação quântica; da realidade virtual, da impressão 3D”.

     Há 35 anos na Embrapa, Crestana falou sobre contribuições importantes da Empresa, como a Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF), mas disse que “é o momento de estabelecer um novo pacto com o mercado e com a sociedade, para atender às demandas identificadas pelo setor”.

     O cientista chamou a atenção para a necessidade da Embrapa ”reduzir a burocracia para fazer pesquisa, aumentar a agilidade e flexibilidade de suas operações para otimizar gastos, vincular a programação de pesquisa a instituições líderes de Ciência e Tecnologia no Brasil e no exterior, fortalecendo nossa cooperação internacional, nossa comunicação e nossas relações institucionais”.

     O homenageado ainda fez um alerta, “todo cuidado é pouco nesta hora de dificuldades financeiras. Não se trata de matar a galinha dos ovos de ouro, diminuindo a importância da pesquisa pública e da joia da coroa naquilo que tem dado certo. Trata-se de melhorar o foco e a eficiência para lidar com a escassez e fazer mais, melhor e diferente”.

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TREINAMENTO CAPACITA EM AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA E MENSURAÇÃO DA INTENSIDADE DE CARBONO DE BIOCOMBUSTÍVEIS - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

A Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP), a Fundação Espaço Eco (FEE) e a Agroicone informam que a 1ª edição de 2019 do Curso RenovaCalc: a calculadora da intensidade de carbono de biocombustíveis do RenovaBio, aberta ao público, será realizada em 04 de junho, em São Bernardo do Campo, SP.

Os índices de intensidade de carbono dos biocombustíveis do Programa RenovaBio são estimados pela RenovaCalc, uma ferramenta que por meio do levantamento de parâmetros técnicos junto ao produtor, calcula as emissões de gases de efeito estufa do ciclo de vida dos biocombustíveis, gerando um índice de desempenho em g CO2eq/MJ de biocombustível.

Ela tem sido utilizada para organizações avaliarem a performance de seus produtos em atendimento à atual demanda do mercado em termos de sustentabilidade.

Logo, aqueles que apresentarem processos produtivos com menos emissão de carbono estarão em vantagem, mediante o proposto no RenovaBio.

Segundo a pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente Marília Folegatti Matsuura, uma das organizadoras do curso, foi estabelecido um protocolo de avaliação de desempenho ambiental de biocombustíveis para o Programa RenovaBio, em atendimento à demanda do Ministério das Minas e Energia (MME).

O curso é uma oportunidade voltada à compreensão da metodologia de ACV adotada na avaliação do desempenho ambiental de biocombustíveis, com ênfase na categoria de impacto de Mudanças Climáticas, aplicável ao etanol, biodiesel, bioquerosene e biometano.

Sobre o evento

Conteúdo

Introdução à problemática: mudanças climáticas, NDC´s e RenovaBio. Motivação, história, documentos e sua localização, quem é quem e etapas futuras do RenovaBio; Avaliação do ciclo de vida: conceito, normas técnicas de referência (ISO). Sequência de cálculos para contabilidade de carbono no ciclo de vida de biocombustíveis; A RenovaCalc: referencial metodológico e passos para a geração do índice de intensidade de carbono; Mudança de uso da terra, impacto nas emissões e a solução do RenovaBio; Da teoria à prática: como inserir os dados brutos na RenovaCalc. Exemplo do etanol de cana-de-açúcar; Da teoria à prática: interpretando os resultados e análise de sensibilidade.

Local: Fundação Espaço Eco, São Bernardo do Campo, SP.

As vagas são limitadas e o custo é de R$ 800,00. Faça sua pré-reserva em: bit.ly/cursorenovacalc

Mais informações e dúvidas envie ao email: cnpma.eventos@embrapa.br

Os participantes deverão levar notebook com versões do Excel a partir de 2010 (compatíveis com a RenovaCalc).

Assista aqui um vídeo sobre o RenovaBio.

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COSTURANDO UMA RENDA EXTRA - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

Em busca de novos conhecimentos e, sobretudo, de uma renda extra para a família, 10 mulheres do município de Itaobim, no Vale do Jequitinhonha participaram do curso de Artesanato em Tecido do Sistema Faemg/Senar Minas, promovido em parceria da Associação dos Produtores Rurais da cidade.

As aulas, realizadas na sede da Casa da Juventude de Itaobim, foram voltadas para confecção do Vestuário Feminino e ministradas pela instrutora Nilde Gonçalves Cabral.

Em cinco dias de curso, as participantes aprenderam desde os componentes da máquina de costura, os tipos de tecidos e suas características à operação de máquinas, a tirar medidas e confeccionar blusas, saias e calças.

Para o mobilizador do evento, Ezequias Rodrigues de Oliveira o curso foi de grande relevância para as participantes e para a Casa da Juventude.

“A instituição tem uma sala com 10 máquinas inoperantes, agora com o curso serão reativadas, pois as participantes irão reunir uma vez por semana para confeccionar roupas para uso próprio e também para comercialização, o que contribuirá com uma renda financeira extra para elas” explicou o mobilizador.

Durante as aulas, as participantes também adquiriram orientações quanto à segurança no trabalho, acabamento da roupa e como empreender no negócio.

A participante Marislene dos Santos Alves mostrou satisfeita com o curso e afirmou que vai dar continuidade às técnicas de corte e costura.  Ela disse que precisa aumentar a renda de sua família e que viu no curso a oportunidade. “Quero aprender também sobre confecção de peças masculinas e peças íntimas” acrescentou a participante.

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PROGRAMA AGENTE DE TURISMO RURAL É INICIADO EM ARGIRITA - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

Na última semana, foi iniciado, no município de Argirita, o Programa Agente de Turismo Rural. Durante o evento, foram realizados o Levantamento das Potencialidades e Oportunidades Turísticas e as entrevistas com os futuros participantes do programa, que conta com 224 horas/aula, divididas em seis módulos.

Entre as propostas do Agente de Turismo Rural estão o fortalecimento do turismo no meio rural, a preparação de profissionais com visão do negócio turístico, o fomento do negócio turístico e a qualificação de profissionais para ações integradas de turismo.

O foco do Programa na região de Argirita é o Circuito Turístico Serras e Cachoeiras, que abrange as cidades de Além Paraíba, Argirita, Cataguases, Dona Euzébia, Estrela Dalva, Guidoval, Itamarati de Minas, Laranjal, Leopoldina, Miraí, Palma, Pirapetinga, Piraúba, Recreio, Rodeiro, Santo Antônio do Aventureiro, São Sebastião da Vargem Alegre e Volta Grande.

A reunião foi realizada na Casa de Cultura Augusto Martins Rossi, em Argirita, onde fica a sede do Circuito Serras e Cachoeiras.

Estiveram presentes a instrutora do Programa Agente de Turismo Rural, Fernanda Corrêa da Silva; o presidente do Circuito e prefeito de Argirita, Alex Andrade Anzolin; além da gestora do Circuito, Ana Maria Garcia Carmo Carminate. A instrutora Jordânia Regina Mariano Batista Glória acompanhou o evento.

O Programa será desenvolvido por meio da parceria entre o Sistema Faemg/Senar Minas e o Sindicato dos Produtores Rurais de Santo Antônio do Aventureiro, tendo como mobilizadora Terezinha Aparecida Garcia do Carmo Rodrigues.

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FORMADAS AS TURMAS DO ATEG CAFÉ EM MONTE CARMELO E PATROCÍNIO - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

O Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Sistema Faemg/Senar Minas vai chegar a Monte Carmelo e Patrocínio, no Alto Paranaíba. Nesta semana foram feitas as reuniões de sensibilização para cafeicultores das duas cidades e foram selecionados os produtores rurais que participarão do programa. As reuniões são fundamentais para explicar detalhes aos futuros participantes de como será o trabalho.

O ATeG é um modelo dinâmico e inovador de prestação de serviços de assistência técnica e gerencial continuada, que se divide em cinco etapas: Diagnóstico Produtivo Individualizado, Planejamento Estratégico, Adequação Tecnológica, Capacitação Profissional Complementar e Avaliação Sistemática de Resultados.

Cada técnico monitora e orienta um grupo de 30 produtores rurais, sendo orientações individualizadas, feitas através de visitas mensais a cada propriedade rural.

Considerando a bienalidade da cafeicultura, o programa é oferecido gratuitamente aos produtores rurais ao longo de quatro anos.

Em 2019, o ATeG vai contemplar mais de 3.600 produtores rurais em Minas Gerais em oito cadeias produtivas: Apicultura, Avicultura, Bovinocultura de Leite e de Corte, Cafeicultura, Fruticultura, Olericultura, Ovinocultura e Piscicultura. Na Regional de Patos de Minas, o programa vai envolver 21 cidades em quatro áreas: Avicultura, Bovinocultura de Leite, Cafeicultura e Piscicultura. Os trabalhos começam entre os meses de junho e julho. Para mais informações procure o Sindicato Rural do município.

“A aceitação tem sido excelente por parte dos produtores rurais e tenho certeza que o ATeG será um diferencial na produção agropecuária da região”, comenta o gerente regional do Senar Minas em Patos de Minas, Sérgio de Carvaho Coelho.

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PROJETO DISPENSA LICITAÇÃO PARA PRESÍDIO COMPRAR ALIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR - Textos, Câmara dos Deputados

Fonte: Câmara dos Deputados

Projeto dispensa licitação para presídio comprar alimento da agricultura familiar

Câmara dos Deputados

Projeto de Marreca Filho prevê selo de identificação para agricultura familiar

O Projeto de Lei 1116/19 permite aos presídios a compra direta de produtos da agricultura familiar. O texto altera a Lei de Licitações (8.666/93).

A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Trata-se da reapresentação, pelo deputado Marreca Filho (Patri-MA), de texto arquivado devido ao término da legislatura passada (PL 7803/17).

“A proposta tem relevância social e econômica”, disse o parlamentar.

O texto dispensa licitação para a aquisição, por estabelecimentos penais, de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar, desde que os preços sejam compatíveis com os vigentes no mercado local e que os alimentos atendam às exigências do controle de qualidade estabelecidas pela legislação.

Segundo o projeto, a agricultura familiar fornece cerca de 70 dos alimentos consumidos no País, sendo, portanto, responsável pela maior parte dos produtos que chegam à mesa dos brasileiros. “Porém ainda encontra inúmeros desafios no Brasil, que se relacionam, entre outros aspectos, à comercialização e à distribuição dos produtos e à organização da produção”, assegura o texto.

Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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TUBERCULOSE; É MELHOR FICAR ATENTO - Textos, Repileite

Fonte: Repileite

A tuberculose é transmitida pelo Mycobacterium tuberculosis, o bacilo de Koch, e tem como principais sintomas tosse por mais de duas semanas, produção de catarro, febre, sudorese, cansaço e dor no peito. A doença é transmitida pelo Mycobacterium tuberculosis, o bacilo de Koch. É provavelmente a doença infectocontagiosa que mais mortes ocasiona no Brasil. Estima-se, ainda, que mais ou menos 30 da população mundial estejam infectados, embora nem todos venham a desenvolver a doença.

A melhor forma de prevenção é a imunização ainda na infância.

Portanto, os pais não podem deixar de levar seus filhos para tomarem a vacina BCG. Se a criança ou o adulto não for vacinado, deve fazer o teste de Mantoux, ou PPD. Caso não apresente reação, deve ser vacinado, o que pode ser feito em qualquer faixa de idade.

Para aqueles que por ventura forem acometidos pela tuberculose, o tratamento é feito com três drogas diferentes: pirazinamida, isoniazida e rifamicina. Durante dois meses, o paciente toma os três medicamentos e, a partir do terceiro mês, toma só isoniazida e rifampicina. A medicação não deve ser suspensa antes do prazo previsto. Se o paciente começar a tomar os remédios e interromper, facilitará a seleção de uma colônia de bactérias resistentes aos medicamentos e ficará mais difícil ser curado.

Contágio- A primoinfecção ocorre quando a pessoa entra em contato com o bacilo pela primeira vez. Proximidade com pessoas infectadas, assim como os ambientes fechados e pouco ventilados favorecem o contágio. O ser humano se comporta como reservatórios do bacilo, ou seja, convive com ele porque não conseguem eliminá-lo ou destruí-lo e, uma vez reativado o foco, a pessoa passa a ser um agente infectante.

Para que a primoinfecção ocorra, é necessário que ele chegue aos alvéolos. Se não alcançar os pulmões nada acontece. A partir dos alvéolos, porém, pode invadir a corrente linfática e alcançar os gânglios (linfonodos), órgãos de defesa do organismo. Como o bacilo destrói a estrutura alveolar, formam-se cavernas no tecido pulmonar e vasos sanguíneos podem romper-se. Por isso, na tuberculose pulmonar, é frequente a presença de tosse com eliminação de catarro, muco e sangue.Portadores do vírus HIV e de doenças como diabetes, por exemplo, podem desenvolver formas graves de tuberculose. Por isso, devem manter-se sob constante observação médica.

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CIENTISTAS DESENVOLVEM PROTOCOLO PARA TESTAR RESISTÊNCIA DE COUROS DE PEIXES - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Pesquisa desenvolvida pela Embrapa Pecuária Sudeste (SP) deve impulsionar no País um valioso mercado em franco crescimento no mundo, o de produtos feitos com couro de peixe. O pesquisador Manuel Antônio Chagas Jacinto está avaliando a resistência desses materiais à tração e ao rasgamento, informações fundamentais à indústria manufatureira de couros não convencionais.

O objetivo é estabelecer um protocolo para os testes de qualidade do couro de peixe feitos em laboratório.

Para isso, ele compara duas metodologias para análise das peles: uma com cortes inclinados e outra com cortes transversais e longitudinais. O diferencial do estudo é que as amostras estão sendo retiradas de tilápias grandes, de aproximadamente 3,5 quilos, com superfície maior para que seja possível recortar amostras repetidas, reduzindo as chances de erro.

Os estudos estão em fase adiantada e fazem parte do projeto “Ações estruturantes e inovação para o fortalecimento das cadeias produtivas da aquicultura no Brasil” (BRS Aqua), iniciado no ano passado, que envolve mais de 20 centros de pesquisa da Embrapa, cerca de 270 empregados da Empresa e recursos financeiros da ordem de R$ 57 milhões. São cerca de R$ 45 milhões do Fundo Tecnológico do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES/Funtec), R$ 6 milhões da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (que estão sendo executados pelo CNPq) e contrapartida de R$ 6 milhões da própria Embrapa.

Como o mercado usa as informações da pesquisa?

“No caso dos mamíferos, mais usados comercialmente, os curtumes utilizam esse tipo de informação para atender especificação do comprador”, explica Jacinto, que prevê uso semelhante nas fábricas que processam o couro de peixe.

O comprador de couro solicita do curtume determinada especificação técnica obtida por meio de uma metodologia prevista em norma. Suponhamos que a Nike esteja comprando couro para fazer calçado. Ela informa ao curtume que o couro deve apresentar um determinado resultado quando submetido aos testes que utilizam a norma americana para tração, que é a American Society for Testing and Materials (ASTM).

O cliente indica a metodologia e a especificação ao curtidor, que solicitará os testes a algum laboratório reconhecido de avaliação da qualidade. O laboratório emitirá o relatório apresentando o resultado dos testes, que é enviado à Nike. Empresas grandes como Nike e Adidas, por exemplo, contratam seus próprios técnicos para fazer esse acompanhamento dos trabalhos no curtume e também no laboratório.

No caso de peles não convencionais, há expectativa de que as especificações técnicas definidas em normas também passem a valer. “Chegará o momento em que os compradores dessas matérias-primas também vão solicitar aos curtumes couros com determinadas especificações técnicas adequadas à produção de bolsas, sapatos e roupas”, prevê o cientista.

Ele conta que como ainda não existe norma que defina a localização e posicionamento de retirada dos corpos de prova (amostras da pele já curtida) nos couros de répteis, aves, anfíbios e peixes, estudos como o da Embrapa poderão subsidiar a comissão de estudos do Comitê Brasileiro de Couro, Calçados e Artefatos de Couro da ABNT (ABNT/CB011) e da União Europeia para definir as especificações e a metodologia para os testes de resistência desses couros. Essas comissões utilizam as publicações em periódicos de grande impacto como subsídio para a revisão das normas existentes ou na proposição de novas normas.

Subsidiando normas internacionais

O protocolo que o pesquisador deve adotar deverá ajudar a compor normas internacionais para retirada de amostras de animais não mamíferos para pesquisas. Hoje existem padrões para a coleta de peles de mamíferos, mas não há metodologia específica para coleta de amostras de peles de aves, répteis, anfíbios e peixes.

Para os primeiros testes, Jacinto obteve em Santa Fé do Sul (SP) 45 tilápias com peso mínimo de 3,5 quilos, que têm superfícies maiores para viabilizar os estudos. “Fizemos o curtimento, conforme previsto no projeto, e retiramos os corpos de prova para fazer a avaliação qualitativa.” Um experimento realizado no laboratório da Embrapa Pecuária Sudeste usou cortes inclinados do couro de tilápias e outro deverá usar cortes longitudinais e transversais da mesma espécie. Com isso, os cientistas pretendem comparar os dois formatos em critérios como facilidade de processamento, rendimento e resistência do material.

Adaptando o protocolo para mamíferos

Jacinto explica que a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) passou a adotar a transcrição de normas internacionais, as chamadas ABNT NBR ISO. A ABNT NBR ISO 2418, de 2015, determina como e de que parte do couro do mamífero deve ser retirada a amostra (corpos de prova).

“O escopo dessa norma se aplica a todos os tipos de couro derivados de mamíferos, independentemente do curtimento utilizado. Mas não é aplicável a couros derivados de aves, peixes, anfíbios e répteis. Para esses animais, é preciso ter outra forma de definir a localização de retirada dos corpos de prova em função da disposição e do arranjo dos feixes de fibras de colágeno e da espessura das peles”, justifica Jacinto.

O pesquisador explica ainda que os feixes de fibra de colágeno nos mamíferos são distribuídos de forma diferente se comparados aos peixes, aves, anfíbios e répteis. “Eu uso essa norma que determina as direções longitudinal e transversal, mas uso também a direção inclinada, que é exatamente a direção dos feixes de fibras de colágeno no couro do peixe”, afirma.

Esses feixes se distribuem de forma semelhante a um novelo de lã, com fios inclinados em relação ao comprimento da pele e posicionados paralelos, no mesmo plano, formando uma camada. “Depois vem outra camada com outra inclinação. Isso é muito característico no peixe porque dá alta resistência, porém pequena espessura, se diferenciando dos mamíferos e das aves”, diz o pesquisador.

Couro de peixe é valioso no mercado de moda

Produtos confeccionados a partir de couro de peixe, de avestruz e de répteis abastecem um nicho de mercado bastante exigente. “Nicho envolve a questão de moda, que vai e vem. Moda sempre volta”, comenta Manuel Jacinto. Segundo ele, no caso de peles convencionais, esse fluxo é perene e mais dinâmico porque, de um ano para o outro, as feiras internacionais ditam as tendências.

No caso das peças feitas a partir de couros de bovinos, caprinos, ovinos e até suínos, os fabricantes adequam, sugerem acabamentos e cores diferentes, inovam nas estampas. “Já as peles de nicho, nas quais o couro de peixe se insere, vão e voltam com mais ou menos força dependendo do ano. Elas são produzidas sempre, tipo underground, e depois a procura dá um boom, em seguida volta ao estado anterior, mas nunca acaba”, garante.

Nina Braga é diretora do Instituto E, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que atua na criação e gestão de uma rede voltada ao desenvolvimento humano sustentável. Segundo ela, a organização desenvolve projetos como o e-fabrics, que identifica matérias-primas sustentáveis que possam ser utilizadas pela indústria têxtil e pela cadeia produtiva da moda, estimulando a cultura de consumo consciente. O projeto promove estudos de impactos socioambientais no processo produtivo, a preservação da diversidade e das relações sociais com comunidades, criando produtos com design.

Entre 2000 e 2006, o projeto foi incubado pela Osklen, uma das maiores fabricantes de peças de couros não convencionais do mercado mundial. Em 2007, o e-fabrics foi lançado na São Paulo Fashion Week. O projeto levou Nina a conhecer melhor o manejo sustentável do pirarucu na Amazônia, prática adotada pelo instituto Mamirauá há 20 anos.

Nina tem conectado os ribeirinhos ao mercado da moda, articulando os atores que fazem parte dessa cadeia. Em janeiro ela esteve na Neonyt, uma feira voltada ao conceito de fashionsustain (moda sustentável). O evento reuniu em Berlim atores ligados ao mundo da moda, mas que operam dentro de uma abordagem voltada para o futuro, conectando tecnologia e conscientização sustentável. A Neonyt propõe a condução de um processo de mudança na indústria da moda, prevendo lucros não apenas para empresas, mas também para as pessoas e o meio ambiente.

Piracuru no foco

“O mercado de couro de peixes está se expandindo. Hermès e Armani estão produzindo. A Osklen, que é pioneira nesse processo no mundo, aposta muito nesse nicho”, afirma. Nina conta que o mercado se interessa bastante quando descobre o conceito de sustentabilidade por trás das peles.

“Quando ficam sabendo que é desmatamento zero, que aumenta a renda dos ribeirinhos, que o peixe é fonte de proteína para essas comunidades amazônicas e que a pele seria descartada, eles querem o pirarucu”, relata ela, ressaltando a tendência de crescimento do mercado desse couro.

“Se uma bolsa Chanel custa US$ 5.000, o consumidor consciente prefere pagar US$ 1.500 em uma bolsa de pirarucu que tem um conteúdo socioambiental mais rico”, avalia.

Em novembro de 2018, Gisele Bündchen desembarcou no Brasil com uma bolsa feita de couro de peixe de R$ 3,9 mil. O custo alto é explicado pela logística complicada. Segundo a diretora do Instituto E, o material sai refrigerado de Jutaí, no Alto Solimões, para uma viagem de 26 horas em lancha rápida. Depois é transportado por cinco dias em caminhões com câmera fria. “E ainda fazemos questão de remunerar bem os ribeirinhos”, explica.

Eduardo Filgueiras, sócio da Nova Kaeru, no Rio de Janeiro, um dos maiores curtumes especializados do País, trabalha atualmente com pirarucu e salmão. O curtimento de couros de peixe começou em 2008 e, segundo ele, até 2014 o ritmo foi lento. Em 2015, a procura aumentou nos Estados Unidos e há uma tendência de utilizar essa matéria-prima na moda country. Ele conta que na Europa o mercado é cíclico: lançam produtos em uma coleção e às vezes não utilizam na seguinte. “Praticamente fomos nós que colocamos esses couros no mercado internacional”, afirma.

Mercado promissor para couro de tilápia

Salvador Ricciardi Júnior é proprietário do curtume Rana Peles, em Guaxupé (MG). Ele conta que o auge do couro de tilápia foi entre 2010 e 2013, quando havia uma fábrica especializada em produtos de couro de peixe e búfalo em Goiânia. O empreendimento fechou em 2014. De lá para cá, os fabricantes têm preferido couros de peixes maiores, como o pirarucu. “O problema da tilápia é o couro pequeno, o que exige muito emenda”, conta.

Ainda assim, há procura. Ele tem fornecido couro de tilápia para a produção de botas de uma fábrica de calçados em Andradas (MG) e para a produção de bolsas, carteiras e cintos de um fabricante do Braz, em São Paulo. Segundo ele, há fábricas que utilizam essa matéria-prima em nas cidades paulistas de Franca, Barretos e Campinas.

Atualmente Salvador trabalha com tilápia em escala comercial. Ele começou em 1987, quando abriu um criatório de rã, em uma época em que a pele desse animal tinha muito valor. Hoje trabalha com peixe, bucho de boi (retículo bovino), jacaré e avestruz. “Com rã não trabalho mais porque é um mercado muito difícil.” No ramo de peixes, conta que já curtiu pacu e outras espécies. “Compro as tilápias na região. Aqui na represa de Furnas há pescadores e um criatório em gaiolas. Recebo a pele congelada e limpa, sem a carne.”

“Clientes preferem preto, café, tabaco e havana (castanho alaranjado). Às vezes pedem um bordô para fazer algum acabamento”, revela. A qualidade do couro que recebe é boa. “Vem tudo direitinho, classificado. Peço tilápias acima de um quilo. Normalmente os peixes são abatidos com 700g a 800g, que é o peso mais viável para a carne. Para deixar mais tempo, aumenta o custo para o produtor,” explica.

Foto: Divulgação: Rana Peles

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COM LUCRO 42% MENOR E SEM PAGAMENTO DE DIVIDENDOS, CCR SOBE NA BOLSA - Vídeos, Exame

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As ações da CCR operavam em alta na manhã desta terça-feira, após a companhia anunciar que houve queda no lucro líquido no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. A CCR também não pagará dividendos este ano.

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PROPOSTA REGULAMENTA VENDA DE PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR EM SUPERMERCADOS - Textos, Câmara dos Deputados

Fonte: Câmara dos Deputados

Câmara dos Deputados

Projeto de Marreca Filho prevê selo de identificação para agricultura familiar

O Projeto de Lei 1118/19 determina que produtos da agricultura familiar tenham local específico para a venda em supermercados e estabelecimentos similares. Todos os itens deverão ter selo de identificação expedido por órgão a ser definido em regulamento.

A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Trata-se da reapresentação, pelo deputado Marreca Filho (Patri-MA), de proposta arquivada devido ao final da legislatura passada (PL 10501/18).

“A agricultura familiar possui grande importância econômica e papel relevante para a erradicação da fome e pobreza, bem como para a segurança alimentar e nutricional no Brasil”, disse.

Pelo texto, a comercialização de produtos da agricultura familiar em desacordo com a nova regra sujeita o infrator às penas previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). Se o projeto for aprovado, a futura lei entrará em vigor 90 dias após a publicação.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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PROFESSORA DO IFMA INCENTIVA USO DA BATATA-DOCE BIOFORTIFICADA - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

O auditório Babaçu da Embrapa Cocais foi palco do Seminário Técnico “Uso da batata-doce biofortificada na produção artesanal de alimentos e na gastronomia local”. A atividade, apresentada pela professora Antônia Macedo de Oliveira, do Instituto Federal do Maranhão – Campus Maracanã – ocorreu em São Luís, na tarde de sexta-feira, 26 e teve como objetivos proporcionar maior visibilidade aos produtos biofortificados; difundir o uso da batata-doce para além do consumo in natura; além de demonstrar, junto aos consumidores, variações de preparo culinário e, aos pequenos produtores, visibilidade social e econômica.

A inciativa está em sintonia com as ações da Rede BioFORT, coordenada pela Embrapa, que reúne todos os projetos de biofortificação de alimentos no Brasil, visando garantir maior segurança alimentar por meio do aumento dos teores de ferro, zinco e vitamina A na dieta da população carente.

O seminário foi aberto pela pesquisadora da Embrapa Cocais  na área de agricultura familiar e desenvolvimento sustentável, Guilhermina Cayres. O supervisor de transferência de tecnologia, Talmir Quinzeiro Neto, abordou, em sua apresentação, a deficiência de vitamina A e ferro como as formas mais comuns de má nutrição. Mostrou ainda a biofortificação como uma intervenção nutricional específica com o objetivo de aumentar o conteúdo de micronutrientes em alimentos através da utilização de práticas agronômicas e de melhoramento de plantas.

“O objetivo do projeto me encantou e levou a desenvolver trabalhos voltados para esta área”, conta a professora, que fez uma retrospectiva de seu primeiro relacionamento com a batata-doce, iniciado em 2011, durante a 4ª Reunião Anual de Biofortificação de Alimentos no Brasil, em Teresina – PI. Nesta mesma época, observou que o olhar dos pesquisadores voltava-se mais para a mandioca, de onde origina-se a farinha, produto comum na mesa do maranhense.

Em 2012, contemplada com Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), desenvolveu o projeto “Utilização da batata doce biofortificada e castanha de caju na fabricação de farinha rica em vitamina A” , no qual aliou dois nutrientes no mesmo produto: vitamina A, presente na batata-doce, e lipídios, comum na castanha de caju.

Agricultura familiar – Hoje, além da sala de aula, Antônia Macedo atua em projetos junto à Associação Maranhense de Artesãos Culinários (Amac), buscando valorizar a produção de alimentos regionais e locais. “Se não tivermos mercado, não vamos conseguir estimular agricultores familiares a plantar somente para consumo. É necessário consumir alimentos nutritivos e comercializá-los”, aponta a professora, que diz sentir falta dos produtos biofortificados nas feiras e alimentação escolar. “Sou filha de lavradores da zona rural e conheço as carências alimentares desta população. Como docente, sei o quanto a baixa visão atrapalha o desenvolvimento educacional das crianças.”

Seu propósito é desenvolver projetos de extensão e estender os trabalhos para as comunidades rurais. “Queremos nos juntar a outras pessoas no intuito de convencer o poder público municipal a fazer uso destes produtos, principalmente da batata-doce biofortificada, de fácil produção e preparo”, almeja a pesquisadora, seduzida pela cor, sabor e alta concentração de betacaroteno presente no vegetal, um composto natural conhecido por reduzir o risco de várias doenças crônicas.

Antes da experimentação de um cardápio variado, explicou aos participantes que todas as preparações foram executadas considerando as condições e possibilidades de uso pelos pequenos produtores rurais maranhenses. “Fizemos adaptações de receitas utilizando também trigo e macaxeira”. Ao todo, com a colaboração de alunos, a equipe elaborou dezesseis preparações, incluindo a fécula, farinha, biscoitos, molho, bolos, doces de corte, em pasta, em calda, sorvete, pudim, massa fresca (capeletti, ravioli), nhoque, suco, frango, arroz de batata e bolinho de carne com batata.

O pão de batata-doce servido foi confeccionado pela estudante bolsista Maria da Soledade Santos; a matéria prima, cultivada pelas mãos de Marcos Teixeira. Ambos são discentes do curso de Agronomia no Campus Maracanã, por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), e orientandos da professora Sandra Cruz, que ministra as disciplinas de Olericultura e Agroecologia.

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FUNDAÇÃO CARGILL ABRE INSCRIÇÕES PARA EDITAL COM FOCO EM ALIMENTAÇÃO EM UBERLÂNDIA - Textos, Faemg

Fonte: Faemg

A Fundação Cargill, instituição que tem como foco a promoção da alimentação segura, sustentável e acessível, está com inscrições abertas para a 5ª edição do seu edital. O objetivo da iniciativa é auxiliar organizações sociais, startups e instituições de ensino superior e pesquisa, que tenham projetos na área da alimentação. As inscrições são gratuitas e irão até às 18h do dia 20 de maio 2019 (horário de Brasília), exclusivamente por meio do preenchimento integral do formulário online disponível em www.alimentacaoemfoco.org.br. O regulamento também pode ser acessado no mesmo site.

  Nesse ano, serão selecionados até 15 projetos, que estejam num raio de até 150 km no entorno das unidades e escritórios da Cargill, para receberem aportes de R$ 50 mil à R$ 200 mil. As propostas serão avaliadas pela inovação aplicada; ao alinhamento e coerência com a própria organização e missão da Fundação Cargill; à consistência do planejamento e gestão; ao impacto e relevância frente ao contexto local em que se pretende atuar; ao potencial de escala e consequente transformação social; e aos fatores que assegurem a continuidade da iniciativa. Os projetos selecionados, assim como os nomes das organizações de origem, serão divulgados no site Alimentação em Foco até dezembro 2019. “Nossa ideia é agregar iniciativas que tragam inovação e possam ser replicadas em maior escala, além de fomentar cada vez mais o empreendedorismo em toda a cadeia da alimentação”, explica Yuri Feres, presidente da Fundação Cargill.   Confira as regiões nas quais serão aceitos os projetos: Barreiras (BA), Ilhéus (BA), Itumbiara (GO), Rio Verde (GO), Goiânia (GO), Balsas (MA), Uberlândia (MG), Três Lagoas (MS), Primavera do Leste (MT), Sinop (MT), Santarém (PA), Maringá (PR), Castro (PR), Ponta Grossa (PR), Toledo (PR), Paranaguá (PR), Porto Velho (RO), Chapecó (SC), Porto Ferreira (SP), Itapira (SP), Campinas (SP), Mairinque (SP) e São Paulo (SP).   A Fundação Cargill em Uberlândia   O Ação Moradia foi um dos grupos que já foi selecionado para receber apoio financeiro e de gestão da Fundação Cargill. O projeto Viveiro Orgânico tem como proposta a criação do primeiro viveiro de mudas orgânicas de Uberlândia. E em 2016, a região também foi beneficiada com apoio para o projeto Geração, que tem como objetivo promover o empreendedorismo na área de produção de alimentos saudáveis para famílias em situação de vulnerabilidade social, residentes na periferia da cidade, e selecionou 40 mulheres qualificadas na área de manipulação de alimentos saudáveis e receberam capacitação empreendedora.   Além disso, no ano passado, pela segunda vez, o projeto Menu da Narrativa da Imaginação foi um dos escolhidos para receber apoio técnico e financeiro e desenvolver um portal para jogos de educação alimentar gratuito, além de criar de um novo jogo com a temática e traduzir todo o conteúdo para inglês e espanhol.

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MELANCIA: COM OFERTA NACIONAL RESTRITA, PREÇOS SOBEM - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 30/04/2019 – Os preços da melancia na região de Uruana (GO) seguiram elevados entre 22 e 26 de abril. Com a finalização da safra em Teixeira de Freitas (BA) e a colheita dos últimos frutos de São Paulo, a oferta nacional seguiu restrita, sustentando os preços em Uruana. Assim, a melancia graúda (>12 kg) teve média de R$ 1,04/kg, alta de 1,7 frente à semana anterior. A expectativa de agentes consultados pelo Hortifruti/Cepea é de que as cotações permaneçam em elevados patamares nas próximas semanas.

Além de a região goiana ser praticamente a única ofertante em maio, o volume de frutos nesta praça pode seguir baixo. Isso porque, mesmo com os trabalhos se intensificando em meados do próximo mês, as chuvas durante a florada (fevereiro e março) podem reduzir a produtividade das próximas roças colhidas. Colaboradores do Hortifruti/Cepea esperam que o volume produzido tenha significativo aumento apenas após junho. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br

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TRIGO: VENDEDOR CAUTELOSO E COMPRADOR RETRAÍDO DESAQUECEM MERCADO - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 30/04/2019 – Vendedores brasileiros consultados pelo Cepea estão cautelosos quanto à comercialização no segundo semestre. Com isso, ofertam lotes de trigo remanescentes no spot – essa tentativa de liquidar estoques pode estar atrelada ao fato de os preços serem considerados satisfatórios neste momento. Já demandantes sinalizam interesse nas importações e aguardam maior oferta do produto argentino. Assim, mesmo este sendo período de entressafra brasileira, as cotações estão em queda em algumas praças acompanhadas pelo Cepea.

Além disso, as recentes baixas nos valores externos do cereal de inverno e nas cotações do milho também influenciaram as leves desvalorizações internas. No campo, o cultivo tem sido limitado pela falta de chuvas. No entanto, previsões indicam precipitações nas próximas semanas, o que deve favorecer o semeio e também o desenvolvimento inicial das lavouras já implantadas. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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AÇÚCAR: CHUVAS DIMINUEM E MOAGEM É NORMALIZADA - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 30/04/2019 – O menor volume de chuvas na semana passada em regiões paulistas com lavouras de cana permitiu que usinas consultadas pelo Cepea voltassem a normalizar a moagem. Apesar disso, não houve aumento na oferta de cristal no mercado spot, visto que a prioridade foi a entrega de contratos e/ou a produção de etanol. Diante disso, os preços do açúcar seguiram firmes. De 22 a 26 de abril, a média do Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, foi de R$ 69,53/saca de 50 kg, alta de 1 frente ao anterior, de R$ 68,85 (de 15 a 18 de abril).

Especificamente no dia 29, o Indicador fechou a R$ 70,25/saca de 50 kg, após sete dias na casa dos R$ 69. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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ETANOL: PRIMEIRO MÊS DA SAFRA 2019/20 É MARCADO POR PREÇOS EM ALTA - Textos, Cepea

Fonte: Cepea

Cepea, 30/04/2019 – De acordo com levantamento do Cepea, o primeiro mês oficial da safra 2019/20 foi marcado por preços dos etanóis em alta – com exceção desta última semana que as cotações recuaram, visto que usinas voltaram a ofertar, devido à normalização da moagem. Os volumes de negócios foram expressivos ao longo de abril, especialmente de etanol hidratado, por causa da relação favorável de preço do biocombustível nas bombas no estado de São Paulo. Usinas tiveram problemas com o início da moagem da safra 2019/20, por conta das chuvas ocorridas nas principais regiões produtoras do estado de São Paulo, reduzindo a oferta de etanol e elevando as cotações do biocombustível.

A média das quatro semanas cheias do Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado foi de R$ 1,8462/litro em abril, valor 3,7 maior que o das quatro semanas de março. No caso do Indicador CEPEA/ESALQ do etanol anidro, houve alta de 5,9 na mesma comparação, com média de R$ 1,9862/litro em abril, considerando-se somente o mercado spot. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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SABORES DO OESTE- CUSCUZ RECHEADO- REPÓRTER JESSICA GONÇALVES - Vídeos, Caminhos do Oeste

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A receita do quadro sabores do Oeste de hoje é típica no nordeste, mas tem feito maior sucesso em Foz do Iguaçu, por ser rápida, prática e muito saborosa. Aprenda a fazer cuscuz recheado.

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CONVITE DEUTSCHES FEST- REPÓRTER RICARDO BRZOZOWSKI- CAMINHOS DO OESTE - Vídeos, Caminhos do Oeste

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Ainda falando de Deutsches Fest, a festa começou sexta passada, e hoje está no último dia. Lá você encontra muita música, comida típica como já vimos e também chope a vontade, e a nossa equipe esta por lá para fazer um convite especial para você, Ricardo e Luia… Bom dia para vocês.

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COMIDA TÍPICA ALEMÃ- REPÓRTER RICARDO BRZOZOWSKI- CAMINHOS DO OESTE - Vídeos, Caminhos do Oeste

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Você que nos acompanha já sabe que estamos falando da festa de Missal. Já faz algumas semanas, e é claro que uma boa festa vem sempre acompanhada de comida gostosa. E lá no evento da para conhecer e saborear de perto pratos típicos da culinária Alemã como o Eibein, que é o joelho de porco assado e o marreco recheado. Confira só.

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PRODUÇÃO DE MILHO- REPÓRTER RAFAELLE GERHARDT- CAMINHOS DO OESTE - Vídeos, Caminhos do Oeste

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As boas condições climáticas tem favorecido a produção de milho no Oeste do Paraná, se continuar assim a produtividade vai ser um pouco maior do que a do ano passado.

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PARAQUEDISMO- REPÓRTER RICARDO BRZOZOWSKI- CAMINHOS DO OESTE - Vídeos, Caminhos do Oeste

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Para você que gosta de aventura e esportes raidicais nós vamos te mostrar agora uma reportagem especial. O nosso repórter Ricardo realizou aqui em Foz do Iguaçu um salto duplo de paraquedismo a três mil metros de altura, o visual com certeza é encantador. Mas eu te pergunto, você teria coragem? Vamos ver como o Ricardo se saiu.

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CAMINHOS DO OESTE- – BLOCO 03- PGM 704 - Vídeos, Caminhos do Oeste

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Caminhos do Oeste é um programa regional produzido pela Vision Art Produções que busca mostrar a identidade regional do Oeste Paranaense. Suas reportagens são baseadas em assuntos ligados ao agronegócio, agricultura familiar, turismo, entretenimento, cultura e culinária com enfoque na região.

Apresentação: Lalinha Bueno

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CAMINHOS DO OESTE- – BLOCO 02- PGM 704 - Vídeos, Caminhos do Oeste

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Caminhos do Oeste é um programa regional produzido pela Vision Art Produções que busca mostrar a identidade regional do Oeste Paranaense. Suas reportagens são baseadas em assuntos ligados ao agronegócio, agricultura familiar, turismo, entretenimento, cultura e culinária com enfoque na região.

Apresentação: Lalinha Bueno

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CAMINHOS DO OESTE- – BLOCO 01- PGM 704 - Vídeos, Caminhos do Oeste

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Caminhos do Oeste é um programa regional produzido pela Vision Art Produções que busca mostrar a identidade regional do Oeste Paranaense. Suas reportagens são baseadas em assuntos ligados ao agronegócio, agricultura familiar, turismo, entretenimento, cultura e culinária com enfoque na região.

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PROGRAMA GIRO DO BOI -TERÇA-FEIRA – 30/04/2019 - Vídeos, Canal Rural

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O Programa Giro do Boi traz notícias, curiosidades e entrevistas especiais sobre a pecuária brasileira. Confira também os números da cotação e o gado de qualidade que foi produzido em diferentes regiões do país.

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EMBRAPA LANÇA PLATAFORMA PIONEIRA E FIRMA PARCERIAS PARA IMPULSIONAR A AGRICULTURA DIGITAL - Textos, Embrapa

Fonte: Embrapa

Uma plataforma pioneira no Brasil vai disponibilizar informações e modelos gerados pela Embrapa que poderão ser utilizados por empresas e startups para a criação de softwares e aplicativos móveis para o setor agropecuário, com redução de custo e de tempo. A AgroAPI Embrapa foi lançada no dia 29 de abril, durante a 26ª edição da Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação – Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). Além do lançamento da plataforma, foram assinadas novas parcerias com a iniciativa privada que visam alavancar o mercado de tecnologias em agricultura digital e contribuir para a oferta de novos produtos para o agronegócio.

Presente no evento, o presidente da Embrapa, Sebastião Barbosa, exaltou o papel fundamental dos parceiros na tarefa de levar ao usuário final os resultados da pesquisa da Empresa.

A solenidade aconteceu no primeiro dia da Agrishow, considerada a maior feira de tecnologia agrícola do Brasil, e contou ainda com a participação do deputado federal Arnaldo Jardim. “Tudo aquilo que se festeja na Agrishow hoje deve muito, deve sempre à Embrapa, ao nosso investimento em pesquisa e à capacidade de inovação”, ressaltou ele. Além de parabenizar pelas novas parcerias na área de agricultura digital, o deputado destacou as iniciativas de cooperação entre as Unidades da Embrapa e os institutos paulistas de pesquisa.

A plataforma AgroAPI contempla desde informações sobre cultivares e produtividade até zoneamentos agrícolas, úteis em soluções para o planejamento e monitoramento da produção e a gestão do risco agrícola. Os dados são acessados de forma totalmente virtual por meio de APIs (Interface de Programação de Aplicativos, na tradução do inglês) – um conjunto de padrões e linguagens de programação que possibilitam, de maneira automatizada, a comunicação entre sistemas diferentes. Elas são responsáveis pelo funcionamento de diversos recursos utilizados no dia a dia, como por exemplo em aplicativos de mobilidade, sites de comércio eletrônico e redes sociais.

Segundo Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP), Unidade responsável pela tecnologia, a AgroAPI tem potencial para ser uma plataforma de compartilhamento de dados, informações e modelos sobre a agricultura brasileira, capaz de envolver todo o setor produtivo. “Estados Unidos, França e Austrália já possuem modelos colaborativos de inovação como esse. A AgroAPI Embrapa é mais uma oportunidade concreta para impulsionar a agricultura digital no País, agregando mais valor à produção agropecuária brasileira”. O acesso à plataforma poderá ser gratuito, para uma versão degustação, ou pago de acordo com volume de requisições de APIs. O endereço é www.embrapa.br/agroapi.

Crédito inteligente

Uma das primeiras empresas a utilizar a plataforma AgroAPI, a startup GIRA – Gestão Integrada de Recebíveis do Agronegócio assinou um acordo de cooperação técnica com a Embrapa com o objetivo de aprimorar um aplicativo de celular que vai apoiar operações do mercado de crédito agrícola. Por meio da AgroAPI, a empresa terá acesso a modelos de produtividade para as culturas da soja, milho, arroz, feijão e trigo, além de uma série temporal de dados orbitais para monitoramento da vegetação. Essas informações vão servir para aperfeiçoar as análises de produtividade das lavouras financiadas e as previsões de safra geradas pelo sistema criado pela startup, auxiliando no processo de tomada de decisão na concessão e acompanhamento do crédito rural.

Gianpaolo Zambiazi, diretor da GIRA, explicou que a tecnologia busca individualizar a área de produção para oferecer crédito inteligente, que tenha por fim aumentar a produtividade. “O que vamos fazer é transformar os dados disponibilizados pela Embrapa em aplicação. Isso não seria possível sem uma base de informações confiável”, completou. A GIRA foi uma das empresas selecionadas, em 2018, pelo programa Pontes para Inovação, uma iniciativa da Embrapa e Cedro Capital de fomento ao empreendedorismo, voltada para startups que almejam crescer com a adoção de tecnologias da Embrapa.

Conectividade no campo

A Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP), o Instituto de Pesquisas Eldorado e a Claro S/A assinaram a formalização de um termo de cooperação que visa estabelecer parceria entre as três empresas para viabilizar modelos de conectividade, tecnologias e plataformas para atender demandas da produção agropecuária. A ação visa estruturar meios para a execução de projetos de pesquisa com diversas culturas anuais e perenes em áreas do campo experimental da Embrapa em Jaguariúna (SP), no sentido de desenvolver tecnologias, testes, metodologias e soluções de inovação para a captação de diferentes parceiros, com ênfase em bioeconomia e internet das coisas (IoT). Esse novo modelo de negócio foi denominado “Condomínio Inovar”.

O termo foi assinado pelo superintendente do Instituto Eldorado, Roberto Stephanes Soboll, pelo diretor de IoT da Claro S/A, Eduardo Polidoro de Souza, pelos chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente, Marcelo Morandi, e pela chefe-adjunta de Transferência de Tecnologia, Ana Paula Packer. Morandi explica que serão implementadas soluções de conectividade que vão transformar o campo experimental da Embrapa em um laboratório onde diversos parceiros terão oportunidade de desenvolver novas tecnologias em agricultura digital. “O Condomínio Inovar será um ambiente aberto para aprimoramento e colocação de novos produtos no mercado, a fim de trazer competitividade para o agronegócio”, completou.

Ressonância Magnética Nuclear

A Agrishow também marcou a assinatura da parceria entre a Embrapa Instrumentação (São Carlos, SP) e a empresa Fine Instrument Technology (FIT), envolvendo o desenvolvimento de equipamento e método para análise de frutas, carnes, sementes e produtos industrializados por meio de ressonância magnética nuclear (RMN). Juntas, as duas instituições estão associando o emprego de metodologias de RMN ao desenvolvimento de aparelhos com diferentes aplicações na agropecuária.

Durante a Agrishow, serão demonstradas no estande da Embrapa análises em tempo real da qualidade de grãos que fazem parte de importantes cadeias produtivas, como a soja e o amendoim. Sem destruir a amostra, é possível, por exemplo, conhecer o teor de óleo desses grãos em segundos. No amendoim, também serão realizadas análises da umidade, proteína e teor de óleo oleico, conhecido como ômega 9, fundamental na síntese dos hormônios. De acordo com o chefe-geral da Embrapa Instrumentação, João Naime, o desenvolvimento do equipamento é um excelente exemplo de como o conhecimento em ciência básica evoluiu para uma inovação. Participaram da solenidade de assinatura da parceria, além do chefe da Embrapa, os sócios da FIT Daniel Consalter e Silvia de Azevedo.

Clique aqui para ver esta matéria na íntegra em Embrapa.

CASAL ABANDONA TRABALHO NA CIDADE PARA PRODUZIR MORANGO EM SUBSTRATO - Vídeos, Rio Grande Rural

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I N F O R M A Ç Õ E S : Entre em contato com o Plantão Técnico pelo site www.emater.tche.br ou procure o Escritório da Emater/RS-Ascar de seu município

V E I C U L A Ç Õ E S : https://goo.gl/ZFT6yK

* Para consultar o canal NET da sua região, acesse tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar

Nova Petrópolis, além de ser conhecida pelas belezas da serra gaúcha, tem como característica a diversidade de culturas. Dos 962 estabelecimentos rurais do município, 40 se dedicam a produção de morango. São 5 hectares destinados ao cultivo da fruta. E a produção de 400 toneladas movimenta 4 milhões de reais ao ano. Com assistência técnica da Emater/RS-Ascar, através do programa de Gestão da Agricultura Familiar, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, produtores estão aperfeiçoando a produção, melhorando a renda e a qualidade de vida. (Ellen Bonow/Paulo Carneiro)

Programa #1063

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RECEITA: PÃO A BASE DE SOJA - Vídeos, Rio Grande Rural

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A receita da semana foi elaborada pelos acadêmicos do curso de química de alimentos da Universidade Federal de Pelotas. Eles utilizam os grãos que são resultados do programa de melhoramento genético da Embrapa. Veja o passo a passo para elaborar um pão feito a base de soja e saiba ainda como triturar os grãos.

Programa #1063

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PROGRAMA MAIS PECUÁRIA – 29/04/2019 - Vídeos, Canal do Boi

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ALERTA: GOLPE NA COMPRA E VENDA DE GADO - Vídeos, Vale Agrícola

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Golpe em Taió: cheques falsos, uso do nome de pessoas idôneas e atuação digna de novela deixaram um prejuízo de mais de 55 mil reais na venda do gado.

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TOP FARMERS – EDSON TREBESCHI – EP.3 - Vídeos, Canal Rural

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Confira o segundo episódio da websérie Top Farmers, mostrando personagens reais que estão construindo o futuro da agropecuária brasileira.

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CONFIRA O NOVO FORMATO DOS BOLETINS DO TEMPO - Vídeos, Climatempo

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Vem aí os novos boletins do tempo. Com um formato mais moderno e interativo, você terá informações de todo o Brasil em um só vídeo. Além disso, ainda vai poder acompanhar a tendência de chuva e agricultura para toda a semana. Fique ligado! Estreia nesta quinta-feira, dia 02/05!

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FETAG ALAGOAS REALIZA ENCONTRO PARA DISCUTIR CANAL DO SERTÃO EM INHAPI - Vídeos, Alagoas Rural

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Programa exibido em 28 de abril de 2019.

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EMBRAPA COMEMORA 46 ANOS PRIORIZANDO PESQUISAS RELEVANTES - Vídeos, Canal do Boi

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa, ligada ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, comemorou 46 anos de existência. Em todo o Brasil, existem várias unidades espalhadas, e aqui no Mato Grosso Sul, temos três unidades. Quem falou sobre as atividades do centro de pesquisa hoje no Bom Dia Produtor, foi a repórter Kaile Rodrigues e a Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Gado de Corte, Lucimara Chiari. Acompanhe.

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA: O QUE MUDA PARA O TRABALHADOR RURAL - Textos, Senado Federal

Fonte: Senado Federal

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Reforma da Previdência: o que muda para o trabalhador rural

29/04/2019, 18h40

Se a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/2019) for aprovada, a idade mínima para aposentadoria dos trabalhadores rurais será de 60 anos para mulheres e homens e o tempo de contribuição será de 20 anos.

Clique aqui para ver esta matéria na íntegra em Senado Federal.

CULTIVO DE TANGERINA DEKOPON - Destaques, Vídeos, PUC Goiás

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Tangerina, mexerica, laranja-mimosa, mandarina, fuxiqueira, poncã, manjerica, laranja-cravo, mimosa, bergamota ou clementina. Não importa o nome, contanto que ela esteja no seu cardápio. Certamente, se você frequenta supermercado, feiras ou sacolões já percebeu que a fruta tem reinado nas gôndolas e mesmo em carrinhos de vendedores pelas ruas. Reportagem de Wanessa Ferreira.

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BRASIL PRODUZ 36% DO LIXO ELETRÔNICO DA AMÉRICA LATINA - Destaques, Vídeos, Câmara São Paulo

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O Brasil está entre os maiores produtores de lixo eletrônico do mundo, com quase um milhão e meia tonelada produzido anualmente, cerca de 36% do que é descartado na América Latina. E claro, a quantidade elevada é uma preocupação porque contamina a natureza.

Para entender mais sobre esse assunto, o Jornal da Câmara conversou com o Alex Pereira, presidente da Coopermiti, cooperativa que recicla este tipo de lixo.

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POVOS INDÍGENAS PROTESTAM COM LUZES EM BRASÍLIA - Vídeos, Greenpeace Brasil

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Milhares de indígenas de todas as regiões do país formaram uma mensagem de 8 metros de altura e 60 metros de largura, em Brasília. A palavra JUSTIÇA, constituída por cerca de 3.000 luzes de LED, é uma exigência dos povos indígenas por seus direitos constitucionais de proteger suas terras e florestas.

O protesto é parte do Acampamento Terra Livre, que acontece de 24 a 26 de abril de 2019, em Brasília, e é o maior e principal encontro anual de lideranças indígenas vindas das cinco regiões brasileiras. O objetivo dos mais de 4 mil indígenas é trocar experiências culturais e unificar a resistência e a luta pelos seus direitos, como demarcação de suas terras, acesso à saúde, educação e participação social para todos os Povos Indígenas quem vivem no país. O ATL vem acontecendo há 15 anos de maneira pacífica, com o intuito de trazer visibilidade à luta dos indígenas por seus direitos constitucionais.

Imagens: Leo Otero / MNI e Fernanda Ligabue / MNI

Edição: Fernanda Ligabue / MNI

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HORTA EM CASA - Destaques, Vídeos, PUC Goiás

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Ter a própria horta em casa é a melhor coisa do mundo, né? Colher aquele alimento fresquinho para o almoço não tem outra coisa igual. Mas para quem mora em lugar pequeno, por exemplo, em apartamento. É difícil fazer isso, ou melhor, era, difícil. Quem explica melhor é a repórter Silvia Arantes.

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GADO GIR E GIROLANDO - Destaques, Vídeos, PUC Goiás

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Hoje você vai conhecer a raça Gir e Girolando. E para expandir mais os dois bovinos, o produtor esta investindo pesado na seleção genética para melhorar o plantel leiteiro. Confira na reportagem de Wanessa Ferreira.

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segunda-feira, 29 de abril de 2019

MOVIMENTO MATO GROSSO FORTE - Vídeos, Aprosoja Mato Grosso

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Uma luta legítima de quem ajuda esse Estado e está sendo sacrificado por uma gestão ineficiente dos recursos públicos.

Vamos debater esses e outros assuntos que afetam a vida do cidadão que trabalha e produz!

Participe: dia 15 de maio, na sede da Aprosoja, em Cuiabá, às 8 horas da manhã. A iniciativa é da Aprosoja, mas a luta é de toda a sociedade.

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